Inaugurada na Itália a mostra FACCE
Enviado por Cícero Moraes (cogitas3dΘgmail·com):
Enviado por Cícero Moraes (cogitas3dΘgmail·com):
Enviado por Og Maciel (omacielΘogmaciel·com):
Neste episódio conversamos sobre como o projeto começou, quais tecnologias são utilizadas no projeto e como ele funciona internamente. Também veremos alguns plugins que o vim-bootstrap instala para você automaticamente.
O vim-bootstrap utiliza o NeoBundle para gerenciar os plugins que ele instala, por isso, aproveitamos o assunto e conversamos um pouco mais sobre os seus benefícios. Além de falarmos sobre o editor vim e alguns usos diferentes de editar códigos fontes de programas e também o editor NeoVim que é um fork do vim com melhorias como a utilização I/O assíncrona.
O Thiago participa e idealiza vários projetos e aproveitamos a entrevista para falar também do BeerBlogging, um projeto onde os participantes têm que pagar cerveja caso não escreva pelo menos um post por mês. Saiba como participar do projeto e espalhe para o mundo o que você sabe, pois, com certeza, seu conhecimento irá ajudar outras pessoas. Ou pague uma cerveja para os demais caso fique com preguiça de escrever :).
Como sempre, agradecemos todos os comentários que recebemos pois sua participação é muito importante para o crescimento do podcast. Em especial, agradecemos a indicação do Ricardo Wellington que nos indicou uma pessoa para entrevistarmos. Já entramos em contato com ele e só precisamos acertar a data para a entrevista. Ah, não esqueça de deixar seu comentário pelo iTunes para nos ajudar a destacar o podcast.
Ficamos por aqui neste episódio, mas no próximo continuaremos o bate-papo com o Thiago e também conheceremos o seu Top 5. Não percam!” [referência: castalio.info]
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
O GNU Guix é uma distribuição voltada a usuários avançados construída sobre o gerenciador de pacotes de mesmo nome, que oferece recursos incomuns, como atualizações transacionais, rollbacks e configurações declarativas do sistema operacional.” [referência: fsf.org]
Enviado por Reinaldo Bispo (corvolino) (corvolinowinsΘgmail·com):
Calma, não precisa ficar com raiva dele, é apenas um exemplo e eu vou explicar o porque de que existem pessoas e não são poucas que não se importam ou não querem saber dessa luta que é software livre x software proprietário.
Muito se fala das liberdades que o software livre pode trazer ao usuário, tanto em questões técnicas como em questões filosóficas. Toda a pessoa que conheci e possui um entendimento do GNU/Linux deseja que o mesmo seja popular, que todos o utilizem, que quebrem as amarras dos softwares proprietários e as imposições que empresas fazem com seus clientes. Só que existe uma parcela de usuários que não faz ideia e/ou não quer saber deste tipo de coisa e isso irrita os “ativistas” de software livre. Alguns desses “ativistas” querem impor que toda pessoa que utiliza um sistema GNU/Linux tem que retribuir de alguma forma para a comunidade, pois ela é colaborativa e você não deve ser um parasita que apenas pega os benefícios de trabalho voluntario dos desenvolvedores.
E o que meu Pai tem haver com isso? Absolutamente nada! Ele não se importa se o sistema que está utilizando é livre ou não, ele quer apenas usar e fazer as suas coisas sem a preocupação de lentidão ou estresse na sua usabilidade e o GNU/Linux até hoje não está preparado para essas pessoas. Com a popularização do Ubuntu Linux muito se falou dos seus usuários preguiçosos que não procuram as respostas dos problemas e que não fazem nada para melhorar a comunidade. Pense comigo, o Ubuntu é uma distribuição totalmente amigável e voltada para uma primeira experiência com GNU/Linux, logo como ele está sendo adotado em massa é lógico que uma parcela, a maior por sinal, não tenha conhecimento técnico para tal e muito menos entenda a filosofia da distribuição, só está instalando porque ouvi ou leu que é de graça e não pega vírus. O que fazer com essas pessoas? Marginalizar? Ofende-las? Deixar de lado a ideia de GNU/Linux ser popular por conta desses ocorridos? Eu digo que não.
É natural em seu processo de popularização todo tipo de pessoa use uma ferramenta, tenha ela conhecimento para usa-la ou não, logo é natural que muitas não saibam e/ou não querem saber da filosofia, de contribuir e todo aquilo que é falado. Meu pai e mais algumas pessoas só querem usar um computador para escutar música, ler noticias, digitar texto e não se importam com o nome do programa, a marca do computador, o Sistema Operacional e etc. Elas querem usar e pronto e o que irrita muitos “ativistas” é que toda pessoa ou ser vivo que use GNU/Linux tem que contribuir com a comunidade que faz parte e infelizmente não é assim e faz algum tempo que vários projetos tem dificuldades em achar pessoas para contribuir, é totalmente notório. Esse esforço gasto em querer obrigar as pessoas a usarem algo sem saber o porque e o motivo é um esforço que o Software Livre não precisa. A comunidade GNU/Linux perde muito com extremismos desnecessários, tentando convencer pessoas que não se interessam em contribuir ou entender as lutas do movimento para fazerem parte dele e novamente afirmo que o Software Livre não está preparado para isso.
Quanto mais pessoas usarem GNU/Linux, e quando digo pessoas eu me refiro a pessoas que não sejam da área de informática ou que não possuam conhecimento técnico de informática, vão ter mais pessoas que pouco se importam com a luta que é levantada para o Software Livre. O GNU/Linux não está preparado ainda para apenas ser utilizado, ele necessita e precisa de ajuda das pessoas que a utilizam, das que se dispõe a ajudar. Ele não precisa de extremismos, de imposições, de obrigações, de ofensas, o que ele precisa é de pessoas que façam mais do que em um blog, e me coloco nesse grupo, temos que está cientes de que existem pessoas que não querem ajudar, não querem se envolver e está cientes de que elas não fazem mal para a popularização do GNU/Linux.
Meu pai não se importa com a filosofia do GNU/Linux por isso ele precisa ser fuzilado com premissas, filosofias e exigências de ajuda? Para uma pessoa que apenas quer usar seu computador o máximo que vai ocorrer é ela trocar de Sistema Operacional e passar longe de tudo que esteja relacionado a GNU/Linux. Os “ativistas” precisam entender que nem toda pessoa que usa software livre quer se envolver ou contribuir com algo, talvez depois disso podemos aprender novas formas de envolver essas pessoas, claro depois de entender apenas isso.” [referência: corvolinopunk.wordpress.com]
Enviado por Andréia Barreto (andreiaΘsavant·com·br):
Enviado por Klaibson Ribeiro (klaibsonΘgmail·com):
Evento construído pela comunidade catarinense de Software Livre, para divulgar, debater e fomentar o Software Livre e o LibreOffice no Oeste Catarinense. O evento ocorrerá no dia 21 de Março, com início previsto às 09h00min e término previsto às 17h00min.
O evento já ocorreu em diversas oportunidades. 1ª Edição: Nova Trento: 19 de Março de 2011, Centro Comunitário. 2ª Edição: Joinville: 18 de Maio de 2013; Udesc. 3ª Edição: Concórdia: 15 de Março de 2014; UnC;
O objetivo do evento é fomentar o uso do LibreOffice e reunir, desenvolvedores, empresas, estudantes e comunidade em geral para debaterem assuntos como ODF, Dados Abertos, Desenvolvimento e LibreOffice, além de proporcionar um espaço para troca de experiências.
Detalhes do evento, podem ser acessados em www.oesc-livre.org/libreoffice” []
Enviado por Dextraining (cursosΘdextra·com·br):
Que tal aprofundar seus conhecimentos com relação à nova versão do ITIL® (V3 Rev. 2011) e Cobit? Apresentaremos aos participantes conceitos do modelo ITIL (Information Technology Infrastructure Library) e Cobit assim como exemplos de utilização na gestão de serviços e governança de TI.
A proposta é capacitar o participante a interpretar, praticar e implantar os conceitos na sua organização e também preparar para os exames de certificação ITIL® Foundation e Cobit Foundation.
Itil: De 23 a 26/02/15 - 16 horas Cobit: De 09 a 12/03/15 - 16 horas Local: Campinas
Quer mais informações? É só acessar [dextraining.com.br/…]” [referência: dextraining.com.br]
Enviado por Marcelo Lima (marcelo·limaΘshapeblue·com):
O CloudStack Day forneceu um espaço singular para a troca de experiências e de informações com os mais importantes profissionais do mercado mundial de tecnologia Apache CloudStack™.
Segue o link da gravação do evento na íntegra para quem não pode ir no dia do evento: http://iptv.usp.br/portal/video.action?idItem=26467” [referência: iptv.usp.br]
Enviado por Anderson Oliveira de Paula (andersonopΘgmail·com):
Será a 41ª edição (cerca de 1400 profissionais já foram capacitados). A turma pode acontecer de segunda a sexta-feira (noturno) ou 3 sábados na sequencia (integral). O treinamento contempla em sua programação os seguintes assuntos: - Redes; - Servidores; e - Topologias Avançadas.
O treinamento tem custo médio de R$ 600,00, porém para que faz o cadastro de interesse, há um desconto de 20% (ou seja: o valor da inscrição é de R$ 480,00)
Aqui está o site da atividade onde é possível manifestar o interesse me participar da próxima turma: [temporealeventos.com.br/…]” [referência: temporealeventos.com.br]
Enviado por Vantage Tecnologia da Informação (marketingΘvantageti·com·br):
www.vantageti.com.br (11) 2365-4013 Skype: comercial.vantageti E-mail: comercial@vantageti.com.br” [referência: vantageti.com.br]
Enviado por Juliano Ramos (julianoΘtux4·com·br):
Enviado por Wladimir Crippa (wladimirΘwladimir·com·br):
No Ubuntu, Debian e outras distribuições Linux que usam os pacotes .deb é muito fácil fazer isso.” [referência: nerdices.com.br]
Enviado por Anahuac de Paula Gil (anahuacΘanahuac·eu):
Eu costumava provocar meus amigos Debianers que Ubuntu é uma palavra africana que significa "Debian bem feito". A resposta era imediata, me corrigindo: "Ubuntu significa não sei instalar Debian". Piadas e provocações a parte, Ubuntu significa "Sou o que sou pelo que nós somos". O sentido poético é inspirador, afinal de contas, Ubuntu, eu e você deveríamos ser uma simbiose. Um conjunto. Um círculo, sem inicio nem fim, onde todos tomos o que somos pero que todos somos.
Mas o que somos? Antes de existir a Canonical ou Ubuntu, já éramos uma comunidade de Software Livre, do Movimento Software Libre. Compartilhamento, amizade, camaradagem, liberdade, honestidade, era isso o que éramos. No Brasil fomos um dos grupos mais bem estruturados e unidos. Os laços tem haver com a cultura, a fé, a pobreza financeira, a riqueza de espírito, a humanidade e especialmente o desejo que querer o melhor para nossos semelhantes. Essa é a essência do Movimento social e político do Software Livre.
Ao longo do tempo aconteceu uma relação inversamente proporcional: quanto mais o Ubuntu evoluía como sistema operacional, menor era o compromisso da comunidade com os princípios do Software Livre. Ubuntu ficou mais fácil de instalar graças a seus drivers proprietários: a comunidade aceitou. A FSF denunciou o comportamento antiético e amoral da Canonical e a comunidade decidiu demonizar o Stallman. O kernel do Ubuntu é o que mais tem códigos não livres e a comunidade parece gostar cada vez mais.
Em 2012, depois das denúncias da FSF eu deixei de usar Ubuntu. Convidei e continuo convidando muitos a fazerem o mesmo, afinal o conjunto Software Privativo + Spyware + Comportamento de Microsoft, não coaduna com os princípios do Software Livre. Até escrevi um outro artigo dando os detalhes chamado "A Microsoftização da Canonical". Tenho alertado, pedido, conversado, escrito e palestrado. Mas parece que quanto mais eu falo, menos efeito tem. Até mesmo mega eventos de Software Livre como o FISL e o Latinoware insistem em fazer amplo uso e propaganda da distribuição. É como se não usar Ubuntu fosse feio, impossível ou improvável. Percebo esse mesmo sentimento nos usuários dos produtos da Apple: sabem que não é correto, mas insistem em usar.
É claro que se pode esperar comportamento antiético e amoral das empresas. Elas foram criadas para isso. Em uma economia capitalista não devemos ser ingênuos, certo? Então porque a comunidade Ubuntu não reage? Como é possível que a maior comunidade defensora de Software Livre do Brasil não defenda mais Software Livre? Porque os milhares de ativistas que se esforçaram tanto para mostrar a seus amigos e parentes que usar GNU era melhor. Segurança, estabilidade, liberdade!
Liberdade de código. Aquela que garante e perpetua a liberdade através da GPL. Aquela que transforma a relação entre os fabricantes e os consumidores, empoderando os usuários, finalmente. Liberdade de código que tornou restrições de área em DVD's obsoleta, que fez engenharia reversa em diversas placas Wifi. Liberdade que leva ao compartilhamento, que leva à excelência, que transforma software em serviço e não em produto. Liberdade que abalou as colunas dos grandes monopólios.
A Comunidade Ubuntu mudou? Claro que sim! Muito mais adeptos, muito mais usuários, muito mais computadores instalados. Então o saldo é positivo, pois mais pessoas entendem que a liberdade do software lhes garante qualidade computacional, lhes dão mais poder nas relações comerciais e assim promovemos uma sociedade mais justa, certo? Infelizmente o resultado não foi bem esse. É fato que o número de usuários cresceu geometricamente, mas a grande maioria não faz ideia do que usa, nem do benefícios do Software Livre. E todos os usuários de Ubuntu, sem exceção, estão usando Software Privativo.
Pode-se argumentar que os usuários comuns não devem saber dos detalhes. Eles não entenderiam. Ele querem que "a coisa" funcione e nada mais. Pode ser, mas o risco de não educar as massas, é que quando o perigo se apresentar, elas não saberão distinguir entre o que é realmente certo, parcialmente certo, parcialmente errado ou realmente errado. Elas continuarão a querer apenas que " a coisa" funcione. Esse é o "Calcanhar de Aquiles" da massificação de usuários.
Será que a Comunidade Ubuntu tem isso bem claro? Vocês estão distribuindo código fechado. Em vez de ajudar a libertar as pessoas, estão ajudando a aprisioná-las. Será que está claro que a complacência ao aceitar a presença de código privativo e do comportamento amoral da Canonical, terminam enfraquecendo todo o Movimento Software Livre me escala mundial?
Sejam honestos com vocês mesmos. Será que não perceberam que "aberto" virou sinônimo de livre? É open isso, open aquilo. Open, aberto não é o mesmo que livre. Algo aberto não muda a forma das pessoas pensarem, apenas ajusta a forma de resolver problemas. Afinal de contas com acesso ao código e produzindo colaborativamente os negócios gastam menos e obtém melhores resultados. Mas desde quando a Comunidade Ubuntu passou a priorizar o desempenho das empresas em detrimento dos respeito às liberdades do usuários? Desde quando a ideia era facilitar a instalação do sistema operacional GNU, em detrimento do entendimento de seus princípios éticos e filosóficos?
Este é um apelo a toda a Comunidade Ubuntu para que usem sua tenacidade, capacidade de mobilização, perseverança, doação e espírito, para mudar de distribuição. Mostrem a Canonical que a Comunidade Software Livre é muito maior e mais poderosa do que ela. Mostrem que o que vale é o Software Livre e tudo que ele representa e não "um rosto bonito", que nos engana, maltrata e desrespeita. Escolham uma outra distribuição realmente comprometida.
Não somos ingênuos. Sabemos que o caminho é árduo. A batalha é sangrenta. O esforço é hercúleo. Mas podemos sim resgatar quele sentimento, aquela convicção de que se esta fazendo a coisa certa e não o mais fácil. Este é um convite para subirmos o Monte Everest mais uma vez. Desta vez do jeito certo.
Já imaginaram o recado que a Comunidade Ubuntu se intitulasse Comunidade GNU?
Saudações Livres!” [referência: anahuac.eu]
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Isso será possível graças ao hardware do computador ter sido cuidadosamente selecionado para que nenhum blob binário fosse necessário ao seu funcionamento e à promessa do fabricante de entregá-lo apenas com softwares livres. Dentre as principais configurações, podemos citar um processador Intel i7-4770HQ, uma placa gráfica Intel Iris Pro Graphics 5200, uma tela de 15,6" com resolução 1920x1080 ou 3840x2160, 500GB ou 1TB de HD e de 4 a 32GB de memória RAM.
A versão mais básica do computador está em pre-venda por US$ 1.849. Fica, no entanto, a dúvida: quanto esse equipamento custará ao/se chegar ao Brazil? Valeria a pena comprá-lo?” [referência: ]