Estudante brasileiro mostra como transformar TV Box pirata em Mini PC Linux universitário

gadgets, comunidade

O estudante Gabriel C. Lima, que cursa Sistemas de Informação no IFPR de Ivaiporã, criou um projeto muito interessante a partir de uma das várias TV Box piratas BTV B13 apreendidas pela Receita Federal e que sua instituição recebeu para uso em experimentos.

O seu professor desafiou a turma a encontrar uma maneira prática de transformar esses aparelhos (BTV B13, ou “TV Box Android 11”, com Cortex-A55, 2GB DDR4, 16GB eMMC, Ethernet, Wi-Fi, Bluetooth) em ferramentas úteis, dando boot a partir de seu armazenamento interno (pelas dificuldades práticas de usar soluções baseadas em dispositivo externo/pen drive em laboratórios de acesso público).


Duas fotos do BTV: fechado, e com a placa exposta

O Gabriel mordeu a isca, apesar dos desafios: bootloader proprietário, drivers secretos, layout de partições incomum, ausência intencional de documentação, etc.

Após muita escovação de bits, ele plugou um ESP32 como adaptador serial, e conseguiu interagir com o gerenciador de boot do TV Box. A partir daí, tinha um caminho desimpedido para explorar a configuração, e descobriu que o gerenciador de boot original tentava ler um arquivo de configuração inexistente, que ele criou e usou para fazê-lo carregar o Debian que ele instalou por cima de uma das partições.

Depois de mais alguns ajustes, o sistema funcionou como uma estação de trabalho completa, em modo gráfico e conectada via cabo de rede, testada com cargas de trabalho (leves) de servidor, edição de texto, programação, navegação, e mais – cumprindo a missão dada pelo professor.

O post do Gabriel conta a história completa e tem links para o Github com a documentação completa que ele produziu.

Referência: Reciclando uma TV box pirata (BTV B13) em um servidor Linux ou desktop portátil

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Por Augusto Campos | 13/07/2026

Computadores de bolso com Linux: 8 modelos que você pode comprar

mercado, gadgets

A carestia da memória e armazenamento geraram um interesse mundial nos cyberdecks, e desenvolvedores indie e marcas menores aproveitaram para criar vários modelos de quase-cyberdeck, prontos ou semi-prontos para usar.

As condições logísticas e tributárias do nosso país são um obstáculo comum a esse tipo de plano, mas neste caso há mais um problema: a absoluta maioria das ofertas mais interessantes já pode ser comprada, mas ainda não existe para ser entregue: estão em pré-venda ou captação comunitária de recursos para o primeiro lote.


Foto do conceito do CardputerZero
Um CardputerZero

Mesmo assim, um artigo do It's FOSS reuniu 8 modelos interessantes, e vários deles vêm de nomes que já estabeleceram boa reputação de qualidade e de entregar o que vendem. Um exemplo é o CardputerZero (foto), baseado em hardware Raspberry Pi, que sucede 2 outros modelos da mesma série baseados no ESP32 (que não rodavam Linux).

Ele desperta meus sentimentos nostálgicos, porque a telinha de menos de 2 polegadas e o teclado tipo chiclete me fazem lembrar os clones de computadores ingleses que eu usava na década de 1980.

Mas há outros modelos que parecem menos precários, como o interessante Pilet, com variantes de 5 e 7 polegadas, e prometendo 7 horas de bateria, e o MNT Pocket Reform, que quase não se encaixa nessa categoria, e lembra os netbooks do início do século.

Leia também o post da quinzena passada: Cyberdecks que você pode comprar: 6 modelos à venda no mercado

Referência: 8 Linux Handheld Computers You Can Splurge On

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Por Augusto Campos | 13/07/2026

Módulo experimental BSDun roda binários do FreeBSD no Linux

kernel, comunidade, bsd

O BSDun é um projeto novo e experimental na forma de um módulo para o kernel Linux que traz compatibilidade binária do FreeBSD, já relatando suporte para shells, ferramentas de rede, pkg e muito mais.

Rodar nativamente em um sistema operacional binários feitos para outro sistema operacional é uma tarefa complexa, que envolve não apenas identificar qual binário foi feito para cada sistema, mas também gerenciar o carregamento de executáveis de padrões diferentes, traduzir as chamadas de sistema e seus parâmetros, compatibilizar o tratamento de sinais, gerenciar caminhos diferentes para o conjunto de arquivos de configuração e controle, e mapear várias expectativas diferentes sobre qual parte do sistema faz o que.


Mascotes do FreeBSD e do Linux andando de moto juntos

E essa é a tarefa que os desenvolvedores do BSDun puxaram para si, com seu módulo experimental voltado a rodar no Linux executáveis feitos para o FreeBSD – e eles relatam que já conseguem rodar vários, incluindo o /bin/sh, ping, sed, grep, find, stat, tail e outros.

Curiosidade ou utilidade? Ou nenhum dos dois? O tempo dirá.

Referência: Experimental BSDun Kernel Module Runs FreeBSD Binaries on Linux

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Por Augusto Campos | 13/07/2026

Driver Linux do chip WiFi Realtek RTL8723BS recebe proteção contra roteadores maliciosos

seguranca

As atualizações que farão parte do kernel Linux 7.2 foram incluídas na semana passada e modificam o comportamento do driver para evitar a possibilidade de comprometimento causado pela tentativa de interpretar parâmetros intencionalmente errados enviados por um ponto de acesso WiFi malicioso.


Um chip Realtek RTL8723BS

Nesse tipo de hipótese, a condição atual desse driver (adicionado em 2017) é insegura, e a mesma correção deverá ser aplicada também a outras versões atualmente mantidas do kernel, já que se trata de um hardware relativamente popular, pois inclui não só suporte a WiFi b/g/n, mas também a Bluetooth 4.0.

Referência: Realtek RTL8723BS WiFi Linux Driver Hardened Against Malicious WiFi Access Points - Phoronix

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Por Augusto Campos | 13/07/2026

Vulnerabilidade GhostLock permite que usuários locais virem root

kernel, seguranca

A vulnerabilidade CVE-2026-43499, batizada de GhostLock, é um bug de sincronização divulgado esta semana, que ficou oculto por 15 anos no kernel Linux, e expõe a acesso root por usuários locais.

Trata-se de uma falha presente desde o Linux 2.6.39 (2011), nos mecanismos de sincronização de threads, que pode ser explorado por usuários locais para alcançar privilégios de root – o que é especialmente crítico em servidores compartilhados, como os de hospedagem ou de desenvolvimento, permitindo, por exemplo, escapar das restrições de um container.


Sinal de alerta

A solução genérica para essa falha é instalar e rodar um kernel corrigido, e as distribuições já estão disponibilizando versões que incluem a correção necessária

Referência: 15-Year-Old Linux Kernel GhostLock Flaw Lets Local Users Gain Root

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Por Augusto Campos | 10/07/2026

Aniversário antecipado: hoje o DOMÍNIO do BR-Linux faz 23 anos

site, comunidade

O aniversário de 30 anos do BR-Linux é só em novembro, mas quando a gente está na estrada há tanto tempo, os marcos se acumulam – e espero que vocês estejam gostando desse marco mais recente, que é o retorno dos posts diários após tanto tempo inativo!


Print do site ainda com tela de fundo escuro, e o nome de Linux in Brazil
O BR-Linux em 2001, 2 anos antes do registro do atual domínio

Eu registrei o domínio br-linux.org em 9 de julho de 2003, após o site ter estado hospedado em vários outros endereços, incluindo linux.trix.net, https://brlinux.linuxsecurity.com.br (obrigado, Renato!) e até uma breve passagem como br-linux.com.

Ainda comemoraremos mais aniversários neste ano, mas esse do domínio me deixa especialmente feliz, porque foi um momento de evolução do site, que se mantém desde então.

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Por Augusto Campos | 9/07/2026

Revoada: Por que os desenvolvedores estão trocando o GitHub pelo Codeberg e self-hosting

desenvolvedores, mercado

Este artigo do How-To Geek lista repositórios de projetos conhecidos e que anunciaram que estão largando o GitHub, e analisa as razões apresentadas por eles, incluindo a perda da qualidade técnica do serviço, a política de sua proprietária Microsoft, e a IA.


Logo do Github sobre uma textura de TV fora do ar

Trecho:

A reclamação mais comum é que o GitHub sofre indisponibilidades frequentes. O IncidentHub registrou um tempo de inatividade total de 112 horas em 48 “grandes interrupções” no ano a partir de maio de 2025, observando que essas interrupções foram o motivo por trás das saídas do Ghostty e do Zig. Andrew Kelley, criador da linguagem Zig, mencionou também a relação do GitHub com a [agência norte-americana de restrição à imigração] ICE, cujo contrato com o GitHub também foi criticado por funcionários do serviço desde 2019.

Referência: Why developers are ditching GitHub for Codeberg and self-hosting alternatives

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Por Augusto Campos | 9/07/2026

Cyberpunk: Até um celular antigo pode virar seu primeiro home lab, com Linux

comunidade, cyberpunk

Post do Ariel Bonfim no DioLinux: “É possível montar seu primeiro homelab usando um PC antigo, máquinas virtuais ou até um celular Android – afinal, para aprender vale tudo”.


Foto de uma sessão shell no Linux, na tela de um celular da Sony

Separei um trecho do texto do Ariel:

Talvez a ideia mais curiosa seja reutilizar um smartphone Android antigo. Embora muita gente enxergue o aparelho apenas como um telefone, ele continua sendo um computador completo, equipado com processador, memória RAM, armazenamento e conectividade de rede.

Com as ferramentas adequadas, é possível instalar um ambiente Linux e utilizar esse dispositivo para hospedar pequenos serviços. Entre alguns usos interessantes estão: Servidor de músicas para a rede doméstica; Biblioteca de filmes e séries; Servidor de arquivos; Pequenas aplicações web; Ambiente para estudar Docker e Linux.

Referência: Quer montar seu primeiro homelab? Até um celular antigo pode virar um servidor Linux

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Por Augusto Campos | 9/07/2026

Treta na Herdeira da Conectiva: OpenMandriva acusa ex-colaborador de sabotagem

distribuicoes, treta

A distribuição comunitária OpenMandriva reporta a exclusão de materiais do seu GitHub, e pacotes danificados no Cooker, após uma disputa interna entre contribuidores.

“Ele excluiu parte de nosso repositório do GitHub – coisas nas quais trabalhamos há muitos anos e nas quais eu próprio trabalhava há uma década – e também decidiu publicar um pacote vazio no repositório cooker, que tornou obsoletos todos os pacotes Gnome e Cosmic, o que poderia ter danificado os sistemas de pessoas que usavam Gnome ou Cosmic.”

Segundo o relato, o conflito nasceu de uma disputa sobre repositórios, e escalou após um contribuidor ter comportamento abusivo direcionado a seus colegas e a usuários, e ter sido removido de um chat da distribuição.




OpenMandriva, você sabe, é a distribuição comunitária que deu continuidade ao legado após a falência da Mandriva, nascida da junção da francesa Mandrake com a brasileira Conectiva.

O projeto informa estar restaurando os repositórios excluídos, e corrigindo os pacotes afetados. Além disso, a distribuição conduziu uma auditoria completa do sistema e não encontrou outros problemas além dos pacotes removidos.

Referência: OpenMandriva Says Former Contributor Sabotaged Its Repositories

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Por Augusto Campos | 8/07/2026

Valve: Proton 11.0 traz mais jogos do Windows para o SteamOS / Linux

jogos, software

A Valve acaba de lançar o Proton 11.0-1, uma grande atualização em sua camada de compatibilidade para rodar jogos do Windows em sistemas SteamOS – e Linux em geral.

Agora baseado no Wine 11.0, ele atualiza vários componentes gráficos e de compatibilidade e traz uma variedade de correções específicas de jogos, que alcançam títulos da EA e lançamentos clássicos das franquias Resident Evil e Dino Crisis, entre outras novidades.

Vários jogos passaram a ser listados como jogáveis, incluindo Unknown Faces, Gothic 1 Classic, X-Plane 12, Breath of Fire IV e Deadly Premonition. Além disso, vários títulos que antes funcionavam só no modo experimental foram promovidos, incluindo Universe Generator: The Golden Sword, DCS World Steam Edition, Resident Evil (1996), Resident Evil 2 (1998), Dino Crisis, Dino Crisis 2, From Dust, Blaite, Don't Die Dateless, Dummy!, METAL GEAR SURVIVE, Warhammer: Vermintide 2, Metal Fatigue e SHOGUN: Total War.


Ícone do Proton

Outros jogos receberam novidades, incluindo o modo VR no No Man’s Sky e no Microsoft Flight Simulator. A lista de novidades é extensa e também inclui itens não relacionados diretamente a jogos, como questões relacionadas ao KDE e a outros elementos dos bastidores.

Referência: Proton 11.0-1 officially released to expand Windows games on SteamOS / Linux | GamingOnLinux

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Por Augusto Campos | 8/07/2026

Armazenamento: Como fazer um NAS simplificado, com ZFS e sem Synology, QNAP, TrueNAS

rede, armazenamento

Quem precisa de um NAS básico e não está interessado em interface gráfica, gostará de saber que é surpreendentemente simples configurar armazenamento com o moderno OpenZFS e compartilhá-lo na rede usando o clássico Samba, e o Debian.


Logo do OpenVFS

Esse artigo do Neil Panchal que explica como ele fez é de 2024, mas acaba de ser ressuscitado pelo Hacker News, e pode interessar a quem curtiu o recente post “Usando o OpenMediaVault para criar um NAS a partir de um notebook de 2 GB de RAM”.

Referência: How to Build a Minimal ZFS NAS without Synology, QNAP, TrueNAS

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Por Augusto Campos | 8/07/2026

Vibe Coding: Quase 80% dos projetos baseados em slop code encaminhados ao Flathub são abandonados rapidamente

comunidade, desenvolvedores

O desenvolvedor Evangelos Paterakis analisou as estatísticas do FlatHub e encontrou uma tendência ao abandono que ajuda a contextualizar a decisão daquele repositório, que há 2 meses parou de aceitar softwares produzidos via vibe coding.

FlatHub, você sabe, é o repositório central e principal para obter pacotes em formato Flatpak, e que prefere receber seus pacotes diretamente dos desenvolvedores. E a partir do início do ano corrente percebeu que no caso dos pacotes identificados como slop code, eram prevalentes as situações em que não eram observados os padrões do repositório, e as tentativas de comunicação com os desenvolvedores eram respondidas com textos gerados automaticamente, sem resolução da situação apontada, levando assim à decisão de parar de aceitar os softwares identificados nessa situação.


Ícone mostrando um hipotético instrumento medidor de slop

E os dados levantados pelo desenvolvedor Paterakis trazem mais um elemento a esse cenário: dos 120 repositórios assim identificados e que chegaram a ser aceitos pelo FlatHub antes do banimento, 88 estão abandonados (boa parte apagados, outros apenas deixaram de ser atualizados), e só 32 continuaram a ser mantidos.

Ele conclui: “não vou mentir e afirmar que cerca de 27% de chance de um projeto não ser abandonado em 6 meses é algo bom ou vale o tempo que os voluntários passarão conversando com a instância OpenClaw de alguém”.

Referência: Democratizing Abandonware - Evangelos “GeopJr” Paterakis

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Por Augusto Campos | 8/07/2026

KDE 6.6.6 traz correções de bugs para quem ainda não fez o upgrade para o 6.7

software

O KDE Plasma 6.6.6 foi disponibilizado como a sexta e última atualização de manutenção da série 6.6, para quem ainda não fez o upgrade para o KDE Plasma 6.7.


Print de um desktop do KDE Plasma 6.6.6

A lista de novidades é extensa, mas são basicamente correções – em itens variados, como rede, clipboard, acessibilidade, e até o relógio digital.

Referência: KDE Plasma 6.6.6 Released with Numerous Bug Fixes and Various Improvements - 9to5Linux

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Por Augusto Campos | 8/07/2026

Davit: Uma interface nativa no Mac para rodar containers do Linux, sem Docker

desenvolvedores, software

Davit é um app open source para o Mac, que oferece acesso à plataforma de containers da Apple – containers, imagens, volumes e redes – com estatísticas ao vivo, logs, navegação de arquivos, registros privados e configuração com um clique.

O nome Davit é curiosamente escolhido, porque se refere aos guindastes portuários usados para descarregar e carregar os containers nos navios.


um print da janela do Davi

O Davit pode ser instalado do seu repositório ou via Homebrew, e requer MacOS 15 superior, em um Mac pós-Intel. Para saber mais sobre o recente suporte a containers do Linux no Mac, veja também: “Apple Container: alternativa da Apple para o Docker chega à versão 1.0 com máquinas Linux persistentes”.

Referência: Davit — a native macOS UI for Apple containers

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Por Augusto Campos | 8/07/2026

Frame: conversão de vídeos com o ffmpeg e uma interface gráfica moderna, feita em Rust

software, multimidia

O Frame é um novo utilitário de conversão de mídia que coloca uma interface gráfica moderna para operar o clássico FFmpeg, e promete facilitar os fluxos de trabalho de vídeo, áudio, imagem, legendas e metadados.


Ícone do Frame

Usuários jurássicos do ffmpeg (como eu) acabam acumulando uma série de anotações de parâmetros e scripts para acesso às operações mais utilizadas, mas a linha de comando dele evolui com cada vez mais opções, e as interfaces gráficas modernas ajudam a dar acesso a elas tanto a eles, quanto aos usuários mais recentes.

As operações do ffmpeg que o Frame facilita incluem: converter arquivos de vídeo, extrair ou converter áudio, alterar formatos de imagem, operar com legendas, editar metadados, redimensionar ou cortar mídia, usar predefinições e processar vários arquivos em uma fila.

Os formatos de vídeo e containers suportados incluem MP4, MOV, MKV, AVI, WebM e até GIF, além de uma infinidade de formatos de áudio, imagens, legendas e mais.

Referência: Frame - Media conversion reimagined

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Por Augusto Campos | 8/07/2026