Flame FAQ - Como reconhecer - e evitar - as frases que costumam iniciar discussões acaloradas repetitivas

Índice

 

0 - Introdução

0.1 - Por que uma lista de questões incendiárias freqüentes?

0.2 - As perguntas e as respostas - nem tudo que provoca é flame

0.3 - Dez mandamentos dos flames

0.4 - Como contribuir

0.5 - Autoria e licença de uso

1 - Sobre anúncios de projetos livres

1.1 - Por que está na linguagem XX, e não na linguagem YY, que é muito mais apropriada?

1.2 - Por que está na linguagem XX, e não na linguagem YY, que é verdadeiramente livre?

1.3 - Por que não foi usado o (toolkit|recurso|biblioteca) XX, que seria muito mais apropriado?

1.4 - Por que foi desenvolvida esta solução, se já existe o projeto XX que faz o mesmo?

1.5 - Se usasse o recurso XX seria mais (rápido|estável|seguro|bonito).

1.6 - O software XX já faz isso e é mais (rápido|estável|seguro|bonito).

1.7 - [Só] ficou faltando a característica XX.

1.8 - Por que o autor perdeu tempo com esta atividade, ao invés de contribuir para o projeto XX?

 

2 - Sobre formatos, mídias de distribuição de software e informações

2.1 - Por que é só um CD, e não 3?

2.2 - Por que são 3 CDs, e não só 1?

2.3 - Por que são CDs, e não DVD?

2.4 - Por que um DVD e não vários CDs, se os usuários da classe XX sabidamente não têm acesso a esta tecnologia?

2.5 - Por que dar de brinde a mídia encartada, e não simplesmente colocar para download?

2.6 - Por que nos obrigar a fazer o download, ao invés de distribuir a mídia?

2.7 - Por que o download está tão lento? Se você oferece o download para todos de graça, deve saber que vai haver muito acesso e tomar as medidas para que a banda seja adequada!

2.8 - Por que está para download em (http|ftp) e não em um torrent, que é muito melhor?

2.9 - Por que está para download em torrent e não em (http|ftp), que é muito melhor?

2.10 - Por que está no formato XX, e não no YY?

2.11 - Por que é em vídeo, e não só o som?

2.12 - Por que não tem legenda em português?

2.13 - Por que está em MP3 e não em OGG, que não tem os mesmos problemas com patentes?

2.14 - Por que está em OGG e não em MP3, que é o formato que todos conhecem e suportam?

2.15 - Se é livre, por que não está disponível para download no site do fabricante e em meu formato de arquivo preferido?

 

3 - Linux e governo ou política partidária

3.1 - Assim o Linux no governo não vai funcionar, tem que ser com uma distribuição comercial nacional!

3.2 - Assim o Linux no governo não vai funcionar, tem que ser com XX, a única distribuição verdadeiramente livre!

3.3 - Linux no governo tem que ser iniciativa da comunidade, sem envolvimento de partidos!

3.4 - A proposta política do partido ou candidato XX tem que envolver software livre!

3.5 - O governo não faz o suficiente em prol do software livre!

3.6 - O governo se intromete demais no software livre!

3.7 - Como XX quer oferecer esta contribuição ao software livre, se ele jamais escreveu uma linha de código?

3.8 - Como XX quer oferecer esta contribuição ao software livre, se o notebook dele roda Windows?

3.9 - Como XX quer oferecer esta contribuição ao software livre, se o notebook dele roda a distribuição YY e nem foi ele que instalou?

 

4 - Críticas colaterais

4.1 - É legal, livre e útil, mas não gostei porque com certeza foi feito com interesse de ganhar dinheiro mais tarde.

4.2 - É legal mas a empresa que lançou já fez XX no passado, e isto a torna sua contribuição livre de hoje indesejável ou menos importante.

4.3 - É legal mas a empresa que lançou também faz XX, e isto a torna indigna de contribuir conosco ao mesmo tempo.

4.4 - É legal mas o autor deveria estar se preocupando com o assunto XX, não relacionado a isto que ele fez mas muito mais importante.

4.5 - É legal mas o autor deveria se preocupar com o aspecto XX, e não com a questão que era o seu objetivo neste projeto ou lançamento específico.

4.6 - É legal mas o autor também fez ou disse XX no passado, o que o torna indigno de oferecer esta contribuição hoje.

4.7 - É legal mas o autor também faz XX, o que o torna indigno de contribuir hoje.

4.8 - É legal mas a circustância XX externa ao anúncio lança dúvidas sobre a real pureza de intenções dele.

4.9 - É legal mas não significa um comprometimento irrestrito e absoluto com a causa (da liberdade de software|anti-patentes|da inclusão social|XX), o que a torna indesejável ou menos importante.

4.10 - É legal mas o autor editorou ou publicou usando software proprietário, o que a torna sua contribuição indesejável ou menos importante.

4.11 - É legal mas o autor tem ou teve relacionamento com a empresa XX, o que a torna sua contribuição indesejável ou menos importante.

4.12 - É legal mas ainda não aconteceu o fato XX (não relacionado diretamente ao assunto), portanto o fato da notícia não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.13 - Nunca vai ser confiável, já que o acesso ao conteúdo é livre, portanto qualquer um pode inserir dados errados!

4.14 - Nunca vai ser confiável, pois é gerenciado por uma comunidade que não presta contas a ninguém.

4.15 - É legal mas não resolve a questão (da inclusão social|das patentes de software|da participação no mercado|da escassez de aplicações da categoria XX|da duplicidade de esforços entre projetos abertos paralelos|da ausência de regras estritas e definidas sobre como desempenhar a atividade XX com software livre|XX), portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.16 - É legal mas nem todos os interessados vão ter condições de usar, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.17 - É legal mas vai distribuir conhecimento e colocar muito mais gente no mercado, prejudicando minha participação e aumentando a concorrência contra mim!

4.18 - É legal mas não inclui minha cidade ou região, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.19 - É legal mas devia ser no local ou cidade XX, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.20 - É legal não atende 100% dos interessados, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.21 - É legal mas não inclui a característica XX, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.22 - É legal mas não usa a distribuição XX, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.23 - É legal mas se baseia no trabalho de outro projeto livre, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.24 - É legal mas reinventa a roda, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.25 - É legal mas só tem pacotes (RPM|DEB|XX) disponíveis, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.26 - É legal mas exige que o usuário final compile a partir dos fontes, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.27 - É legal mas não tem pacotes pré-compilados para minha distribuição, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

4.28 - É legal mas por que alguém compraria este produto enterprise, se eu consigo fazer o mesmo em meu servidor com XX sem comprá-lo?

4.29 - É legal mas o organizador do evento, autor do documento ou responsável pela iniciativa não escreveu qualquer código, portanto sua contribuição deve ser desconsiderada.

4.30 - Por que criticar o plágio ou alterações não reconhecidas se a intenção do software livre é justamente disponibilizar o material para uso de todos?

 

5 - Sobre projetos de PCs populares ou outras iniciativas de inclusão digital

5.1 - Por que só tem 128MB de RAM?

5.2 - Quem quer usar micro popular não pode ter a expectativa de que (seu|sua) (pen drive|webcam|gravador de CDs|impressora|monitor de boa qualidade|conexão de rede) funcione!

5.3 - É legal mas os usuários vão rejeitar devido à falta de jogos.

5.4 - É legal mas temo pelo suporte, que é difícil de implementar com qualidade.

5.5 - É legal mas temo pela questão dos drivers.

5.6 - É legal mas o usuário nunca vai saber conectar com a Internet.

5.7 - É legal mas a conta de internet vai ser muito cara.

5.8 - É legal mas o número de horas de acesso à Internet é muito pequeno.

5.9 - É legal mas temo pela questão da compatibilidade de aplicativos.

5.10 - É legal mas desconfio que só servirá para estufar os bolsos de XX, nunca saindo do papel.

5.11 - É legal mas só se for com a distribuição XX.

5.12 - É legal mas só se não for com a distribuição XX.

 

6 - Outras questões excessivamente comuns

6.1 - É legal, mas devia ser na linguagem XX!

6.2 - É legal, mas por que no banco de dados YY? XX é o único apropriado!

6.3 - É legal, mas por que está em inglês se é um projeto nacional?

6.4 - É legal, mas por que está em português se boa parte dos que poderiam usar e contribuir está no exterior?

6.5 - É legal mas a usabilidade ou os recursos não são idênticos aos do produto de código fechado XX, o que torna a notícia inválida e insignificante.

6.6 - XX faz tudo que YY faz (implicando que é errado usar YY)

6.7 - Isto prova que a comunidade é infantil e imatura! rsrs

6.8 - O fato de este aplicativo não ser em Assembler demonstra que falta XX à comunidade!

6.9 - A característica XX demonstra que faltam engenheiros na comunidade!

6.10 - Na posição que XXXX ocupa na comunidade, ele(a) não deveria manifestar sua opinião sobre este assunto!

 

7 - Alguém deveria...

7.1 - Alguém deveria organizar um boicote!

7.2 - Alguém deveria reimplementar usando XX!

7.3 - Alguém deveria fazer um fork!

7.4 - Alguém deveria fazer um (site|fórum|wiki|lista) sobre isso!

7.5 - Alguém deveria documentar como usar o recurso XX!

7.6 - Alguém deveria implementar o recurso XX!

7.7 - Nosso mercado já está maduro, (alguém|o governo|a empresa YY) deveria oferecer o produto ou serviço XX!

7.8 - Alguém deveria processá-los!

7.9 - Alguém deveria traduzir!

7.10 - Alguém deveria produzir legendas em português!

7.11 - Alguém deveria disponibilizar para download atendendo aos requisitos XX!

8 - Questões comuns (flames ou não) sobre o conteúdo ou o sistema do BR-Linux

8.1 - Esta notícia não deveria ter sido publicada no BR-Linux!

8.2 - A notícia XX deveria ter sido publicada no BR-Linux!

8.3 - O (assunto|aplicativo|linguagem|distribuição) XX deveria ser coberto mais frequentemente pelo BR-Linux!

8.4 - O comentário XX foi moderado injustamente!

8.5 - Enviei a notícia XX e ela foi publicada sem mencionar minha contribuição!

8.6 - O BR-Linux deveria incluir o serviço XX!

8.7 - O conteúdo do BR-Linux deveria estar disponível da maneira XX!

9 - Contribuir para a solução dos problemas pode estar a seu alcance

9.1 - Por que se limitar a buzinar, se você pode contribuir para a solução?


0 - Introdução


0.1 - Por que uma lista de questões incendiárias freqüentes?

O BR-Linux acolhe grande volume (cerca de 2000 por mês) de comentários de seus leitores, e procura aceitá-los com o mínimo de obstáculos ou barreiras (desde que estejam de acordo com os termos de uso). Entretanto, boa parte destes comentários são parte de discussões repetidas ou freqüentes, e muitas vezes as pessoas que encaminham determinados comentários ou questionamentos acabam sendo surpreendidos pelo tipo de resposta que recebem, ou por ver que a própria comunidade usa os recursos de moderação de mensagens do site para reduzir a visibilidade do comentário em questão.

O administrador do BR-Linux semanalmente recebe vários exemplares de mensagens perguntando "Por que minha mensagem foi moderada?", ou "Quando devo moderar uma mensagem?". A moderação é individual e está disponível aos usuários registrados, e seus efeitos podem ser desativados (nas próprias páginas de comentários) por qualquer usuário que não deseje ser afetado por eles. Entretanto, como este tipo de questão se avoluma e muitas vezes nasce de um interesse legítimo pela qualidade das discussões, resolvi publicar a lista que eu vinha mantendo há alguns meses com questões que costumam dar origem a discussões acaloradas, costumeiramente baseadas mais em opiniões do que em fatos, e frequentemente desprovidas de argumentação objetiva (embora nem sempre seja o caso). Esta lista pode servir para responder ambos os questionamentos acima.

Saiba mais sobre flames na RFC 1855, nesta tradução da RFC ou nesta entrada da Wikipedia.


0.2 - As perguntas e as respostas - nem tudo que provoca é flame

Apesar do nome, este FAQ não inclui apenas flames e trolls comuns. Diversas das questões aqui listadas são válidas e corretas, mas se repetem sem gerar conseqüência positiva mesmo quando há possibilidade de solução, por aparecerem mais como demanda do que como proposta, mais como questão aberta do que como chamado organizado para o trabalho.

Esta lista não pretende indicar que as frases mencionadas não devam ser usadas, ou que os questionamentos apontados não são válidos. Ela também não assume que todas as vezes em que estas frases são usadas constituem flames ou são dignas de reprovação ou de menos crédito. É apenas uma tentativa de reunir e divulgar estas questões comuns para aqueles que têm interesse em conhecê-las, e principalmente para os que viram um comentário seu neste estilo ser ignorado, moderado pelos leitores ou responder respostas inesperadas, e gostariam de saber uma possível razão.

Para a maior parte das questões é fornecida uma resposta que não a soluciona diretamente, nem nega a sua importância, mas apenas sugere atitudes positivas que podem ser tomadas pelo autor da questão para esclarecer melhor sua opinião, ou para contribuir com a solução do problema apontado, que muitas vezes é uma situação real.


0.3 - Dez mandamentos dos flames

A premissa mais básica e comum à maior parte das discussões tipicamente classificadas como flame wars é: "sua opinião ou avaliação sobre um assunto é incompatível com a minha, portanto terei que corrigi-lo." Mas muitas das questões típicas de debates sobre software livre mencionadas neste FAQ são motivadas por levar ao extremo uma das premissas específicas abaixo:

  1. Só há uma maneira correta de solucionar determinado problema, e as outras são inválidas
  2. Algumas ferramentas ou softwares são superiores a outros equivalentes, portanto estes outros devem ser execrados.
  3. Os autores de software livre, ou a comunidade ao seu redor, devem aos usuários algo além do que já forneceram voluntariamente
  4. As únicas formas válidas de contribuir com o avanço do software livre são as diretamente relacionadas à disponibilização ou manutenção de código
  5. Só é permitido contribuir ao software livre se a pessoa ou entidade estiver 100% devotada à causa
  6. Há uma seqüência clara de prioridades no caminho do software livre, eu a conheço, e ela não foi seguida
  7. Algo que identifico como um problema precisa ser resolvido por alguém, mas não quero entrar em contato com esta pessoa para pedir, e nem mesmo contribuir para reunir pessoas interessadas e aptas a atender a demanda que identifiquei.
  8. O envolvimento de uma entidade com o software livre só pode ocorrer da maneira que eu considero correta
  9. Se uma solução oferecida não resolve 100% dos problemas, ela deve ser criticada pelo que não resolve, sem ressalvas para seus méritos.
  10. Há (ou deveria haver) uma entidade central que coordena a comunidade Linux, e ela não está entendendo que deve direcioná-los da maneira como eu visualizo e sei que é a única válida.

Naturalmente há exceções, e a lista acima não é composta unicamente por premissas inválidas ou falsas. Entretanto, quando factualmente precisas, as questões listadas já foram mencionadas tantas vezes nestas discussões que talvez já não sejam mais respondidas com o mesmo tom, nem pelas mesmas pessoas que antes responderiam. De fato, uma reação comum a elas é usar o recurso de moderação - e agora o usuário que passar por esta situação terá mais chance de saber por que, e até mesmo receber uma sugestão de como agir para colocar o mesmo tema em discussão sem ser visto como incendiário.


0.4 - Como contribuir

Você pode contribuir para esta lista, assim como pode ignorá-la tranquilamente. Se encontrar um erro ou omissão, ou se desejar acrescentar algo, escreva para flamefaq@br-linux.org com sua sugestão completa. Se uma questão (com resposta) sua for incluída, seu nome será mencionado entre parênteses ao lado dela.

Adições, críticas ou comentários sobre as perguntas ou as respostas podem ser enviados para o mesmo e-mail. Avise se deseja que sua mensagem seja publicada junto a este documento, e a solicitação será avaliada.


0.5 - Autoria e licença de uso

Este texto foi produzido por Augusto C. Campos (brain@br-linux.org) em junho de 2005. Ele pode ser usado e reproduzido livremente nos termos da licença GNU FDL, conforme indicado nos Termos de Uso do BR-Linux.


1 - Sobre anúncios de projetos livres


1.1 - Por que está na linguagem XX, e não na linguagem YY, que é muito mais apropriada?

    A escolha da linguagem em que é desenvolvido um projeto de software livre varia de acordo com muitos fatores, incluindo a disponibilidade de desenvolvedores, aspectos temporais, conhecimento das ferramentas, compatibilidade com os recursos disponíveis ao desenvolvedor original, compatibilidade com os objetivos do desenvolvedor original e outros. Se você acredita que a linguagem YY é mais apropriada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as ferramentas de desenvolvimento, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento? Não esqueça de nos enviar o link! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


1.2 - Por que está na linguagem XX, e não na linguagem YY, que é verdadeiramente livre?

    Livrar-se de amarras ou dependências de software proprietário é um objetivo válido para todos os participantes do movimento, mas ao mesmo tempo é pouco provável que muita gente prefira rejeitar contribuições de aplicações livres por esta razão, e prefiram que seus autores as lancem como software proprietário. Que tal entrar em contato com o autor, propor a alteração e ajudá-lo a portar para uma arquitetura livre? Caso ele não tenha interesse, você pode pensar em criar uma reimplementação sem as mesmas restrições, e não deixe de nos enviar um aviso para publicação caso precise de apoio da comunidade!


1.3 - Por que não foi usado o (toolkit|recurso|biblioteca) XX, que seria muito mais apropriado?

    A escolha das ferramentas de desenvolvimento e outros recursos de software empregados em um projeto de software livre varia de acordo com muitos fatores, incluindo a disponibilidade de desenvolvedores, aspectos temporais, conhecimento das ferramentas, compatibilidade com os recursos disponíveis ao desenvolvedor original, compatibilidade com os objetivos do desenvolvedor original e outros. Se você acredita que XX é a alternativa mais apropriada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as ferramentas de desenvolvimento, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento? Não esqueça de nos enviar o link! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


1.4 - Por que foi desenvolvida esta solução, se já existe o projeto XX que faz o mesmo?

    Não há dúvida de que contribuir novos recursos para os projetos livres existentes costuma ser o melhor caminho. Mas desenvolver novamente uma solução que já existe pode acontecer por diversas razões, inclusive o desconhecimento da existência de alternativa. O desenvolvedor também pode ter desejado atender a requisitos diferentes, empregar outro toolkit ou linguagem, privilegiar a compatibilidade com outra arquitetura ou ambiente, acrescentar um recurso extra que ele teria dificuldade em encaixar no projeto existente, e existe até a possibilidade de ele ter tentado sem sucesso trabalhar em conjunto com a equipe do projeto pré-existente. Em muitos casos a reimplementação ocorre também porque os desenvolvedores ou integradores desejavam ver e aprender na prática como se desenvolve esta solução. Você pode entrar em contato com eles para saber a real razão, e até mesmo para sugerir que unam esforços ao projeto XX! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


1.5 - Se usasse o recurso XX seria mais (rápido|estável|seguro|bonito).

    A escolha das ferramentas de desenvolvimento e outros recursos de software empregados em um projeto de software livre varia de acordo com muitos fatores, incluindo a disponibilidade de desenvolvedores, aspectos temporais, conhecimento das ferramentas, compatibilidade com os recursos disponíveis ao desenvolvedor original, compatibilidade com os objetivos do desenvolvedor original e outros. Se você acredita que XX é a alternativa mais apropriada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as ferramentas de desenvolvimento, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento? Não esqueça de nos enviar o link! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


1.6 - O software XX já faz isso e é mais (rápido|estável|seguro|bonito).

    Quando surge uma idéia e já há uma implementação anterior, não há dúvida de que contribuir novos recursos para os projetos livres existentes costuma ser o melhor caminho. Mas há situações em que os requisitos (do ponto de vista do desenvolvedor original) impedem ou dificultam este caminho, e ele opta por criar novo projeto, cujas versões iniciais certamente não terão todos os recursos do projeto XX, e possivelmente estes recursos extras nem estão nos planos do desenvolvedor, cujos requisitos e objetivos podem ser bem diferentes da expectativa que você tem. Mas você pode entrar em contato com o desenvolvedor e alertá-lo para isto, ou até mesmo para oferecer sua ajuda na integração entre os dois projetos! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


1.7 - [Só] ficou faltando a característica XX.

    Se só ficou faltando esta, talvez isto indique o projeto está indo bem. Mas o recurso XX pode não ser prioridade para os desenvolvedores do projeto, pode não ter ficado pronto ainda, pode estar mapeado para uma próxima versão ou pode até mesmo estar fora dos planos deles. Que tal entrar em contato e enviar um patch, ou mesmo solicitar que eles acrescentem este recurso, indicando eventuais detalhes que possam ser úteis para o desenvolvimento? E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


1.8 - Por que o autor perdeu tempo com esta atividade, ao invés de contribuir para o projeto XX?

    Talvez esta atividade (ainda que seja uma reimplementação, ou algo que não pareça ter qualquer ganho prático sob o seu ponto de vista) fosse mais interessante para este desenvolvedor específico do que o projeto XX. Se você contribui para o projeto XX, que tal convidar este desenvolvedor a se unir, e explicar a ele por que acha que isto seria mais importante do que a atividade que ele desempenhou voluntariamente e acaba de comunicar aos possíveis interessados? E se você não contribui ainda, que tal entrar em contato com o desenvolvedor para que vocês possam ambos juntar-se ao esforço de XX? E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


2 - Sobre formatos, mídias de distribuição de software e informações


2.1 - Por que é só um CD, e não 3?

    Se você acredita que a demanda poderia ser melhor atendida por esta forma de distribuição, que tal demonstrar este fato (com base nos números em seu poder sobre o mercado e os custos envolvidos) ao responsável, para que ele possa considerar a idéia? Caso não seja bem-sucedido neste contato, e estivermos tratando de conteúdo de livre distribuição, sempre resta a alternativa de você levar a idéia a outra organização que possa ter interesse em distribuir o material da forma que você advoga, ou de você mesmo organizar esta distribuição. Quando se trata de conteúdo livre, há muitas opções, e de modo geral os distribuídores estarão dispostos a ouvir os seus números e estatísticas sobre uma forma de serem mais eficazes.


2.2 - Por que são 3 CDs, e não só 1?

    Se você acredita que a demanda poderia ser melhor atendida por esta forma de distribuição, que tal demonstrar este fato (com base nos números em seu poder sobre o mercado e os custos envolvidos) ao responsável, para que ele possa considerar a idéia? Caso não seja bem-sucedido neste contato, e estivermos tratando de conteúdo de livre distribuição, sempre resta a alternativa de você levar a idéia a outra organização que possa ter interesse em distribuir o material da forma que você advoga, ou de você mesmo organizar esta distribuição. Quando se trata de conteúdo livre, há muitas opções, e de modo geral os distribuídores estarão dispostos a ouvir os seus números e estatísticas sobre uma forma de serem mais eficazes.


2.3 - Por que são CDs, e não DVD?

    Se você acredita que a demanda poderia ser melhor atendida por esta forma de distribuição, que tal demonstrar este fato (com base nos números em seu poder sobre o mercado e os custos envolvidos) ao responsável, para que ele possa considerar a idéia? Caso não seja bem-sucedido neste contato, e estivermos tratando de conteúdo de livre distribuição, sempre resta a alternativa de você levar a idéia a outra organização que possa ter interesse em distribuir o material da forma que você advoga, ou de você mesmo organizar esta distribuição. Quando se trata de conteúdo livre, há muitas opções, e de modo geral os distribuídores estarão dispostos a ouvir os seus números e estatísticas sobre uma forma de serem mais eficazes.


2.4 - Por que um DVD e não vários CDs, se os usuários da classe XX sabidamente não têm acesso a esta tecnologia?

    Se você acredita que a demanda poderia ser melhor atendida por esta forma de distribuição, que tal demonstrar este fato (com base nos números em seu poder sobre o mercado e os custos envolvidos) ao responsável, para que ele possa considerar a idéia? Caso não seja bem-sucedido neste contato, e estivermos tratando de conteúdo de livre distribuição, sempre resta a alternativa de você levar a idéia a outra organização que possa ter interesse em distribuir o material da forma que você advoga, ou de você mesmo organizar esta distribuição. Quando se trata de conteúdo livre, há muitas opções, e de modo geral os distribuídores estarão dispostos a ouvir os seus números e estatísticas sobre uma forma de serem mais eficazes. E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


2.5 - Por que dar de brinde a mídia encartada, e não simplesmente colocar para download?

    A questão de custos representada pelo encarte de mídias em publicações costuma ser mais complexa do que parece. Mas se você acredita que a demanda poderia ser melhor atendida por esta forma de distribuição, que tal demonstrar este fato (com base nos números em seu poder sobre o mercado e os custos envolvidos) ao responsável, para que ele possa considerar a idéia? Publique depois as conclusões da reunião, e conte conosco para divulgar! Caso não seja bem-sucedido neste contato, e estivermos tratando de conteúdo de livre distribuição, sempre resta a alternativa de você levar a idéia a outra organização que possa ter interesse em distribuir o material da forma que você advoga, ou de você mesmo organizar esta distribuição. Quando se trata de conteúdo livre, há muitas opções, e de modo geral os distribuídores estarão dispostos a ouvir os seus números e estatísticas sobre uma forma de serem mais eficazes.


2.6 - Por que nos obrigar a fazer o download, ao invés de distribuir a mídia?

    A questão de custos representada pelo encarte de mídias em publicações costuma ser mais complexa do que parece. Se você acredita que a demanda poderia ser melhor atendida por esta forma de distribuição, que tal demonstrar este fato (com base nos números em seu poder sobre o mercado e os custos envolvidos) ao responsável, para que ele possa considerar a idéia? Publique depois as conclusões da reunião, e conte conosco para divulgar! Caso não seja bem-sucedido neste contato, e estivermos tratando de conteúdo de livre distribuição, sempre resta a alternativa de você levar a idéia a outra organização que possa ter interesse em distribuir o material da forma que você advoga, ou de você mesmo organizar esta distribuição. Quando se trata de conteúdo livre, há muitas opções, e de modo geral os distribuídores estarão dispostos a ouvir os seus números e estatísticas sobre uma forma de serem mais eficazes.


2.7 - Por que o download está tão lento? Se você oferece o download para todos de graça, deve saber que vai haver muito acesso e tomar as medidas para que a banda seja adequada!

    Se você tem banda adicional para ceder, ou recursos à disposição para fazer um mirror, que tal entrar em contato com o distribuidor original do conteúdo e ajudá-lo? Há grandes chances de você ser bem recebido! Caso não seja, e se tratar de conteúdo de livre distribuição, não esqueça de nos avisar quando tiver disponibilizado o seu mirror não oficial, informando também se tem planos de manter o mirror em sincronia no caso de lançamento de novas versões do software!


2.8 - Por que está para download em (http|ftp) e não em um torrent, que é muito melhor?

    Se você tem os recursos e conhecimento à disposição para configurar a distribuição oficial via torrent, que tal entrar em contato com o distribuidor original do conteúdo e ajudá-lo? Há grandes chances de você ser bem recebido! Caso não seja, e se tratar de conteúdo de livre distribuição, não esqueça de nos avisar quando tiver disponibilizado o seu torrent não oficial!


2.9 - Por que está para download em torrent e não em (http|ftp), que é muito melhor?

    Se não há esta opção e você acredita que ela é mais vantajosa, e tem os recursos e conhecimento à disposição, que tal entrar em contato com o distribuidor original do conteúdo e fazer esta proposta? Há grandes chances de você ser bem recebido! Caso não seja, e se tratar de conteúdo de livre distribuição, não esqueça de nos avisar quando tiver disponibilizado o seu mirror não oficial, informando também se tem planos de manter o mirror em sincronia no caso de lançamento de novas versões do software!
    Sobre arquivos multimídia e documentos


2.10 - Por que está no formato XX, e não no YY?

    Se você acredita que o formato YY seria mais vantajoso ou mais apropriado, que tal entrar em contato com o distribuidor e solicitar? Você pode até mesmo se oferecer para fazer a conversão usando ferramentas livres como o mencoder. Caso o contato não seja bem-sucedido, e se tratar de conteúdo livre, não deixe de nos avisar quando tiver configurado um mirror no seu formato preferido!


2.11 - Por que é em vídeo, e não só o som?

    Em diversos casos, distribuir opcionalmente arquivos contendo apenas o som pode ser interessante para reduzir necessidades de banda, tempo ou armazenamento. Se esta opção não estiver disponível, que tal entrar em contato com o distribuidor e solicitar? Você pode até mesmo se oferecer para fazer a conversão usando ferramentas livres como o mencoder. Caso o contato não seja bem-sucedido, e se tratar de conteúdo livre, não deixe de nos avisar quando tiver configurado um mirror de áudio!


2.12 - Por que não tem legenda em português?

    Quando se trata de material em outro idioma, as legendas podem ser interessantes. Que tal entrar em contato com o distribuidor e solicitar? Você pode até mesmo se oferecer para fornecê-las em algum formato que ele possa distribuir. Caso o contato não seja bem-sucedido, e se tratar de conteúdo livre, não deixe de nos avisar quando tiver colocado os arquivos de legenda para download!


2.13 - Por que está em MP3 e não em OGG, que não tem os mesmos problemas com patentes?

    Se você acredita que o formato Ogg Vorbis seria mais vantajoso ou mais apropriado, que tal entrar em contato com o distribuidor, explicar a ele as vantagens e solicitar? Você pode até mesmo se oferecer para fazer a conversão usando ferramentas livres como o mencoder. Caso o contato não seja bem-sucedido, e se tratar de conteúdo livre, não deixe de nos avisar quando tiver configurado um mirror no seu formato preferido!


2.14 - Por que está em OGG e não em MP3, que é o formato que todos conhecem e suportam?

    Se você acredita que o formato MP3 seria mais vantajoso ou mais apropriado, que tal entrar em contato com o distribuidor, explicar a ele as vantagens e solicitar? Você pode até mesmo se oferecer para fazer a conversão usando ferramentas livres como o mencoder. Caso o contato não seja bem-sucedido, e se tratar de conteúdo livre, não deixe de nos avisar quando tiver configurado um mirror no seu formato preferido!


2.15 - Se é livre, por que não está disponível para download no site do fabricante e em meu formato de arquivo preferido?

    Embora desejável, a licença GPL não obriga os autores ou distribuidores de software livre a disponibilizá-los publicamente, nem a colocar algo para download - muito menos em um formato específico. Felizmente a maior parte dos distribuidores de software disponibiliza seus arquivos nos formatos mais convenientes, e facilita o acesso a eles. Entretanto, esta atitude tem custos, e pode conflitar com interesses do próprio distribuidor. Se você quer ter acesso a este material mesmo assim, e tem certeza de que se trata de material 100% livre, que tal disponibilizá-lo posteriormente no formato que você prefere, para que outros usuários na mesma situação possam ter a quem recorrer? Não esqueça de nos avisar o endereço!


3 - Linux e governo ou política partidária


3.1 - Assim o Linux no governo não vai funcionar, tem que ser com uma distribuição comercial nacional!

    Cada distribuição tem suas particularidades, e por isso mesmo que existe espaço suficiente para tantas opções disponíveis. Cada usuário também tem suas próprias necessidades, seja ele pessoa física, jurídica, com ou sem fins lucrativos, governamental ou não. Assim, cada caso deve ser analisado separadamente e a distribuição que mais se encaixa utilizada. No caso específico do governo muitos interesses (tecnológicos, econômicos, sociais) devem ser balanceados. Pode não existir uma resposta correta única, e a escolha em geral depende de qual aspecto da situação vá ser encarado como prioritário. (colaborou Fabio A Mazzarino - fabio.mazzarino@gmail.com)


3.2 - Assim o Linux no governo não vai funcionar, tem que ser com XX, a única distribuição verdadeiramente livre!

    Cada distribuição tem suas particularidades, e por isso mesmo que existe espaço suficiente para tantas opções disponíveis. Cada usuário também tem suas próprias necessidades, seja ele pessoa física, jurídica, com ou sem fins lucrativos, governamental ou não. Assim, cada caso deve ser analisado separadamente e a distribuição que mais se encaixa utilizada. No caso específico do governo muitos interesses (tecnológicos, econômicos, sociais) devem ser balanceados. Pode não existir uma resposta correta única, e a escolha em geral depende de qual aspecto da situação vá ser encarado como prioritário. (colaborou Fabio A Mazzarino - fabio.mazzarino@gmail.com)


3.3 - Linux no governo tem que ser iniciativa da comunidade, sem envolvimento de partidos!

    (por Fabio Mazzarino) A Democracia Representativa, instalada no Brasil atualmente, depende

    diretamente dos partidos políticos, qualquer iniciativa envolvendo o

    governo, em qualquer instância, tem dependência intrínsica da

    participação política dos partidos.


3.4 - A proposta política do partido ou candidato XX tem que envolver software livre!

    (por Fabio Mazzarino) Muitos profissionais da área de Tecnologia da Informação ignoram, ou

    não levam de maneira séria, soluções de Software Livre. Não se deve

    esperar uma atitude mais positiva em relação ao Software Livre que se

    espera de profissionais da área de T.I.


3.5 - O governo não faz o suficiente em prol do software livre!

    (por Fabio Mazzarino) O regime de governo instalado no Brasil atualmente é uma Democracia

    Representativa. Em tese as atitudes do governo representam

    indiretamente o desejo da população representada. Se a população

    realmente deseja uma atitude do governo deve se mobilizar, eleger

    novos representantes que a represente, ou exigir, dentro das

    possibilidades da lei, atitudes diferentes por parte de seus

    representantes.


3.6 - O governo se intromete demais no software livre!

    (por Fabio Mazzarino) O governo, como usuário de software livre, tem o direito de participar

    da comunidade de Software Livre tanto quanto qualquer outro usuário.

    Se a atitude do governo for considerada inapropriada é necessária

    atitude da população por ele representada (v. resposta 3.5).


3.7 - Como XX quer oferecer esta contribuição ao software livre, se ele jamais escreveu uma linha de código?

    Embora possamos crer que algumas pessoas têm uma atitude que causa dano ao software livre enquanto fingem apoiá-lo e nem ao menos o conhecem, ao mesmo tempo é possível contribuir de fato sem se conhecer aspectos técnicos. Esta distinção deve ficar clara. Você quer dizer que a contribuição de XX é indesejada, é inexistente, ou que deve ser rejeitada porque ele não é técnico? Ou você afirma que a única forma de contribuir para o avanço do software livre é pelas atividades diretamente relacionadas ao desenvolvimento de código?


3.8 - Como XX quer oferecer esta contribuição ao software livre, se o notebook dele roda Windows?

    Embora possamos crer que algumas pessoas têm uma atitude que causa dano ao software livre enquanto fingem apoiá-lo e nem ao menos o conhecem, ao mesmo tempo é possível contribuir de fato sem se conhecer aspectos técnicos, ou sem adotar o software livre em todas as suas atividades. Esta distinção deve ficar clara. Você quer dizer que a contribuição de XX é indesejada, é inexistente, ou que deve ser rejeitada porque só queremos apoio de quem estiver disposto a migrar 100% para o nosso lado de uma vez só?


3.9 - Como XX quer oferecer esta contribuição ao software livre, se o notebook dele roda a distribuição YY e nem foi ele que instalou?

    Embora possamos crer que algumas pessoas têm uma atitude que causa dano ao software livre enquanto fingem apoiá-lo e nem ao menos o conhecem, ao mesmo tempo é possível contribuir de fato sem se conhecer aspectos técnicos. Esta distinção deve ficar clara. Você quer dizer que a contribuição de XX é indesejada, é inexistente, ou que deve ser rejeitada porque ele não é técnico?


4 - Críticas colaterais


4.1 - É legal, livre e útil, mas não gostei porque com certeza foi feito com interesse de ganhar dinheiro mais tarde.

    Gostar ou não de um lançamento é uma posição pessoal e livre, mas de modo geral a liberdade de software não é incompatível com a idéia de ganhar dinheiro – agora ou mais tarde. Se a notícia diz respeito à disponibilização de um software livre, é de se supor que esta versão permanecerá efetivamente livre, e as pessoas interessadas poderão usá-la desta forma, ainda que isto tenha a intenção de alavancar um negócio ou gerar lucro de outra forma. Uma possível alternativa para quem lançou o software seria lançá-lo como um produto não-livre, e neste contexto dificilmente poderíamos dizer que isto seria mais desejável.


4.2 - É legal mas a empresa que lançou já fez XX no passado, e isto a torna sua contribuição livre de hoje indesejável ou menos importante.

    O comportamento do autor no passado de fato pode ter influência sobre a forma como recebemos suas contribuições hoje. Entretanto, esta análise pode não ser suficiente para demonstrar que a sua contribuição é indesejável, ou mesmo para concluir que ter feito XX no passado significa que hoje não é possível esperar que o comportamento tenha mudado. Que tal expor melhor seus argumentos sobre as razões de a contribuição ser indesejável?


4.3 - É legal mas a empresa que lançou também faz XX, e isto a torna indigna de contribuir conosco ao mesmo tempo.

    Embora possamos crer que algumas empresas têm uma atitude que causa dano ao software livre enquanto fingem apoiá-lo, ao mesmo tempo é possível contribuir de fato sem se conhecer aspectos técnicos, ou sem adotar o software livre em todas as suas atividades. Esta distinção deve ficar clara. Você quer dizer que a contribuição é indesejada, é inexistente, ou que deve ser rejeitada porque só queremos apoio de quem estiver disposto a migrar 100% para o nosso lado de uma vez só?


4.4 - É legal mas o autor deveria estar se preocupando com o assunto XX, não relacionado a isto que ele fez mas muito mais importante.

    Talvez o tema da notícia de hoje fosse mais interessante para este desenvolvedor específico do que o assunto XX, talvez venha antes na sua lista de pendências, ou talvez seja a parte da situação que ele resolveu tomar para si neste momento, deixando o terreno livre para quem prefere se preocupar mais exclusivamente com o assunto XX. Se você contribui com o assunto XX, que tal convidar este desenvolvedor a se unir, e explicar a ele por que acha que isto seria mais importante do que a atividade que ele desempenhou voluntariamente e acaba de comunicar aos possíveis interessados? E se você também não contribui ainda, que tal entrar em contato com o desenvolvedor em questão para que vocês possam ambos juntar-se ao esforço de XX? E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


4.5 - É legal mas o autor deveria se preocupar com o aspecto XX, e não com a questão que era o seu objetivo neste projeto ou lançamento específico.

    Talvez o tema da notícia de hoje fosse mais interessante para este desenvolvedor específico do que o assunto XX, talvez venha antes na sua lista de pendências, ou talvez seja a parte da situação que ele resolveu tomar para si neste momento, deixando o terreno livre para quem prefere se preocupar mais exclusivamente com o assunto XX. Se você contribui com o assunto XX, que tal convidar este desenvolvedor a se unir, e explicar a ele por que acha que isto seria mais importante do que a atividade que ele desempenhou voluntariamente e acaba de comunicar aos possíveis interessados? E se você também não contribui ainda, que tal entrar em contato com o desenvolvedor em questão para que vocês possam ambos juntar-se ao esforço de XX? E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


4.6 - É legal mas o autor também fez ou disse XX no passado, o que o torna indigno de oferecer esta contribuição hoje.

    O comportamento do autor no passado de fato pode ter influência sobre a forma como recebemos suas contribuições hoje. Entretanto, esta análise pode não ser suficiente para demonstrar que a sua contribuição é indesejável, ou mesmo para concluir que ter feito XX no passado significa que hoje não é possível esperar que o comportamento tenha mudado. Que tal expor melhor seus argumentos sobre as razões de a contribuição ser indesejável?


4.7 - É legal mas o autor também faz XX, o que o torna indigno de contribuir hoje.

    Embora possamos crer que algumas pessoas têm uma atitude que causa dano ao software livre enquanto fingem apoiá-lo, ao mesmo tempo é possível contribuir de fato sem se conhecer aspectos técnicos, ou sem adotar o software livre ou sua filosofia em todas as suas atividades. Esta distinção deve ficar clara. Você quer dizer que a contribuição é indesejada, é inexistente, ou que deve ser rejeitada porque só queremos apoio de quem estiver disposto a migrar 100% para o nosso lado de uma vez só?


4.8 - É legal mas a circustância XX externa ao anúncio lança dúvidas sobre a real pureza de intenções dele.

    Possivelmente o autor tem outros interesses, e sua contribuição ao software livre não necessariamente é motivada pelo interesse específico e exclusivo no avanço da causa da liberdade de software. Você quer dizer que o tema da notícia é prejudicial ao avanço do software livre, ou apenas está apontando que o responsável pretende atingir a algum objetivo adicional que seja de interesse dele? Neste segundo caso, que tal você explicar de que forma a busca deste outro objetivo constitui um problema para a comunidade?


4.9 - É legal mas não significa um comprometimento irrestrito e absoluto com a causa (da liberdade de software|anti-patentes|da inclusão social|XX), o que a torna indesejável ou menos importante.

    Embora possamos crer que algumas pessoas têm uma atitude que causa dano ao software livre enquanto fingem apoiá-lo, ao mesmo tempo é possível contribuir de fato sem se conhecer aspectos técnicos, ou sem adotar o software livre ou sua filosofia em todas as suas atividades. Esta distinção deve ficar clara. Você quer dizer que a contribuição é indesejada, é inexistente, ou que deve ser rejeitada porque só queremos apoio de quem estiver disposto a migrar 100% para o nosso lado de uma vez só?


4.10 - É legal mas o autor editorou ou publicou usando software proprietário, o que a torna sua contribuição indesejável ou menos importante.

    De fato hoje já dispomos de alguns aplicativos capazes de lidar com boa parte das tarefas essenciais de editoração, bem como com praticamente tudo que se pode desejar no que diz respeito a publicação online. ALém disso, o suporte de softwares livres a este campo vem avançando rapidamente. Se você domina estas áreas, que tal procurar o autor que editorou em softwares proprietários ou divulgou seu produto ou serviço em um servidor web IIS, ou com ASP, ou outra tecnologia proprietária, e oferecer-se para fazer um diagnóstico de sua situação, verificar se as saídas dos programas livres já são mesmo compatíveis com as necessidades dele e de eventuais outras empresas que complementam suas atividades, e propor um plano de migração? Ainda que não seja possível você ajudá-lo, você acredita que no caso de uma pessoa que tem conhecimentos ou informações sobre software livre para compartilhar, ou alguma contribuição ou serviço a oferecer, mas que tem acesso a ferramentas proprietárias para divulgá-las, seria melhor ficar calada, ou mesmo aguardar uma migração antes de se comunicar? Se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


4.11 - É legal mas o autor tem ou teve relacionamento com a empresa XX, o que a torna sua contribuição indesejável ou menos importante.

    Ter relacionamentos com determinadas empresas pode ser um indicativo de posicionamento pessoal, mas por outro lado pode ser uma circunstância casual ou mesmo não ter relação nenhuma com o assunto em questão. Embora possamos crer que algumas pessoas têm uma atitude que causa dano ao software livre enquanto fingem apoiá-lo, ao mesmo tempo é possível contribuir de fato sem se conhecer aspectos técnicos, ou sem adotar o software livre ou sua filosofia em todas as suas atividades, ou ainda sem renunciar ao contato com a empresa XX. Esta distinção deve ficar clara. Você quer dizer que a contribuição é indesejada, é inexistente, ou que deve ser rejeitada porque só queremos apoio de quem estiver disposto a migrar 100% para o nosso lado de uma vez só?


4.12 - É legal mas ainda não aconteceu o fato XX (não relacionado diretamente ao assunto), portanto o fato da notícia não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Vamos todos torcer para que o fato XX aconteça logo, se ele é tão importante a ponto de eclipsar o fato que foi anunciado hoje, na sua opinião. Mas talvez o tema da notícia de hoje fosse mais interessante para este desenvolvedor específico do que o assunto XX, talvez venha antes na sua lista de pendências, ou talvez seja a parte da situação que ele resolveu tomar para si neste momento, deixando o terreno livre para quem prefere se preocupar mais exclusivamente com o assunto XX. Se você contribui com o assunto XX, que tal convidar este desenvolvedor a se unir, e explicar a ele por que acha que isto seria mais importante do que a atividade que ele desempenhou voluntariamente e acaba de comunicar aos possíveis interessados? E se você também não contribui ainda, que tal entrar em contato com o desenvolvedor em questão para que vocês possam ambos juntar-se ao esforço em prol de XX? E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


4.13 - Nunca vai ser confiável, já que o acesso ao conteúdo é livre, portanto qualquer um pode inserir dados errados!

    ...e todos podem verificar e corrigir, e qualquer interessado pode ter acesso ao histórico de mudanças e revertê-las. De fato, a maior parte dos projetos com conteúdo livremente modificável têm pessoas dedicadas a realizar este acompanhamento, aceitam de bom grado a sua contribuição neste sentido, e permitem a quem faz uso das informações realizar auditorias sobre as alterações recentes, para evitar o risco de que um engraçadinho tenha alterado uma informação poucas horas antes de você usá-la, e nenhum responsável ter percebido ainda. A autoridade e credibilidade de qualquer mídia dependem de mais fatores do que a simples possibilidade de identificar o autor de cada alteração. O que, naturalmente, não exclui a possibilidade de este projeto em particular não ser confiável – mas isto não é decorrência da generalização acima.


4.14 - Nunca vai ser confiável, pois é gerenciado por uma comunidade que não presta contas a ninguém.

    Depende de quem avalia. Se o seu critério para determinar confiabilidade é a existência de um órgão de controle externo, talvez você não deva mesmo confiar em entidades voluntárias e em várias organizações públicas não governamentais. Em compensação, é possível que elas tenham assuntos suficientes para se ocupar no momento e não estejam sedentas do seu apoio específico. De qualquer forma, talvez seja interessante verificar este seu critério, comparando exemplos variados de entidades governamentais e corporativas com outras que sejam voluntárias ou espontâneas.


4.15 - É legal mas não resolve a questão (da inclusão social|das patentes de software|da participação no mercado|da escassez de aplicações da categoria XX|da duplicidade de esforços entre projetos abertos paralelos|da ausência de regras estritas e definidas sobre como desempenhar a atividade XX com software livre|XX), portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Talvez o tema da notícia de hoje fosse mais interessante para este desenvolvedor específico do que o assunto que você mencionou, talvez venha antes na sua lista de pendências, ou talvez seja a parte da situação que ele resolveu tomar para si neste momento, deixando o terreno livre para quem prefere se preocupar mais exclusivamente com o assunto mencionado. Se você contribui com este tema, que tal convidar este desenvolvedor a se unir, e explicar a ele por que acha que isto seria mais importante do que a atividade que ele desempenhou voluntariamente e acaba de comunicar aos possíveis interessados? E se você também não contribui ainda, que tal entrar em contato com o desenvolvedor em questão para que vocês possam ambos juntar-se ao esforço? E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


4.16 - É legal mas nem todos os interessados vão ter condições de usar, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Programas, produtos ou serviços com requisitos mínimos ou com restrições de natureza geográfica, etária, de conhecimentos prévios ou formação são fraquentes, e praticamente um fato da vida, com o qual temos de conviver. Quando está envolvida a liberdade de software, entretanto, muitas vezes há a possibilidade de portar ou adaptar a outras arquiteturas, ampliando a quantidade de usuários potenciais. O mesmo se aplica a programas e serviços livres: em geral você pode portar ou organizar um grupo com o objetivo de criar uma versão que atenda o público-alvo de seu interesse. Que tal entrar em contato com os responsáveis e obter maiores informações, ou organizar um grupo de outros interessados em atender o conjunto de pessoas que você percebeu que ficaram à margem do anúncio já publicado? Depois não deixe de nos informar, e conte conosco se precisar de divulgação do projeto.


4.17 - É legal mas vai distribuir conhecimento e colocar muito mais gente no mercado, prejudicando minha participação e aumentando a concorrência contra mim!

    De fato, muitas iniciativas de inclusão capacitam mais profissionais e aumentam (ou criam) concorrência. De modo geral isto é saudável para o mercado, e é mesmo uma das conseqüências (e frequentemente um dos objetivos) das iniciativas de inclusão digital. Se você está neste mercado há mais tempo e atua justamente nos mesmos serviços em que os técnicos recém-treinados podem concorrer (ainda que eles façam com menos qualidade ou possam oferecer preços muito inferiores), talvez seja o caso de adotar uma das estratégias comuns neste caso: a especialização, a diferenciação, ou outra forma de aproveitar sua experiência e outras vantagens a seu favor.


4.18 - É legal mas não inclui minha cidade ou região, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Eventos ou serviços com restrições de natureza geográfica, etária, de conhecimentos prévios ou formação são um fato da vida com o qual temos de conviver. Quando se trata de um evento da comunidade de software livre, entretanto, e você identifica um conjunto de interessados que não está sendo atendido pelos eventos existentes, em geral há uma alternativa bastante interessante: organizar o grupo, obter os recursos, entrar em contato com o organizador e oferecer a ele os recursos para que organize um evento similar junto ao seu grupo. Se não houver interesse da parte dele, você sempre pode criar sua própria versão adaptada que atenda o público-alvo de seu interesse. Que tal entrar em contato com os responsáveis e obter maiores informações, ou organizar um grupo de outros interessados em atender o conjunto de pessoas que você percebeu que ficaram à margem do anúncio já publicado? Depois não deixe de nos informar, e conte conosco se precisar de divulgação do projeto.


4.19 - É legal mas devia ser no local ou cidade XX, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Eventos ou serviços com restrições de natureza geográfica, etária, de conhecimentos prévios ou formação são um fato da vida com o qual temos de conviver. Quando se trata de um evento da comunidade de software livre, entretanto, e você identifica um conjunto de interessados que não está sendo atendido pelos eventos existentes, em geral há uma alternativa bastante interessante: organizar o grupo, obter os recursos, entrar em contato com o organizador e oferecer a ele os recursos para que organize um evento similar junto ao seu grupo. Se não houver interesse da parte dele, você sempre pode criar sua própria versão adaptada que atenda o público-alvo de seu interesse. Que tal entrar em contato com os responsáveis e obter maiores informações, ou organizar um grupo de outros interessados em atender o conjunto de pessoas que você percebeu que ficaram à margem do anúncio já publicado? Depois não deixe de nos informar, e conte conosco se precisar de divulgação do projeto.


4.20 - É legal não atende 100% dos interessados, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Eventos ou serviços com restrições de natureza geográfica, etária, de conhecimentos prévios ou formação são um fato da vida com o qual temos de conviver. Quando se trata de um evento da comunidade de software livre, entretanto, e você identifica um conjunto de interessados que não está sendo atendido pelos eventos existentes, em geral há uma alternativa bastante interessante: organizar o grupo, obter os recursos, entrar em contato com o organizador e oferecer a ele os recursos para que organize um evento similar junto ao seu grupo. Se não houver interesse da parte dele, você sempre pode criar sua própria versão adaptada que atenda o público-alvo de seu interesse. Que tal entrar em contato com os responsáveis e obter maiores informações, ou organizar um grupo de outros interessados em atender o conjunto de pessoas que você percebeu que ficaram à margem do anúncio já publicado? Depois não deixe de nos informar, e conte conosco se precisar de divulgação do projeto.


4.21 - É legal mas não inclui a característica XX, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Talvez o tema da notícia de hoje fosse mais interessante para este desenvolvedor específico do que o assunto que você mencionou, talvez venha antes na sua lista de pendências, ou talvez seja a parte da situação que ele resolveu tomar para si neste momento, deixando o terreno livre para quem prefere se preocupar mais exclusivamente com o assunto mencionado. Se você contribui com este tema, que tal convidar este desenvolvedor a se unir, e explicar a ele por que acha que isto seria mais importante do que a atividade que ele desempenhou voluntariamente e acaba de comunicar aos possíveis interessados? E se você também não contribui ainda, que tal entrar em contato com o desenvolvedor em questão para que vocês possam ambos juntar-se ao esforço? E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


4.22 - É legal mas não usa a distribuição XX, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    A escolha da distribuição em que é desenvolvido um projeto de software livre varia de acordo com muitos fatores, incluindo a disponibilidade de desenvolvedores, aspectos temporais, conhecimento das ferramentas, compatibilidade com os recursos disponíveis ao desenvolvedor original, compatibilidade com os objetivos do desenvolvedor original e outros. Se você acredita que a distribuição XX é mais apropriada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? Se ele não topar, que tal criar e disponibilizar um port, ou organizar um grupo de voluntários para esta tarefa? E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as distribuições existentes, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento ? Não esqueça de nos enviar o link!


4.23 - É legal mas se baseia no trabalho de outro projeto livre, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Diversos projetos livres se baseiam fortemente em outros, e muitos projetos hoje sólidos, populares e vistos como tendo méritos próprios surgiram como versões ligeiramente modificadas de projetos pré-existentes. O software livre se presta muito bem a estas variações e até as estimula, e de modo geral se beneficia delas. Claro que ocorrem projetos que não vão muito além de mudanças cosméticas para agradar a vaidade de seus pretensos autores, mas este está longe de ser o caso geral. Se você acredita que trata-se deste caso, que tal esclarecer e demonstrar?


4.24 - É legal mas reinventa a roda, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Reinventar a roda, reimplementando soluções já existentes e livres, em geral pode ser mesmo um desperdício de tempo e recursos que poderiam ser aplicados outros projetos. Mas às vezes ocorre por razões válidas, como o interesse em conhecer a fundo as razões da implementação, de validá-la, de comparar, de usar o esforço de desenvolvimento como ferramenta didática e outros. Existe ainda a possibilidade de o autor do novo projeto reimplementar a solução por discordar de alguma premissa da implementação original, ou por não querer estar preso a alguma de suas dependências, ou mesmo por não conhecê-la ou não saber de algum outro fato relevante. Que tal entrar em contato com ele, verificar a situação e oferecer-se para ajudá-lo a tornar ambas as implementações compatíveis, podendo unificá-las mais adiante?


4.25 - É legal mas só tem pacotes (RPM|DEB|XX) disponíveis, portanto só merece minha crítica, e não meu crédito, comemoração ou agradecimento.

    A inexistência de um padrão de instalação popular suportado automaticamente e sem necessidade de intervanção adicional pelo usuário final em qualquer distribuição é mesmo desagradável, mas como se trata de software livre, a solução está ao seu alcance! Se você acredita que a existência de pacotes em outros formatos é importante, que tal gerá-los (ou reunir mais pessoas interessadas em ajudá-lo nesta tarefa) e contribui-los ao autor original? Caso ele não tenha interesse em distribui-los, não deixe de nos avisar sobre o local onde você os disponibilizar! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


4.26 - É legal mas exige que o usuário final compile a partir dos fontes, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    Pacotes pré-compilados podem mesmo ser algo muito confortável. Como se trata de software livre, a solução para esta ausência está ao seu alcance! Se você acredita que a existência de pacotes em outros formatos é importante, que tal gerá-los (ou reunir mais pessoas interessadas em ajudá-lo nesta tarefa) e contribui-los ao autor original? Caso ele não tenha interesse em distribui-los, não deixe de nos avisar sobre o local onde você os disponibilizar!


4.27 - É legal mas não tem pacotes pré-compilados para minha distribuição, portanto não merece crédito, comemoração ou agradecimento.

    A inexistência de um padrão de instalação popular suportado automaticamente e sem necessidade de intervanção adicional pelo usuário final independentemente da sua distribuição é mesmo desagradável, mas como se trata de software livre, a solução está ao seu alcance! Se você acredita que a existência de pacotes em um formato específico é importante, que tal gerá-los (ou reunir mais pessoas interessadas em ajudá-lo nesta tarefa) e contribui-los ao autor original? Caso ele não tenha interesse em distribui-los, não deixe de nos avisar sobre o local onde você os disponibilizar!


4.28 - É legal mas por que alguém compraria este produto enterprise, se eu consigo fazer o mesmo em meu servidor com XX sem comprá-lo?

    Possivelmente você está fora do público-alvo deste produto enterprise! Se você quiser ir além, que tal auxiliar outros interessados a usar XX com segurança sem adquirir o produto enterprise? Provavelmente haverá um número suficiente de clientes para o produto enterprise mesmo assim, e você terá feito algo em prol da popularização da ferramenta XX. E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


4.29 - É legal mas o organizador do evento, autor do documento ou responsável pela iniciativa não escreveu qualquer código, portanto sua contribuição deve ser desconsiderada.

    É possível que o autor não tenha contribuído qualquer código, e podemos acreditar que você julga o mérito de cada anúncio relacionado ao software livre pelo número de linhas de código adicionais disponibilizadas. Felizmente, entretanto, há aqueles que contribuem de outras formas também, seja ensinando, divulgando, apoiando ou de qualquer outra forma, e há também aqueles que valorizam e incentivam este esforço dos amigos do software livre mesmo quando não se traduz em linhas de código a mais nem gera um executável.


4.30 - Por que criticar o plágio ou alterações não reconhecidas se a intenção do software livre é justamente disponibilizar o material para uso de todos?

    Além da questão ética e dos valores envolvidos em respeitar e reconhecer o esforço alheio, todas as licenças livres mais comuns se baseiam na legislação de direitos autorais, preservam direitos dos autores e estabelecem níveis básicos de exigência no que diz respeito ao reconhecimento do trabalho dos autores anteriormente envolvidos nos projetos. Apropriar-se do trabalho alheio sem reconhecer o fato, ou divulgando como se fosse integralmente sua obra, pode ser errado sob vários aspectos - se as questões éticas e morais não forem suficientes para demonstrar, em geral é fácil apontar quais aspectos das licenças e da legislação envolvidas não estão sendo atendidos. A liberdade de software e as licenças livres dependem e se baseiam fortemente no respeito aos termos de licenciamento, que mesmo sendo amplos, não são equivalentes ao domínio público ou à ausência de direitos de autor.


5 - Sobre projetos de PCs populares ou outras iniciativas de inclusão digital


5.1 - Por que só tem 128MB de RAM?

    PCs populares costumam se caracterizar por configurações espartanas, e não pelo desempenho. Memória insuficiente pode mesmo ser um grande problema para determinados aplicativos, e esta escolha motivada por razões econômicas certamente terá conseqüências, como restringir o uso de determinados aplicativos ou ambientes. Felizmente o software livre conta com alternativas a eles, embora esta situação esteja longe de ser a ideal. Entretanto, quem tem necessidade de mais memória conta com a opção de ampliar o que é fornecido com a oferta padronizada, ou optar por um micro que não seja um PC popular.


5.2 - Quem quer usar micro popular não pode ter a expectativa de que (seu|sua) (pen drive|webcam|gravador de CDs|impressora|monitor de boa qualidade|conexão de rede) funcione!

    De fato, os PCs populares podem ter limitações. Ainda assim, não é lógico ou racional defender ou justificar o não funcionamento de recursos presentes no hardware e suportados pelo sistema operacional, devido a falhas na implementação do ambiente. É necessário conjugar a economicidade com a qualidade.


5.3 - É legal mas os usuários vão rejeitar devido à falta de jogos.

    Embora não haja problemas em usar os jogos existentes e compatíveis com os PCs populares (que de fato são poucos se comparados com a oferta existente para videogames e para outras categorias de PCs), sem dúvida o público da maioria dos jogos comerciais não costuma ser o mesmo público-alvo dos projetos de PCs populares. Se agradar o público interessado diretamente em jogos de computador for um fator crítico para o sucesso de um projeto de PC, de fato é importante que as especificações estejam adequados a este tipo de aplicação.


5.4 - É legal mas temo pelo suporte, que é difícil de implementar com qualidade.

    De fato! Diversos usuários já estão tentando oferecer sua parcela de contribuição nesta tarefa complexa, cuja responsabilidade primária é dos fornecedores, que cobram por este serviço. Se você quiser participar, que tal aderir a projetos comunitários como o PC Livre ou o Suporte Livre?


5.5 - É legal mas temo pela questão dos drivers.

    Como a configuração básica dos PCs é criada tendo em mente as aplicações básicas que seriam suportadas, e as características específicas são definidas pelos próprios fabricantes, considerando o sistema operacional instalado, os drivers dos dispositivos pré-instalados (incluindo o sempre complexo modem) já estão incluídos e são suportados. Quanto a periféricos adicionais, de fato muitos deles podem não ser suportados ainda – neste caso, resta torcer para que o possível aumento da demanda estimule o desenvolvimento dos drivers pelos próprios fabricantes de equipamentos, ou contribuir para o desenvolvimento de drivers pela própria comunidade.


5.6 - É legal mas o usuário nunca vai saber conectar com a Internet.

    Como se trata de PCs projetados para uso por uma categoria de pessoas que não necessariamente teve contato profundo com a informáticaanteriormente, é possível que eles não saibam realizar diversas operações tidas como simples, o que aumenta em muito a complexidade da tarefa de suporte e documentação. Diversos usuários já estão tentando oferecer sua parcela de contribuição nesta tarefa, cuja responsabilidade primária é dos fornecedores, que cobram por este serviço. Se você quiser participar, que tal aderir a projetos comunitários como o PC Livre ou o Suporte Livre?


5.7 - É legal mas a conta de internet vai ser muito cara.

    De fato, os custos de conexão à Internet são altos, e não é difícil fazer a conta telefônica superar o valor da prestação mensal de um PC Popular. Todos torcemos por projetos que ofereçam conexões de qualidade a preços populares também, e já há projetos para levar este acesso a quem não pode pagá-lo.


5.8 - É legal mas o número de horas de acesso à Internet é muito pequeno.

    Alguns dos projetos de PCs populares oferecem algumas horas de acesso mensal a preços reduzidos. Ao final destas horas, que de fato não são muitas, o usuário paga o preço usual pela sua conexão. Todos torcemos por projetos que ofereçam conexões de qualidade a preços populares também, e já há projetos para levar este acesso a quem não pode pagá-lo.


5.9 - É legal mas temo pela questão da compatibilidade de aplicativos.

    De fato, podem ocorrer problemas se o usuário tentar instalar programas feitos para outros sistemas operacionais, ou se tentar ter acesso a dados em formatos exclusivos de aplicativos indisponíveis no seu PC Popular. Enquanto não surgirem alternativas livres, resta torcer para que os fabricantes destes programas e de outros que lhes servem como base ofereçam versões deles que sejam compatíveis com o orçamento do público-alvo dos PCs populares, para que possa prevalecer o direito de escolha sem apelar para a contravenção ou o crime.


5.10 - É legal mas desconfio que só servirá para estufar os bolsos de XX, nunca saindo do papel.

    A postura crítica é relevante. Não deixe de entrar em contato com as autoridades competentes se você tiver algum indício de atividade ilegal envolvida!


5.11 - É legal mas só se for com a distribuição XX.

    A escolha da distribuição em que é desenvolvido um projeto baseado em software livre varia de acordo com muitos fatores, incluindo a disponibilidade de desenvolvedores, aspectos temporais, conhecimento das ferramentas, compatibilidade com os recursos disponíveis ao desenvolvedor original, compatibilidade com os objetivos do desenvolvedor original e outros. Se você acredita que a distribuição XX é mais apropriada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? Se ele não topar, que tal criar e disponibilizar um kit de instalação simplificada de XX nos equipamentos deste projeto, ou organizar um grupo de voluntários para esta tarefa? E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as distribuições existentes, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento ? Não esqueça de nos enviar o link!


5.12 - É legal mas só se não for com a distribuição XX.

    A escolha da distribuição em que é desenvolvido um projeto baseado em software livre varia de acordo com muitos fatores, incluindo a disponibilidade de desenvolvedores, aspectos temporais, conhecimento das ferramentas, compatibilidade com os recursos disponíveis ao desenvolvedor original, compatibilidade com os objetivos do desenvolvedor original e outros. Se você acredita que a distribuição XX não é apropriada, ou que sua ausência é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? Se ele não topar, que tal criar e disponibilizar um kit de substituição simplificada de XX pela sua distribuição preferida nos equipamentos deste projeto, ou organizar um grupo de voluntários para esta tarefa? E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as distribuições existentes, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento ? Não esqueça de nos enviar o link!


6 - Outras questões excessivamente comuns


6.1 - É legal, mas devia ser na linguagem XX!

    As linguagens costumam ser associadas a categorias de aplicações em que seus defensores acreditam que elas são as mais apropriadas, e geralmente há detratores que afirmam o contrário. Mas os critérios de escolha da linguagem em que um projeto é desenvolvido costumam levar em conta grande variedade de fatores. Se você acredita que a linguagem XX é mais apropriada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? Se ele recusar, e for um projeto livre, você tem várias opções adicionais à sua disposição. E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as ferramentas de desenvolvimento, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento? Não esqueça de nos enviar o link! Avise também se você criar algum recurso que incentive ou facilite a adoção de XX em outros projetos no futuro! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


6.2 - É legal, mas por que no banco de dados YY? XX é o único apropriado!

    Os SGBDs costumam ser associados a categorias de aplicações em que seus defensores acreditam que eles são os mais apropriados, e geralmente há detratores que afirmam o contrário. Mas os critérios de escolha do SGBD que suportará um determinado projeto costumam levar em conta grande variedade de fatores. Se você acredita que o banco XX é mais apropriada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração, ou se oferecer a ele para ajudar a acrescentar os recursos de compatibilidade com mais bancos, ou com o banco XX especificamente? Se ele recusar, e for um projeto livre, você tem várias opções adicionais à sua disposição. E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar os sistemas, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento? Não esqueça de nos enviar o link! Avise também se você criar algum recurso que incentive ou facilite a adoção de XX em outros projetos no futuro! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


6.3 - É legal, mas por que está em inglês se é um projeto nacional?

    É comum encontrar documentos de desenvolvedores brasileiros escritos em inglês, principalmente quando eles participam de comunidades internacionais de desenvolvimento, em que os desenvolvedores de diversos países abrem mão do uso de seu próprio idioma para permitir a comunicação em uma lingua compreendida por todos os participantes. Se você conhecer uma alternativa ao inglês para esta atividade, que tal entrar em contato com os participantes da comunidade em questão para capacitá-los? Se falhar, você ainda pode entrar em contato com este desenvolvedor específico e oferecer-se para contribuir traduções de seus textos para nosso idioma! Não esqueça de nos fornecer o link! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


6.4 - É legal, mas por que está em português se boa parte dos que poderiam usar e contribuir está no exterior?

    Escrevendo em português, o desenvolvedor nacional atende bem a seus usuários nacionais, mas reduz as facilidades de envolvimento de colaboradores internacionais em seu projeto. Que tal entrar em contato com este desenvolvedor e oferecer-se para contribuir traduções de seus textos para outros idiomas? E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


6.5 - É legal mas a usabilidade ou os recursos não são idênticos aos do produto de código fechado XX, o que torna a notícia inválida e insignificante.

    Sem dúvida você pode avaliar os recursos de uma ferramenta livre comparando-a com outra ferramenta (mesmo que seja não-livre) que você considere um bom benchmark. Se você está fazendo esta comparação com o objetivo de ser construtivo, que tal preparar um comparativo objetivo, eventualmente acrescentando sugestões de como resolver os problemas percebidos, e enviá-la para os desenvolvedores? Se você for publicá-la, não esqueça de nos mandar o link!


6.6 - XX faz tudo que YY faz (implicando que é errado usar YY)

    Se XX é livre e faz tudo que YY (não-livre) faz, sem dúvida faz sentido defender a adoção irrestrita de XX. Entretanto, esta afirmação é muitas vezes usada em favor de aplicativos “XX�? que ainda não fazem tudo que o “YY�? mencionado faz – por mais que XX tenha qualidade e evolua rápido, e YY tenha restrições. E certamente há pessoas que usam YY devido justamente a estas características adicionais, embora sem dúvida haja aquelas que usam YY sem saber (ou sem acreditar) que XX já faz tudo que elas precisam. Se você domina esta área, que tal organizar recursos que ajudem usuários de YY a conhecer XX, diagnosticar de sua situação, verificar se as saídas dos programas livres são compatíveis com as necessidades deles e de eventuais outras empresas que complementam suas atividades, e preparar um plano de migração? Ainda que não seja possível você ajudar a todos, certamente poderá ajudar a alguns, e contribuir com o crescimento da adoção de XX. E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!


6.7 - Isto prova que a comunidade é infantil e imatura! rsrs

    “rsrs"


6.8 - O fato de este aplicativo não ser em Assembler demonstra que falta XX à comunidade!

    As linguagens utilizadas em projetos livre variam amplamente, segundo critérios como adequação à solução pretendida ou simplesmente de acordo com o skill ou preferências dos desenvolvedores envolvidos.

    Não possuir expertise em linguagens de baixo nível não é crime e nem sinal de imaturidade de uma comunidade. Da mesma forma, nem sempre sistemas escritos em baixo nível apresentam melhor custo-benefício que os outros, principalmente dada a atual maturidade de linguagens de alto nível. (Resposta enviada pelo leitor Copérnico Vespúcio)


6.9 - A característica XX demonstra que faltam engenheiros na comunidade!

    Sem resposta cadastrada. Envie a sua para o e-mail flamefaq@br-linux.org!


6.10 - Na posição que XXX ocupa na comunidade, ele(a) não deveria expor sua opinião sobre o assunto.

    É possível. Por outro lado, talvez esta posição o/a habilite a manifestar sua opinião, e até é possível imaginar que ele(a) atingiu esta opção justamente por expor abertamente suas opiniões. De modo geral, pode ser mais interessante debater a afirmação do que questionar o direito de seu autor proferi-la.


7 - Alguém deveria...


7.1 - Alguém deveria organizar um boicote!

    Embora os consumidores possam sempre deixar claras as suas opiniões através de suas escolhas de fornecedores, boicotes nem sempre são uma boa opção, e dificilmente são uma boa primeira opção, ou uma opção a se escolher antes de esgotar as alternativas de diálogo e negociação. Se você acha que alguém mais deveria organizar o boicote, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


7.2 - Alguém deveria reimplementar usando XX!

    A escolha das ferramentas de desenvolvimento e outros recursos de software empregados em um projeto de software livre varia de acordo com muitos fatores, incluindo a disponibilidade de desenvolvedores, aspectos temporais, conhecimento das ferramentas, compatibilidade com os recursos disponíveis ao desenvolvedor original, compatibilidade com os objetivos do desenvolvedor original e outros. Se você acredita que XX é uma alternativa mais apropriada à que foi adotada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? Se não der certo, e for um projeto livre, ainda lhe restam muitas opções! E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as ferramentas de desenvolvimento, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento? Não esqueça de nos enviar o link!


7.3 - Alguém deveria fazer um fork!

    Embora fazer um fork de um projeto livre esteja ao alcance de qualquer um, fazê-lo de forma bem-sucedida é raro e pode dar bastante trabalho. Além disto, raramente é uma boa primeira opção, em geral devendo ser considerada apenas após esgotar todas as tentativas de diálogo e negociação. Se você acha que alguém mais deveria iniciar este processo, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


7.4 - Alguém deveria fazer um (site|fórum|wiki|lista) sobre isso!

    Felizmente já chegamos a um ponto em que é fácil encontrar onde hospedar este tipo de recurso sem grande custo ou esforço, migrando para servidores com mais recursos apenas mais tarde, quando a demanda exigir. Depois de criá-los, não deixe de nos enviar o link para divulgação! Se você acha que alguém mais deveria organizar este recurso, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


7.5 - Alguém deveria documentar como usar o recurso XX!

    De modo geral, estamos todos de acordo com relação a este ponto. Após documentar, não deixe de nos enviar o link de onde publicou! Se você acha que alguém mais deveria se encarregar desta tarefa, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


7.6 - Alguém deveria implementar o recurso XX!

    De modo geral, estamos todos de acordo com relação a este ponto. Após implementar, ou organizar um grupo de interessados em contribuir nesta tarefa, não deixe de nos enviar o link de onde disponibilizou! Se você acha que alguém mais deveria se encarregar desta tarefa, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


7.7 - Nosso mercado já está maduro, (alguém|o governo|a empresa YY) deveria oferecer o produto ou serviço XX!

    De modo geral, estamos todos de acordo com relação a este ponto. Que tal entrar em contato com esta entidade e comunicar a ela os fatos e números que você reuniu sobre este assunto, comprovando que a demanda existe e que esta entidade deve supri-la? Se você acha que alguém mais deveria se encarregar desta tarefa, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


7.8 - Alguém deveria processá-los!

    Se você acredita que as pessoas cujos direitos estão sendo desrespeitados não estão cientes da ocorrência do fato, ou que dispõem da alternativa jurídica para resolver a questão, não deixe de entrar em contato com elas e sugerir! Caso você seja uma delas, consulte imediatamente seu advogado!


7.9 - Alguém deveria traduzir!

    De modo geral, estamos todos de acordo com relação a este ponto. Que tal organizar um grupo de pessoas com domínio dos idiomas envolvidos, e suprir esta demanda? Outra possibilidade interessante ao alcance até mesmo de quem não conhece outros idiomas é organizar (e divulgar) uma lista de documentos cuja tradução interessaria à comunidade, para que eventuais voluntários ficassem sabendo da demanda. Conte conosco para ajudar a divulgar sua iniciativa! Se você acha que alguém mais deveria se encarregar desta tarefa, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


7.10 - Alguém deveria produzir legendas em português!

    De modo geral, estamos todos de acordo com relação a este ponto. Que tal organizar um grupo de pessoas com domínio dos idiomas envolvidos, e suprir esta demanda? Outra possibilidade interessante ao alcance até mesmo de quem não conhece outros idiomas é organizar (e divulgar) uma lista de documentos cuja tradução interessaria à comunidade, para que eventuais voluntários ficassem sabendo da demanda. Conte conosco para ajudar a divulgar sua iniciativa! Se você acha que alguém mais deveria se encarregar desta tarefa, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


7.11 - Alguém deveria disponibilizar para download atendendo aos requisitos XX!

    Felizmente já chegamos a um ponto em que é fácil encontrar onde hospedar arquivos de conteúdo livre sem grande custo ou esforço, migrando para servidores com mais recursos apenas mais tarde, quando a demanda exigir. Depois de providenciar os requisitos XX (ou organizar um grupo para isto – conte com nossa ajuda para divulgar a busca por voluntários) e disponibilizar, não deixe de nos enviar o link para divulgação! Se você acha que alguém mais deveria organizar este recurso, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.


8 - Questões comuns (flames ou não) sobre o conteúdo ou sistema do BR-Linux


8.1 - Esta notícia não deveria ter sido publicada no BR-Linux!

    O BR-Linux é um website mantido por uma única pessoa e sem dúvida é influenciado pelas opiniões do seu autor, portanto sempre leve isto em conta e leia as notícias em outras fontes também antes de formar sua opinião. Dito isto, afirmo que procuro sempre apresentar uma cobertura equilibrada a partir das informações disponíveis na imprensa em geral, na Internet e de outras fontes, incluindo contribuições enviadas pela própria comunidade. Eventualmente estas notícias incluem aspectos negativos ou críticas sobre a comunidade ou parte dela, como é natural. Se você acredita que a notícia em questão não é verdadeira, contém erro que justifique sua exclusão (e não apenas correção) ou viola direitos seus ou de outra pessoa, não deixe de entrar em contato expondo as razões ou propondo um novo texto, e analisarei sua posição. Se você acredita que a notícia está incompleta, exponha seu complemento nos comentários! Se você discorda de opiniões expressas na notícia ou acredita que ela não tem relevância ou interesse para a comunidade associada ao software livre, sinta-se à vontade para manifestar sua opinião nos comentários também.


8.2 - A notícia XX deveria ter sido publicada no BR-Linux!

    O BR-Linux é um website mantido por uma única pessoa e sem dúvida é influenciado pelas opiniões do seu autor, portanto sempre leve isto em conta e leia as notícias em outras fontes também antes de formar sua opinião. Quando um leitor indica uma notícia pelo formulário específico e o nexo desta notícia com os interesses da comunidade associada ao Software Livre no Brasil é direto e claro, raramente deixo de publicar. Entretanto, quando não consigo estabelecer este nexo, ou acredito que o mesmo é indireto demais (por exemplo, quando é uma notícia anunciando ou criticando iniciativas de alguma empresa menos amistosa com a comunidade livre), ou ainda quando o tema não desperta meu interesse, eventualmente deixo de publicar. A não publicação também pode ocorrer quando há muitos temas a cobrir e o espaço na capa se esgota, ou por acúmulo de atividades do seu editor, que passa a ter de priorizar as notícias que mais atraem sua atenção. Frequentemente as notícias deixam de ser publicadas também por já terem sido divulgadas anteriormente. A seleção de notícias para publicação não constitui censura, tratando-se de uma prática comum e necessária em qualquer publicação editada, principalmente quando aceita contribuições de texto dos leitores. Sugerimos e incentivamos que você envie suas sugestões de notícias também para outros sites da comunidade, de forma a torná-las visíveis a todas as vertentes. Se você indicou uma notícia importante e ela deixou de ser publicada no BR-Linux ao final do primeiro dia útil seguinte, entre em contato se quiser verificar a razão e debatê-la!


8.3 - O (assunto|aplicativo|linguagem|distribuição) XX deveria ser coberto mais frequentemente pelo BR-Linux!

    Sugiro que você indique notícias sobre este tema com mais freqüência! Tento acompanhar várias fontes de notícias e trago para o BR-Linux a cobertura sobre os assuntos que atraem meu interesse, mas se você enviar sugestões de notícias bem redigidas sobre os assuntos de seu interesse que não chegarem ao meu conhecimento ou não me motivarem a publicar diretamente, a chance de vir o tema publicado aumenta muito! Temos até um guia de redação de notícias caso você queira ajuda sobre como escrever.


8.4 - O comentário XX foi moderado injustamente!

    O sistema de moderação comunitária de comentários adotado no BR-Linux é franqueado a todos os usuários registrados, e seu funcionamento é baseado em um critério bastante simples. A base da decisão é: se o total dos pontos de votos negativos supera o de votos positivos por uma margem pré-definida, o comentário é removido da página principal e substituído por um link através do qual os interessados poderão lê-lo. Caso contrário, a íntegra do texto é exibida diretamente na página principal da discussão. Se você discorda do resultado atual da moderação de um comentário, acrescente a ele seu voto em sentido contrário! Se um número suficiente de pessoas tiver a mesma opinião que você e tomar a mesma atitude, o resultado mudará. COmo em qualquer sistema baseado em votos, na moderação comunitária as decisões são tomadas por aqueles que comparecem para votar. E se você desejar não ser influenciado pela moderação alheia, basta selecionar a opção "Todos os comentários" na seção "Visualização de comentários" de qualquer página de discussão.


8.5 - Enviei a notícia XX e ela foi publicada sem mencionar minha contribuição!

    Freqüentemente recebo mais de uma indicação da mesma notícia, e aí preciso selecionar uma delas. Se a notícia foi publicada mencionando a indicação de outra pessoa, tenha a certeza de que foi este o caso. Um pouco mais raramente ocorre de a sua contribuição chegar quando já estou redigindo a mesma notícia para publicação imediata, ou quando já a redigi e armazenei para publicação posterior. Nestes casos eu às vezes reescrevo o trecho para incluir a atribuição por uma questão de cortesia, mas nem sempre é possível. Fico grato por todas as contribuições, mesmo as que não são aproveitadas para publicação! Mas a tendência é mencionar a contribuição sempre que seu texto é aproveitado, e nunca removo a menção ao autor intencionalmente.


8.6 - O BR-Linux deveria incluir o serviço XX!

    Como o BR-Linux é mantido por uma pessoa só e gera um grande volume de atividade, tendo a manter o foco no conteúdo, e menos no desenvolvimento de recursos adicionais. Entretanto, se você quiser sugerir algum serviço em especial, entre em contato para que possamos conversar a respeito. Ou desenvolva um módulo do Drupal que implemente o seu recurso, e faça com que seja incluído no sistema oficialmente - deste modo, toda a comunidade ganha!


8.7 - O conteúdo do BR-Linux também deveria estar disponível na maneira XX!

    Como o BR-Linux é mantido por uma pessoa só e gera um grande volume de atividade, tendo a manter o foco no conteúdo, e menos no desenvolvimento de recursos adicionais. Entretanto, se você quiser sugerir alguma forma de disponibilização em especial (como WAP, arquivos para PDA, resumos RSS em outros formatos, etc.), entre em contato para que possamos conversar a respeito. Como todo o conteúdo do site está disponível sob a licença GNU FDL, se a sua idéia puder ser implementada nos termos desta licença, não tenha medo de implementá-la e me informar o link para que eu possa divulgar. Mas se a implementação incluir algum tipo de parser ou outro recurso que exija acesso automatizado periódico ao site, por favor faça que os intervalos não sejam menores do que 60 minutos entre cada conexão.


9 - Contribuir para a solução dos problemas pode estar a seu alcance


9.1 - Por que se limitar a buzinar, se você pode contribuir para a solução?

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

O que é software livre

por Augusto Campos

Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos usuários, desenvolvedores interessados, ou alunos às voltas com trabalhos acadêmicos. Entre as questões, estão incluídas:

  • O que é software livre
  • O que é copyleft
  • Qual a diferença entre software livre e código aberto
  • Quais as obrigações de quem desenvolve ou distribui software livre
  • Quais as licenças de software livre mais comuns
  • Quais os exemplos de softwares livres populares

e muitas outras. Ao final há um guia de referências adicionais sobre o assunto. Veja também a FAQ BR-Linux - Lista de Perguntas Freqüentes.

O que é software livre

Software Livre, ou Free Software, conforme a definição de software livre criada pela Free Software Foundation, é o software que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição. A forma usual de um software ser distribuído livremente é sendo acompanhado por uma licença de software livre (como a GPL ou a BSD), e com a disponibilização do seu código-fonte.

Software Livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante os direitos autorais do programador/organização. O segundo caso acontece quando o autor do software renuncia à propriedade do programa (e todos os direitos associados) e este se torna bem comum.


Richard Stallman

 

O Software Livre como movimento organizado teve início em 1983, quando Richard Stallman (foto acima) deu início ao Projeto GNU e, posteriormente, à Free Software Foundation.

Software Livre se refere à existência simultânea de quatro tipos de liberdade para os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation. Veja abaixo uma explicação sobre as 4 liberdades, baseada no texto em português da Definição de Software Livre publicada pela FSF:

As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:

  • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
  • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
  • A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão, uma vez que esteja de posse do programa.

Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.

A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.

A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.

Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.

O que é copyleft?

Copyleft é uma extensão das 4 liberdades básicas, e ocorre na forma de uma obrigação. Segundo o site da Free Software Foundation, "O copyleft diz que qualquer um que distribui o software, com ou sem modificações, tem que passar adiante a liberdade de copiar e modificar novamente o programa. O copyleft garante que todos os usuários tem liberdade." - ou seja: se você recebeu um software com uma licença livre que inclua cláusulas de copyleft, e se optar por redistribui-lo (modificado ou não), terá que mantê-lo com a mesma licença com que o recebeu.

Nem todas as licenças de software livre incluem a característica de copyleft. A licença GNU GPL (adotada pelo kernel Linux) é o maior exemplo de uma licença copyleft. Outras licenças livres, como a licença BSD ou a licença ASL (Apache Software License) não incluem a característica de copyleft.

 

Acima você vê o símbolo do copyleft, palavra que é um trocadilho com copyright, e cuja tradução aproximada seria "deixamos copiar", ou "cópia permitida".

Dúvidas e enganos comuns sobre software livre sob a licença GPL

Posso distribuir comercialmente ou cobrar por software livre, de minha autoria ou de terceiros?

Note que a definição de liberdade apresentada acima não faz nenhuma referência a custos ou preços. O fato de se cobrar ou não pela distribuição ou pela licença de uso do software não implica diretamente em ser o software livre ou não. Nada impede que um software livre obtido por você seja copiado e vendido, tenha ela sido modificado ou não por você. Ou seja, software livre não necessariamente precisa ser gratuito.

Portanto, você pode ter pago para receber cópias de um software livre, ou você pode ter obtido cópias sem nenhum custo. Mas independente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade de copiar e modificar o software, ou mesmo de vender cópias - ou distribui-las gratuitamente.

"Software Livre" não significa "não-comercial". Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.

Se eu distribuo um software livre, tenho que fornecer cópias a qualquer interessado, ou mesmo disponibilizá-lo para download público?

A resposta curta seria "não". Seria uma atitude em sintonia com a filosofia da liberdade de software se você o disponibilizasse para qualquer interessado, preferencialmente em um formato de fácil manipulação (exemplo: imagens ISO de CD-ROMs, pacotes tar.gz com os códigos-fonte ou outros formatos para código executável instalável), mas você não tem esta obrigação.

Entretanto, você tem que deixar o código-fonte à disposição de quem vier a receber o código-executável (caso você não os distribua em conjunto, que é a forma mais apropriada), nos termos da licença. E, naturalmente, tem que respeitar todos os demais termos da licença livre adotada.

Se eu uso um software livre, tenho que disponibilizar meus próprios softwares para o público?

Não. Mesmo se você fizer alterações em um software GPL e guardá-las para seu próprio uso, você não estará infringindo a licença. A obrigação básica da GPL, no que diz respeito a disponibilização de software, é que se você for disponibilizar para terceiros algum software obtido sob os termos da GPL (modificado por você ou não), esta disponibilização deve ocorrer sob os termos da GPL.

Assim, é perfeitamente legal e normal um mesmo desenvolvedor disponibilizar alguns softwares com licenças livres e outros com licenças proprietárias, ter softwares livres e não-livres instalados no mesmo computador, usar softwares livres (como o compilador GCC) como ferramentas de desenvolvimento de softwares proprietários, ou incluir softwares livres e não-livres no mesmo CD-ROM, para citar alguns exemplos.

Outras dúvidas comuns

Veja a resposta a muitas dúvidas freqüentes de desenvolvedores, distribuidores e usuários de Software Livre na GPL FAQ (em português).

Software livre X Código aberto

Em 1998, um grupo de personalidades da comunidade e do mercado que gravita em torno do software livre, insatisfeitos com a postura filosófica do movimento existente e acreditando que a condenação do uso de software proprietário é um instrumento que retarda, ao invés de acelerar, a adoção e o apoio ao software livre no ambiente corporativo, criou a Open Source Initiative, que adota o termo Open Source (Código Aberto) para se referir aos softwares livres, e tem uma postura voltada ao pragmatismo visando à adoção do software de código aberto como uma solução viável, com menos viés ideológico que a Free Software Foundation.

Ao contrário do que muitos pensam, Código Aberto não quer dizer simplesmente ter acesso ao código-fonte dos softwares (e não necessariamente acompanhado das "4 liberdades" do software livre). Para uma licença ou software ser considerado como Código Aberto pela Open Source Initiative, eles devem atender aos 10 critérios da Definição de Código Aberto, que incluem itens como Livre Redistribuição, Permissão de Trabalhos Derivados, Não Discriminação, Distribuição da Licença e outros.

De modo geral, as licenças que atendem à já mencionada Definição de Software Livre (da Free Software Foundation) também atendem à Definição de Código Aberto (da Open Source Initiative), e assim pode-se dizer (na ampla maioria dos casos, ao menos) que se um determinado software é livre, ele também é de código aberto, e vice-versa. A diferença prática entre as duas entidades está em seus objetivos, filosofia e modo de agir, e não nos softwares ou licenças.

Segundo a Free Software Foundation, em sua página sobre o assunto:

O movimento Free Software e o movimento Open Source são como dois campos políticos dentro da comunidade de software livre.

Grupos radicais na década de 1960 desenvolveram uma reputação de facções: organizações que se dividem devido a discordâncias em detalhes das estratégias, e aí se tratavam mutuamente como inimigas. Ou ao menos esta é a imagem que as pessoas têm delas, seja ou não verdadeira.

O relacionamento entre o movimento Free Software e o movimento Open Source é justamente o oposto deste. Nós discordamos nos princípios básicos, mas concordamos (mais ou menos) nas recomendações práticas. Assim nós podemos e de fato trabalhamos juntos em diversos projetos específicos. Nós não vemos o movimento Open Source como um inimigo. O inimigo é o software proprietário.

A Wikipédia traz mais detalhes:

Muitos que preferem o termo software livre e se consideram parte do movimento não acham que software proprietário seja estritamente imoral. Eles argumentam, no entanto, que liberdade é valiosa (tanto social quanto pragmaticalmente) como uma propriedade do software em seu próprio direito, separado da qualidade técnica num sentido limitado. Mais, eles podem usar o termo "software livre" para se distanciarem das alegações que software de "código aberto" é sempre tecnicamente superior a software proprietário (o que é quase sempre demonstravelmente falso, ao menos em um curto período). Nesse sentido, eles alegam que os defensores de "código aberto", por se concentrarem exclusivamente nos méritos técnicos, encorajam os usuários a sacrificarem suas liberdades (e os benefícios que essas trazem em um longo período) por conveniências imediatistas que o software proprietário pode oferecer.

Os defensores do Código Aberto argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre (também conhecido como "Open source" em inglês) ao invés das questões morais. A discordância básica do Movimento Open Source com a Free Software Foundation é a condenação que essa faz do software proprietário. Existem muitos programadores que usam e contribuem software livre, mas que ganham dinheiro desenvolvendo software proprietário, e não consideram suas ações imorais. As definições "oficiais" de software livre e de código aberto são ligeiramente diferentes, com a definição de software livre sendo geralmente considerada mais rigorosa, mas as licenças de código aberto que não são consideradas licenças de software livre são geralmente obscuras, então na prática todo software de código aberto é também software livre.

O movimento software livre, não toma uma posição sobre trabalhos que não sejam software e documentação dos mesmos, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).

Para o Movimento do Software Livre, que é um Movimento Social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar disponível sempre, para permitir assim a evolução da humanidade. Já o Movimento pelo Código Aberto, que não é um Movimento Social, mas voltado ao Mercado, prega que o Software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. Este segundo movimento surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de Software Livre.

Licenças de software livre

Existem muitas licenças de software livre, e nada impede (embora isto não seja recomendado) que cada interessado crie sua própria licença atendendo às 4 liberdades básicas, agregando - ou não - uma cláusula de copyleft.

A Free Software Foundation mantém uma página com uma lista de licenças conhecidas, classificando-as entre livres (compatíveis ou não com a GPL) e não-livres, incluindo comentários sobre elas.

Algumas das licenças livres mais populares são:

Exemplos de softwares livres

Alguns softwares livres notáveis são o Linux, o ambiente gráfico KDE, o compilador GCC, o servidor web Apache, o OpenOffice.org e o navegador web Firefox, entre muitos outros.

Definições

Nas referências empregadas no BR-Linux, assume-se que a expressão "Software Livre" (ou "Free Software") será empregada conforme a definição da Free Software Foundation, e que a expressão "Código Aberto" (ou "Open Source") será empregada conforme definido pela Open Source Initiative. Softwares serão considerados como livres quando estiverem sob uma licença que se qualifique como software livre pela definição acima, e serão considerados como abertos quando estiverem sob uma licença que se qualifique como código aberto pela definição acima, levando em consideração a intersecção entre os 2 conjuntos.

Referências

Além dos links mencionados ao longo do texto, visite também os textos abaixo:

Para citar esta página em seu trabalho acadêmico

Dados para referência bibliográfica:

CAMPOS, Augusto. O que é software livre. BR-Linux. Florianópolis, março de 2006. Disponível em <http://br-linux.org/linux/faq-softwarelivre>. Consultado em [data da sua consulta].

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

O que é Linux

Linux é ao mesmo tempo um kernel (ou núcleo) e o sistema operacional que roda sobre ele, dependendo do contexto em que você encontrar a referência. O kernel Linux foi criado em 1991 por Linus Torvalds, então um estudante finlandês, e hoje é mantido por uma comunidade mundial de desenvolvedores (que inclui programadores individuais e empresas como a IBM, a HP e a Hitachi), coordenada pelo mesmo Linus, agora um desenvolvedor reconhecido mundialmente e mais representativo integrante da Linux Foundation.


Linus Torvalds

O Linux adota a GPL, uma licença de software livre - o que significa, entre outras coisas, que todos os interessados podem usá-lo e redistribuí-lo, nos termos da licença. Aliado a diversos outros softwares livres, como o KDE, o GNOME, o Apache, o Firefox, os softwares do sistema GNU e o OpenOffice.org, o Linux pode formar um ambiente moderno, seguro e estável para desktops, servidores e sistemas embarcados.

Acima você vê 4 telas do sistema operacional Linux em ambiente PC desktop. Mas o sistema funciona em dezenas de outras plataformas, desde mainframes até relógios de pulso, passando por várias arquiteturas: Intel, StrongARM, PowerPC, Alpha etc., com grande penetração também em dispositivos embarcados, como handhelds, PVR, videogames e centrais de entretenimento - nos quais há expoentes como o sistema Android, mantido pelo Google.

O que é Linux

por Augusto Campos

Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos usuários, desenvolvedores interessados, ou alunos às voltas com trabalhos acadêmicos. Entre as questões, estão incluídas:

  • O que é Linux
  • Linux ou GNU/Linux
  • O kernel Linux
  • O sistema operacional Linux (ou GNU/Linux)
  • Como fazer download ou adquirir o Linux

e muitas outras. Ao final há um guia de referências adicionais sobre o assunto. Leia também O que é uma distribuição de Linux e a FAQ BR-Linux - Lista de Perguntas Freqüentes.

Linux ou GNU/Linux?

A Free Software Foundation advoga que o sistema operacional formado pelo núcleo Linux e o conjunto de utilitários e aplicativos que incluem aqueles desenvolvidos pelo seu projeto GNU deve ser chamado de GNU/Linux, e não simplesmente de Linux. A questão tem sido objeto de intensos debates há anos, sem que um posicionamento geral e definitivo seja alcançado.

Naturalmente a posição da FSF não é a única existente. São conhecidas as declarações de Linus Torvalds (que acharia interessante a existência de uma distribuição chamada GNU Linux e mantida pelo projeto GNU), de Eric Raymond e de John Dvorak, entre outros. Há ainda uma interessante citação da própria FSF afirmando que um nome como GNU/X11/Apache/Linux/TeX/Perl/Python/FreeCiv seria absurdo, portanto é necessário estabelecer um limite. Mas, diz ela, "Não pode ser justo dar todo o crédito para uma contribuição secundária (Linux) enquanto se omite a contribuição principal (GNU)." Outra citação digna de nota vem de um editorial do veterano Linux Journal: "Talvez Richard Stallman esteja frustrado porque Linus recebeu as glórias por ter feito aquilo que Stallman pretendia fazer."

O kernel Linux

(inclui trechos da Wikipédia)

Inicialmente, o kernel Linux foi desenvolvido como um hobby por Linus Torvalds (então um estudante) com o objetivo de desenvolver seu próprio sistema operacional "Unix-like" que rodasse em processadores Intel 80386. Linus chegou a estudar o Minix, um sistema similar de autoria do famoso acadêmico Andrew Tanenbaum, mas não ficou satisfeito com a arquitetura deste (que não era um software livre, inclusive) e resolveu criar o seu próprio sistema. O projeto Linux foi publicamente lançado em 1991 em uma famosa mensagem para a Usenet.


Tux, o logo e mascote do Linux

 

Hoje o Linux é um kernel híbrido monolítico. Drivers de dispositivo e extensões do kernel tipicamente rodam com acesso total ao hardware, embora alguns rodem em espaço de usuário. Ao contrário dos kernels monolíticos padrão, os drivers de dispositivo são facilmente configurados como módulos, e carregados e descarregados enquanto o sistema está rodando. Também ao contrário de kernels monolíticos padrão, drivers de dispositivo podem ser pré-inseridos sob certas condições. Essa última característica foi adicionada para corrigir o acesso a interrupções de hardware, e para melhorar o suporte a multiprocessamento simétrico.

Embora Linus Torvalds não tenha tido como objetivo inicial tornar o Linux um sistema portável, ele evoluiu nessa direção. Linux é hoje, na verdade, um dos kernels de sistema operacional mais portados, rodando em sistemas desde o iPaq (um computador portátil) até o IBM S/390 (um volumoso e altamente custoso mainframe), passando por várias arquiteturas: Intel, StrongARM, PowerPC, Alpha etc., com grande penetração também em dispositivos embarcados, como handhelds, PVR, vídeogames e centrais de entretenimento.

De qualquer modo, é importante notar que os esforços de Linus foram também dirigidos a um outro tipo de portabilidade. Portabilidade, de acordo com Linus, era a habilidade de facilmente compilar aplicativos de uma variedade de origens no seu sistema; portanto o Linux originalmente se tornou popular em parte devido ao esforço para que fosse fácil fazer com que códigos de aplicativos disponíveis para outros sistemas (inclusive no Unix e no sistema GNU) rodassem no Linux.

Hoje, Linus Torvalds continua a dirigir o desenvolvimento do kernel, enquanto outros subsistemas (como ferramentas de desenvolvimento, ambientes gráficos e aplicativos) são desenvolvidos independentemente. A tarefa de integrar todos estes componentes para formar um sistema completo é desempenhada pelas empresas e organizações que mantêm distribuições de Linux.

O sistema operacional Linux (ou GNU/Linux)

(inclui trechos da Wikipédia)

Logo que Linus Torvalds passou a disponibilizar o Linux, ele apenas disponibilizava o kernel (núcleo) de sua autoria juntamente com alguns utilitários básicos. O próprio usuário devia encontrar os outros programas, compilá-los e configurá-los e, talvez por isso, o Linux tenha começado a ter a fama de sistema operacional apenas para técnicos. Foi neste ambiente que surgiu a MCC (Manchester Computer Centre), a primeira distribuição Linux, feita pela Universidade de Manchester, na tentativa de poupar algum esforço na instalação do Linux.

Hoje em dia, um sistema operacional Linux completo (ou uma "distribuição de Linux") é uma coleção de softwares (livres ou não) criados por indivíduos, grupos e organizações ao redor do mundo, tendo o Linux como seu núcleo. Companhias como a Red Hat, a Novell/SUSE, a Mandriva (união da Mandrake com a Conectiva), bem como projetos de comunidades como o Debian, o Ubuntu, o Gentoo e o Slackware, compilam o software e fornecem um sistema completo, pronto para instalação e uso.

As distribuições de GNU/Linux começaram a ter maior popularidade a partir da segunda metade da década de 1990, como uma alternativa livre para os sistemas operacionais Microsoft Windows e Mac OS, principalmente por parte de pessoas acostumadas com o Unix na escola e no trabalho. O sistema tornou-se popular no mercado de servidores, principalmente para a Web e servidores de bancos de dados, inclusive no ambiente corporativo - onde também começou a ser adotado em desktops especializados.

No decorrer do tempo várias distribuições surgiram e desapareceram, cada qual com sua característica. Algumas distribuições são maiores outras menores, dependendo do número de aplicativos e sua finalidade. Algumas distribuições de tamanhos menores cabem em um disquete com 1,44 MB, outras precisam de vários CDs, existem até algumas que tem versões em DVD. Cada uma tem seu público e sua finalidade.

Veja também a questão O que é uma distribuição de Linux.

Download ou aquisição do Linux

Embora provavelmente a forma mais fácil de obter o Linux seja através dos CDs distribuídos como brinde em diversas revistas nacionais (escolha sempre uma versão recente!), o jeito mais fácil de obter sua cópia sem desembolsar nada a mais é através do download de imagens ISO, que são arquivos (geralmente por volta de 650MB cada um) trazendo o conteúdo completo de um CD-ROM, prontos para serem gravados em um CD, permitindo assim que você obtenha cópias idênticas de um CD original. Verifique na ajuda do seu programa favorito de gravação de CDs como fazer para gravar a partir de uma imagem ISO - quase todos os programas populares dispõem deste recurso, e a operação em geral é simples.

Algumas distribuições (como o Knoppix e o brasileiro Kurumin) são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador - é uma boa forma de ter seu primeiro contato.

Como o Linux é um software livre, a maior parte dos produtores disponibiliza imagens ISO contendo exatamente o mesmo conteúdo dos CDs vendidos em lojas ou na Internet, e você pode fazer o que quiser com elas - até mesmo gravar em CDs para revendê-las (e se você quiser comprar CDs deste tipo, lojas virtuais brasileiras como a Tempo Real e a LinuxMall estão à disposição). Quando se trata de Linux, este tipo de cópia e revenda não é irregular nem anti-ético, pois é da essência do software livre.

Você pode procurar suas imagens ISO no site de sua distribuição preferida - às vezes será necessário fazer o download de mais do que uma imagem, e em outros casos o download da primeira imagem é obrigatório, e o das outras é opcional. Raras são as distribuições que não disponibilizam imagens ISO de instalação.

Se preferir, procure no site linuxiso.org, cuja especialidade é apontar links para imagens ISO dos CDs das distribuições de Linux do mundo todo.

Como se trata de um download grande (uma distribuição em 3 CDs corresponde a quase 2GB de dados), certifique-se de ter espaço suficiente no seu HD, e utilize um bom gerenciador de download.

Veja também o artigo Escolhendo, obtendo e gravando o Linux: como fazer o download ou comprar.

Referências

Para citar esta página em seu trabalho acadêmico

Dados para referência bibliográfica:

CAMPOS, Augusto. O que é Linux. BR-Linux. Florianópolis, março de 2006. Disponível em <http://br-linux.org/faq-linux>. Consultado em [data da sua consulta].

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

10 dicas para divulgar e atrair atenção para seu evento ou projeto livre

Quem não anuncia, se esconde - este é o lema da propaganda, e não deixa de ser verdade em muitas situações; inclusive nas atividades da comunidade livre. O BR-Linux tem orgulho de publicar a absoluta maioria dos anúncios de iniciativas recebidos da comunidade nacional, assim como fazem diversos outros sites brasileiros.

Entretanto, é lamentável que muitos anúncios deixem de ser publicados por razões fáceis de evitar: links que não funcionam, ausência de endereço de contato para esclarecer algum detalhe, ausência de informações essenciais (como a data de um evento, a cidade onde há vagas para emprego ou link para o anúncio oficial de algum novo software), detalhes inverossímeis (o mais comum são os "grupos de usuários" de uma pessoa só) ou ausência de menção da autoria original de alguma obra. Especialmente triste é deixar de publicar a tempo algum anúncio de evento porque os organizadores preferiram poupar tempo e enviaram o anúncio para os endereços de e-mail pessoal dos editores, ao invés de usar os formulários de envio de pauta ou sugestão de notícia existentes na maior parte dos websites da comunidade.

Preparar um comunicado sobre seu projeto ou evento livre e enviá-lo para os sites, listas e publicações da área pode ser essencial para o desenvolvimento dele, a formação de uma comunidade desenvolvedora ou mesmo a conquista da massa crítica em termos de usuários. Em 2004 resolvi dedicar meu espaço de uma hora no 5o. FISL a falar sobre como atrair atenção para seu projeto ou evento livre, reunindo as dicas que encontrei na literatura especializada e o que coletei na minha própria experiência. Na ocasião, publiquei o guia rápido "Atraindo atenção para seu projeto livre" (PDF), em apenas uma página com 10 dicas para ajudar a planejar sua divulgação, e cuja nova edição (de abril de 2006) volto a disponibilizar a todos os interessados em divulgar suas iniciativas.

Todos estão convidados a publicar cópias do documento, se assim desejarem. Ajudem a fazer com que os anúncios sobre iniciativas da comunidade livre não deixem de ser publicados devido a erros fáceis de evitar.

Faça agora mesmo o download gratuito do guia "Atraindo atenção para seu projeto livre" (PDF).

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Download Linux: Escolhendo, obtendo e gravando - como baixar ou comprar

por Augusto Campos

Este tutorial explica como escolher uma distribuição, baixar o Linux gratuitamente na Internet e gravar seu próprio CD, além de dar dicas sobre como você pode adquirir CDs de Linux ou mesmo solicitar CDs grátis de Linux.

Baixar Linux: links para download grátis imediato

Veja abaixo mais detalhes e opções.

Como baixar o Linux

Algumas das perguntas mais frequentes na minha correspondência são variações sobre um mesmo tema: "Se o Linux é livre, por que temos que pagar por ele?", ou "Como posso obter o Linux na Internet", ou ainda "Como posso criar meus próprios CDs de Linux?".

Não é minha intenção neste momento explicar mais uma vez a diferença conceitual entre software livre e software grátis, mas o fato é que você pode mesmo obter o Linux gratuitamente, gravar seus próprios CDs, e instalá-los onde quiser. As dificuldades técnicas não são excessivamente grandes, principalmente se você possuir uma conexão rápida à Internet, portanto vamos ver passo a passo como fazer.

Ao longo deste artigo, veremos

  • O que é Linux
  • Selecionando uma distribuição
  • Qual a melhor distribuição
  • Como escolher uma distribuição para computadores ou notebooks antigos (novo)
  • Definindo critérios objetivos
  • Como fazer o download ou adquirir
  • Como receber CDs de Linux grátis pelo correio (novo)
  • Live CDs: Linux sem instalação
  • Como gravar o CD de Linux

Leia também os artigos: O que é Linux e O que é distribuição de Linux

O que é Linux?

Nota: veja também os artigos mais específicos: O que é Linux e O que é distribuição de Linux.

Linux é um sistema operacional criado em 1991 por Linus Torvalds, então um estudante finlandês, e hoje mantido por uma comunidade mundial de desenvolvedores (que inclui programadores individuais e empresas como a IBM, a HP e a Hitachi), coordenada pelo mesmo Linus, agora um desenvolvedor reconhecido mundialmente.

O Linux adota uma licença livre - o que significa, entre outras coisas, que todos os interessados podem usá-lo e redistribuí-lo. Aliado a diversos outros softwares livres, como o KDE, o GNOME, o Apache, o Firefox e o OpenOffice.org, o Linux pode formar um ambiente moderno, seguro e estável para o seu desktop ou servidor.

Acima você vê 3 telas do Linux em ambiente desktop. Continue lendo o artigo para saber como obter e instalar este sistema operacional em seu computador, ou mesmo como conhecê-lo sem alterar nada em seu disco rígido.

Selecionando uma distribuição

Você pode obter o Linux de diversas origens. Nunca opte por uma versão antiga - é comum encontrar usuários novos com dificuldades típicas de 2 anos atrás ("O Linux não reconhece meu hardware", "Não consigo discar para a Internet") justamente porque instalaram uma versão de 2 anos atrás, que estava guardada num armário.

O Linux evolui muito rapidamente, e os principais distribuidores tendem a lançar versões novas a cada 3 ou 4 meses, ou pelo menos semestralmente. Como em geral você pode obter o software gratuitamente ou a custo baixíssimo, não faz sentido optar pela versão antiga - espere mais alguns dias, e instale a mais recente.

Outro erro a ser evitado é optar por uma mini-distribuição, "para ver como é esse tal Linux". De fato, existem mini-distribuições de boa qualidade, que podem ser instaladas na mesma partição que o Windows, e cujo download pode ser bem menor do que uma distribuição completa. Mas em geral o que você pode fazer com ela é limitado, e o suporte que você encontra na comunidade usuária é mais restrito, porque são raros os usuários experientes (portanto aptos a responder perguntas) que utilizam esse tipo de sistema.

Não vou indicar uma distribuição para você - todas têm vantagens e desvantagens. Cada caso é um caso, e eu opto entre elas de acordo com a necessidade do momento. Para saber as características de cada uma, você pode pesquisar nos artigos do BR-Linux, ou consultar os sites de cada uma delas. Segue uma lista parcial de distribuições de Linux disponíveis para download, para facilitar sua escolha:

E qual a melhor distribuição de Linux?

Não tenho a menor dúvida de que esta é a pergunta mais frequente na absoluta maioria dos fóruns e listas de discussão sobre Linux do mundo.

Ela pode vir de várias formas. Pode ser genérica ou específica, aberta ou qualificada. O usuário estreante que quer instalar o Linux em seu computador de casa pergunta qual a melhor entre as distribuições que ele viu na banca de jornal. O administrador de sistemas acostumado a outras arquiteturas quer saber qual a melhor distribuição para seu servidor. O usuário que não conseguiu fazer funcionar seu hardware quer saber qual a melhor para funcionar com Winmodems e outros periféricos de projeto exótico. E todos continuam perguntando: qual a melhor distribuição?

Ao contrário de outras perguntas frequentes, esta é uma que costuma ser sempre respondida. Isto porque a maior parte das distribuições possui verdadeiros fã-clubes, com usuários que recorrem a argumentos inflamados para tentar demonstrar mais uma vez, e definitivamente, que a sua distribuição de Linux preferida é a melhor de todas, incontestavelmente a única escolha sensata para instalação, não importando se é para rodar o Oracle em um servidor de 4 processadores, um programa de ensino à distância no Pentium 133 de uma escola ou os ambientes de trabalho da área de marketing de uma multinacional.

Entretanto, como as respostas dos vários fã-clubes se entrechocam, o usuário que fez a pergunta corre o risco de terminar com mais dúvidas do que tinha quando começou. Se a instalação é em um servidor, aparecem três bons argumentos para uso do Debian, mais três para o Red Hat, mais 3 para o Slackware, outros tantos para o SUSE, alguém dirá que o ideal é criar

sua própria distribuição e outros responderão aos demais explicando por que eles não devem usar Debian, Red Hat, Slackware nem SUSE.

Ato contínuo, todos passarão a discutir entre si, buscando argumentos complexos sobre sistemas de gerenciamento de pacotes, dependências, quem é mais antigo, quem é mais livre, quem deu origem a quem e até sobre a vida pessoal dos mantenedores de cada uma das distribuições. Quem ainda não assistiu a este debate em uma lista de discussão?

A questão é antiga, e provavelmente insolúvel. Enquanto tivermos múltiplas distribuições, teremos seus fã-clubes e também os usuários querendo saber qual a melhor. Não há como evitar. Entretanto, os usuários experientes tendem a se importar com a desorientação causada nos novatos por este tipo de confusão, e procuram oferecer conselhos comuns, cheios de bom-senso e relativamente neutros. Sugerem consultar os websites das distribuições, consultar usuários da sua região (se você vai querer recorrer a eles para obter suporte, é bom usar a distribuição que eles conhecem), ou até mesmo experimentar mais de uma até encontrar a que mais se adapta a você.

Mas será que esta é a melhor resposta? Provavelmente sim, se tivermos que dar uma resposta curta. Entretanto, havendo tempo e espaço para elaborar, pode-se dar respostas mais completas, sem indicar alguma distribuição específica - já que em geral não se pode indicar uma distribuição específica sem conhecer exatamente as necessidades e as capacidades do interessado.

Já vi muitas tentativas de resposta a esta pergunta, baseadas nos mais diversos argumentos: uma seria a melhor por ser a mais antiga, outra por ter o maior número de pacotes, outra por dispensar instalação, outra por ser usada pelo próprio Linus Torvalds, outra por ser "a mais parecida com o Unix de verdade" (seja lá o que isso queira dizer), outra por ter um sistema de empacotamento superior, outra por não ter gerenciamento de dependências automático, outra por ser a mais livre, outra por ter o ciclo de atualizações mais longo, outra por oferecer mais documentação...

Como se vê, os critérios são múltiplos, e até mesmo conflitantes: os fãs de uma distribuição acham que a sua é a melhor por oferecer o maior reconhecimento automático de hardware, e os de outra acham que a sua é a melhor de todas porque não tem reconhecimento automático nenhum, deixando tudo nas mãos do administrador do sistema.

Há algumas classificações folclóricas também. Dizem que a distribuição X seria melhor para desktop, outra é a rainha dos servidores, a terceira suporta mais hardware... Embora várias delas tenham méritos em áreas específicas, também não é possível afirmar de maneira genérica que alguma delas seja a líder isolada e incontestável nestas categorias.

Mas estou no meu oitavo ano de participação em listas e fóruns de Linux, e já tive minha quota de entrar nesta discussão infinita. Com o tempo, fui desenvolvendo uma resposta padronizada (e que não menciona nenhuma distribuição específica) para oferecer a quem me pede ajuda para selecionar uma distribuição, e agora vou compartilhá-la com vocês. Use, adapte, copie, modifique, ou simplesmente ignore e continue fazendo tudo como você já fazia. Software livre é assim ;-)

Escolhendo uma distribuição para computadores ou laptops antigos

Há uma grande variedade de distribuições, e entre elas há algumas que possibilitam melhor desempenho em micros mais antigos, com pouca memória ou recursos limitados.

Nosso artigo 10 distribuições Linux para PCs antigos leva a um artigo em espanhol que apresenta 10 destas distribuições 'light', incluindo algumas mais conhecidas, como o Puppy, Slax e Xubuntu, e outras menos comuns. Algumas rodam até mesmo naquele velho 486 com 16MB de RAM.

Já as histórias de 'ressuscitação de notebooks' usualmente descrevem roteiros detalhados para instalar o Linux e drivers em um modelo específico de laptop. Este artigo é mais genérico. Como você faz para dar utilidade a um antigo notebook? Que passos estão envolvidos? Que distribuições de Linux vão funcionar? Leia as respostas em Usando o Linux para dar sobrevida a um notebook antigo.

Um critério para escolher a sua distribuição

Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor distribuição de Linux - a melhor sempre será a que atender mais perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que você pretende fazer com o sistema, da sua capacidade e interesse de administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em relação a algumas questões políticas e filosóficas.

A maior parte das distribuições de Linux consegue disponibilizar o mesmo conjunto de serviços, embora às vezes de maneiras bem diferentes. Algumas já vêm com todos os aplicativos e serviços incluídos nos CDs de instalação, outras exigem downloads e instalações adicionais. Algumas se distinguem por uma ênfase em aspectos específicos do sistema, como a facilidade de configuração, a quantidade de aplicativos, a segurança, a personalização e vários outros.

No site LWN.net você pode encontrar uma lista atualizada e dividida em categorias das distribuições de Linux, das mais conhecidas às mais obscuras. Já no LinuxISO.org você encontra links para download de imagens de CD da maior parte delas. E já que são tantas as opções, como escolher uma? O primeiro passo é saber o que recomendam as pessoas a quem você pretende pedir ajuda na hora das dificuldades. Sejam os colegas, ou um grupo de usuários, ou até mesmo um website ou revista, tente descobrir o que eles usam - se a distribuição indicada satisfizer os seus requisitos, poder contar com o suporte deles pode ser interessante.

Em seguida, faça uma lista de perguntas sobre os diversos aspectos que podem ser do seu interesse na hora de selecionar uma distribuição. É claro que eles variam de acordo com seu objetivo: selecionar uma distribuição "para ver qual é a cara desse tal de Linux" no seu micro pessoal é bem diferente do que escolher onde rodar o banco de dados do CRM de uma empresa com 1000 funcionários. Algumas perguntas que você deve tentar responder com a ajuda dos websites das distribuições, das revistas especializadas, da comunidade Linux e (por que não?) com uma mãozinha do Google são:

- Esta distribuição suporta todo o meu hardware?


- Ela inclui os pacotes de software de que necessito?


- O processo de instalação e configuração está de acordo com minhas aptidões?


- Ela tem documentação e treinamento em um idioma que eu entendo?


- O suporte prestado (gratuito ou pago) atende minhas necessidades?


- Há uma comunidade de usuários da qual eu possa participar?


- Ela lança atualizações de segurança quando necessário?


- Ela continuará sendo atualizada?


- Ela é livre? É grátis? O preço é aceitável?

Sob um conjunto de critérios objetivos, todas as distribuições podem competir em pé de igualdade, e você pode selecionar a que pontuar melhor nos critérios que fizerem mais sentido para a sua situação específica. Procure as informações, conte os pontos e faça sua escolha!

Mas é errado preferir uma distribuição?

Claro que não, todos fazem suas escolhas. Eu mesmo tenho as minhas favoritas, embora não ache que elas sejam as melhores de todas. Conheço pessoas que tentam instalar todas as distribuições possíveis e não se fixam em nenhuma, e outras que são ferrenhas defensoras de alguma distribuição específica.

Mas na próxima vez que alguém lhe perguntar qual a melhor distribuição, pare para pensar: ao invés de simplesmente dizer que a sua preferida é a melhor, que tal ajudar a pessoa a fazer sua própria escolha? Ensinando a pescar, ao invés de simplesmente dar o peixe que estava mais à mão, talvez você preste um serviço de mais valor a quem perguntou - e ao Linux.

Obtendo sua cópia via download na Internet

Embora provavelmente a forma mais fácil de obter o Linux seja através dos CDs distribuídos como brinde em diversas revistas nacionais (escolha sempre uma versão recente!), o jeito mais fácil de obter sua cópia sem desembolsar nada a mais é através do download de imagens ISO, que são arquivos (geralmente por volta de 650MB cada um) trazendo o conteúdo completo de um CD-ROM, prontos para serem gravados em um CD, permitindo assim que você obtenha cópias idênticas de um CD original. Algumas distribuições (como o Knoppix e o Kurumin) são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador - uma boa forma de ter seu primeiro contato.

Como o Linux é um software livre, a maior parte dos produtores disponibiliza imagens ISO contendo exatamente o mesmo conteúdo dos CDs vendidos em lojas ou na Internet, e você pode fazer o que quiser com elas - até mesmo gravar em CDs para revendê-las (e se você quiser comprar CDs deste tipo, lojas virtuais como a Tempo Real e a LinuxMall estão à disposição). Quando se trata de Linux, este tipo de cópia e revenda não é irregular nem anti-ético, pois é da essência do software livre.

Você pode procurar suas imagens ISO no site de sua distribuição preferida - às vezes será necessário fazer o download de mais do que uma imagem, e em outros casos o download da primeira imagem é obrigatório, e o das outras é opcional. Raras são as distribuições que não disponibilizam imagens ISO de instalação.

Se preferir, procure no site linuxiso.org, cuja especialidade é apontar links para imagens ISO dos CDs das distribuições de Linux do mundo todo.

Como se trata de um download grande (uma distribuição em 3 CDs corresponde a quase 2GB de dados), certifique-se de ter espaço suficiente no seu HD, e utilize um bom gerenciador de download. Eu uso o wget, mas você pode escolher o que mais se adequar ao seu estilo.

Recebendo CDs de Linux gratuitamente pelo correio

A distribuição Ubuntu mantém o projeto ShipIt,

que envia gratuitamente pelo correio CDs da versão corrente do Ubuntu a quem solicita via Internet.

Para solicitar os seus, é necessário antes criar uma conta (também gratuita) no serviço Lauchpad, e depois fazer login no ShipIt. Existe um FAQ com detalhes sobre o conteúdo dos CDs e a entrega.

Qualquer pessoa pode solicitar o envio de CDs gratuitos do Ubuntu, mas como eles são enviados do exterior e (segundo a FAQ) não têm declaração de valor, eventualmente a Receita (federal ou estadual) cobra, possivelmente pelo valor estimado - principalmente nos casos em que a encomenda é de uma grande quantidade de CDs. O FAQ do Ubuntu tem algumas informações úteis (procure pelo título "Will I have to pay taxes/duties?") para quem tem dúvidas sobre o assunto ou recebeu o aviso de cobrança da Receita. Há até um exemplo de carta para enviar às autoridades responsáveis para explicar a situação e solicitar a isenção, além de outras dicas. Veja mais detalhes sobre o que fazer quando a Receita cobra impostos sobre os CDs gratuitos do Ubuntu?

Live CDs: Linux sem instalação

Algumas distribuições são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador - uma boa forma de ter seu primeiro contato. É fácil encontrá-los encartados em revistas de informática nas bancas de jornal, mas você também pode fazer o download e gravar seu próprio CD. Depois, basta certificar-se de que seu micro aceita inicializar pelo drive de CD (a maior parte dos micros produzidos nos últimos 5 anos aceita, mas às vezes é necessário alterar uma opção na BIOS - se tiver dúvida, consulte aquele seu primo técnico!), inserir o CD no drive e ligar o computador.

Veja abaixo alguns exemplos de Live CDs. Há muitos outros, e não é difícil encontrá-los.

Se precisar de dicas sobre como fazer o download, leia o capítulo anterior deste guia.

Gravando o CD

Se você tem um gravador de CD funcionando em Linux, queimar um CD com esta imagem ISO pode ser bastante simples, bastando usar os utilitários incluídos na própria distribuição (sugiro o excelente k3b).

Mas muitos usuários interessados em um primeiro contato com o Linux só podem gravar CDs a partir do Windows. Para estes, também há soluções - a maior parte dos programas de gravação de CDs incluem funções para gravar a partir de arquivos de imagem. Abaixo há 2 procedimentos (para o Nero e o Easy CD Creator) como exemplo, mas note que eu nunca testei nenhum deles - nem disponho de uma máquina Windows para experimentar. Estas dicas de gravação foram obtidas na documentação do Mandrake Linux.

Para gravar um CD de imagem ISO no Nero Burning Rom, vá em File/Burn Image. No diálogo, clique no "Image files (*.nrg)" e selecione "All files (*.*)". Selecione a sua imagem ISO e confirme. No diálogo seguinte, verifique: tipo da imagem: Data mode 1. Block size: 2048. Image header: 0. Image trailer: 0. Clique em Ok, e certifique-se de que no próximo diálogo as opções "write" e "finalize" estejam ativas.

Para gravar no Easy CD Creator, vá em File / Create CD from disc image. No campo "Files of type", selecione "ISO image files". Agora é só selecionar seu arquivo, e ele fará o resto por você.

Usuários experientes de Linux podem querer ver o conteúdo da imagem ISO sem ter que queimar um CD. A mesma técnica pode ser utilizada para instalações via HD ou via rede, se a distribuição de Linux suportar. O comando para montar sua imagem ISO como se fosse um CD é: mount -o loop,unhide -t iso9660 -r nome-da-imagem.iso /mnt/iso

Nota: o diretório /mnt/iso tem que ter sido criado previamente.

Conclusão

Procurei demonstrar que gravar sua própria cópia de Linux não é uma tarefa difícil, e está ao alcance de todos. Se você não tem acesso a uma conexão rápida com a Internet ou a um gravador de CD, pode optar pelas empresas citadas, que vendem cópias baratas a partir de arquivos obtidos na Internet. E se você grava seus próprios CDs, não esqueça de doá-los após o uso, ajudando a tornar o Linux mais acessível!

(c) 2005 Augusto Campos (brain@br-linux.org). É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.2 ou qualquer versão posterior publicada pela Free Software Foundation, sem seções invariantes.

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Contatos com o BR-Linux e a comunidade Linux

Escolha o seu assunto na lista abaixo, que leva ao formulário ou recurso adequado a cada um deles.

1 - Dúvidas comuns

2 - Produtos, serviços e treinamentos

3 - Indicar material ou artigo / Solicitar publicação de aviso sobre vaga ou oferta

4 - Anunciar no BR-Linux

Consulte as opções de anúncios e tabela de preços on-line!

5 - Outros assuntos

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Histórico de notícias BR-Linux - 2002-2004

Notícias de agosto de 2002 a janeiro de 2005 publicadas no antigo sistema de gerenciamento de conteúdo do BR-Linux, descontinuado em 25/1/2005. Veja também os tutoriais de Linux publicados antes de 2005 no BR-Linux.

Histórico de notícias sobre Linux:

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Newsletter do BR-Linux

Inscrição simplificada: para assinar a newsletter basta mandar um e-mail em branco para br-linux+subscribe@googlegroups.com

A Newsletter do BR-Linux é um boletim semanal, gratuito e livre, enviado por e-mail para seus assinantes resumindo as principais notícias da semana no BR-Linux, e eventualmente acrescentando algum conteúdo inédito, como dicas e entrevistas não publicadas no site.

Administrando sua conta: Basta seguir o link para as instruções de acesso à página de inscrições e de administração da sua conta na newsletter do BR-Linux. O mesmo endereço pode ser usado para sair da lista, se você desejar.

Em caso de dúvidas, entre em contato.

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

O que é uma distribuição de Linux

por Augusto Campos

Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos usuários, desenvolvedores interessados, ou alunos às voltas com trabalhos acadêmicos. Entre as questões, estão incluídas:

  • O que é distribuição Linux
  • Como escolher uma distribuição
  • Como fazer o download ou adquirir uma distribuição Linux
  • O que são Live CDs

e muitas outras. Ao final há um guia de referências adicionais sobre o assunto. Leia também O que é Linux e a FAQ BR-Linux - Lista de Perguntas Freqüentes.

O que é uma distribuição? O que é uma distro Linux

Distribuição Linux é um sistema operacional Unix-like incluindo o kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um conjunto. Distribuições (ou "distros") mantidas por organizações comerciais, como a Red Hat, Ubuntu, SUSE e Mandriva, bem como projetos comunitários como Debian e Gentoo montam e testam seus conjuntos de software antes de disponibilizá-los ao público.

Como o Linux e a maior parte dos softwares incluídos em distribuições são livres, qualquer organização ou indivíduo suficientemente motivado podem criar e disponibilizar (comercialmente ou não) a sua própria distribuição. Isso faz com que hoje haja registro de mais de 300 distribuições ativamente mantidas, embora menos de 20 delas sejam largamente conhecidas.

Algumas distribuições populares oferecem (como opção ou como seu único modo de operação) a possibilidade de execução em modo Live CD, que permite o uso integral do Linux sem instalação ou alteração dos dados armazenados no disco rígido do computador: o sistema roda integralmente a partir de um CD-ROM desde o momento em que o computador é ligado. Exemplos de Live CDs bastante conhecidos são o alemão Knoppix e o brasileiro Kurumin.

Como escolher uma distribuição

Você pode obter o Linux de diversas origens. Nunca opte por uma versão antiga - é comum encontrar usuários novos com dificuldades típicas de 2 anos atrás ("O Linux não reconhece meu hardware", "Não consigo discar para a Internet") justamente porque instalaram uma versão de 2 anos atrás, que estava guardada num armário.

O Linux evolui muito rapidamente, e os principais distribuidores tendem a lançar versões novas a cada 3 ou 4 meses, ou pelo menos semestralmente. Como em geral você pode obter o software gratuitamente ou a custo baixíssimo, não faz sentido optar pela versão antiga - espere mais alguns dias, e instale a mais recente.

Outro erro a ser evitado é optar por uma mini-distribuição, "para ver como é esse tal Linux". De fato, existem mini-distribuições de boa qualidade, que podem ser instaladas na mesma partição que o Windows, e cujo download pode ser bem menor do que uma distribuição completa. Mas em geral o que você pode fazer com ela é limitado, e o suporte que você encontra na comunidade usuária é mais restrito, porque são raros os usuários experientes (portanto aptos a responder perguntas) que utilizam esse tipo de sistema.

Não vou indicar uma distribuição para você - todas têm vantagens e desvantagens. Cada caso é um caso, e eu opto entre elas de acordo com a necessidade do momento. Para saber as características de cada uma, você pode pesquisar nos artigos do BR-Linux, ou consultar os sites de cada uma delas. Segue uma lista parcial de distribuições de Linux para facilitar sua escolha:

Em geral, você pode encontrar grupos de usuários brasileiros de cada uma destas distribuições de Linux digitando no Google o nome dela, seguido pela palavra Brasil, como no exemplo: Ubuntu Brasil. Para saber mais detalhes sobre distribuições populares, visite o Distrowatch.

Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor distribuição de Linux - a melhor sempre será a que atender mais perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que você pretende fazer com o sistema, da sua capacidade e interesse de administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em relação a algumas questões políticas e filosóficas.

A maior parte das distribuições de Linux consegue disponibilizar o mesmo conjunto de serviços, embora às vezes de maneiras bem diferentes. Algumas já vêm com todos os aplicativos e serviços incluídos nos CDs de instalação, outras exigem downloads e instalações adicionais. Algumas se distinguem por uma ênfase em aspectos específicos do sistema, como a facilidade de configuração, a quantidade de aplicativos, a segurança, a personalização e vários outros.

No site LWN.net você pode encontrar uma lista atualizada e dividida em categorias das distribuições de Linux, das mais conhecidas às mais obscuras. Já no LinuxISO.org você encontra links para download de imagens de CD da maior parte delas. E já que são tantas as opções, como escolher uma? O primeiro passo é saber o que recomendam as pessoas a quem você pretende pedir ajuda na hora das dificuldades. Sejam os colegas, ou um grupo de usuários, ou até mesmo um website ou revista, tente descobrir o que eles usam - se a distribuição indicada satisfizer os seus requisitos, poder contar com o suporte deles pode ser interessante.

Em seguida, faça uma lista de perguntas sobre os diversos aspectos que podem ser do seu interesse na hora de selecionar uma distribuição. É claro que eles variam de acordo com seu objetivo: selecionar uma distribuição "para ver qual é a cara desse tal de Linux" no seu micro pessoal é bem diferente do que escolher onde rodar o banco de dados do CRM de uma empresa com 1000 funcionários. Algumas perguntas que você deve tentar responder com a ajuda dos websites das distribuições, das revistas especializadas, da comunidade Linux e (por que não?) com uma mãozinha do Google são:

  • Esta distribuição suporta todo o meu hardware?
  • Ela inclui os pacotes de software de que necessito?
  • O processo de instalação e configuração está de acordo com minhas aptidões?
  • Ela tem documentação e treinamento em um idioma que eu entendo?
  • O suporte prestado (gratuito ou pago) atende minhas necessidades?
  • Há uma comunidade de usuários da qual eu possa participar?
  • Ela lança atualizações de segurança quando necessário?
  • Ela continuará sendo atualizada?
  • Ela é livre? É grátis? O preço é aceitável?

Sob um conjunto de critérios objetivos, todas as distribuições podem competir em pé de igualdade, e você pode selecionar a que pontuar melhor nos critérios que fizerem mais sentido para a sua situação específica. Procure as informações, conte os pontos e faça sua escolha!

Download ou aquisição de uma distribuição de Linux

Embora provavelmente a forma mais fácil de obter o Linux seja através dos CDs distribuídos como brinde em diversas revistas nacionais (escolha sempre uma versão recente!), o jeito mais fácil de obter sua cópia sem desembolsar nada a mais é através do download de imagens ISO, que são arquivos (geralmente por volta de 650MB cada um) trazendo o conteúdo completo de um CD-ROM, prontos para serem gravados em um CD, permitindo assim que você obtenha cópias idênticas de um CD original. Verifique na ajuda do seu programa favorito de gravação de CDs como fazer para gravar a partir de uma imagem ISO - quase todos os programas populares dispõem deste recurso, e a operação em geral é simples.

Algumas distribuições (como o Knoppix e o brasileiro Kurumin) são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador - é uma boa forma de ter seu primeiro contato.

Como o Linux é um software livre, a maior parte dos produtores disponibiliza imagens ISO contendo exatamente o mesmo conteúdo dos CDs vendidos em lojas ou na Internet, e você pode fazer o que quiser com elas - até mesmo gravar em CDs para revendê-las (e se você quiser comprar CDs deste tipo, lojas virtuais brasileiras como a Tempo Real e a LinuxMall estão à disposição). Quando se trata de Linux, este tipo de cópia e revenda não é irregular nem anti-ético, pois é da essência do software livre.

Você pode procurar suas imagens ISO no site de sua distribuição preferida - às vezes será necessário fazer o download de mais do que uma imagem, e em outros casos o download da primeira imagem é obrigatório, e o das outras é opcional. Raras são as distribuições que não disponibilizam imagens ISO de instalação.

Se preferir, procure no site linuxiso.org, cuja especialidade é apontar links para imagens ISO dos CDs das distribuições de Linux do mundo todo.

Como se trata de um download grande (uma distribuição em 3 CDs corresponde a quase 2GB de dados), certifique-se de ter espaço suficiente no seu HD, e utilize um bom gerenciador de download.

Veja também o artigo Escolhendo, obtendo e gravando o Linux: como fazer o download ou comprar.

Live CDs: Linux sem instalação

Algumas distribuições são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador - uma boa forma de ter seu primeiro contato. É fácil encontrá-los encartados em revistas de informática nas bancas de jornal, mas você também pode fazer o download e gravar seu próprio CD. Depois, basta certificar-se de que seu micro aceita inicializar pelo drive de CD (a maior parte dos micros produzidos nos últimos 5 anos aceita, mas às vezes é necessário alterar uma opção na BIOS - se tiver dúvida, consulte aquele seu primo técnico!), inserir o CD no drive e ligar o computador.

Veja abaixo alguns exemplos de Live CDs. Há muitos outros, e não é difícil encontrá-los.

Se precisar de dicas sobre como fazer o download, leia o capítulo anterior.

Referências

Para citar esta página em seu trabalho acadêmico

Dados para referência bibliográfica:

CAMPOS, Augusto. O que é uma distribuição Linux. BR-Linux. Florianópolis, março de 2006. Disponível em <http://br-linux.org/faq-distribuicao>. Consultado em [data da sua consulta].

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

FAQ Linux - respostas das principais dúvidas

BR-Linux FAQ

BR-Linux FAQ: Lista de respostas às perguntas mais freqüentes

O FAQ do BR-Linux contém respostas às perguntas mais freqüentemente enviadas pelos leitores ao autor do site. Muitas das respostas incluem trechos obtidos na Wikipédia.

Índice de perguntas

  1. O que é FAQ?
  2. O que é Linux? e GNU/Linux?
  3. O que é o BR-Linux?
  4. O que são distribuições de Linux? E Live CDs?
  5. Como adquirir, fazer download ou gravar um CD do Linux? Como escolher uma distribuição? Como instalar o sistema em meu computador?
  6. O que são software livre, copyleft e código aberto?
  7. Você pode me ajudar com meu trabalho de aula sobre software livre, funcionamento do Linux, distribuições ou outros temas relacionados?
  8. Alguns links nas notícias ou mesmo nesta FAQ estão em Inglês, como posso traduzi-los?
  9. O artigo XXX é relevante, por que não foi traduzido?
  10. Como posso comprar ou financiar o Computador para Todos ou outro PC popular com Linux? Como posso vender estes produtos em minha loja?
  11. Como posso adquirir produtos, contratar serviços ou treinamento em Linux ou software livre na minha cidade?
  12. Como posso fazer funcionar meu modem, scanner, impressora, notebook ou outro equipamento? Onde encontro drivers para eles?
  13. Quem pode responder minha dúvida técnica sobre uso, configuração ou instalação do Linux ou outro software livre?
  14. Como funciona a moderação de comentários? Por que meu comentário aparece apenas como um link, e outros aparecem com o seu texto integral?
  15. Por que o comentário XX foi moderado tão injustamente?
  16. Por que o projeto noticiado usa a linguagem XX, e não a linguagem YY, que eu consideraria muito mais apropriada?
  17. O que é o BR-Linux? Quem o mantém?
  18. Como posso divulgar meu produto, serviço ou evento livre no BR-Linux? Como posso publicar um banner no site?
  19. Como posso divulgar meu artigo, tutorial ou opinião no BR-Linux?
  20. Enviei uma notícia pelo formulário apropriado. O que acontece agora?
  21. Por que não é feito um site, wiki ou fórum sobre o assunto XXX?
  22. O link publicado aponta apenas para downloads no formato X, por que não foi disponibilizado no formato Y?
  23. Por que a notícia X foi publicada no BR-Linux?
  24. Por que a notícia Y não foi publicada no BR-Linux?
  25. O (assunto|aplicativo|linguagem|distribuição) XX deveria ser coberto mais frequentemente pelo BR-Linux!
  26. Por que o BR-Linux não é disponibilizado em outro formato ou com outro layout?
  27. O BR-Linux fica muito estreito ou muito largo para o meu monitor, como posso resolver isto?
  28. O que é esta 'Submissão de comentário em notícia antiga'?
  29. Por que alguns usuários têm sua foto exibida junto aos seus comentários, e como posso ter uma também?
  30. Como posso alterar minha senha ou modificar outras opções de minha conta de usuário no BR-Linux?
  31. Eu preferia o fórum antigo. Que posso fazer?
  32. O BR-Linux não aparece corretamente em meu navegador. Que posso fazer?
  33. Como fazer para não ver os banners e anúncios publicados no BR-Linux?
  34. Como posso assinar ou me desinscrever na newsletter por e-mail do BR-Linux?
  35. Que posso fazer se não gostei de alguma das ilustrações ou imagens associadas aos textos do BR-Linux?
  36. Como posso ler comentários codificados após serem identificados como troll na moderação pública?

Respostas

 

O que é FAQ?

FAQ é uma sigla em inglês correspondente a Frequently Asked Questions, ou "Questões Frequentemente Formuladas". Trata-se basicamente de um conjunto de perguntas comuns sobre um determinado assunto, acompanhadas das respectivas respostas ou indicações de onde procurá-las, e serve como uma tentativa de facilitar a vida dos usuários novos, que podem encontrar suas respostas antes mesmo de fazer a pergunta, bem como poupar a paciência dos usuários experientes que já cansaram de responder às mesmas perguntas de sempre.

 

O que é Linux? e GNU/Linux?

A resposta a esta questão cresceu e acabou ganhando seu próprio artigo. Leia em O que é Linux.

 

O que é o BR-Linux?

O BR-Linux é um website independente que focaliza a comunidade Linux brasileira, trazendo notícias sobre temas que a interessam e permitindo a livre discussão entre seus participantes. Com mais de 90.000 visualizações de páginas por dia, mais de 1 milhão de visitantes únicos por mês e uma média de 20 novas notícias publicadas todos os dias, trata-se de uma comunidade vibrante e permanentemente em atividade. Saiba mais sobre o BR-Linux.

 

O que são distribuições de Linux? E Live CDs?

A resposta a esta questão cresceu e acabou ganhando seu próprio artigo. Leia em O que são distribuições de Linux.

 

Como adquirir, fazer download ou gravar um CD do Linux? Como escolher uma distribuição? Como instalar o sistema em meu computador?

As respostas a estas questões estão contidas em um artigo específico: Escolhendo, obtendo e gravando o Linux: como fazer o download ou comprar.

 

O que são software livre, copyleft e código aberto?

A resposta a esta questão cresceu e acabou ganhando seu próprio artigo. Leia em O que são software livre, código aberto e copyleft.

 

Você pode me ajudar com meu trabalho de aula sobre software livre, funcionamento do Linux, distribuições ou outros temas relacionados?

É muito grande o número de estudantes que enviam questões de seus trabalhos escolares, procurando um atalho para as respostas. No caso dos alunos de curso superior, em geral as respostas (sobre gerenciamento de memória, modelo de segurança, gerenciamento de tarefas, etc.) podem ser encontradas nos guias publicados pelo projeto de documentação de Linux (ou nos demais documentos do LDP).

Perguntas sobre características de distribuições podem ser respondidas seguindo os links da DistroWatch ou o artigo "Qual a melhor distribuição?". Para saber tudo sobre aplicativos, procure seus dados no Freshmeat. E para encontrar comunidades brasileiras relacionadas à distribuição ou aplicativo que você procura, digite o nome dele, seguido da palavra BRASIL, no Google. Exemplos: Ubuntu Brasil, OpenOffice.org Brasil, Asterisk Brasil ou Slackware Brasil.

E para responder a clássica “O que é o Linux”, sugiro basear-se no artigo em português da Wikipédia, ou mesmo nesta FAQ que você está lendo. Leia também os artigos "O que é Linux?" e "O que é software livre?", que incluem até mesmo as referências bibliográficas para você citar.

E diga ao seu professor que o BR-Linux sugere que ele seja mais criativo nas perguntas ;-)

 

Alguns links nas notícias ou mesmo nesta FAQ estão em Inglês, como posso traduzi-los?

Conhecer os idiomas mais usados nas publicações e documentos de uma área do conhecimento que você esteja estudando pode ser uma boa forma de investir seu tempo e recursos. Enquanto você não o fizer, pode recorrer a serviços gratuitos de tradução online como o Systran ou o tradutor do Google.

 

O artigo XXX é relevante, por que não foi traduzido?

De modo geral, estamos todos de acordo com relação a este ponto. Que tal organizar um grupo de pessoas com domínio dos idiomas envolvidos, e suprir esta demanda? Outra possibilidade interessante ao alcance até mesmo de quem não conhece outros idiomas é organizar (e divulgar) uma lista de documentos cuja tradução interessaria à comunidade, para que eventuais voluntários ficassem sabendo da demanda. Conte conosco para ajudar a divulgar sua iniciativa! Se você acha que alguém mais deveria se encarregar desta tarefa, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.

 

Como posso comprar ou financiar o Computador para Todos ou outro PC popular com Linux? Como posso vender estes produtos em minha loja?

Informações sobre aquisição e financiamento de micros populares (PC Conectado, Computador para Todos) podem ser obtidas nos links do artigo sobre o Computador para Todos, que é um projeto do governo federal.

 

Como posso adquirir produtos, contratar serviços ou treinamento em Linux ou software livre na minha cidade?

O BR-Linux.org é um site de notícias sobre Linux e Software Livre, e não representa, comercializa ou intermedia os produtos e serviços mencionados em suas notícias.

Entretanto, é bastante comum recebermos mensagens de usuários interessados em produtos ou serviços mencionados em nossas notícias (incluindo cursos, eventos, equipamentos, drivers, acesso de banda larga e muitos outros). Se foi o seu caso, sugerimos que você retorne à notícia ou artigo sobre o tema que lhe interessou, e siga os links mencionados na mesma - eles devem levá-lo ao fornecedor do produto ou serviço. Ou use nosso sistema de busca para pesquisar no histórico de artigos.

 

Como posso fazer funcionar meu modem, scanner, impressora, notebook ou outro equipamento? Onde encontro drivers para eles?

Se você está em busca de drivers para dispositivos em Linux, use a busca no topo desta página para verificar se algum artigo sobre o seu equipamento já foi publicado no BR-Linux anteriormente.

Em caso negativo, o BR-Linux indica buscar ajuda junto aos voluntários do projeto Suporte Livre, cuja proposta é justamente oferecer ajuda sobre a instalação, configuração e uso do Linux.

Para facilitar sua busca, caso você prefira a auto-ajuda: informações sobre modems costumam ser encontradas no site linmodems.org, sobre scanners em sane-project.org e sobre impressoras em linuxprinting.org.

 

Quem pode responder minha dúvida técnica sobre uso, configuração ou instalação do Linux ou outro software livre?

Minha prieira sugestão seria que você tentasse usar o sistema de pesquisa do próprio BR-Linux. Se isto não lhe atender, experimente consultar os voluntários do Suporte Livre - o objetivo deles é justamente responder dúvidas de usuários de software livre!

 

Como funciona a moderação de comentários? Por que meu comentário aparece apenas como um link, e outros aparecem com o seu texto integral?

O BR-Linux registra em média 10.000 comentários dos leitores a cada 4 meses, e em meio a muito material interessante, há também uma parcela de ruído. Mas separar o que é ruído e o que é comunicação é um processo complicado, subjetivo e dependente de muitas variáveis. Há algum tempo os sites que permitem discussão tendem a recorrer a sistemas em que os próprios leitores classificam, geralmente via voto individual e secreto, cada comentário, e a classificação dada pelo conjunto dos leitores é o principal fator para determinar o tratamento que cada comentário recebe.

No BR-Linux, o voto de moderação é permitido a todos os usuários cadastrados, e a diferença de tratamento dada às mensagens é bastante simples: comentários que ultrapassam um determinado limite de votos negativos são movidos das páginas principais de discussão e substituídos por links contendo apenas seu título e autor, permitindo que eventuais interessados cliquem para ler sua íntegra. Nenhum comentário é removido por intermédio da moderação, embora muitos tenham a sua visibilidade diminuída por força do voto da maioria dos que se manifestarem. Quando você discordar da moderação dada a algum comentário, não deixe de acessar o comentário em questão e moderá-lo em sentido contrário.

A moderação é um recurso configurável pelo usuário. A opção default exibe os comentários de usuários não identificados (por login pessoal) no sistema como se fossem moderados negativamente. Veja o Guia Rápido da Moderação para maiores detalhes, para saber como alterar a configuração e como moderar.

 

Por que o comentário XX foi moderado tão injustamente?

O sistema de moderação comunitária de comentários adotado no BR-Linux é franqueado a todos os usuários registrados, e seu funcionamento é baseado em um critério bastante simples. A base da decisão é: se o total dos pontos de votos negativos supera o de votos positivos por uma margem pré-definida, o comentário é removido da página principal e substituído por um link através do qual os interessados poderão lê-lo. Caso contrário, a íntegra do texto é exibida diretamente na página principal da discussão.

Se você discorda do resultado atual da moderação de um comentário, acrescente a ele seu voto em sentido contrário! Se um número suficiente de pessoas tiver a mesma opinião que você e tomar a mesma atitude, o resultado mudará.

Como em qualquer sistema baseado em votos, na moderação comunitária as decisões são tomadas por aqueles que comparecem para votar. E se você desejar não ser influenciado pela moderação alheia, basta selecionar a opção "Todos os comentários" na seção "Visualização de comentários" de qualquer página de discussão.

 

Por que o projeto noticiado usa a linguagem XX, e não a linguagem YY, que eu consideraria muito mais apropriada?

A escolha da linguagem em que é desenvolvido um projeto de software livre varia de acordo com muitos fatores, incluindo a disponibilidade de desenvolvedores, aspectos temporais, conhecimento das ferramentas, compatibilidade com os recursos disponíveis ao desenvolvedor original, compatibilidade com os objetivos do desenvolvedor original e outros.

Se você acredita que a linguagem YY é mais apropriada, ou é requisito para o seu uso deste projeto, que tal entrar em contato com o desenvolvedor original e propor a alteração? E se está mencionando apenas pelo aspecto do interesse (possivelmente até acadêmico) de comparar as ferramentas de desenvolvimento, que tal publicar um artigo a respeito contendo suas opiniões e conclusões, sem se limitar à afirmação ou questionamento? Não esqueça de nos enviar o link! E se preferir organizar um grupo de voluntários para cuidar da tarefa, conte conosco para ajudar a divulgar a página do grupo!

 

O que é o BR-Linux? Quem o mantém?

O BR-Linux é um website que focaliza a comunidade Linux brasileira, trazendo notícias sobre temas que a interessam e permitindo a livre discussão entre seus participantes. Com mais de 60.000 visualizações de páginas por dia e uma média de 10 novas notícias todos os dias, trata-se de uma comunidade vibrante e permanentemente em atividade.

Criado em 1996, o BR-Linux é um dos mais antigos websites sobre Linux em atividade no Brasil. Embora no passado tenha se envolvido com ênfase na publicação de documentação e tutoriais, a proliferação de outras iniciativas nacionais neste sentido permitiu que a partir de 2004 o foco passasse a se concentrar nas notícias sobre Linux, software livre e código aberto em geral.

Administrado e mantido como um hobby por uma equipe pequena e coesa, o BR-Linux recebe a contribuição de diversos indivíduos, algumas empresas e da comunidade como um todo, de diversas formas - incluindo a constante criação de conteúdo, que é enviado por qualquer interessado e publicado sempre sob licenças de livre redistribuição. Uma empresa merece menção especial: há 3 anos o website é hospedado em servidores fornecidos de forma totalmente gratuita pela Linux Security, possibilitando que o autor possa se concentrar na criação de conteúdo, sem dividir seu tempo com a administração de servidores e a obtenção de recursos.

O fato de ser trabalho voluntário permite ao BR-Linux continuar subsistindo com um veículo com personalidade própria, mantido com características de blog pessoal, e assumindo o direito de expressar opinião. O que não o impede de recomendar na barra lateral da capa: "Visite sempre múltiplos sites para formar sua opinião, pois os pontos de vista e os focos de cobertura podem variar bastante" - e incluir abaixo desta frase os links para diversos outros sites da comunidade Linux brasileira.

O BR-Linux foi criado e é mantido por Augusto César Campos, que dedica diariamente uma parcela do seu tempo livre a fazer a sua parte para manter informada a comunidade Linux brasileira.

Saiba mais sobre o BR-Linux.

 

Como posso divulgar meu produto, serviço ou evento livre no BR-Linux? Como posso publicar um banner no site?

Para enviar press releases ou notas informativas sobre seus produtos, serviços ou eventos, use o formulário de indicação de notícia. Se o seu interesse é anunciar através da exibição de banners no site, visite o Guia do anunciante.

 

Como posso divulgar meu artigo, tutorial ou opinião no BR-Linux?

Após tê-lo disponibilizado na web, use nosso formulário de indicação de notícia para enviar uma breve descrição, um trecho relevante e o link, e teremos prazer em analisar e contribuir para a divulgação de seu trabalho.

Se você não dispuser de um website próprio para fazer a publicação, algumas alternativas gratuitas são o Yahoo Geocities, o Google Blogger e o HPG. Outra possibilidade interessante é publicar inicialmente no VivaOLinux, cujo foco é publicar tutoriais e artigos dos seus leitores.

 

Enviei uma notícia pelo formulário apropriado. O que acontece agora?

Boa parte do material publicado pelo site é indicado pelos próprios leitores, portanto tenha a certeza de que sua submissão será analisada com atenção, e seu nome e e-mail (ofuscado automaticamente para dificultar a coleta por robôs de spam) serão mencionados caso ela venha a ser aproveitada.

Cerca de 70% das notícias indicadas pelos leitores chegam a ser publicadas até 72h depois de enviadas. De modo geral, não é enviada nenhuma resposta de confirmação ou rejeição por e-mail ao autor. Em determinados casos, o BR-Linux entra em contato por e-mail antes da publicação para buscar esclarecimento ou confirmação de algum detalhe.

A maior parte das mensagens que não são publicadas relacionam-se a notícias já cobertas anteriormente pelo BR-Linux, ou com nível de detalhamento insuficiente, sem relação clara e direta com o software livre, ou ainda à ocorrência de envio por mais de um leitor na mesma data (caso em que procuro selecionar a submissão mais completa, ou a que veio antes). O próprio formulário de envio de notícias tem dicas e informações que podem aumentar a chance de sua indicação ser aceita.

Caso você perceba que cometeu um erro no envio da notícia, basta enviá-la novamente, na íntegra, com o erro corrigido.

 

Por que não é feito um site, wiki ou fórum sobre o assunto XXX?

Felizmente já chegamos a um ponto em que é fácil encontrar onde hospedar este tipo de recurso sem grande custo ou esforço, migrando para servidores com mais recursos apenas mais tarde, quando a demanda exigir. Depois de criá-los, não deixe de nos enviar o link para divulgação! Se você acha que alguém mais deveria organizar este recurso, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos lhe ajudar a entrar em contato.

 

O link publicado aponta apenas para downloads no formato X, por que não foi disponibilizado no formato Y?

Felizmente já chegamos a um ponto em que é fácil encontrar onde hospedar arquivos de conteúdo livre sem grande custo ou esforço, migrando para servidores com mais recursos apenas mais tarde, quando a demanda exigir. Depois de converter este conteúdo livre para o seu formato preferido (ou organizar um grupo para isto – conte com nossa ajuda para divulgar a busca por voluntários) e disponibilizar, não deixe de nos enviar o link para divulgação! Se você acha que alguém mais deveria disponibilizar este recurso, que tal entrar em contato com este alguém e lhe sugerir isto, demonstrando por que a tarefa deve caber a ele? Talvez possamos ajudar a encontrar o endereço.

 

Por que a notícia X foi publicada no BR-Linux?

O BR-Linux é um website administrado por uma única pessoa e sem dúvida é influenciado pelas opiniões do seu editor, portanto sempre leve isto em conta e leia as notícias em outras fontes também antes de formar sua opinião.

Dito isto, afirmo que procuro sempre apresentar uma cobertura equilibrada a partir das informações disponíveis na imprensa em geral, na Internet e de outras fontes, incluindo contribuições enviadas pela própria comunidade.

Eventualmente estas notícias incluem aspectos negativos ou críticas sobre a comunidade ou parte dela, como é natural. Outras vezes, o nexo com o Linux é apenas indireto, por se tratar de alguma atitude digna de nota (ou de análise) de outros participantes do mesmo mercado onde o Linux atua. Da mesma forma, determinados assuntos certamente são considerados irrelevantes por parte da comunidade, ao mesmo tempo em que outras parcelas os apreciam.

Se você acredita que a notícia em questão não é verdadeira, contém erro que justifique sua exclusão (e não apenas correção) ou viola direitos seus ou de outra pessoa, não deixe de entrar em contato (via o formulário no alto da página) expondo as razões ou propondo um novo texto, e analisarei sua posição. Se você acredita que a notícia está incompleta, exponha seu complemento nos comentários! Se você discorda de opiniões expressas na notícia ou acredita que ela não tem relevância ou interesse para a comunidade associada ao software livre, sinta-se à vontade para manifestar sua opinião nos comentários também.

 

Por que a notícia Y não foi publicada no BR-Linux?

O BR-Linux é um website mantido por uma única pessoa e sem dúvida é influenciado pelas opiniões do seu autor, portanto sempre leve isto em conta e leia as notícias em outras fontes também antes de formar sua opinião. Quando um leitor indica uma notícia pelo formulário específico e o nexo desta notícia com os interesses da comunidade associada ao Software Livre no Brasil é direto e claro, raramente deixo de publicar. Entretanto, quando não consigo estabelecer este nexo, ou acredito que o mesmo é indireto demais (por exemplo, quando é uma notícia anunciando ou criticando iniciativas de alguma empresa menos amistosa com a comunidade livre), ou ainda quando o tema não desperta meu interesse, eventualmente deixo de publicar.

A não publicação também pode ocorrer quando há muitos temas a cobrir e o espaço na capa se esgota, ou por acúmulo de atividades do seu editor, que passa a ter de priorizar as notícias que mais atraem sua atenção. Frequentemente as notícias deixam de ser publicadas também por já terem sido divulgadas anteriormente.

A seleção de notícias para publicação não constitui censura, tratando-se de uma prática comum e necessária em qualquer publicação editada, principalmente quando aceita contribuições de texto dos leitores. Sugerimos e incentivamos que você envie suas sugestões de notícias também para outros sites da comunidade, de forma a torná-las visíveis a todas as vertentes. Se você indicou uma notícia importante e ela deixou de ser publicada no BR-Linux ao final do segundo dia útil seguinte, entre em contato (via o formulário no alto da página) se quiser verificar a razão e debatê-la!

 

O (assunto|aplicativo|linguagem|distribuição) XX deveria ser coberto mais frequentemente pelo BR-Linux!

Sugiro que você indique notícias (via o formulário no alto da página) sobre este tema com mais freqüência! Tento acompanhar várias fontes de notícias e trago para o BR-Linux a cobertura sobre os assuntos que atraem meu interesse, mas se você enviar sugestões de notícias bem redigidas sobre os assuntos de seu interesse que não chegarem ao meu conhecimento ou não me motivarem a publicar diretamente, a chance de vir o tema publicado aumenta muito! Temos até um guia de redação de notícias caso você queira ajuda sobre como escrever.

 

Por que o BR-Linux não é disponibilizado em outro formato ou com outro layout?

Como o BR-Linux é mantido por uma pessoa só e gera um grande volume de atividades, tendo a manter o foco no conteúdo, e menos no desenvolvimento de recursos adicionais. Entretanto, se você quiser sugerir alguma forma de disponibilização em especial (como WAP, arquivos para PDA, resumos RSS em outros formatos, etc.), entre em contato para que possamos conversar a respeito.

Como todo o conteúdo do site está disponível sob a licença GNU FDL, se a sua idéia puder ser implementada nos termos desta licença, não tenha medo de implementá-la e me informar o link para que eu possa divulgar. Mas se a implementação incluir algum tipo de parser ou outro recurso que exija acesso automatizado periódico ao site, por favor faça que os intervalos não sejam menores do que 60 minutos entre cada conexão.

Da mesma forma, se você desejaria ver o BR-Linux com outro visual, entre em contato para que eu possa disponibilizar a versão corrente do template (xtemplate) e arquivos CSS para você implementar sua idéia. Se ficar legal, posso vir a ativá-la!

 

O BR-Linux fica muito estreito ou muito largo para o meu monitor, como posso resolver isto?

Atualmente o tema padrão do BR-Linux é dimensionado para monitores de 1024 pixels de largura, o que é suficiente para 84% dos usuários, segundo as estatísticas de acesso. Mas se você tem um monitor menor ou prefere usar uma resolução mais baixa, é fácil alterar a configuração do site para se adaptar a isto. Da mesma forma, usuários de resoluções mais altas também não foram deixados de lado.

Para alterar o tema padrão da sua conta, faça login no site e acesse a sua página de configurações pessoais. Ao chegar lá, clique na aba editar, e você terá acesso a uma série de opções de configuração individual - incluindo a seleção de temas. Recomendo que você escolha entre os temas columns800, columns1024 e columns1200, dependendo da largura de seu monitor. O tema Apanagio, que foi o default do BR-Linux por um bom tempo, também pode ser uma boa opção.

Após selecionar seu tema, clique no botão Enviar, aguarde a confirmação do sistema e recarregue a página inicial.

 

O que é esta 'Submissão de comentário em notícia antiga'?

Se você recebeu uma mensagem de erro como esta, o sistema considerou que você estava tentando inserir um comentário em uma notícia muito antiga, já arquivada. Se não era o caso, basta seguir as instruções da própria mensagem para que possamos tentar identificar o que houve de errado.

 

Por que alguns usuários têm sua foto exibida junto aos seus comentários, e como posso ter uma também?

Desde abril de 2006 o BR-Linux suporta os ícones de usuários providos pelo site Gravatar.com. GRAvatar, ou Globally Recognizable Avatar, é um site que permite o cadastramento de avatares, ou ícones pessoais, associando-os a um endereço de e-mail de forma que este ícone possa ser exibido nos comentários e publicações dos usuários em todos os blogs compatíveis com o sistema.

Como o BR-Linux é compatível com o Gravatar desde 2006, os ícones dos usuários cadastrados no BR-Linux usando um e-mail pra o qual já tenham criado um gravatar são exibidos junto aos seus comentários.

Cadastrar um ícone no gravatar é muito simples: basta entrar na página de adesão do Gravatar.com, registrar seu e-mail (para funcionar aqui, tem que ser o mesmo usado na sua conta no BR-Linux), clicar na URL que vai ser enviada para o seu e-mail e fazer o upload de uma foto em formato 80x80. Depois de alguns minutos (ou eventualmente algumas horas), ela passará a ser exibida em todos os seus comentários (inclusive os antigos) registrados no BR-Linux e outros sites compatíveis.

 

Como posso alterar minha senha ou modificar outras opções de minha conta de usuário no BR-Linux?

Todas as opções da sua conta de usuário, se você estiver logado, podem ser acessadas clicando em Site Admin e em Profile, ou indo diretamente ao seu profile. Se você perdeu sua senha, basta usar o recurso de envio automático para o seu e-mail cadastrado.

 

Eu preferia o fórum antigo. Que posso fazer?

Eu também era um grande fã da simplicidade do modelo de fórum adotado até abril de 2006. Mas ele tinha a grande desvantagem de ter contas de usuário separadas, sem integração nenhuma com a área de notícias. Se você acha que o novo modelo torna inviável o seu acesso, tenho certeza de que há vários outros fóruns nacionais sobre Linux que ainda adotam o modelo simplificado. Mas experimente usar o novo modelo com separação por assunto, eu tenho gostado dos resultados.

 

O BR-Linux não aparece corretamente em meu navegador

O BR-Linux é testado usando versões recentes do Firefox, Konqueror e lynx, sempre em resolução de 1024x768 e superiores (adotadas por 84% dos usuários do site - dados de abril de 2005). Sabe-se que o tema padrão do BR-Linux apresenta problemas de renderização em resoluções inferiores, e neste caso é recomendado adotar outro dos temas disponíveis na configuração da sua conta (veja respostas acima para saber mais detalhes sobre como acessar as opções). Se você acredita que há um bug que deva ser corrigido, envie os detalhes por intermédio do formulário de contato, com link no alto desta página.

 

Como fazer para não ver os banners e anúncios publicados no BR-Linux?

Os banners são fundamentais para que o BR-Linux gere alguma receita, e de modo geral têm sido suficientes para o site não me dar prejuízo financeiro (embora nos meses em que o fluxo de caixa é negativo eu continue mantendo o site com a mesma motivação). Procuro não colocar anúncios nas áreas do site normalmente dedicadas a notícias, e nunca publico anúncios comerciais "disfarçados" de notícias - se você vê uma notícia indicando um produto ou serviço, pode ter certeza de que nenhum pagamento foi efetuado por ela.

Frequentemente publico também banners não-comerciais, de projetos ou serviços que acredito terem valor para a comunidade. Acho que é minha forma de retribuir a atenção que os leitores dão a esta propaganda.

Naturalmente, os anúncios e banners são inseridos em áreas de grande apelo visual. Minha intenção é que você os veja, e não faz sentido escondê-los. Mas se você quiser deixar de vê-los, pode procurar por programas como o Privoxy ou o Adblock Plus (este último é uma extensão do Firefox), e configurá-los para não exibir os anúncios do BR-Linux.

 

Como posso assinar ou me desinscrever na newsletter por e-mail do BR-Linux?

Basta seguir as dicas da página da newsletter do BR-Linux.

 

Que posso fazer se não gostei de alguma das ilustrações ou imagens associadas aos textos do BR-Linux?

Se elas ofendem algum direito seu, não deixe de entrar em contato na forma recomendada nos termos de uso do site. Se não for o caso, mas mesmo assim você prefere não vê-las, uma possibilidade é bloquear o carregamento das imagens vindas de http://trilux.org/img/ - a maioria (mas não todas) das imagens do BR-Linux é carregada deste diretório. Se você preferir, use a extensão My Image Here, do Firefox, para substituir a imagem que você não gostou por outra que seja do seu agrado.

 

Como posso ler comentários codificados após serem identificados como troll na moderação pública?

Caso você tenha interesse em ler algum comentário classificado como troll ou flame pela moderação coletiva do BR-Linux, exibido de forma codificada no BR-Linux, basta reverter sua codificação. O BR-Linux usa apenas codificações padronizadas e bem conhecidas, para as quais em geral há até mesmo utilitários e sites web especializados em sua reversão. A referência aos métodos utilizados em cada comentário é exibida no topo dos mesmos, e em geral aponta para uma RFC (que você pode consultar), ou para o nome de uma codificação conhecida, como uudecode ou rot13.

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Como anunciar no BR-Linux

Anunciar no BR-Linux é um procedimento simples, com preço fixo mensal pago via depósito em conta corrente, e renovável automaticamente enquanto você desejar, conforme condições detalhadas abaixo.

O BR-Linux comercializa publicidade em 3 formatos de banner, exemplificados abaixo:


Full banner 468x60


Quadrado 168x168


Retângulo 168x80

Localização dos banners

Os formatos retângulo 168x80 e quadrado 168x168 são exibidos na barra lateral direita do site, na área amarela (corpo da coluna) do mapa abaixo. Para o formato quadrado 168x168, há também a possibilidade de exibi-lo em destaque, na área verde do mapa (topo da coluna). O formato full banner é exibido no topo do site, na área vermelha do mapa abaixo.

 

Preços

A tabela simplificada abaixo apresenta as opções mais procuradas pelos anunciantes do BR-Linux, em pacotes fáceis de selecionar, com preço fixo por mês.

Opção Local no mapa Impressões mensais Preço mensal
a. Full banner Área vermelha 100.000 R$ 860,00
b. Full banner em dobro Área vermelha 200.000 R$ 1.440,00
c. Quadrado em destaque Área verde 40.000 R$ 490,00
d. Quadrado normal Área amarela 40.000 R$ 320,00
e. Quadrado normal em dobro Área amarela 80.000 R$ 440,00
g. Retângulo normal Área amarela 60.000 R$ 270,00
h. Retângulo normal em dobro Área amarela 120.000 R$ 370,00

Embora os resultados variem de acordo com o interesse despertado pela forma como cada campanha apresenta seus produtos e serviços, relatos de anunciantes recentes nas áreas do ensino tecnológico, softwares de gerenciamento de rede, serviços de comunicação e eventos voltados ao público técnico indicam que nos primeiros 3 meses de campanha o melhor custo/benefício é alcançado pelo Quadrado em Destaque (opção c na tabela) e pelo Full banner (opções a e b na tabela), permitindo a posterior migração para os formatos de quadrado normal e retângulo normal mantendo a proporcionalidade dos resultados.

Detalhes e condições

  • Os preços da tabela acima são líquidos e mensais, para depósito em conta corrente no Banco do Brasil em data fixa a combinar (podendo ser até 15 dias após o início da campanha), enquanto durar a exibição do anúncio.
  • Em caso de insatisfação, o anúncio pode ser cancelado ao longo de sua primeira semana de exibição, sem qualquer cobrança.
  • O BR-Linux se reserva o direito de analisar a compatibilidade entre o produto anunciado e sua linha editorial. Todas as ofertas dependem de disponibilidade de espaço para veiculação.
  • O leitor médio do BR-Linux tem entre 19 e 35 anos, cursa ou já completou o ensino superior, trabalha na área de informática, tem banda larga e mais do que um computador em casa.
  • O BR-Linux não comercializa publicidade redacional, mas recebe com o maior prazer seus comunicados e releases de produtos, serviços, projetos e eventos relacionados ao software livre. Caso o tema seja considerado pertinente, procuramos publicar os comunicados na íntegra (seguir as dicas anexas ao formulário de envio aumenta as chances de publicação). A análise não leva em conta o fato de o anunciante ser ou não cliente de publicidade no BR-Linux. Para enviar seu comunicado, use o formulário de indicação de notícias.
  • O BR-Linux recomenda que o anunciante produza um banner gráfico de boa qualidade, e prefere recebê-los em formato JPG ou PNG (mas também aceita em formato GIF e SWF, sem áudio, e sujeito a análise). Nenhum banner pode exceder os 40KB.
  • Em todos os seus anúncios comercializados, o BR-Linux adere às diretrizes de qualidade de links propostas pelo Google.
  • Anúncios de projetos e eventos de interesse comunitário, total ou parcialmente sem fins lucrativos ou que ofereçam condições especiais para pessoas da comunidade podem receber descontos especiais, a combinar.
  • O BR-Linux publica, a seu critério, banners comunitários (de grupos, projetos e eventos de interesse relevante) gratuitamente. Além de financiar a operação do BR-Linux (inclusive viagens, aquisição de literatura e outras despesas operacionais), parte da receita de anúncios reverte em promoções para a comunidade usuária.

Dúvidas e como entrar em contato

Os preços e condições dos anúncios no BR-Linux consideram a prática de negociações e interações simplificadas, por e-mail e sem maiores formalizações, como dezenas de anunciantes já comprovaram nestes 15 anos de atividade do site - vale o que está escrito, e qualquer parte pode renunciar ao acordo no momento em que desejar, bastando notificar a outra parte por e-mail, e quitando as pendências existentes até então.

Para tirar dúvidas ou dar início à sua solicitação, basta usar o formulário de contato, cuja resposta será encaminhada por e-mail.

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Termos de uso do site BR-Linux.org

Este documento contém os Termos de Uso do site BR-Linux.org, cuja aceitação plena e integral é requisito para todos os seus participantes. Ele inclui, além dos termos gerais, os termos de limitação de responsabilidade, a política de privacidade e confidencialidade, a licença de livre uso do conteúdo, e as informações sobre como reportar violações.

Seu uso do BR-Linux indica a o reconhecimento da aceitação plena dos termos a seguir. Para saber mais detalhes sobre a administração, objetivos e outras informações, leia a página "Sobre o BR-Linux".

Termos de Uso do BR-Linux

O Fórum, as áreas de comentários e todos os recursos do BR-Linux que permitem a exibição de conteúdo de autoria de seus usuários são espaços reservados para que os leitores troquem informações e opiniões, e aproveitem para tirar suas dúvidas.

Todos os participantes são informados destes termos de uso por meio de apontadores publicados em todas as páginas do site, e sua participação no BR-Linux é o reconhecimento da aceitação dos mesmos. Não é aceita participação de usuários que não aceitem estes Termos de Uso.

O usuário reconhece que todas as contribuições são bem-vindas, desde que respeitados os princípios da netiqueta e as demais condições descritas nestes termos de uso.

Ao visitar, ler, postar sua mensagem ou de outra forma interagir com os recursos disponibilizados pelo BR-Linux, você está aceitando todas as condições mencionadas nestes Termos de Uso, com destaque para as seguintes condições gerais:

1) Reconhecer que não há presunção de anonimato, e que o conteúdo postado é de sua inteira responsabilidade, não podendo os autores e mantenedores do site serem implicados em quaisquer fatos decorrentes da postagem.

2) Reconhecer que as mensagens devem obedecer ao escopo e ao objetivo do fórum e das áreas de discussão, manter-se dentro do assunto da notícia em que estão inseridas, acatar as definições adotadas pelo BR-Linux (1, 2) e de maneira alguma induzir outros usuários a atitudes tecnicamente incorretas, nem conter ofensas, vocabulário ofensivo, ou desrespeito a terceiros - incluindo calúnias, injúrias e difamações.

3) Reconhecer que a permanência de mensagens no site deve ser encarada como um privilégio, e não um direito, e que em consequência disso os operadores do site tomarão as providências necessárias para garantir as condições destes Termos de Uso, sempre que solicitado por alguma parte ofendida, ou que seja verificada a ocorrência de violação, a critério da administração do site.

4) Reconhecer que seu conteúdo será considerado como tendo a mesma licença livre que o restante da página em que foi emitido ou exibido. Se você desejar adotar uma licença livre diferente, mencione explicitamente no corpo de sua mensagem.

5) Reconhecer que o conteúdo deve estar de acordo com a legislação em vigor, sem material que possa ser considerado ilegal ou que incite ou favoreça práticas em desacordo com a legislação. E que toda informação registrada usando os recursos do site é considerada como pública, sem nenhum tipo de confidencialidade.

6) Para se identificar como autor, poderá o criador do conteúdo enviado ao BR-Linux usar de seu nome civil, completo ou abreviado até por suas iniciais, de pseudônimo ou qualquer outro sinal convencional. (Lei 9.610/1999, Art. 12). Não são permitidos conteúdos de autor não identificado. Embora não seja possível tecnicamente garantir que os pseudônimos e endereços de e-mail fornecidos sejam sempre corretos e identificáveis, a administração do site solicita seu correto preenchimento em todas as ocasiões, e identifica o autor através do registro (e possível exibição) do endereço de origem e do horário de cada comentário. Comentários de usuários que não tenham registrado uma conta de acesso identificado no BR-Linux poderão ser exibidos de maneira diferenciada. Comentários que receberem moderação negativa poderão ser exibidos de maneira diferenciada.

7) A remoção ou edição de comentários por iniciativa de seu próprio autor é facultada de acordo com as opções disponíveis na ferramenta de gestão de conteúdo, se houver. Outros casos de edição ou alteração podem ser solicitados pelo autor do conteúdo a editar, de forma fundamentada, via formulário de contato. O atendimento, nestes casos, estará sujeito a análise sob aspectos técnicos e da manutenção da qualidade das discussões.

8) Sempre que possível, o spam ou abuso em comentários será ativamente prevenido através do bloqueio de palavras e expressões, ou removido posteriormente de forma manual ou automatizada.

9) Os termos e definições do sistema de moderação público do BR-Linux complementam estes Termos de Uso e devem ser acatados integralmente por todo participante do site. Tentativas de abuso do sistema de moderação, ou de abuso sistemático e repetitivo destes termos de uso, incluindo a reinclusão de material que já tenha sido previamente moderado ou de referências ou a inclusão ou referência a instruções sobre como ter acesso a ele de outra forma, também serão prevenidas ou corrigidas por intermédio dos recursos técnicos que estiverem disponíveis, sempre que possível. O protesto contra a moderação pode ser encaminhado pelo formulário de contato, mas será considerado off-topic nas áreas de discussão.

10) Logins e identificações de usuário considerados inadequados pela administração do BR-Linux (incluindo casos de mais de um login para o mesmo usuário, ofensas, identificações que possam levar os demais usuários a acreditar que você fala em nome de outra pessoa ou organização) podem ser desativados, removidos, ter seus privilégios de acesso reduzidos ou ter seu conteúdo tornado inacessível sem aviso. O login registrado no BR-Linux, ou a disponibilização de conteúdo no mesmo, não geram nenhum direito de suporte, não cabendo qualquer tipo de reparação, compensação ou outra obrigação do BR-Linux em caso de cancelamento, suspensão, perda, indisponibilidade ou outra situação adversa que afete o acesso, os dados ou o conteúdo do usuário. Para solicitar providências com relação a identificações homônimas ou similares, encaminhe os detalhes sobre o caso ocorrido por meio do formulário de contato do site. A resposta solicitando a comprovação de identidade civil para motivar as providências será encaminhada ao endereço de e-mail usado como identificação nos comentários em questão.

Siga também as seguintes orientações:

a) Seja cortês e trate os demais usuários com respeito.

b) Preencha corretamente seu endereço de e-mail.

c) Se não tiver certeza de algo que vá afirmar, deixe isso bem claro. É plenamente aceitável dizer "Eu acho que..." ou "Sugiro que você tente..." - e agir de outra forma não seria ético.

d) Sinta-se à vontade para sugerir links para outros sites, desde que tenham relacionamento direto com o assunto sendo abordado

e) Caso vá recorrer à ironia ou sarcasmo na área de comentários do site, considere o uso do sinal de ironia ("؟") no início da frase ou parágrafo.

Em caso de dúvidas use o formulário de contato para solicitar esclarecimento.

Limitação de responsabilidade

Em nenhuma situação o BR-Linux, seus autores, editores ou mantenedores são responsáveis por quaisquer danos, prejuízos ou outro efeito, direto ou indireto, relacionados ao uso, por parte de seus leitores ou de qualquer outra pessoa, deste website, de seu conteúdo ou de qualquer outro website aqui mencionado.

Em especial, o BR-Linux não classifica nem analisa o conteúdo que seus leitores acrescentam como comentários ou como participações nos fóruns e demais áreas do site, mediadas ou não. Todo autor de conteúdo exibido no BR-Linux retém os seus direitos e responsabilidades autorais, nos termos da Lei 9.610/1998, sem prejuízo dos termos de licenciamento de livre uso, conforme exposto neste mesmo documento, no item "Licença de uso do conteúdo".

Se qualquer comentário ou participação em fórum infringir um direito seu, entre em contato na forma indicada neste mesmo documento, abaixo, no item "Como reportar violações"

Política de privacidade e confidencialidade

O BR-Linux não deseja nem aceita receber ou intermediar material confidencial por nenhuma das ferramentas oferecidas ou mencionadas no site, nem pelos contatos de sua equipe. Toda informação enviada pelos recursos do site ou recebida por intermédio deles ou dos endereços de contato de sua equipe será tratada como não sendo confidencial, independente de qualquer declaração do autor da comunicação que não tenha sido previamente aceita por escrito pelos responsáveis pelo BR-Linux.org.

O envio de material para o site implica em a parte que está enviando aceitar responsabilidade plena e não compartilhada com o BR-Linux quanto ao conteúdo enviado, e quanto às implicações legais e morais de sua eventual publicação.

Usamos empresas de publicidade de terceiros para veicular anúncios durante a sua visita ao nosso website. O usuário aceita que parceiros e anunciantes do site poderão usar recursos tecnológicos como cookies e web beacons, entre outros ao seu alcance, para adequar os anúncios exibidos a cada leitor, e que usuários que não desejarem disponibilizar este recurso devem desabilitá-lo usando as opções de seu navegador.

Licença de uso do conteúdo

Todo autor de conteúdo exibido no BR-Linux retém os seus direitos e responsabilidades autorais, nos termos da Lei 9.610/1998, sem prejuízo dos termos de licenciamento de livre uso, expostos a seguir.

Exceto quando mencionado explicitamente, ou quando se tratar de citação (adequadamente indicada no corpo do texto, por intermédio de tipo diferenciado, aspas e/ou margem esquerda adicional) de material alheio ou ilustração, todo o conteúdo textual original do BR-Linux está disponível livremente para leitura, uso, redistribuição ou modificação, entre outros direitos, conforme definido na licença livre GNU Free Documentation License, versão 1.2 publicada pela Free Software Foundation, sem seções invariantes. Os direitos e responsabilidades autorais pertencem aos respectivos autores indicados nos textos. Embora a licença livra permita implicitamente, os autores expressamente concedem ao BR-Linux autorização para publicar o material por eles disponibilizado em páginas ou serviços que incluam anúncios comerciais ou outras fontes de faturamento on-line que revertam em favor do BR-Linux ou de pessoas ou entidades selecionadas pelo site.

Linux é marca registrada de Linus Torvalds. Os direitos autorais de todas as ilustrações e vídeos pertencem aos respectivos autores, e elas são reproduzidas na intenção de atender ao disposto no art. 46 da Lei 9.610 - se ainda assim alguma delas infringe direito seu, entre em contato para que possamos removê-la imediatamente.

Copyright (c) 1996-2008 Augusto César Campos. Permission is granted to copy, distribute and/or modify this document under the terms of the GNU Free Documentation License, Version 1.2 with no Invariant Sections, no Front-Cover Texts, and no Back-Cover Texts. A copy of the license is included below.

Mais detalhes sobre a política de licenciamento e direitos autorais adotada e aplicável ao conteúdo deste site podem ser obtidos na Política de Direitos Autorais.

Como reportar violações

Nem todo o conteúdo disponibilizado pelo público nas áreas de comentário e debates é lido pela administração ou pelos mantenedores do site.

Se algum artigo, notícia, comentário ou outro conteúdo do BR-Linux violou algum direito seu ou a legislação aplicável, entre em contato pelos endereços indicados abaixo, mencionando de forma específica e detalhada:

  • o título da página específica em que se encontra a violação
  • o endereço (URL) da página específica em que se encontra a violação
  • a natureza da violação
  • o trecho específico em que ocorre a violação
  • a providência desejada
  • as suas informações de contato, incluindo e-mail

De posse destas informações, o BR-Linux poderá analisar e resolver a questão tão breve quanto possível. Caso a informação esteja incompleta, ou com detalhamento insuficiente, o BR-Linux entrará em contato para solicitar a complementação, possivelmente atrasando a providência desejada.

São aceitas comunicações de violações e solicitações de providências pelos seguintes endereços:

Comunicações de violações e solicitações de providências enviadas por outros canais não serão recebidas. Comunicações de violações e solicitações de providências enviadas sem identificação completa do requerente e descrição detalhada e justificada da violação não serão atendidas. O BR-Linux responderá preferencialmente ao endereço de e-mail do requerente, indicado na sua mensagem enviada pelos canais acima.

Outras informações

Estes termos de uso podem ser modificados pelo BR-Linux.org, e as modificações têm efeito a partir da data de sua edição.

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Pesquisa nacional BR-Linux de compatibilidade 2007

O BR-Linux promoveu durante todo o mês de julho de 2007 a coleta de dados da quarta edição de sua Pesquisa nacional BR-Linux de compatibilidade 2007. Os usuários foram convidados a relatar quais equipamentos e serviços já viram funcionar no Linux, com que grau de sucesso e em que distribuição.


A pesquisa teve o apoio de Macte, Ubuntu-BR, Intel, Projeto Fedora Brasil e Red Hat.

A iniciativa buscou coletar dados sobre o que funciona no Linux hoje, e não sobre procedimentos de configuração para cada equipamento ou serviço, algo que já é feito por diversos outros projetos.

A fase de coleta da pesquisa terminou no último dia 31 de julho, tendo recebido de milhares de usuários brasileiros um total de 15.106 registros referentes à compatibilidade de equipamentos, periféricos ou serviços, conforme a experiência direta de cada um deles.

Os resultados foram tabulados ao longo do mês de agosto, e já estão disponíveis os relatórios básicos sobre todas as categorias pesquisadas:

Notas

Em 19 de setembro teve início a campanha de divulgação dos resultados da pesquisa.

Serão disponibilizados arquivos com os dados dos relatórios, preservando o anonimato dos participantes, para facilitar o processamento e a criação de subprodutos por outros projetos e interessados.

Todos os relatórios são apresentados em ordem de distribuição, com entradas individuais para todas as distribuições que tiveram 50 ou mais registros na pesquisa como um todo, e entradas agrupadas para as demais. Algumas entradas correspondentes a sistemas operacionais de código aberto não-Linux também foram aceitas e serão incluídas nos relatórios sem observações adicionais.

Os dados foram processados para remover alguns erros comuns de digitação, mas não foram avaliados, analisados ou de outra forma corrigidos. O que está expresso nos relatórios é o que os usuários relataram, muitas vezes de forma imprecisa ou até mesmo contraditória, mas mesmo assim na intenção de permitir a análise por parte de quem está pesquisando sobre compatibilidade de equipamentos e serviços. Conto com os leitores com conhecimentos específicos sobre cada um dos equipamentos pesquisados para ajudar a depurar os relatórios, apontando falhas e complementando detalhes nos comentários de cada um dos relatórios.

O BR-Linux não assume qualquer responsabilidade nem oferece qualquer garantia ou suporte sobre os dados publicados, que espelham o que foi informado pelos leitores, ou sobre qualquer dos equipamentos e serviços mencionados.

Comentários gerais sobre a pesquisa podem ser enviados pelo formulário de contato.

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Sobre o BR-Linux

O BR-Linux é um website mantido por Augusto Campos Google+ que focaliza a comunidade de brasileiros interessados no kernel Linux e outros assuntos correlatos, trazendo notícias sobre temas que a interessam e permitindo a livre discussão entre seus participantes.

Com mais de 90.000 visualizações de páginas por dia, mais de 1 milhão de visitantes únicos por mês e uma média de 10 novas notícias todos os dias, trata-se de uma comunidade vibrante e permanentemente em atividade.

Criado em 1996, o BR-Linux é um dos mais antigos websites sobre Linux em atividade no Brasil. Embora no passado tenha se envolvido com ênfase na publicação de documentação e tutoriais, a proliferação de outras iniciativas nacionais neste sentido permitiu que a partir de 2004 o foco passasse a se concentrar nas notícias sobre o kernel Linux e software livre em geral.

Hoje o objetivo do BR-Linux é fazer a sua parte para manter a comunidade e os interessados em Linux no Brasil informados sobre todos os aspectos relacionados a tecnologia, inclusão digital e outros temas ligados ao código aberto, para que cada um possa desenvolver seu próprio posicionamento e definir sua atitude. Parte deste processo é oferecer, junto a cada notícia, uma área de debates sobre ela. O BR-Linux não se furta a divulgar sua própria opinião e posicionamento sobre os temas abordados, sempre que considera relevante.

Administrado e mantido por uma equipe pequena e coesa, o BR-Linux recebe a contribuição de diversos indivíduos, algumas empresas e da comunidade como um todo, de diversas formas - incluindo a constante criação de conteúdo, publicado sempre sob licenças de livre redistribuição. Uma empresa merece menção especial: há 3 anos o website é hospedado em servidores fornecidos de forma totalmente gratuita pela Linux Security, possibilitando que o editor possa se concentrar na publicação de conteúdo, sem dividir seu tempo com a administração de servidores e a obtenção de recursos.

O fato de ser trabalho voluntário permite ao BR-Linux continuar subsistindo como um veículo com personalidade própria, mantido com características de blog pessoal, e assumindo o direito de expressar opinião. O que não o impede de recomendar na barra lateral da capa: "Visite sempre múltiplos sites para formar sua opinião, pois os pontos de vista e os focos de cobertura podem variar bastante" - e incluir abaixo desta frase os links para diversos outros sites da comunidade Linux brasileira.

Tema e foco: O tema básico do BR-Linux são os softwares de código aberto (especialmente os que rodam sobre o kernel Linux, mas sem se limitar a eles) e outros assuntos correlatos, incluindo as notícias sobre organizações e indivíduos que possam ter implicações sobre o mercado ou a comunidade associados ao software livre, os sistemas UNIX e seus derivados, os padrões abertos, softwares de qualquer natureza que rodem em ambientes suportados pelo Linux, a inclusão digital, a liberdade do conhecimento, políticas de segurança, direitos autorais, a liberdade e privacidade na internet, a conectividade, o hardware e outros temas que possam interessar a desenvolvedores, distribuidores, administradores de sistemas, usuários ou entusiastas do software livre, do Linux ou dos produtos a ele relacionados.

Perguntas freqüentes: Respostas para diversas dúvidas comuns dos leitores podem ser encontradas na FAQ do BR-Linux.

Anunciantes: Saiba como anunciar no BR-Linux.


BR-Linux na revista Isto É (2004)

Troféus: O BR-Linux recebeu menção em diversos órgãos de imprensa ao longo destes anos de atividade. Houve episódios de material plagiado (sem menção à fonte ou autoria) em outros websites e até em revistas nacionais, mas aconteceram também vários casos que são motivo de orgulho, incluindo uma longa menção em uma matéria sobre a internacionalização do Linux publicada na revista Linux Format inglesa em outubro de 2000, uma matéria (com foto de página dupla, reproduzida acima) na revista Isto É (que classificou o BR-Linux como "a página sobre software livre mais procurada no Brasil"), ocasionais menções em sites internacionais como o LWN e o Slashdot, e a frequente citação como fonte reconhecida em matérias sobre Linux em websites de notícias como Terra, UOL e Yahoo Notícias.


Veja recomenda o BR-Linux (já em 05/1999, ainda no Trix.net)

 

Posicionamento do BR-Linux

  1. O BR-Linux promove o software livre, o código aberto e outras modalidades de licenciamento de software e de conteúdo digital que interessem às respectivas comunidades, sem tratá-las como se concorressem entre si, por acreditar que todo usuário de computador, se assim desejar, deve ter a liberdade de escolher softwares que ele possa plenamente executar, copiar, distribuir, estudar, compartilhar, modificar e melhorar, para qualquer finalidade.
  2. O BR-Linux é um site dedicado ao Linux e ao fomento de sua comunidade no Brasil, mas não representa ou fala em nome de nenhuma outra marca, entidade ou agremiação.
  3. Embora considere válidas as justificativas ideológicas para a preferência pelo código aberto, o BR-Linux.org opta por defendê-lo adotando sempre que possível justificativas pragmáticas, baseadas no superior atendimento das demandas percebidas pelo usuário, e nos resultados mensuráveis.
  4. O BR-Linux tem opinião, e a manifesta sempre que julga conveniente - e por isto encoraja seus leitores a sempre se informar a partir de múltiplas fontes e pontos de vista, para conhecer opiniões adicionais antes de formar a sua. Ainda assim, o BR-Linux aceita publicar artigos assinados que não correspondam à opinião do site ou de seu autor, quando considera o texto relevante, de qualidade e adequado ao público do site.
  5. Embora aplauda e até mesmo contribua com indivíduos e organizações que adotam uma postura evangelista ou missionária buscando conscientizar e pregar a causa da liberdade de software ao público em geral, o BR-Linux concentra seu foco em uma missão mais específica: prover informação atualizada, com variedade e qualidade, para as pessoas que já usam o código aberto, ou que já tiveram seu interesse despertado por ele.
  6. Quanto ao vocabulário, o BR-Linux chama o Linux de Linux, e o GNU de GNU, e leva em conta as opiniões dos respectivos autores e de outros envolvidos quando precisa se referir a casos omissos. Para as palavras em nosso idioma, havendo discussão sobre o sentido ou validade de seu uso em qualquer conteúdo do site, o BR-Linux adota primariamente o conjunto completo das acepções referenciadas em edições recentes dos dicionários Houaiss e Aurélio, e as grafias que constam no Vocabulário Ortográfico mantido pela ABL. Para palavras em inglês, adota-se primariamente o dicionário Webster's. Para termos técnicos de informática e tecnologia, adota-se primariamente a terminologia empregada pelo proponente de cada tecnologia; caso seja necessário referência externa, na ausência de material do próprio proponente da tecnologia, emprega-se os documentos do IETF, o Jargon File ou as definições consolidadas na Wikipedia, nesta ordem. Para a conceituação de Software Livre e seu licenciamento, no BR-Linux se adota e assume a definição da FSF; do mesmo modo, para código aberto é empregada a definição (anotada) da OSI, e para conteúdos livres, a do FreedomDefined.
  7. O BR-Linux repudia a censura, o patrulhamento ideológico e as tentativas de imposição de comportamentos, atitudes, ideologias e até mesmo do exercício de direitos, exceto quando realizado por parte legitimamente constituída para tal.
  8. O BR-Linux considera parte de sua missão divulgar as ações e posicionamentos dos líderes das comunidades de software livre e código aberto, tratando-os como integrantes dignos de destaque, mas não como divindades, entes infalíveis ou que devem ser protegidos de suas próprias declarações e atos.
  9. O BR-Linux não considera que exista alguma distribuição, SGBD, editor de texto, linguagem de programação ou outro software que seja absolutamente superior a todos os demais de sua classe. Entretanto, quando se trata de observar quais são os mais populares ou preferidos, o BR-Linux adota a ordem definida pelos seus leitores na pesquisa anual dos Favoritos da Comunidade Linux Brasileira. [veja os resultados: 2006, 2005, 2004, 2003 ]
  10. O BR-Linux compõe sua pauta a partir de notícias e informações que possam interessar ao conjunto de seus leitores, partindo de sugestões deles mesmos e do conjunto de seus editores. Eventualmente estas notícias incluem aspectos negativos ou críticas sobre a comunidade ou parte dela, como é natural. Outras vezes, o nexo com o Linux é apenas indireto, por se tratar de alguma atitude digna de nota (ou de análise) de outros participantes do mesmo mercado onde o Linux atua. Da mesma forma, determinados assuntos cobertos pelo BR-Linux certamente são considerados irrelevantes por parte da comunidade, ao mesmo tempo em que outras parcelas os apreciam - ao mesmo tempo em que determinados assuntos que seriam considerados relevantes por parte dos leitores sempre podem ficar de fora, pelos mais variados motivos.
  11. O BR-Linux comercializa espaços demarcados para publicidade, mas não mascara a publicidade paga como se fosse notícia, nem comercializa publicidade redacional ou merchandising.
  12. O BR-Linux busca fomentar a comunidade e o mercado nacionais associados ao software livre e de código aberto, incluindo grupos de usuários, outros sites da comunidade, editoras, cursos, prestadores de serviços, empregadores, distribuidores de software, e outros, aceitando publicar notas e avisos enviados por eles como sugestão de notícia, mas sem se furtar a publicar notícias a respeito deles mesmo quando não há viés positivo, se considera relevante.
  13. O BR-Linux considera que é mais eficaz promover o software livre divulgando suas qualidades do que atacando empresas e produtos proprietários.
  14. O BR-Linux acredita que toda pessoa deve poder exercer e divulgar suas opiniões no momento de realizar suas escolhas como cidadão, membro da comunidade e consumidor, "votando" individualmente com a carteira e com os pés na hora de apoiar iniciativas ou adquirir produtos e serviços.
  15. O BR-Linux apóia e divulga outras iniciativas de indivíduos ou grupos com objetivo de informar a comunidade brasileira, complementando de forma independente e autônoma as atividades do próprio BR-Linux, e oferecendo seu ponto de vista e sua contribuição.
  16. O BR-Linux publica anúncios comerciais em suas páginas, de acordo com o detalhamento disponível no Guia do Anunciante. Um percentual dos recursos obtidos com a publicação do material com licença livre enviado pela comunidade é periodicamente empregado no fomento a projetos e entidades relacionados ao software livre, a critério do autor do BR-Linux. Estas contribuições podem ou não ser divulgadas, a critério do BR-Linux.

 

O editor: Augusto Campos

O BR-Linux foi criado e é editado por Augusto César Campos, que dedica diariamente uma parcela do seu tempo livre a fazer a sua parte para manter informada a comunidade Linux brasileira.

Embora esteja hospedado em servidores administrados pela empresa Linux Security e localizados em Marília (SP), todo o conteúdo enviado pelos colaboradores e pela comunidade é editado a partir do escritório do BR-Linux em Florianópolis.

Augusto Campos está envolvido na comunidade Linux brasileira desde 1996, participando de eventos e colaborando de forma contínua ou esporádica em diversas publicações técnicas em atividade ou extintas, como Linux Magazine (onde é colunista fixo), Revista do Linux, PC Master, Geek, Copyleft e outras, além de diversos jornais e outros websites da comunidade. Como curiosidade, ele é uma das 4 pessoas que foram incluídas nas duas "Seleções Brasileiras de Linux" já eleitas por publicações brasileiras: a da Revista do Linux e a da PC Master.

Quando não está editando o BR-Linux, ele é administrador em uma organização de porte nacional, ou anda de bicicleta na Avenida Beira-Mar Norte ;-)

Se você desejar entrar em contato com o Augusto, use este formulário ou o endereço brlinuxtalkΘgmail.com no Google Talk.

Inserindo um banner ou as notícias do BR-Linux no seu site

Se o seu site suporta PHP, é muito fácil incluir nele um resumo das notícias do BR-Linux com atualização automática - veja as instruções. Sinta-se à vontade, a licença de uso destas informações é livre.

Uma forma ainda mais fácil de incluir as notícias do BR-Linux no seu site ou blog, sem ter de fazer nenhum upload ou instalação, é copiar e colar um trecho de javascript no layout ou no tema, preferencialmente em uma barra lateral. Veja as instruções e saiba como é fácil inserir as manchetes do BR-Linux na barra lateral do seu site ou blog.

Caso você tenha interesse em exibir o banner do BR-Linux em seu site, não é necessário pedir autorização - ficamos muito felizes! Veja na nossa página de dicas sobre banners vários modelos de gráficos, o código HTML necessário e todos os demais detalhes.

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Por Augusto Campos | 23/02/2008

Outros sites da comunidade

Até junho de 2004 mantínhamos todos os links na página de notícias. O número começou a crescer demais, entretanto, e o volume deles faz diferença para quem acessa o site via conexões de baixa velocidade. Desta forma, a partir de então a página inicial fica apenas com uma pequena seleção de links, e a coleção de links do BR-Linux ficará disponível em sua plenitude no endereço br-linux.org/comunidade.

Para incluir seu link nesta listagem, o procedimento continua o mesmo: entre em contato e explique por que o seu link deve ser incluído.

Atualização: no final de abril de 2007, Gustavo Melo voluntariamente fez um debug completo da lista, removendo sites antigos que deixaram de estar disponíveis desde sua inclusão. Obrigado!

Atualização: em maio de 2008, Eri Ramos Bastos voluntariamente fez um debug completo da lista, removendo sites antigos que deixaram de estar disponíveis desde sua inclusão. Obrigado!

Atualização: em 2010, Francisco Omar Rodrigues Pereira e André F. Machado voluntariamente depuraram a lista abaixo, removendo vários sites que haviam se tornado indisponíveis. Obrigado!

Eis a lista dos sites:

André Noel blog

Alternativa Linux

André Gondim

AppUnix

Archlinux-BR

Balbinux

BigpupBR

Brasil Livre

BROffice para leigos

Bestlinux

BigLinux

Blogmind

BSD Linux Hardware

Central do Linux

CIPSGA

Clube do SOftware

Comunidade CentOS-BR

Comunidade Linux Brasil

Comunidade Linux Indaiatuba

CyberLinux

Debian-CE

Devin

DevMedia

Dicas-L

Devlog

Doode

DotLinux

Drupal Brasil

e-Alinux

Espaço Linux

Epidemic Linux

Eventos Livres

Fafanet

Projeto Fedora Brasil

Comunidade Fedora Brasil

Fórum Debian

FUG FreeBSD User Group

Freshmeat

Freedom to be free

Free Software Foundation Latin America (FSFLA)

Gazeta do Linux

Geek Gear

GentooBr

Gildot

GNOME Brasil

GNUTech

Gotcha IT

Gráfica Livre

Grupo de Usuários Slackware do Pará

Guia Foca Linux

GULBF

GULIVAP

GULS - Grupo de usuários Linux de Sorocaba

Guto Carvalho

GWebTools

iEvolution

Info Wester

Inkscape Brasil

IP OK

JACK.eti.br

JavaFree

JCMP3

Joomla Amazônia

Júlio Monteiro

JundLinux

KDuXP

Lab Macambira

Liberdadenafronteira

Linux a bordo

Linux Acessível

LinuxBSD

LinuxBrasil

LinuxChix

LinuxComo

Linux Descomplicado

LinuxDicas

Linux do Vale

Linux na Rede

LinuxHard

Linux Leve

Linux Magazine

LinuxNaNet

LinuxNordeste

Linux Para Todos

LinuxPlace

LinuxSecurity

Linux Sociall

LinuxSP

Linux's speech

Linux Temple

Linux Today

LinuxTotal

Linux Weekly News

Linux World

LSeries

Mandriva Conectiva - site oficial

Mandriva Brasil - comunidade de usuários brasileiros

Marcos Laureano

Matheus Santana Lima

Mundo Lunga

Nação Livre

NoticiasLinux

NUXRO

Oficina da Net

OGimp

Olá Ubuntu

OLinux

Open Mania

openBuntu

Oslinux

Páginas Amarelas do Software Livre

PequenoTux

Comunidade Perl brasileira

Planeta Ubuntu Brasil

Revista PHP

Rodrigo Menezes

Portal Java

Programa Online

Projeto Monera

ProPHP

Python Brasil

Ramoni

RenderCode

Revista EasyLinux

Revista Espírito Livre

Resulinux

ricktl.com

RootLinux

SecForum

Security Experts

Security Focus

SlackBR

GUS-BR

GUS-CE

GUS-RN

Seminários Linux Park

Slashdot

Softwarelivre.net

SoftwareLivre.org

SoftwareLivre.gov.br

SoftwareLivre CE

Sou mais Linux

SourceBrasil

SOS Designers

Startux

Comunidade SuSE Linux Brasil

Tecnocult

Tecnologia Livre

TcheZope.org

Tecnologia que Interessa

Terramel

The Polux

ThiagoPriest.net

Tiago Passos

TI News

Tondello Blog

Torradeira

Tuxmasters

Tux Resources

Ubuntu de A a Zip

UnderLinux

Universogeek

vidageek.net

Vida Linux

VirtualLink

VivaOLinux

Zoom Digital

CríticaLinux

LinuxClube

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Por Augusto Campos | 23/02/2008