Enviado por Thiago Ayub (tayubΘprimeiramao·com·br):
A bolsa é de R$850,00 e vale transporte para 6h diárias de trabalho de segunda à sexta.” [referência: ]
Enviado por Thiago Ayub (tayubΘprimeiramao·com·br):
A bolsa é de R$850,00 e vale transporte para 6h diárias de trabalho de segunda à sexta.” [referência: ]
Enviado por Nícolas Wildner[Ironmaniaco] (nicolasgauchoΘgmail·com):
Três foram os níveis discriminados no patch: Nível -1 é modo inseguro permanente e não poderá ser mudado e terá as mesmas restrições do nível 0. Nível 0 é o modo inseguro padrão, que também não adicionará qualquer restrição mas pode ser alterado para o próximo nível. O nível 1 é o modo seguro, e forçará com que userspace não consiga acesso direto a dispositivos PCI, limitará acesso a portas E/S, acesso a memória através dos dispositivos /dev/mem e /dev/kmem, chamadas a função kexec_load(), utilização do mecanismo de suspensão na userspace e modificação de MSRs em CPUs do tipo x86. Alguns drivers poderão impor limitações adicionais as suas interfaces.
Os securelevels foram removidos na versão 2.1.102 do Linux em prol das capabilities. Resta saber porque voltaram.” [referência: marc.info]
A proposta de Marco Civil da Internet (PL 2126/11) que está na Câmara passará a tramitar em regime de urgência constitucional. O pedido de urgência foi publicado hoje no Diário Oficial da União. Com isso a câmara terá 45 dias para votar o PL.
Esse prazo, no entanto, só começará a contar depois que a mensagem de urgência da presidente for publicada no Diário Oficial da Câmara, o que deve ocorrer nesta quinta-feira, 12/9. Depois que for votado pelos deputados, o texto seguirá para o Senado, que também terá 45 dias para analisá-lo.
Alguns pontos da proposta têm causado controvérsia, o que vêm impedindo o acordo para a votação em Plenário. O relator do projeto, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), diz que alguns desses pontos polêmicos são “inegociáveis”: neutralidade da rede, liberdade de expressão e privacidade.
Enviado por Marcos Siríaco Martins (siriacoΘlatinoware·org):
Um usuário que aparentemente não entende como funcionam as fontes de entropia iniciou uma petição online para pedir que Linus Torvalds "retire o RdRand do /dev/random, para melhorar a segurança geral do kernel". Só isso, sem maiores explicações, como se fosse um fato claro e evidente.
A razão para desconfiar do RdRand é fácil de entender, e eu compartilho dela: trata-se de uma instrução interna dos chips da Intel (Ivy Bridge em diante) que retorna números aleatórios – como aqueles necessários para gerar chaves criptográficas, hashes de sessões e outras ações que a NSA teria interesse potencial em quebrar e – se acreditarmos nos vazamentos de Robert Snowden – infiltrou ao menos um grande fabricante norte-americano de chips para comprometer. O risco aumenta em ambientes virtualizados, comuns "na nuvem", porque aí a máquina virtual também pode comprometer a aleatoriedade.
A *minha* desconfiança do RdRand se amplia porque desenvolvedores da Intel de fato tentaram influenciar o desenvolvimento do kernel para que o RdRand fosse a única fonte de entropia para o /dev/random, o que seria uma péssima ideia mesmo que desconsideremos a hipótese de que o chip ou a VM possam estar intencionalmente comprometidos.
Mas buscar fontes de entropia é complicado. Eu faço sorteios com base em uma fonte externa que capta ruído eletromagnético na atmosfera, por exemplo, os quais geralmente são ainda menos previsíveis que os bons algoritmos do ramo. O kernel Linux usa uma composição de múltiplas fontes, incluindo informações fora do seu controle direto sobre o sistema em execução (o que é bom) e recursos específicos do hardware, como o RdRand – que, sozinho, seria uma má ideia.
Mas combinar fontes de entropia aumenta a imprevisibilidade, mesmo que uma das fontes possa estar comprometida. Em uma discussão a respeito no Slashdot, o mantenedor do /dev/random do kernel, Theodore Ts'o, explicou com um exemplo, para não ter de entrar na teoria: usar uma fonte de entropia controlada diretamente pela NSA, ou pelos seus concorrentes na China ou Rússia, é muito ruim se ocorrer isoladamente. Mas se as combinarmos – e assumindo que elas não confiam uma na outra –, teremos uma boa fonte de entropia, formada pela combinação de 3 ruins.
O que acontece no /dev/random, naturalmente, é similar – e prevê até mesmo a possibilidade de a CPU detectar que o resultado do RdRand está sendo combinado a algum outro valor. E desativar o uso do RdRand é bem simples: é uma das opções de configuração do kernel.
O autor da petição aparentemente não sabia de nada disso (e eu não posso dizer que eu já sabia de tudo que resumi acima), e só pensou na parte "NSA➡Intel➡Kernel➡ruim", mas a iniciativa dele não durou muito: o próprio Linus apareceu por lá e respondeu com pouca elegância mas bastante clareza sobre a desnecessidade da medida, dizendo que se tratava de ignorância, dizendo para ele ir se informar, ler os fontes e depois voltar para reconhecer publicamente que estava errado – e perguntando onde ele mesmo poderia iniciar uma petição para aumentar o conhecimento das pessoas sobre kernels.
Não que o estilo da resposta me agrade, mas ao menos foi eficaz: logo em seguida o autor cancelou sua petição. (via www.change.org - “Change.org”)
Enviado por Daigo (openwebosbrΘgmail·com):
Não é o caso da Movistar, que resolveu acompanhar algumas pesquisas sobre quais aplicativos Android/iOS os futuros usuários do Firefox OS querem e está prestes a lançar um cliente para o whatsApp.
Por enquanto, parece que apenas ZTE e Huawey irão oferecer o serviço, mas com a diversas empresas planejando lançar algum smartphone com o sistema operacional da Mozilla, a minha previsão é que esse seja um dos apps mais baixados nos rankings das lojas virtuais.
Mais informações sobre o whatsApp, mais um preview do futuro LG Leo, provável primeiro dispositivo com o FFOS a ser lançado no Brasil, estão no site Software Livre Mobile” [referência: openapps.com.br]
Via info.abril.com.br:
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, disse ontem, (9) que "todos os países do mundo têm vulnerabilidade" em relação ao sistema de segurança das suas comunicações. (...) Para o general, que é responsável pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), é claro que alguns países são mais vulneráveis e outros, menos. Ele defendeu um aumento da base da "segurança orgânica", com maior proteção em cada tipo de equipamento.
Ele lembrou ainda que a base da criptografia usada no Brasil não é só nacional, justificando que isso deixa o sistema mais vulnerável. O general afirmou que várias autoridades, entre elas a presidente Dilma Rousseff, usam telefones fixos e celulares criptografados e, sempre que possível, são feitas atualizações do sistema.
Enviado por Luiz Gustavo Costa (luizgustavoΘluizgustavo·pro·br):
Essa é minha primeira etapa com o assunto Freebsd, abordando hoje um pouco sobre o assunto ZFS num modo avançado, implementando o uso dele como sistema raiz do FreeBSD com o auxilio do mfsbsd (http://mfsbsd.vx.sk/).
Tirando dúvidas e abordando assuntos em relação a configuração do ZFS e metodos como RaidZ.
Segue a integra da gravação do Hangout Tutorial:” [referência: luizgustavo.pro.br]
A especialista em usabilidade Tingting Zhao postou um chamado para que os interessados em ser objeto das pesquisas que ajudam a definir a experiência de usuário com os produtos da Canonical se inscrevam no programa Ubuntu Voice.
Via www.ubuntero.com.br:
O que acha de participar de pesquisas para moldar e melhorar a experiência de uso do Ubuntu? Se isto lhe interessa, a Canonical anunciou hoje um projeto para quem está afim de participar nesta tarefa.
Quem participar receberá emails periódicos a cada 2 meses com informações sobre o trabalho do time de designers e como o resultado das pesquisas está sendo usado.
Via info.abril.com.br:
Os grupos tecnológicos estão sob pressão após as revelações sobre o programa de espionagem Prism, que permite à Agência Nacional de Segurança (NSA) americana obter deles milhares de dados digitais sobre os usuários de internet.
As empresas afirmam que divulgam informações apenas diante de pedidos formais dos tribunais, negando qualquer conivência com as autoridades americanas. Estas insistem que esses controles são legais e permitiram desbaratar dezenas de atentados.
"As declarações e decisões do governo americano não atenderam corretamente às preocupações dos usuários no mundo sobre a garantia de segurança e confidencialidade de seus dados em poder das empresas de internet", escreveu um representante do Yahoo.
"Diante da importância dos problemas políticos compreendidos neste caso, também solicitamos que o tribunal realize uma audiência pública, em vez de a portas fechadas. É hora de ter um pouco mais de transparência", afirmam representantes do Google.
Já o Yahoo argumentou que a administração pode proteger a segurança dos americanos "sem impedir que as empresas de internet divulguem o número de solicitações de informações que recebem em nome da segurança nacional"
Os planos dos engenheiros da Red Hat e da Intel são de que o Fedora 20 tenha suporte decente ao Wayland, incluindo um ambiente desktop usável trazendo seu próprio compositor.
A ideia é que o Wayland seja opcional (escolhido no momento do login), servindo como um preview para os interessados. O desktop em questão será o GNOME 3.10.
Os desenvolvedores do Fedora continuam planejando uma futura adoção do Wayland como default, mas o momento para esse passo adicional ainda não está definido. (via www.phoronix.com - “[Phoronix] Fedora 20 Moves Ahead With Wayland Tech Preview”)
O Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) promove, nos dias 25 e 26 de setembro, seu hackathon - maratona de 12 horas para criar um App para mobile em software aberto, gratuito, e inovador que atenda empreendedores ligados a diferentes áreas.
Poderão participar do desafio cientistas da computação, programadores, designers e hackers que já tenham um portfólio publicado. O objetivo da ação é fomentar o conhecimento tecnológico e o espírito empreendedor dos participantes para apoiar o empreendedorismo no Brasil.
Enviado por JeffersonX (tibyjeffersonxΘgmail·com):
Seguem os requisitos retirados do anúncio postado pela empresa no fórum oficial:
"Perfil Técnico Necessário:
HTML5/XHTML; CSS3; Javascript + jQuery; PHP 5+ (básico); Noções em programação orientada a objetos; Noções em Frameworks (Yii, CodeIgniter, CakePHP, Symfony ou outro reconhecido); Photoshop ou Fireworks (básico) para criação de páginas com base nos designs fornecidos (.PSD); Noções de SQL (preferencialmente MySQL 5+ ou PostgreSQL 9+) .
Diferenciais: Frameworks Yii e CodeIgniter; MVC; PostgreSQL 9.1+; Nginx; phpPgAdmin; Ambientação em Linux (Ubuntu, Gentoo); Controle de versão via Subversion (SVN); Processos e métodos ágeis (SCRUM, Kanban).
Outros requisitos e informações: Paixão por games; Residente no Rio de Janeiro (preferencialmente próximo ou com fácil acesso ao escritório da Nuuvem, na Barra da Tijuca); Forma de contratação a combinar (CLT + benefícios ou PJ).
O processo de seleção é composto por avaliação técnica a distância e entrevista presencial O perfil técnico visa encontrar um profissional para inicialmente trabalhar como programador front-end, mas que aos poucos possa ter mais oportunidades de envolvimento na equipe técnica da Nuuvem.
Para voar conosco na Nuuvem, envie seu currículum para o nosso e-mail carreiras@nuuvem.com.br com o assunto "Vaga Programador Front-End"."” [referência: forum.nuuvem.com.br]
O projeto britânico Code Club, criado no ano passado para ensinar programação como atividade extracurricular a crianças de 9 a 11 anos, deve começar a engrenar no Brasil em breve.
"Tenho tentado mobilizar ao máximo as coisas, e cada vez mais gente se mostra interessada", diz o responsável por trazer a iniciativa ao país, Everton Hermann, 31.
As primeiras aulas estão sendo coordenadas por voluntários em duas instituições do Rio de Janeiro e via Skype por Hermann para uma escola de Braga (RS). (...) A ideia é que os grupos tenham uma hora de aula por semana, em grupos de 12 crianças. Todo o trabalho tem como base o voluntariado.
Enviado por Euler Taveira (brΘpostgresql·org):