Cursos na Dextraining com descontos de até 50%
Enviado por Dextraining (contatoΘdextraining·com·br):
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Enviado por Luciano Andress Martini (analistaunixΘgmail·com):

É um livro para aqueles que desejam configurar ou dar manutenção em seu proprio servidor Linux. Abrange a instalação do Linux; a configuração de diversos serviços como Dhcp, DNS, Squid, Apache, Mysql, Iptables, Samba, Tomcat e NFS; a virtualização dedicada com Xen e também a programação Shell Script. A melhor opção custo/beneficio para os profissionais que desejem ingressar na áŕea.
A distribuição base é Debian, mas ensina também a configurar os serviços em derivadas do redhat.” [referência: lojaviena.com.br]
Enviado por Celso Crivelaro (celsocrivelaroΘgmail·com):
Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (alessandrofariaΘnetitec·com·br):
DATAS: 22 e 23 de Outubro LOCAL: Centro Universitário Senac - Santo Amaro
Enviado por Luiz Gustavo S. Costa (luizgustavoΘluizgustavo·pro·br):
O Hangout Tutorial acontecerá agora no sábado, dia 26/10, as 18:00hrs com previsão de termino para as 20:00h. A ideia é que o usuário possa interagir melhor com os fontes de código do projeto e seja capaz de criar versões personalizadas ao seu gosto.
Abordando coisas como criação de livecd, alteração de template e até a criação de pacotes personalizados com o uso do gerenciador PBI, portado para a versão 2.1 do Pfsense. Para participar deste Hangout, o minimo necessário do usuário é ter noção básica de uso da interface web e ter noção básica de rede (TCP,pacotes de rede, dns, etc)
O requisito básico para participação é que o usuário tenha uma minima noção de desenvolvimento e conheça o básico de Shell-script e PHP.
Iremos trabalhar com a versão 2.1 do Pfsense e iremos implementar uma mão na massa com situações propostas pelo os participantes do Hangout.” [referência: luizgustavo.pro.br]
Enviado por Klaibson Ribeiro (maffeiΘriseup·net):
Vote em [goo.gl/…]”
Enviado por Guilherme Vicente (guilherme·vicenteΘdextra-sw·com):
E com seu código, você também faz isso? Antes de utilizá-lo efetivamente, você faz perguntas para si mesmo se ele está bom, se passa no teste de “qualidade”, será fácil para posteriormente alguém utilizá-lo… Ou seja, você testa o seu código efetivamente?
Leia mais em: [dextra.com.br/…]” [referência: dextra.com.br]
Um cinturão de código fechado que complementa trechos do Android em código aberto que viraram abandonware é a chave para entender a tática atual do Google para garantir que os distribuidores do Android continuem operando a seu favor.
Essa é a observação do autor, e vale a pena dedicar 20 minutos para ler as 4 longas páginas deste artigo do ars technica cujo título traduzido seria “A mão de ferro do Google no Android: Controlando o código aberto por qualquer meio necessário”.
O artigo narra o histórico do posicionamento do Google quanto ao Android: desde o início, quando a plataforma Android servia como um fosso de código aberto ao redor do castelo das propriedades do Google, que precisavam ser protegidas contra a prevalência da plataforma iOS (e aí fazia sentido oferecê-lo de maneira amplamente aberta), até a situação atual, em que o Android passou a ser parte do castelo, e assim ganhou um fosso proprietário ao seu redor.

O artigo apresenta a ameaça da qual o Google considera que seus interesses no Android precisam ser defendidos: modificações como a que a Amazon fez no Kindle Fire, que usa a parte em código aberto do Android mas não inclui o Google Play e outros serviços do Google, substituindo-os por seus próprios serviços concorrentes.
Mas não pense que é fácil fazer o que a Amazon fez: para começo de conversa, todas as montadoras de equipamentos (Foxconn, etc.) autorizadas a montar aparelhos com o selo e o acesso ao ecossistema oficial do Android são impedidas (a Acer tentou e teve que voltar atrás...) de montar aparelhos com versões derivadas do Android sem a aprovação oficial. Hoje a Amazon monta o Kindle Fire na Quanta, e possivelmente não teria muitas outras alternativas.
Além disso, a Amazon tem força e recursos para duplicar as funcionalidades negadas a quem usa Android sem as bênçãos do Google, mas jamais precisou se defrontar com a decisão que hoje empresas como a Samsung e a HTC precisariam encarar se considerassem incluir em sua linha algum aparelho com Android sem os serviços do Google: no momento em que lançarem o primeiro, precisam dar adeus a todos os outros que já usam o Android com os serviços proprietários do Google.
Além disso, segundo o artigo, para aumentar a força que leva os distribuidores a se manter ligados aos serviços do Google, e não apenas aproveitar a parte em código aberto do Android, recentemente o Google vem seguindo uma prática de ir descontinuando aos poucos vários serviços do Android em si (cujos trechos de código viram desde relíquias de funcionalidade da época do Android 2 até algo mais próximo a abandonware), substituindo-os por apps proprietários oferecidos via Google Play.

O artigo lista e detalha exemplos desses apps proprietários que substituíram e imediatamente descontinuaram a manutenção de itens como o Android Search, Music, Calendar, Camera e até o teclado, além do já mencionado Google Play Services, que inclui cada vez mais funcionalidades básicas que fazem com que apps desenvolvidos para uso no Android recorrendo a elas passem a ser imediatamente incompatíveis1 com forks do Android que não incluam os Services.
O Android (não o distribuído nos aparelhos, mas o disponível para download no Google) continua tendo um código aberto, mas no que diz respeito à distribuição em produtos o artigo o chama de aberto no estilo “olhe mas não encoste”. E explica, em sua conclusão que reproduzo em versão minha:
Você pode contribuir com o Android e você pode usá-lo para seus pequenos passatempos, mas em quase qualquer área, as circunstâncias foram definidas contra qualquer um que tente usar o Android sem a bênção do Google. No segundo em que você tenta pegar o Android e fazer algo que o Google não aprova, ele derrubará o mundo em sua cabeça.
Enviado por André Felipe Machado (afmachado1963Θgmail·com):
Trechos: "Zero Hora — O que leva o senhor a crer que os dados do governo estarão mais protegidos por um sistema desenvolvido no Brasil?
— O sistema, sozinho, não é seguro. Ele é seguro por estar dentro da nossa rede. A gente cria uma situação de robustez muito maior. E, como todo ele é baseado em software livre, é auditável. Já o sistema americano tem o backdoor (um mecanismo que faz com que um software americano, mesmo comprado no Brasil, continue enviando informações para seu fabricante. E o governo dos EUA, alegando razões de segurança, pode acessar esses dados). A Microsoft faz isso porque a legislação dos EUA manda. O Estado americano diz a todas as empresas que ele se reserva a esse direito. É uma questão muito mais jurídica do que técnica. "
"ZH — A presidente pediu algo em especial para o sistema de e-mail?
— Reforçar toda a parte de criptografia. Por exemplo, quando a presidenta manda mensagens para fora do sistema. A ferramenta vai criptografar todo o conteúdo da mensagem. Para ela ter segurança, a pessoa lá do outro lado vai ter de ter uma chave para abrir. Depois vai ficar gravado lá? Vai. Essa fragilidade permanece."” [referência: zerohora.clicrbs.com.br]
No momento em que escrevo, a referência ao Firefox OS está na capa do site da Vivo, mas leva para uma página em branco, razão pela qual só tenho as informações enviadas do MiniGeek.
Não sei avaliar se R$ 449 é caro ou barato para essas especificações, mas ao menos parece ser um modelo recente, ao contrário do que eu imaginava. E no que diz respeito ao preço, dependendo do plano que você contratar com a Vivo, o preço do aparelho pode cair para R$ 399 ou até para R$ 129.
Enviado por Calebe Aires (calebeairesΘgmail·com):
Enviado por Pedro Delfino (pedro·delfino3Θgmail·com):
O Squid é o nosso servidor proxy; O squidGuard é o software que irá controlar nossas Blacklists, ou seja nele vamos dizer quais sites não podem ser acessados. (...)” [referência: e-tinet.com]
Enviado por Guilherme Razgriz (razgrizΘcrialivre·com·br):
Não é necessária inscrição prévia, bastando comparecer!” [referência: amaiseventos.com.br]
Neste final de semana completaram-se 9 anos desde o lançamento do Ubuntu 4.10, primeira versão pública da distribuição. E há exatos 9 anos o lançamento foi noticiado aqui no BR-Linux, em uma notícia que também falava do lançamento de uma versão RC de outro sistema operacional com mais tempo de estrada.
Eu conheci o Ubuntu pouco antes, quando ainda frequentava o FISL. Na edição daquele ano houve uma conferência de desenvolvedores do Debian no mesmo período por lá, e bastante gente andava testando e comentando um fork do Debian que estava começando a aparecer. Uma amiga intrépida teve até mesmo a distinta honra de estar entre as primeiras a perder o conteúdo do HD de seu notebook por se aventurar a instalar os pacotes pré-pré-pré-alfa 😃

Nestes 9 anos bastante coisa aconteceu, com o Ubuntu tendo representado há relativamente pouco tempo – na minha opinião – o apogeu dos desktops baseados no GNOME e um exemplo para qualquer estudo de caso de participação da comunidade nos rumos de um projeto amplo e multifacetado.
Logo depois desse período, surgiram decisões estratégicas envolvendo o mercado mobile e outras iniciativas fora do desktop tradicional, surgiu também o Unity, e distribuições paralelas como o Kubuntu foram encerradas ou passadas adiante, com a mesma velocidade com que iniciativas como o Ubuntu para TVs ou para celulares saíram à cata de fabricantes interessados em embarcá-las em seus produtos, e voltaram.
O ano de 2013, no qual a distribuição completa 9 anos, poderia ter sido o ano em que a Canonical provaria que estava certa ao decidir abandonar uma vez mais o que as outras equipes estavam fazendo e optar por criar o Mir, seu próprio servidor gráfico que até o momento bastante gente já rejeitou suportar (e é curioso que no final de semana do aniversário o habilidoso fundador do Ubuntu tenha usado generalização e um discurso político para tentar reduzir a razões políticas as motivações desses outros projetos e organizações que não se vêem motivados a suportar o servidor que a Canonical resolveu criar para sustentar sua própria estratégia).
Mas acabou não sendo assim: na última hora o primeiro aperitivo do Mir que chegaria ao desktop (o XMir) no Ubuntu 13.10 acabou tendo que ser deixado para depois, e boa parte das análises que li sobre o lançamento da nova versão acabaram falando mais sobre o que acabou não estando nela do que sobre cada uma das novidades que de fato foram incluídas.
Não que tenham faltado momentos inesquecíveis para o ano de 2013 do Ubuntu: foi o ano em que o bug #1 do Ubuntu foi encerrado ~administrativamente (apesar de seu critério de encerramento proposto em 2004 ser a maioria dos PCs nas lojas que visitamos terem só software livre instalado), por exemplo, e em que a Canonical tentou e não conseguiu obter diretamente dos usuários os recursos para produzir seu 1º celular com Ubuntu. No Brasil, foi também o ano em que a Canonical encerrou sua presença comercial direta no país.
Parabéns pelos 9 anos, Ubuntu! Que o 10º seja aberto, franco, comunitário e de avanço técnico. (via lists.ubuntu.com - “Announcing Ubuntu 4.10 "The Warty Warthog Release"”)
Enviado por Mauro Pichiliani (pichilianiΘgmail·com):
Antes de decidir colocar uma casca gráfica em seu script, considere se algum dia vai precisar rodá-lo em outro ambiente ou plataforma, e se os requisitos estarão presentes neles com facilidade.
Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com):