100 Ferramentas Open Source de Segurança
Enviado por Diego Boot (diego·barbosaΘlinuxmail·com)
Enviado por Diego Boot (diego·barbosaΘlinuxmail·com)
O opensource.com chama a queda de 58% de "dramático declínio" no artigo que publicou nesta semana analisando os números da adoção de licenças de software livre e de código aberto.

O autor, Jono Bacon, não economiza elogios à GPL, à FSF (da qual é membro contribuinte) e ao copyleft, mas não deixa de observar o que indicam as proporções das 2 séries do gráfico acima, mostrando a adoção das licenças mais populares hoje e 7 anos atrás.
A GPLv2, que 7 anos era não apenas a mais popular, mas também quase equivalia à soma das 9 outras integrantes do gráfico, teve grande declínio em participação, e agora está 10 pontos percentuais abaixo da primeira colocada, a permissiva (e livre) licença MIT – que, junto com a também permissiva e livre licença Apache, teve os mais expressivos ganhos percentuais no período.
Por outro lado, a recíproca (e livre) GPLv2 continua a ser a segunda mais popular apesar da queda de 58% que o site chamou de dramática, e a GPLv3 até teve um incremento da adoção ao longo desse período.
Bacon lança algumas opiniões sobre as causas dessa movimentação, que ele relaciona à evolução dos posicionamentos de entidades com fins lucrativos associadas a esse mercado, dos relacionamentos entre comunidades e modelos de negócios, e às razões pelas quais muitos projetos são iniciados.
Os números do gráfico são de uma pesquisa da Black Duck que acompanha uma amostra de 2.000.000 de projetos em 9.000 repositórios, e uma pesquisa com amostragem mais restrita feita pelo Github chegou a resultados similares.
Outra análise também interessante sobre os mesmos números, com menos suposição e um pouco mais de descrição, foi apresentada também neste artigo de janeiro publicado pela RedMonk.
(via opensource.com - “Why has GPL license usage dropped dramatically? | Opensource.com”)
Além da pitoresca e apertada vitória do Slackware sobre o Mint e o Ubuntu na categoria distribuições desktop, que curiosamente teve mais do que o dobro dos votos de qualquer outra categoria, me chamou a atenção uma série de concorrentes que venceram por larga margem em suas próprias categorias: LibreOffice, VLC, rsync, ext4, VirtualBox, Docker e GIMP.

Segue o texto enviado pelo leitor:
Segue lista (traduzida) com vencedores de cada categoria:
Distribuição para desktop - Slackware (16.03%) Distribuição para servidores - CentOS (23.86%) Distribuição para mobiles - Android (68.24%) Banco de dados - MariaDB (41.29%) Suíte de escritório - LibreOffice (89.60%) Navegador web - Firefox (51.74%) Ambiente desktop - Plasma Desktop - KDE (28.57%) Gerenciador de janelas - Openbox (24.04%) Player de áudio - VLC (33.60%) Player de vídeo - VLC (64.36%) Seguranca de redes - Wireshark (26.09%) Seguranca de estacao de trabalho - SELinux (36.62%) Monitoramento de redes - Nagios Core (24.82%) Ambiente integrado de desenvolvimento (IDE) - Eclipse (14.14%) Editor de textos - vim (30.26%) Gerenciador de arquivos - Dolphin (25.18%) Jogo open source - SuperTuxKart (14.50%) Linguagem de programação - Python (25.66%) Cópias de segurança (backup) - rsync (46.04%) Gerenciamento de configuracao - Ansible (33.33%) Emulador de terminal no X - Konsole (19.03%) Solução de privacidade - uBlock Origin (19.55%) Sincronizacao de arquivos (solução open source) - ownCloud (38.33%) Criacao de videos - KDEnlive (27.52%) Cliente IRC - HexChat (33.06%) Gerenciador de pacotes - dpkg (32.16%) Sistema de arquivos - ext4 (68.59%) Computador de placa unica (solução open source) - Arduino (43.06%) Virtualizacao - VirtualBox (55.10%) Conteiners - Docker (64.94%) Podcast sobre Linux/Open - Bad Voltage (24.46%) Revista/magazine sobre Linux/Open Source - Linux Journal (37.65%) Cliente de mensagens instantâneas - Pidgin (44.00%) Estaçãoo de trabalho de audio digital - Ardour (42.59%) Editor de imagens (rasterização) - GIMP (76.47%) Vendedor de servidores - Dell (39.24%)
Para ver os resultados por categoria, acesse: http://www.linuxquestions.org/questions/2016-linuxquestions-org-members-choice-awards-123/
Para ver os resultado em gráficos por categoria, acesse: http://www.linuxquestions.org/questions/2016mca.php
Enviado por Guilherme (gamaiaΘgmail·com)
Duração: 2:01
Enviado por Marcelo de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
Estamos em Busca da estabilidade e simplicidade do Slackware e o charme e praticidade do Linux mint. A Emmi Linux contém 1547 pacotes escolhidos a dedo, cuidadosamente selecionados e codecs de mídia proprietários pré-instalados e prontos para uso.

Não queremos ser apenas mais um papel de parede, por isso estamos querendo cada vez mais deixar a Emmi Linux diferenciada, vamos lançar cada "versão" quando realmente estiver pronto. Focando menos em trocar o papel de parede e mais no que realmente importa. Emmi Linux é voltada para iniciantes com computadores fracos, por isso utilizamos o LXQt um ambiente gráfico extremamente leve e bonito, em nossos testes a Emmi Linux se saiu muito bem rodando em um computador com as seguintes configurações (512 MB RAM, Intel Celeron).
A distribuição é Brasileira, portanto vamos focar em traduzir toda a distribuição até ficar 100%.
Enviado por Jefferson Carneiro (lrcjeffersonΘgmail·com)
O treinamento englobará a nova versão do CloudStack 4.9.2 - LTS (Long Term Support) e o hypervisor XenServer 7 e serve como base para certificação LPI-ACCEL
Data: 25 e 26 de março de 2017 (final de semana) Horário: das 10:00 às 18:00 Local: treinamento on-line através da ferramenta de treinamento GoToTraining Instrutor: Marco Sinhoreli Idioma: Português Valor: R$ 1.000,00 até dia 24/02/2017 parcelado em até 6 vezes no cartão de crédito Inscrição através do site: http://treinamento-cloudstack-2017-1.eventbrite.com.br
Enviado por Clara Herthel (treinamentoΘshapeblue·com)
A migração do município alemão é um dos grandes exemplos de adoção do Linux em desktops na área pública, e teve início pouco mais de 10 anos atrás.
Nesta semana esse exemplo pode ter fim, caso seja aprovada a proposta do comitê de administração da cidade, no sentido de reverter a migração e adotar o Windows 10 como base de uma estratégia que, ao final, pretende se basear em aplicativos que dependam menos da plataforma, como os que rodam diretamente no navegador.
O modelo atual, baseado em versões desatualizadas de OpenOffice e Thunderbird rodando sobre o LiMux, uma adaptação local do Ubuntu, seria descontinuado em até 5 anos, mas até lá os usuários teriam oportunidade de escolher entre os 2 ambientes (LiMux e Windows 10).
O relatório no qual a proposta do comitê se baseou, produzido por uma empresa parceira da Microsoft, não aponta os softwares livres como únicas razões para a sua conclusão: processos internos de trabalho que fizeram com que versões atualizadas dos sistemas e aplicativos não chegassem às mãos dos usuários finais também foram evidenciados.
Em um padrão que já se repetiu nas administrações públicas de vários países, não é surpresa que essa empresa tenha concluído que o melhor para Munique seja adotar soluções "padrão do mercado" que ofereçam a "maior compatibilidade possível" com soluções internas e externas, e que essas soluções sejam as da Microsoft: na chegada do atual prefeito, eleito em 2014, ele já havia declarado interesse em desfazer a migração e, mesmo antes de colocar o estudo técnico nas mãos de uma empresa parceira da MS, teve participação direta no processo que fez a Microsoft transferir para Munique a sua sede de operações na Alemanha.
A situação de uma empresa que cobra de outras empresas que usam Linux royalties sobre patentes que estariam sendo infringidas pelo Linux, e que ao mesmo tempo tornou-se membro - na categoria mais elevada - da Linux Foundation foi descrita e questionada em um longo artigo do editor-chefe do veteraníssimo Linux Journal.
Em grande parte são os mesmos argumentos que já vimos no artigo Microsoft na Linux Foundation, mas continua captando receitas de patentes do Linux no Android, mas há detalhamentos e considerações adicionais, para os interessados.
Pessoalmente, a posição da Microsoft me parece exatamente a que eu esperaria do histórico da empresa: de um lado paga uma anuidade de US$ 500.000 à Linux Foundation e ganha assento nas suas discussões que orientam posicionamentos e desenvolvimentos de produtos que cada vez mais ela usa em suas estratégias, e de outro continua mantendo, com a discrição que as cláusulas de confidencialidade de seus pactos garante, a mesma coleta de receitas de quem distribui produtos baseados nesse mesmo Linux. Nada de novo quanto aos aspectos gerais.
O que me surpreende um pouco é o posicionamento discreto da Linux Foundation a respeito dessa questão da continuidade do exercício dos pactos de patentes. Torço para que haja uma carta na manga para ser jogada em breve e apague a impressão que no momento tenho.
(via www.linuxjournal.com - “From vs. to + for Microsoft and Linux | Linux Journal”)
Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)
Link de inscrição: https://app.webinarjam.net/register/31271/b55cb9629a
Enviado por Paulo Oliveira (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br)
Todas as palestras tem temas excelentes e bem variados, como: visualização de imagens médicas, ferramentas Open Source de para sistemas embarcados, cryptocurrency, Go, Engenharia Reversa, Ferrramentas para desenvolvimento de IoT, Desenvolvimento em C++ em microcontroladores Arduino, Desenvolvimento Gráfico com EFL, e outras.
A agenda das palestras podem ser vistas em http://www.nativefloripa.com.br/programacao/ e as inscrições podem ser feitas em http://www.nativefloripa.com.br/inscricoes/
Enviado por larry junior (larry·oljΘgmail·com)
No link de referência Brian Harry explica quais são os motivos da adoção do git como ferramenta oficial para controle de versão distribuída dos fontes do Windows(e outros projetos). Os problemas enfrentados:
- Investimentos redundantes em times fazendo as mesmas coisas com diferentes ferramentas
- Inabilidade de promover uma das ferramentas para a "massa crítica"
- Dificuldade de mover funcionários entre setores por conta de ferramentas e processos distintos
- Dificuldade de troca de código dentro da organização
- Novatos acabam criando "conflitos" por conta das ferramentas "MS-only"
Parecia um tanto controverso que a criadora do TFS (Team Foundation Server) teria um custo tão alto para que todos seus times adotassem esta ferramenta. Equipes de desenvolvimento do Office, Windows e outras de projetos maiores não chegaram a utilizar o TFS por conta dos custos envolvidos na migração e implementação. Unindo isto com a "fidelidade" que os programadores possuem por suas ferramentas de controle de versão, o caminho natural de migração para o git era inevitável.
O outro aspecto importante: O quanto do repositório do Windows deveria ser fragmentado, para evitar que os fontes "completos" estivessem sempre disponíveis para todos que participam deste projeto? Será que o git iria escalar? Nem mesmo o Source Depot com 40+ repositórios escalava neste cenário. Após muito pensar e 2 tentativas falhadas de implementar o git, adotou-se a estratégia de "virtualizar" o repositório com I/O assíncrono que, mesmo depois de um clone, baixaria apenas os arquivos que estão sendo utilizados para leitura ou escrita. Perde-se o conceito do git de suporte e commit offline em favor de uma maior performance para grandes repositórios.
Para operações pesadas como o merge, a Microsoft desenvolveu o gvfs um sistema de arquivos virtual moralmente equivalente ao "fuse" do Linux para a melhor integração do git ao SO.
Outros detalhes bastante interessantes como a virtualização de repositórios(devido ao grande tamanho de códigos-fonte) encontra-se no link de referência.
Enviado por Nicolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)
Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (cabeloΘopensuse·org)
Se você estiver interessado em testá-lo e verificar como a tradução ficou, será muito bem vindo! Na versão 17.1 ainda existem strings que só foram publicadas agora para a tradução (como por exemplo, as strings presentes no assistente de configuração).
Caso encontre strings traduzidas de forma errada ou ambígua, por favor, envie uma mensagem para o mantenedor da língua pt_BR do OPNsense através deste link.
Existe também um fórum para usuários que falam a nossa língua.
Enviado por Thiago Basilio (nangaΘnanga·com·br)