Tabela da Copa do Mundo 2014 Feita em LibreOffice Calc

office

Enviado por Klaibson Ribeiro (klaibsonΘgmail·com):

“Para você, amante do futebol e do LibreOffice, acabou de ser liberada, a tabelinha da Copa do Mundo 2014, feita em LibreOffice Calc.

Essa trabalho, é uma adaptação da tabela do Pedro Ciríaco, quem em 2010, fez um trabalho parecido.Foi realizada algumas correções de fórmulas e foram inseridas pequenas adaptações.

O download pode ser realizado no endereço [goo.gl/…]

Que vença a melhor seleção.”

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Por Augusto Campos | 29/01/2014

Mais um relato de reembolso do Windows para cliente da Dell

Enviado por Maicon Strey (mstreyΘgmail·com):

“No final do ano passado comprei um notebook dell que veio com SO Windows e um ano de Anti Vírus. No link abaixo descrevo como foi o processo de reembolso dos valores das licenças.” [referência: maicon.strey.nom.br]
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Por Augusto Campos | 29/01/2014

Road show JBoss - 1º semestre de 2014 - Rio e Campinas

desenvolvedores, servidor, patrocinador

Enviado por Dextraining (contatoΘdextraining·com·br):

“Não perca mais nenhuma data!

17 de fevereiro - Rio de Janeiro - Arquitetura e Administração. 20 de fevereiro - Rio de Janeiro - Performance Tuning.

26 de maio - Campinas - Arquitetura e Administração. 29 de maio - Campinas - Performance Tuning.

Ensinamos os conhecimentos e habilidades fundamentais para a utilização e administração do servidor de aplicações Java EE JBoss. O JBoss 7 é o servidor de aplicações mais utilizado no mundo. O correto conhecimento dos recursos do JBoss melhora fortemente a segurança, estabilidade e desempenho dos sistemas executados com este servidor.

Mais informações: [dextraining.com.br/…]” [referência: dextraining.com.br]

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Por Augusto Campos | 29/01/2014

Instalando um belo dashboard para seu servidor linux

instalar, servidor

Enviado por Ricardo Martins (ricmmartΘgmail·com):

“Como instalar um dashboard com as principais informações sobre o seu servidor em uma interface web bastante agradável em menos de 5 minutos!” [referência: ricardomartins.com.br]
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Por Augusto Campos | 29/01/2014

Conexão de internet no Brasil cai no ranking e é é mais lenta que no Iraque e Cazaquistão

conectividade

Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):

“O Brasil caiu, pela terceira vez consecutiva, no ranking de velocidade média de conexões de internet divulgado pela empresa de internet americana Akamai. Segundo o estudo publicado nesta terça-feira, os brasileiros acessaram a internet com uma velocidade de 2,7 megabits por segundo (Mbps) no 3º trimestre de 2013. O resultado coloca o país na 84ª posição do ranking, que considerou 140 países. No 1º trimestre do ano passado, o Brasil estava no 73º lugar.

Com esta velocidade média, o Brasil fica atrás de países como a Turquia (4 Mbps), Cazaquistão (3,5 Mbps) e Iraque (3,1 Mbps). A posição do Brasil também é pior que a da maioria dos vizinhos da América do Sul analisados no estudo. O Equador, país latino-americano com melhor posição no ranking global, registrou velocidade média de 3,6 Mbps no período. Chile, Colômbia e Argentina também têm conexões de internet mais velozes que o Brasil.” [referência: veja.abril.com.br]

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Por Augusto Campos | 29/01/2014

Como ativar Radeon Dynamic Power Management da AMD (DPM) no Ubuntu 13.10

drivers, distribuicoes

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):

“O driver open source AMD Radeon tem suporte ao gerenciamento dinâmico de energia com Linux Kernel 3.11. Com isso, ele pode ajustar dinamicamente os clocks da GPU e da memória com base na carga, para economizar energia. No Ubuntu 13.10, este recurso não está habilitado por padrão, mas provavelmente será no Ubuntu 14.04. Por isso, se você usa placas gráficas Radeon HD 2000 ou mais recente e quer ativar o suporte ao gerenciamento dinâmico de energia nela, veja aqui como fazer isso.” [referência: edivaldobrito.com.br]
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Por Augusto Campos | 29/01/2014

Ficou pra 2015: sem apoio, Ginga vai sendo deixado de lado pelo governo

trapalhada

Para um padrão selecionado em 2006, os adiamentos de ano em ano na implantação definitiva já se acumularam bastante... "No final das contas, o Ginga permaneceu com um único aliado, o próprio governo federal, que já cedeu a pressões das empresas para adiar sua implementação. E, aos poucos, a coisa só vai ficando mais difícil, com pouquíssimas empresas apostando na tecnologia e desenvolvendo aplicativos para ela, tornando o sistema cada vez menos interessante."

Via canaltech.com.br e Linux Magazine:

Em 2006, o governo brasileiro decidiu pela implantação do sistema japonês de TV digital para o Brasil, aliado ao Ginga – camada de software intermediário (middleware) que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV digital – para interatividade com os programas que estariam sendo exibidos. Desde então, a tecnologia evoluiu separadamente e de duas maneiras bem distintas: enquanto a maioria dos canais nacionais já possui transmissão em HD e se prepara para a transição definitiva, o uso do middleware ainda patina.

Em texto publicado no site Notícias da TV, o jornalista Gustavo Gindre decreta o abandono completo do Ginga, cuja implementação obrigatória vinha sendo adiada e, agora, está previsto para aparecer em todos televisores vendidos no Brasil apenas em 2015, apesar de já ser considerado um padrão pela Associação Nacional de Normas Técnicas (ABNT). Desde o ano passado, sua presença é obrigatória em 75% dos aparelhos.

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Por Augusto Campos | 28/01/2014

Chamada de Trabalhos Para o III Encontro Catarinense de LibreOffice

office, evento, comunidade

Enviado por Klaibson Ribeiro (klaibsonΘgmail·com):

“Com grande satisfação, a Associação de Software Livre de Santa Catarina – SOLISC, Comunidade LibreOffice Brasil, Grupo de Usuários de Software Livre do Oeste Catarinense - Oesc-Livre e Universidade do Contestado – UnC – Campus Concórdia, confirmaram o III Encontro Catarinense de LibreOffice.

Evento construído pela e para comunidade catarinense: divulgar, debater e fomentar o Software Livre e o LibreOffice. O evento ocorrerá no dia 15 de Março, com início previsto às 09h00min e término previsto às 18h00min.

O evento já ocorreu em outras duas oportunidade. 1ª Edição: Nova Trento: 19 de Março de 2011, Centro Comunitário. 2ª Edição: Joinville: 18 de Maio de 2013; Udesc.

O objetivo do evento é trazer e juntar as comunidades de usuários, desenvolvedores e empresas para debaterem assuntos como ODF, Dados Abertos, Desenvolvimento e LibreOffice, além de proporcionar um espaço para troca de experiências.

Enquanto o site do evento está sendo construído, está sendo realizada uma chamada de trabalhos, que ocorrerá até o dia 10 de Fevereiro. Para submeter sua atividades, acesse goo.gl/5X59P9

Nos vemos em Concórdia.” [referência: ]

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Por Augusto Campos | 28/01/2014

Workshop de Segurança da Informação (Expresso V3) terá transmissão ao vivo

evento, comunidade

Enviado por André Felipe Machado (afmachado1963Θgmail·com):

“Começa dia 28, das 9h às 17h30, na Escola de Administração Fazendária (Esaf), o Workshop de Segurança da Informação do Expresso V3.

Expresso V3 é o sistema de groupware livre escolhido para uso no governo federal após as denúncias de espionagem.

O evento promovido pelo Serpro, em parceria, com a Rede Nacional de Segurança da Informação e Criptografia e a Comissão Especial em Segurança da Informação e de Sistemas Computacionais (CESeg) tem como objetivo criar uma comunidade para propor melhorias de segurança no correio Expresso V3.

O Serviço Assiste - Video Streaming Livre do Serpro fará a transmissão ao vivo das atividades realizadas no auditório.

Para acompanhar o evento, acesse o endereço: [assiste.serpro.gov.br/…]

Os dias 28 e 30 serão transmitidos.

Saiba mais detalhes do evento [softwarelivre.gov.br/…]

Participe da Comunidade Expresso V3: [comunidadeexpresso.serpro.gov.br/…]” [referência: softwarelivre.gov.br]

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Por Augusto Campos | 28/01/2014

Usuário compara provedores de hospedagem e apresenta os dados que coletou

distribuicoes, banco-de-dados, servidor

Enviado por Fernando Mariano (blogΘmariano·eng·br):

“A Amazon EC2 não oferece a melhor VPS do mercado em termos de performance. Com a migração de uma aplicação que roda em um Ubuntu 12.04 LTS para a Digital Ocean foi possível obter ganhos no tempo de resposta ao Googlebot e do servidor de aproximadamente 75%.

No artigo também é possível ver um comparativo entre Amazon EC2, Rasckspace, Google Compute Engine e Digital Ocean com testes de benchmark de CPU, memória, disco e a execução de um banco de dados MySQL. Além de resultado obtidos com a suíte UnixBench.” [referência: mariano.eng.br]

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Por Augusto Campos | 28/01/2014

Montagem automática de partições NTFS na inicialização do Ubuntu

distribuicoes

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):

“Se você quer que as informações de todos os seus discos, mesmos os formatados em NTFS, apareçam na busca do Dash, veja como ajustar o Ubuntu para fazer a montagem automática de partições NTFS na inicialização. Em circunstâncias normais, o estado desmontado de drives/partições NTFS não faz muita diferença para o usuário final. Um simples clique duplo irá montar e abrir as unidades. Mas com o advento do Unity e do Dash, o assunto ganhou uma nova dimensão. Arquivos usados ​​recentemente (e aplicativos) aparecem com destaque e sem a auto montagem de todos os discos e partições, o conteúdo que está em discos formatados em NTFS, ficam de fora, ou seja, montagem automática de partições na inicialização tem seus benefícios, especialmente no contexto do ambiente Unity.” [referência: edivaldobrito.com.br]
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Por Augusto Campos | 28/01/2014

Curso On Line Iptables e Squid em fevereiro

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Enviado por Bruna Goulart (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br):

“De 05/02/14 à 12/02/14 Horário: Das 19h às 21h Valor: R$ 360,00 em até 12 X SEM JUROS no cartão de crédito, via PagSeguro

O curso proverá ao aluno conhecimento para que o mesmo possa desenvolver sistemas de proteção para redes não importando o porte da mesma.

Público Alvo: Administradores de Sistemas, Estudantes, Analistas de Rede e interessados em geral que desejam aprender como trabalhar com Firewall e Proxy no Linux.

Inscrições: [escolalinux.com.br/…]” [referência: ]

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Por Augusto Campos | 28/01/2014

Ele não gostou: Dr. Stallman chama o compilador livre LLVM de "terrível revés" para a comunidade dele

mas-eh-livre

Quando eu deixei de ser membro da FSF, uma das razões era meu desconforto ao sentir que determinadas atitudes eram mais voltadas a atacar o software proprietário do que a ampliar a utilidade ou a aplicabilidade dos softwares livres. Isso deve fazer sentido sob o ponto de vista de seus proponentes, mas não ressoava bem a partir do meu próprio ponto de vista, na ocasião.

Isso fica evidenciado, para mim, na recente resposta de Richard Stallman a uma sugestão de que o GCC passasse a incluir alguns recursos adicionais que vêm atraindo atenção para o compilador LLVM/Clang.

O LLVM é disponibilizado sob uma licença de software livre compatível com a GPL, agrada desenvolvedores por uma série de características incluindo consistência interna e mesagens de erro mais claras que as do GCC e, apesar de ser um projeto recente, já está se aproximando do desempenho do GCC em tempo de execução (em tempo de compilação já o superou para vários casos de uso).

O recentemente lançado FreeBSD 10 é compilado com o LLVM por default, e o LLVM vem se aproximando cada vez mais de estar apto a compilar, sem necessidade de patches, o kernel Linux e os programas que fazem parte de uma distribuição típica.

Entre os motivos que o bom Doutor lança na sua curta mensagem contrária ao LLVM estão o fato de ele receber apoio da Apple, mas vale lembrar que no início da existência do projeto, o seu coordenador (então um funcionário da Apple) ofereceu todo o seu código – que aí seria relicenciado sob a versão corrente da própria GPL – aos desenvolvedores do GCC para inclusão, mas estes recusaram por uma série de razões técnicas e de conveniência (era em C++ e eles preferiam código em C, por exemplo).

O código recusado acabou virando um projeto livre que agora tem características que usuários do GCC solicitam que sejam incluídas também nele1, e coube ao bom Doutor explicar por que não irá fazê-lo.

Sugiro que você leia a mensagem do bom doutor, porque ele não me autoriza a traduzir o que ele escreve (eu já pedi). Mas espero que ele não se incomode muito por eu ter traduzido o parágrafo abaixo, tão literalmente quanto consigo:

“O GCC ser substituído por outro compilador tecnicamente superior que defendesse a liberdade igualmente bem me causaria algum sentimento pessoal de perda, mas eu me regozijaria pelo avanço da comunidade. A existência do LLVM é um terrível revés para a nossa comunidade precisamente porque ele não está sob copyleft e pode ser usado para compiladores não-livres – de tal forma que toda contribuição para o LLVM diretamente ajuda o software proprietário tanto quanto nos ajuda.”

Bem menos literalmente, preparei uma síntese do que me chama a atenção negativamente no ponto de vista expresso pelo bom doutor sobre as ferramentas em questão (LLVM e GCC):

  • Segundo o bom doutor, os desenvolvedores do LLVM não adotam no seu produto as mesmas “inconveniências” que os desenvolvedores do GCC escolheram adotar para defender a liberdade, porque não compartilham das mesmas metas e valores que eles.
  • O bom Doutor acredita que o fato de haver produtos não-livres que aproveitam o LLVM prova que ele está certo e que o perigo é real.
  • Para ele, o fato de o LLVM ser código livre não basta: na sua visão, o único código que ajuda a ele e a seus companheiros mas não aos seus adversários2 é o que estiver sob licenças livres com copyleft (que oferecem liberdade fazendo a exigência de reciprocidade).
  • Ele aproveita para usar palavras negativas para caracterizar as licenças livres que não incluem cláusulas de exigência de reciprocidade, e para convidar quem estiver desenvolvendo plugins para o LLVM a fazê-lo sob o licenciamento que ele prefere.

A situação de defender a manutenção da existência de inconveniências intencionais e recusar incluir recursos úteis na prática em um software porque se pensa antes em evitar compartilhar uma vantagem com seus adversários do que a disponibilizá-la à sua própria comunidade seria a perfeita síntese do que expus no meu parágrafo de abertura: deve fazer sentido a quem adota determinada bandeira, mas não é a minha. (via lwn.net - “Stallman on GCC, LLVM, and copyleft [LWN.net]”)

 
  1.  Eric Raymond sintetizou a situação estratégica que isso gera: as ferramentas livres são a melhor arma a favor de objetivos como promover a liberdade e abertura, erodir o controle proprietário, prevenir que empresas possam nos prender a suítes de desenvolvimento proprietárias; mas quando a FSF se recusa a incluir nessas ferramentas recursos que estão disponíveis em outras ferramentas também livres e que não são usadas para as mesmas finalidades políticas dela, ela não está avançando em busca do seu objetivo.

  2.  Essa questão do "mas não aos adversários" remete de volta ao que abordei no primeiro parágrafo.

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Por Augusto Campos | 27/01/2014

Exército dos EUA encomenda meia dúzia de rifles rodando Linux

armamento

Aquele AR-15 de 10.000 dólares que noticiamos no início do ano, no qual o atirador pode marcar um alvo no display e aí passa a ser ajudado, pelo sistema (rodando sobre Linux), a posicionar o rifle de acordo com a distância, trajetória e outros fatores que influenciam a mira de forma a garantir o tiro certeiro, não demorou a atrair o interesse do exército norte-americano.

Mas não foi uma aquisição em massa, mas sim uma encomenda de 6 unidades, para conhecer melhor a aplicabilidade da ferramenta ao seu ramo de atividade. (via www.itworld.com - “Rifles powered by Linux purchased by US Army | ITworld”)

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Por Augusto Campos | 27/01/2014

Mozilla quer (muita) ajuda da comunidade para lançar o anunciado Firefox OS para tablets

pos-pc

No início do ano, durante a CES, a imprensa publicou manchetes sobre os planos anunciados por representantes da Mozilla relacionados a levar o Firefox OS além dos celulares.

Uma parte disso pretende ser alcançada com a parceria Mozilla-Panasonic para lançar TVs rodando o sistema, e para o que diz respeito aos tablets, a Mozilla não anunciou nenhum parceiro corporativo, e conta com a ajuda da comunidade (ou de "VOCÊ!", como diz a mensagem oficial).

Segundo a nota publicada, eles precisam de quase todos os papeis de desenvolvimento de software: testadores, analistas para comparar com as outras alternativas do mercado, interessados em classificar os bugs, tradutores, gestores de desenvolvimento, projetistas, designers e, claro, programadores.

Interessados devem aguardar instruções. (via ostatic.com - “Mozilla Calls for Help in Delivering Firefox OS Tablets”)

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Por Augusto Campos | 27/01/2014