Instrutor Freelancer - Escola nova em São Paulo
Enviado por Juliano Ramos (julianoΘtux4·com·br):
Enviado por Juliano Ramos (julianoΘtux4·com·br):
Enviado por Marco Sinhoreli (marco·sinhoreliΘshapeblue·com):
A versão 4.4.0 contém: * 135 bugfixes * 12 novas funcionalidades * 9 melhorias
- Root disk resize - Permite o redimensionamento de Volumes Root podendo assim ter um único template de um sistema operacional para diferentes tamanhos de Volume.
- Root disks em storage Gerenciavel - Uso de plugin de Storage Primário para Volumes Root diretamente. O plugin de Storage era disponível anteriormente apenas para Volumes de Dados. Agora, o plugin de Storage Primário permite a criação de LUNs por disco virtual diretamente no dispositivo de armazenamento que possibilita a utilização dos recursos do Appliance do Storage como: deduplicação, thin provisioning ou melhores relatórios de utilização.
- Suporte ao VMWare DSR - VMware DRS(Distributed Resource Scheduler) e VM HA(Alta Disponibilidade): Fornece recursos de alta disponibilidade para suas cargas de trabalho alémde equilibrar estas cargas para obter um desempenho ideal. Permite escalar e gerenciar recursos de computação sem interrupção do serviço.
- Melhorias no suporte ao Hyper-V - Novos recursos foram adicionados ao suporte do Microsoft Windows Hyper-V: * Suporte à Storage Live-Migration * Storage Primário Zone-wide * Suporte à VPC
- Alerta de Falhas do Serviços do Virtual Router - Utiliza os serviços do VR de monitoração introduzido no CloudStack 4.3 para notificar administradores sobre falhas no Virtual Router.
Maiores informações na página de download do Apache CloudStack: [cloudstack.apache.org/…]” [referência: cloudstack.apache.org]
Enviado por cadunico (cadunicomailΘgmail·com):
São 18 palestras e 12 minicursos tudo gratuito para o público.
19/09 e 20/09 das 09 às 18. Local do evento - [gnugraf.org/…]
Inscrição de palestrantes e oficineiros - [gnugraf.org/…]
Inscrição de caravanas - [gnugraf.org/…]” [referência: gnugraf.org]
Como diria o célebre atacante Nunes, a GOG.com fez que foi mas não foi e acabou fondo: em setembro disse que não ia suportar o Linux devido ao excesso de variação entre as distribuições, em março voltou atrás e disse que ia suportar o Ubuntu e o Mint e agora, antes da data prometida, disponibilizou seus primeiros 50 jogos para o Linux.
Além de pacotes DEB voltados às duas distribuições mencionadas, a GOG também liberou pacotes binários "agnósticos" que podem funcionar em outras distribuições.

A GOG distribui oficialmente mais de 500 jogos de décadas passadas (como o Flat Out, acima, de 9 anos atrás), sem DRM e geralmente acompanhados de algum emulador da plataforma para a qual cada título foi originalmente criado. Sou cliente, tanto para revisitar jogos que apreciei no passado, quanto para conhecer títulos que não tive oportunidade de conhecer na sua década original.
A lista de 50 jogos (clássicos e outros nem tanto) desse primeiro lote você encontra no link a seguir. (via www.gog.com - “News - GOG.com Now Supports Linux! - GOG.com”)
Está disponível a versão 7 do Oracle Linux, possivelmente a mais corporativa das distribuições derivadas do Red Hat Enterprise Linux. Entre seus diferenciais em relação ao RHEL original estão recursos como Xen, DTrace, e Ksplice. (via docs.oracle.com - “Oracle® Linux”)
Mantendo a tradição desta popular distribuição, o cronograma do Fedora 21 acaba de sofrer seu primeiro adiamento. A data para o lançamento foi postergada em 3 semanas e, como de hábito, há motivos bem racionais para isto: adequar-se a uma conferência de desenvolvedores e completar pendências existentes antes do congelamento de mudanças. (via www.phoronix.com - “[Phoronix] Fedora 21 Has Been Delayed By Three Weeks”)
Enviado por Fernando Müller (fernandoΘneo-labor·com):
Administrador de sistemas para trabalhar em conjunto com a equipe de pós-vendas, para atuar em contato direto com os clientes. As principais atividades envolvem suporte remoto de segundo e terceiro nível para técnicos de campo, implantações e treinamentos por todo o território nacional.
Os pré-requisitos técnicos são: - Experiência GNU/Linux, preferencialmente Debian; - Compilação de Kernel; - Sistemas de arquivos; - Redes de computadores; - Boa escrita, para documentação; - Inglês técnico; - Experiência com sistemas de telefonia; - Conhecimento em radiocomunicação; - Noções de eletrônica.
São desejáveis: Noções de programação (Java e Python); Certificados NR10 e NR18; Espanhol.
Disponibilidade para viagens é imprescindível. Remuneração e benefícios a combinar Horário comercial de segunda à sexta. Interessados devem enviar currículo para fernando@neo-labor.com” [referência: neo-labor.com]
Enviado por Marcello de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com):
Visite nossa playlist e acompanhe os vídeos publicados.” [referência: youtube.com]
Enviado por Cristine Correa (cristineΘdialetto·com·br):
O Stack Overflow lançou sua primeira versão internacional no início deste ano: a brasileira - [pt.stackoverflow.com/…] Isso por conta do grande número de desenvolvedores no país - além de em outros países que falam português -, que demandaram a versão. O Stack Overflow original, em inglês, é 100% gratuito, construído e gerenciado pelos próprios usuários. Fundado em 2008, conta hoje com mais de 2,4 milhões de usuários cadastrados, mais de 36 milhões de visitantes únicos por mês e aproximadamente 8 mil novas perguntas por dia. Quanto mais um desenvolvedor contribui para o site, mais o site confia nele.
Além de cocriador do Stock Overflow, Spolsky também é cofundador da Fog Creek Software, startup que desenvolve softwares para desenvolvedores, como o Trello, um aplicativo para gerenciar projetos. Seu website, Joel on Software (na sua versão para o Brasil: [brazil.joelonsoftware.com/…] é extremamente popular entre desenvolvedores de software e foi traduzido para mais de trinta línguas. Spolsky também escreveu quatro livros sobre desenvolvimento de software, incluindo Smart and Gets Things Done: Joel Spolsky’s Concise Guide to Finding the Best Technical Talent (Apress 2007)..” [referência: thedevelopersconference.com.br]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Windowck é um conjunto de plugins Xfce que permite que você coloque o título e os botões da janela maximizada no painel, ficando um pouco semelhante ao que ocorre no Unity. Isso é útil para aumentar o espaço vertical da tela: a barra de título da janela e os botões são removidos para janelas maximizadas e eles são exibidos no painel do Xfce.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Enviado por Suhayla (marketingΘvantageti·com·br):
O treinamento de Zabbix na VANTAGE Educacional aborda a instalação completa de um Servidor de Monitoramento, utilizando o Zabbix, desde a sua história e instalação até componentes mais avançados como triggers, actions, criação de templates, etc.
Carga Horária: 32 horas; Público-Alvo: profissionais de TI, interessados em Segurança e Infraestrutura de Redes ou estudantes de tecnologia; Pré-Requisitos: Conhecimentos básicos de redes e noções administrativas de sistemas operacionais GNU/Linux;
Estrutura: Sala de aula com computadores de última geração (DELL), 01 Computador por aluno, Projetor Sony e Ar-condicionado; Material Didático: 01 Apostila exclusiva e 01 certificado; Benefícios: Turmas reduzidas com no máximo 10 alunos; Coffee Break diferenciado; Instrutores altamente capacitados e certificados com larga experiência na área de TI; Kit Aluno (caderno, hub, caneta e sacola esportiva personalizada).
Saiba mais: www.vantageti.com.br (11) 2365-4013 Skype: comercial.vantageti E-mail: comercial@vantageti.com.br” [referência: vantageti.com.br]
Estamos em plena revolução pós-open source, na qual o software é cada vez mais importante, mas os termos de licenciamento importam cada vez menos, especialmente no contexto de posicionamento contracultural antagônico em relação às corporações.
A opinião é de Matt Asay (ex-Diretor de Operações da Canonical, diretor para as Américas da Alfresco, hoje vice-presidente da empresa por trás do MongoDB) que, em sua coluna na InfoWorld, observa que as empresas perceberam que muito pouco código corporativo serve realmente como diferencial competitivo, e todo o restante pode ser disponibilizado, pois não justifica o esforço de mantê-lo protegido ou restrito – nem mesmo pelas exigências das licenças recíprocas (copyleft, como a GPL).
Em paralelo, a adoção de licenças da família GPL em projetos de repositórios públicos como o GitHub está em declínio há alguns anos, enquanto a adoção de licenças estilo Apache está em crescimento acentuado e quase empatando com a GPL & cia., e a ampla maioria dos projetos do GitHub nem mesmo identifica alguma licença – o que juridicamente equivale a dizer que o código é proprietário e as restrições usuais do copyright se aplicam a ele, mas na prática – segundo o autor – indicam que os desenvolvedores desses projetos simplesmente não se importam mais com os termos de licenciamento, apenas em publicar o código.
Tudo isso porque o open source chegou lá. Hoje não é mais o concorrente ou a alternativa, e sim o modelo por trás de tendências como a nuvem, big data e mobile.
Ah, e ele também diz que após anos de discussões, o open source venceu o free software. (via akamai.infoworld.com - “We're living in a post-open source world | Open source software - InfoWorld”)
O OwnCloud é um software open source que permite definir um servidor de arquivos e compartilhamento com recursos semelhantes aos do popular Dropbox, mas sob a administração do usuário – o que pode ser importante especialmente para quem prioriza a privacidade e o controle.
Ele tem clientes para Linux, Mac, Windows, iOS e Android e, além do armazenamento (convencional ou WebDAV), sincronização e compartilhamento de arquivos em uma nuvem particular, oferece recursos adicionais como armazenamento de compromissos (CalDAV), de contatos (CardDAV), criptografia dos arquivos, streaming de música, acesso via web, galeria de fotos, visualizador de vídeos e mais.

A versão 7 acaba de ser lançada, e entre suas novidades traz o primeiro passo em direção ao estabelecimento de federações de ownClouds: o compartilhamento de arquivos entre servidores diferentes. Outras novidades da versão incluem o design responsivo que agiliza o acesso ao OwnCloud via web, e o recurso de edição colaborativa de documentos do Word (o suporte ao ODF já existia em versões anteriores). (via karlitschek.de - “Frank Karlitschek_ » ownCloud 7 is out!”)
Citando a economia de mais de £1,2 bilhões (US$2,05 bilhões) que a medida pode representar para os cidadãos, empresas e contribuintes, o governo do Reino Unido decidiu adotar formatos abertos para os seus documentos, e exigir o suporte a eles nos aplicativos de escritório adotados de agora em diante para uso governamental.
No caso dos documentos a serem compartilhados pelo governo, isso significa especificamente o ODF (típico do OpenOffice e seus descendentes, e suportado no MS Office), o que indica que aplicativos que não o suportem (como o Google Docs) não poderão competir pelo uso governamental por lá, e em outros países que eventualmente sigam a medida, se não passarem a suportá-lo. (via www.zdnet.com - “UK makes ODF its official documents format standard | ZDNet”)
Os grifos no texto a seguir são meus.
Via idgnow.com.br:
O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJ) multou a TNL PCS S/A (Oi) em R$ 3,5 milhões por infrações às normas de defesa do consumidor. A condenação foi motivada em razão do serviço Navegador disponibilizado aos consumidores do Velox, serviço de banda larga da Oi.
Durante o processo administrativo foram constatadas violações ao direito à informação, à proteção contra a publicidade enganosa, além do direito à privacidade e intimidade. Segundo o diretor do DPDC, “a empresa, com o pretexto de melhorar a experiência de navegação, omitiu do consumidor informações essenciais sobre o serviço e suas implicâncias para a privacidade e segurança de dados pessoais. Em nenhum momento o consumidor foi informado de que sua navegação seria monitorada pela empresa e que o seu perfil seria comercializado com empresas de publicidade”.
O DPDC verificou que houve violação aos princípios da boa-fé e transparência, além de publicidade enganosa. O serviço violou, ainda, princípios fundamentais definidos pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, como a neutralidade da rede e o princípio da padronização e interoperabilidade. A tecnologia do Navegador redireciona o tráfego do consumidor na internet e filtra seus dados, de modo a compor seu perfil de navegação, contrariando padrões da rede.
(...) O cálculo da sanção levou em consideração critérios previstos no Código de Defesa do Consumidor, como a vantagem econômica auferida, a condição da empresa e a gravidade da conduta. O valor deve ser depositado em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) e será revertido em ações voltadas à proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da defesa dos consumidores.
O interessante é que o despacho não faz menção ao Marco Civil da Internet, que entrou em vigor este ano e proíbe violações de nautralidade de rede e a prática de guarda de registros de navegação por parte dos provedores de conexão à Internet.