Treinamentos oficiais Puppet Labs no Brasil em março e em maio
Enviado por Miguel Di Ciurcio Filho (miguelΘinstruct·com·br):
Enviado por Miguel Di Ciurcio Filho (miguelΘinstruct·com·br):
Os interessados no que Richard Stallman diz e faz têm um novo exemplo interessante para analisar o funcionamento da liberdade no âmbito da FSF: ele bloqueou a inclusão do pequeno patch que um desenvolvedor do quase utensílio culinário Emacs enviou na semana passada para que uma funcionalidade de depuração passasse a ter suporte também ao software livre LLDB (o debugger do LLVM), que vem ganhando bastante adoção por desenvolvedores no ambiente Linux devido ao seu funcionamento descrito como superior e mais fácil do que o do GDB (o debugger do GNU).
O Bom Doutor expôs em público o que entende como justificativa para o bloqueio. Segundo ele, parece haver um esforço sistemático para atacar pacotes GNU, ao qual o projeto precisa responder estrategicamente.
A situação é especialmente curiosa para mim porque o Emacs suporta sistemas como o Windows e o OS X. E Stallman disse que não são casos similares ao do suporte ao LLDB, o que torna a situação ainda mais curiosa para mim. De qualquer forma, o Bom Doutor expressamente me negou permissão para traduzir material seu, portanto conte com o link a seguir para saber mais sobre o que ele pensa a respeito do caso. (via www.phoronix.com - “RMS Feels There's "A Systematic Effort To Attack GNU Packages" - Phoronix”)
Enviado por Marcos Paulo de Souza (marcos·souza·orgΘgmail·com):
Enviado por Alan Oliveira (alanΘvirtx·com·br):
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Mais informações podem ser encontradas no Slashdot ou no Net Security.” [referência: linux.slashdot.org]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por EverPi (everpiΘtsar·in):
O usuário PeterO postou sua descoberta ontem no fórum oficial do Raspberry Pi. Após um dos engenheiros do Raspberry Pi citar para tamparem um dos chips que fazem parte da alimentação da placa( SMPS, marcado como U16 ) o "problema" cessou.” [referência: blog.everpi.net]
Enviado por Rafael Teixeira (monomanΘgmail·com):
Fonte: notas de liberação ainda em rascunho no repositório do site do projeto” [referência: mono-project.com]
Na semana passada, com o lançamento do Raspberry Pi 2, vi surgirem em vários locais as perguntas sobre o que isso significaria para os retrogamers.
E parece que tem um significado bem real: a emulação de videogames no minúsculo Pi avançou uma geração, agora rodando vários jogos do Nintendo 64 e do Playstation 1 em sua velocidade original. E é só a primeira semana! (via opensource.com - “Open source and Linux games roundup: January 31 - February 7, 2015 | Opensource.com”)
Via tecnologia.ig.com.br:
Anunciado há mais de um ano pela Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, o primeiro smartphone com o sistema chega ao mercado nesta semana. O The Verge noticia que a empresa espanhola BQ adaptou um de seus celulares com Android para o Ubuntu e está vendendo o modelo por cerca de US$ 190 em alguns países europeus.
O smartphone se chama Aquaris E4.5 Ubuntu Edition e tem configuração modesta, voltada para usuários iniciantes. O produto tem tela de 4,5 polegadas com resolução qHD (960 x 540), processador MediaTek quad core de 1,3 GHz e 8 GB de armazenamento interno.
O lançamento do produto ocorrerá de modo inusitado, de modo relâmpago. Seguidores da contas do Ubuntu e da BQ receberão tweets com os links de compra do modelo. A BQ não tem planos para vender o smartphone fora da Europa.
Via g1.globo.com:
(...) "Quando vou a uma escola apresentar o programa, os meninos sempre questionam: por que só para meninas? E eu pergunto: me descrevam um programador. Eles dizem 'um cara que fica na sentado na frente do computador'", comenta Nathalia Goes, de 18 anos, uma das organizadoras da etapa nacional do Technovation neste ano. Ela participa da Campus Party 2015, que vai até domingo (8), para divulgar o projeto e ministrar "hackatonas" com os campuseiros.
"A gente quer mudar isso. O fato de a competição ser só para mulheres quebra essa barreira de as meninas ficarem com medo de participar, por não serem tão boas, por não estarem no nível dos meninos. O que é uma besteira porque todo mundo é igual e tem que ter a mesma chance de aprender", diz.
A ideia do Technovation é simples: equipes de cinco meninas com entre 10 e 18 anos, que não precisam ter conhecimento prévio em tecnologia, se organizam para materializar boas ideias em formato de aplicativos. O programa dura três meses, tempo em que elas aprendem a programar e a desenvolver um modelo de negócios. Os melhores projetos ganham a chance de ir para o Vale do Silício, nos Estados Unidos, e podem até levar um prêmio de US$ 10 mil.
A Feral Interactive já portou para o Linux títulos como XCOM Enemy Unknown e Empire: Total War, e é a responsável por levar ao Mac jogos como BioShock, vários das séries Lego, Batman e Tomb Raider, Dirt, títulos do Sid Meier e mais.
Agora a empresa está procurando desenvolvedores Linux para trabalhar em tempo integral, com a intenção de ampliar sua capacidade de lançar jogos para o sistema. Se você tem experiência no ramo e deseja trabalhar sediado em Londres, veja os detalhes. (via www.phoronix.com - “Feral Interactive Is Looking To Do More Linux Games - Phoronix”)
Enviado por Alexandre Vicenzi (vicenzi·alexandreΘgmail·com):
O PyPy é uma alternativa a outros interpretadores como CPython (o padrão), Jython e IronPython, e de acordo com os diversos benchmarks publicados, o mais rápido entre eles.” [referência: blog.butecopensource.com]