Agilizando a administração do Openfire com o plugin B9
Enviado por Marcelo Terres (mhterresΘgmail·com):
Enviado por Marcelo Terres (mhterresΘgmail·com):
Enviado por asghan (dangofreΘig·com·br):
O Ignition busca ser um sistema operacional completo, disponível como uma imagem pronta para dar boot, capaz de oferecer aos retrogamers os recursos típicos de ambientes modernos de jogos (pense na Steam, ou nas interfaces do PS3 ou do XBox): perfis, desafios e competições compartilhadas via Internet, troféus/achievements e mais.
Ele pretende oferecer suporte aos diversos emuladores já disponíveis no Raspberry Pi, numa interface projetada para oferecer as informações sobre os jogos (capa, screenshots, descrição, etc.), suportar boa parte dos joysticks USB e sem fio, e outros recursos típicos de plataformas modernas.
Mas a ideia é, além de jogar sucessos do passado com grande qualidade, poder fazer ou aceitar desafios tais como vencer no Star Fox com apenas uma vida, ou ser o mais rápido a obter 50 anéis no Sonic.
O autor pediu US$ 4.500 em uma campanha do Kickstarter, mas já passou dos US$ 7.000 e uma parte do produto já está desenvolvido – e ele será open source desde o dia do lançamento. (via www.kickstarter.com - “Ignition: A Social Retro Gaming OS for the Raspberry Pi by Alex Stubbs — Kickstarter”)
A especificação das Steam Machines, da Valve, estará disponível para quem quiser fabricá-las, instalar o SteamOS (baseado no Debian) quando ele estiver pronto, e vender para quem quiser um PC feito para jogar, na sala, os jogos compatíveis disponíveis na loja virtual Steam.
Está em estágio beta, e as configurações de hardware adotadas por vários parceiros já são conhecidas, o que permite iniciativas como a deste artigo que explica como o autor montou a sua própria Steam Machine a partir de peças separadas.

Os componentes escolhidos (placa mãe Asus, CPU AMD FX, placa de vídeo GeForce, etc.) tentam equilibrar preço e desempenho, e a máquina montada está bem adequada para a maior parte dos jogos atuais, ao mesmo tempo em que o custo de US$ 540 (lá fora) tenha ficado bem próximo ao preço de venda de um potencial concorrente do ecossistema Steam: o XBox One. (via www.gamingonlinux.com - “How To Build A Budget Steam Machine | GamingOnLinux”)
Separei um trecho, com tradução minha: "Gnome. A Linux Foundation. Freedesktop.org, e outros. São todos grupos com planos. Estes não são os que acreditam na liberdade. Eles acreditam em controles e em padronização. Eles acreditam em similaridade. Quem são eles? Quem são esses auto-designados mantenedores da chama do Linux?"
Respondendo parcialmente, eu creio ter uma razoável ideia da identidade dos grupos citados, embora não tenha ouvido falar muitas vezes no autor da carta.
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Segundo ele, o Systemd "é um intruso subversivo projetado para destruir o Linux como o conhecemos, imposto sobre nós por uma multidão que não o entende tão profundamente quanto deveria".
O autor afirma que o sistema de inicialização é oposto ao que o *NIX representa, não apoia a Liberdade e que a decisão por sua adoção pelo Debian foi forçada. Ele clama que essa distribuição deve se divorciar imediata e publicamente do GNOME e colocar o Systemd nos repositórios non-free pois, segundo ele, os administradores daquele ambiente gráfico, bem como os da Linux Foundation, do Freedesktop.org e outros possuem agendas ocultas contrárias à Liberdade de Software. Ele indica o Enlightenment como ambiente desktop substituto.” [referência: blog.desdelinux.net]
Enviado por Cleuton Sampaio (cleuton·sampaioΘgmail·com):
Enviado por macxi (emebipeΘyahoo·com·br):
Os novos pacotes de software foram acrescentados ao repositório e muitos outros foram atualizados para as últimas versões.
Este Alpha vem com o kernel 3.15.6, X.Org 1.16 e Mesa 10.2.5, com os ambientes gráficos KDE 4.13.95, GNOME 3.13.4, LXDE, RazorQt, Mate 1.8.1 e Cinnammon 2.2.13, e versões recentes de outros softwares, como o Libreoffice 4.3.1.1.
Há a possibilidade de testar o KDE frameworks 5 instalando os pacotes kf5*. Sinta-se a vontade para experimentá-los e não vacile em reportar bugs ou discuti-los na nossa lista de email dev.
Mais informações você lê nas notas sobre o alpha 2 e na Errata da Mageia 5.
Participe do desenvolvimento desta nova versão da Mageia, entre em uma das Equipes Mageia, contribuindo nos trabalhos artísticos ou reportando os bugs.
Lembramos que esta versão é apenas para testes de desenvolvimento e correção de bugs, não devendo ser usada em ambientes de produção.”” [referência: blog.mageia.org]
Enviado por Pablo R. Dinella (ipablo·rdΘgmail·com):

Sendo uma versão beta, os desenvolvedores alertam: Não use o sistema em ambiente de produção. Mais screenshots aqui: http://wowelementary.com/first-beta-elementary-os-freya/
Post oficial + download: http://elementaryos.org/journal/freya-beta-1-available-for-developers-testers” [referência: wowelementary.com]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Steghide é uma ferramenta open source de linha de comando que permite esconder um arquivo de texto dentro de imagens ou arquivos de áudio usando esteganografia, tudo diretamente no terminal do Linux. Ele atualmente suporta apenas imagens digitais em formato JPEG e BMP e arquivos de áudio em WAV ou AU.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Enviado por Fabio Rodriguez (fabio·rodriguezΘgmail·com):
Saiba como funciona um daemon e conheça um pouco da história dos daemons dos sistemas Unix e Linux, vindo desde o System V, passando pelo init até culminar no Systemd.” [referência: piratasdainternet.com.br]
Enviado por Marcelo Terres (mhterresΘgmail·com):
Enviado por Marcos Vinícius Campez (markintuxΘgmail·com):
Repetitivo, mecânico, violento e eu gosto: Dead Island, de 2011, é um dos jogos que eu mais curto no PS3, e pode ser que ele esteja a caminho do Linux.
O vídeo acima é o interessante trailer que conta uma história de trás pra frente e foi usado para apresentar o contexto do jogo. As pistas que indicam uma possível versão para Linux a caminho são duas entradas nas informações da Steam: uma referência a um diretório de configuração chamado linux, e de um nome "Dead Island Linux".
O jogo foi publicado pela Deep Silver, que tem histórico positivo com o Linux. Aguardemos. (via www.gamingonlinux.com - “Dead Island Zombie Action RPG Looks Like It's Coming To Linux | GamingOnLinux”)
Roteadores, câmeras IP, equipamentos de automação residencial e outras categorias de aparelhos conectados estão entre os hosts das 30.000 amostras de firmware de produtos, com marcas como Siemens, Xerox, Bosch, Philips, D-Link, Samsung, LG e Belkin, analisadas por pesquisadores em busca de identificar sua situação quanto à segurança.
Os resultados desapontam: grande número de backdoors, problemas de criptografia (incluindo chaves privadas expostas), software desatualizado (incluindo um kernel Linux com 10 anos de idade) e várias outras vulnerabilidades.
O link a seguir traz alguns detalhes, e o restante deles vai ser apresentado na próxima Usenix. (via www.itworld.com - “Study finds firmware plagued by poor encryption and backdoors | ITworld”)
Alguns assuntos são mais complicados do que outros, mas não falar de certos assuntos com seus filhos é fazê-los ir buscar as informações com alguém mais, com detalhes que você não daria. Ops, eu quis dizer funcionários.

Via computerworld.com.br:
Os desafios de comunicação entre profissionais de segurança de TI e executivos, o desejo de reformular os atuais sistemas de segurança e o conhecimento limitado sobre segurança entre os executivos e funcionários têm comprometido a segurança das corporações, segundo o estudo “Obstáculos, Renovação e Aumento da Educação em Segurança”, realizado pelo Instituto Ponemon a pedido da empresa de segurança Websesnse.
O levantamento com quase 5 mil profissionais de segurança em TI em 15 países, incluindo o Brasil, revela uma lacuna em relação a conhecimento e recursos nas empresas, elevando o nível de vulnerabilidade e risco de violações nos dados corporativos. No Brasil, a pesquisa ouviu 392 profissionais de TI e segurança de TI.
“Não é surpresa que tantos profissionais de segurança estejam decepcionados com o nível de proteção de suas atuais soluções, uma vez que muitas empresas ainda utilizam soluções legadas que não conseguem barrar a cadeia de ameaças e impedir o roubo de dados”, afirma John McCormack, CEO da Websense.
Os resultados revelam um consenso global de que as organizações devem corrigir a lacuna de comunicação entre as equipes de segurança e executivos para melhor proteção contra ataques avançados e o roubo de dados, e investir mais na educação dos funcionários.
Infelizmente, o Brasil aparece acima da média na maioria dos pontos analisados em relação à tecnologia, comunicação e educação em segurança. Confira no link acima.