Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com):
Formação Java Completa - 2ª turma
Enviado por Tibeti Caviglioni (tibetiΘdextra-sw·com):
O Java EE é a escolha predominante do mercado para o desenvolvimento de aplicações críticas e os profissionais que dominam esta tecnologia têm excelentes perspectivas de carreira. A formação cobre a linguagem Java, tecnologias como JSP, JSF, Hibernate, EJB3, para criação de sistemas corporativos para a web e desktop.
Assista o vídeo deste curso: [dextraining.com.br/…]
Inscreva-se: [dextraining.com.br/…]” [referência: dextraining.com.br]
Como instalar o Steam no Ubuntu 13.04 corretamente
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Como instalar o ambiente de trabalho Deepin no ubuntu 13.04
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Deepin é uma distro baseada no Ubuntu para o público chinês. Ela é customizada para a língua Chinesa incluindo aplicativos chineses e métodos simples de interação, dicionário Chinês, e fontes Chinesas TrueType. É fortemente modificada para incluir muitas coisas úteis e se livrar de pacotes menos úteis ou raramente usados e desde a Versão 11.12, está disponível imagem ISO do Linux Deepin em Chinês e Inglês. A primeira impressão que se tem do Deepin depois de iniciá-lo, é que seu ambiente gráfico é muito bonito, pois o tema personalizado usado nele é muito elegante.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Curso de Elastix em São Paulo, de 14 a 16/08/13
Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br):
O aluno realizará na prática a criação e configuração de uma Central Telefônica IP a partir do zero, criando os ramais, troncos, gravações de chamadas, relatórios, URAs, conferências, gerenciamento de filas, etc. O curso é 100% prático. Se você quiser ajudar na organização de uma Turma do Curso de Elastix em sua cidade, entre em contato conosco no email amsato@innovus.com.br, pois estamos procurando parcerias para isso, com a possibilidade de ganhos ou fornecimento de vagas para o curso.” [referência: elastixbrasil.com.br]
Foi rápido: Usuários já conseguiram forçar uma shell de root e explorar o novo Google Chromecast
Lançado na semana passada, o Chromecast1 é um dispositivo que, ao preço de um Raspberry Pi, conecta-se à porta HDMI da sua TV e transmite a ela imagens da Internet sob o comando do navegador Chrome no desktop (Mac e Windows, o Chrome para Linux nem é mencionado), e de apps no Android e no iOS.

Mas agora está claro o que já havia sido sugerido: o suporte aos desktops que rodam o Linux pode não estar presente, mas o dispositivo em si roda o mesmo kernel derivado do Linux que o Google TV, tentativa anterior do Google firmar o pé na sala de estar das famílias – ou seja: está mais para Android do que para ChromeOS.
Não é só o kernel: os scripts de inicialização e vários binários também são os mesmos. Mas o resto da pilha Android ele não roda: saem de cena Bionic / Dalvik e em seu lugar entra um binário unificado para o Chromecast.
Todas essas informações vieram das explorações que o GVTHacker pôde fazer após tirar vantagem de um bug no sistema e ativar uma shell de root na porta 23 do dispositivo. (via phoronix.com - “[Phoronix] Google's Chromecast Already Exploited”)
A morte do root no Android e o futuro das ROMs independentes
Ainda sobre o novo modelo de permissões1 colocado em prática no recém-lançado Android 4.3, Steve "Cyanogen" Kondik tem alguns comentários sobre a falta que o acesso de root vai fazer a ROMs independentes.
Leitura interessante, e nada negativa: ele destaca tratar-se de um avanço, e que no caso do CyanogenMod basta adequar e reconfigurar o sistema, de maneira segura, para usar privilégios de acordo com cada necessidade.
A questão que ele levanta é para quem deseja ou por alguma razão precisa de acesso root tradicional, e que agora não apenas terá maior dificuldade para obtê-lo, como exporá o sistema a regressões na sua segurança ao fazê-lo.
Ele aproveita para listar alguns casos de uso anteriores para o acesso de root e que agora são bem supridos pelo novo modelo, e questionar o público em busca de exemplos das razões que os fazem recorrer ao acesso de root. (via lwn.net - “Kondik: The death of root [LWN.net]”)
Retrocesso: Alteração no Marco Civil volta a autorizar operadoras a baixar a velocidade das conexões que quiserem
Texto anterior proibia a prática de throttling seletivo; se o Legislativo aprovar o texto modificado, "as operadoras não só poderão vender pacotes de dados limitados como reduzir a velocidade assim que quiserem", e ainda "poderão limitar o acesso e velocidade a determinados serviços web, por exemplo, sites de torrents" – não que hoje não façam, mas aí haverá explícito amparo legal.

E o Marco Civil, que era visto por muitos como solução, a cada andamento vai tomando mais aparência de problema.
Via info.abril.com.br:
O Marco Civil da internet, um conjunto de regras para uso da web, ganhou um novo texto nesta semana. Um dos novos trechos autoriza as operadoras a diminuir a velocidade da banda larga dos usuários que ultrapassarem o limite do pacote de dados contratado. A informação é da Folha de S.Paulo.
O novo trecho traz uma grande mudança em relação ao que estava no texto anterior do Marco Civil, que tramitava entre os deputados e senadores. No texto antigo, as teles seriam proibidas de reduzir a velocidade da conexão do usuário em qualquer circunstância, por considerar que a redução afetava o princípio de “neutralidade da rede”.
(...) Ao mesmo tempo que desagrada os usuários de banda larga, o novo texto do Marco Civil deixa as operadoras mais felizes. Pois ele altera um dos trechos que mais incomodavam as teles.
As operadoras, desde o começo da discussão do Marco Civil, reclamavam que o conjunto de regras antigo tirava a autonomia delas para gerenciar a rede de internet no Brasil. Com o novo, elas alegam que podem ter mais controle e, assim, entregar mais qualidade.
Finlândia pode adotar lei de copyright escrita diretamente pelo povo, via crowdsourcing
Do Rafael Cabral, na revistagalileu.globo.com:
Download ilegal passando de crime a mera ofensa de mau comportamento, possibilidade de criação de cópias digitais de dados protegidos por leis autorais e ampliação do que é visto como ‘uso justo’ de material com todos os direitos reservados. Essas são algumas das proposições de uma lei de direitos autorais escrita via crowdsourcing na Finlândia, e que, após conseguir o apoio de mais de 50 mil pessoas em um site de iniciativas legais, será analisada e votada pelo parlamento do país.
Batizado de “Senso comum no ato do copyright”, o projeto se tornou possível através de um site chamado Open Ministry, que colhe proposições de lei formuladas pela população. Quando as ideias mais populares atingem 50 mil apoiadores (1% do eleitorado), elas são apresentadas para um comitê parlamentar, que fica obrigado a avaliá-las em mais profundidade.
O projeto de lei conseguiu o número suficiente de votos com alguma antecedência, conseguindo uma boa divulgação através das redes sociais por conta de uma campanha estrelada por uma garota de 9 anos, que teve o laptop confiscado por causa do download de apenas um álbum. Aprovada em 2005, a atual lei de copyright é bastante restritiva e avessa às práticas usualmente adotadas pelos usuários da internet. (...)
Mozilla se esforça para atrair desenvolvedores para o Firefox OS
Do Gustavo Gusmão, na info.abril.com.br:
O Firefox OS está aos poucos chegando ao mercado, e a Mozilla quer chamar a atenção dos desenvolvedores para o sistema. Por isso, divulgou nas últimas semanas uma série de vídeos que tentam mostram todas as vantagens de criar apps em HTML5 para o SO.
Nos três vídeos, Christian Heilmann, da Mozilla, e Daniel Appelquist, da Telefónica Digital, conversam com outros desenvolvedores sobre as ferramentas disponíveis no hub do Firefox OS. Além disso, dão algumas dicas de como projetar um bom programa HTML5 para a plataforma. Você pode assistir a série completa (toda em inglês, infelizmente) no link acima.
Recurso oculto no Android 4.3 permite gerenciar permissões de apps
É possível haver recursos ocultos em software de código aberto? Sim, especialmente se o desenvolvimento dele não for público. Mas mesmo com a ausência de menções oficiais aos novos recursos de definição de permissões específicas e granularizadas para cada app no Android 4.3, não houve falta de usuários bisbilhoteiros1 capazes de encontrá-lo, e no momento já há até um app para consultar e alterar as permissões.
A nota do TechCrunch indica uma possível boa razão para o Google não ter anunciado publicamente o novo recurso: ele parece ainda não estar completo, e foi percebido que determinadas permissões de apps só aparecem na lista DEPOIS de o app em questão fazer uso dela uma vez, algo que certamente não seria o comportamento esperado pelo usuário em uma ferramenta de definição de permissões.
![]()
Permissões granulares, escapando do modelo "superusuário ou nada" do modelo tradicional do UNIX, são uma característica de segurança e auditabilidade reconhecida há décadas, e já está bem claro que o Android vem precisando adotar extensivamente algo assim, considerando a quantidade alarmante de casos noticiados de apps que se apropriam indevidamente de privilégios do sistema.
Leia também a matéria "Função oculta no Android 4.3 permite controlar apps", na Info, que tem uma boa síntese, apesar do título curioso.
Enviado por Calebe Aires (calebeairesΘgmail·com):
- No bom sentido! ↩
Alpha 2 do Kubuntu, Lubuntu, Ubuntu GNOME, UbuntuKylin e Xubuntu 13.10 Saucy Salamander - mas não do Ubuntu
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
O Alpha 2 inclui uma série de atualizações de software que estão prontas para testes mais amplos. Pré-lançamentos do Saucy Salamander * não * são encorajados para quem necessita de um sistema estável ou qualquer pessoa que esteja acostumada com travamentos e outros comportamentos inadequados que ocorrem com frequencia em softwares que ainda estão em fase alpha. No entanto, eles são recomendados para desenvolvedores do Ubuntu e para aqueles que querem ajudar nos testes, elaboração de relatórios e correção de bugs , ajudando a preparar o sistema para o lançamento.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Vaga para analista de infraestrutura em SP
Enviado por Westwing (rhΘwestwing·com·br):
Atividades: administração do nossa infra externa, site; administração da rede interna do escritório, AD, links de internet, firewalls; prover infraestrutura e suporte para a equipe de desenvolvimento interna; cumprir o papel de DEVOPS fornecendo e administrando a infra necessária para o ambiente de integração contínua utilizada pelo desenvolvimento para os vários produtos internamente desenvolvidos.
Oferecemos: Ambiente jovem e descontraído, porém com metas bem definidas de trabalho; Colegas de trabalho sem frescura e inteligentes; Plano de saúde + VR + VT.
Requisitos: Disponível para trabalhar em São Paulo, SP; Desenvoltura em administração linux; Conhecimento em webservers (apache, nginx); MySQL, memcached; Puppet, GIT; Administração VMWare e ferramentas de monitoração; Desejável experiência com as práticas devops e integração e deploy contínuos.
Contato: Enviar currículo para rh@westwing.com.br” []
Sayonara – um pequeno e rápido player de áudio para Linux
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):

O foco principal do desenvolvimento desse programa (em contraste com muitos outros reprodutores) tem sido o desempenho, a baixa utilização da CPU e o baixo consumo de memória.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Chamada para o Fórum TcheLinux edição Vale dos Sinos 2013
Enviado por Joatan Fontoura (joatan·fontouraΘgmail·com):
