Promoção para treinamento oficial Red Hat em SP
Enviado por Andréia Barreto (andreiaΘsavant·com·br):
Enviado por Andréia Barreto (andreiaΘsavant·com·br):
Enviado por Klaibson Ribeiro (klaibsonΘgmail·com):
Evento construído pela comunidade catarinense de Software Livre, para divulgar, debater e fomentar o Software Livre e o LibreOffice no Oeste Catarinense. O evento ocorrerá no dia 21 de Março, com início previsto às 09h00min e término previsto às 17h00min.
O evento já ocorreu em diversas oportunidades. 1ª Edição: Nova Trento: 19 de Março de 2011, Centro Comunitário. 2ª Edição: Joinville: 18 de Maio de 2013; Udesc. 3ª Edição: Concórdia: 15 de Março de 2014; UnC;
O objetivo do evento é fomentar o uso do LibreOffice e reunir, desenvolvedores, empresas, estudantes e comunidade em geral para debaterem assuntos como ODF, Dados Abertos, Desenvolvimento e LibreOffice, além de proporcionar um espaço para troca de experiências.
Detalhes do evento, podem ser acessados em www.oesc-livre.org/libreoffice” []
Enviado por Dextraining (cursosΘdextra·com·br):
Que tal aprofundar seus conhecimentos com relação à nova versão do ITIL® (V3 Rev. 2011) e Cobit? Apresentaremos aos participantes conceitos do modelo ITIL (Information Technology Infrastructure Library) e Cobit assim como exemplos de utilização na gestão de serviços e governança de TI.
A proposta é capacitar o participante a interpretar, praticar e implantar os conceitos na sua organização e também preparar para os exames de certificação ITIL® Foundation e Cobit Foundation.
Itil: De 23 a 26/02/15 - 16 horas Cobit: De 09 a 12/03/15 - 16 horas Local: Campinas
Quer mais informações? É só acessar [dextraining.com.br/…]” [referência: dextraining.com.br]
Enviado por Marcelo Lima (marcelo·limaΘshapeblue·com):
O CloudStack Day forneceu um espaço singular para a troca de experiências e de informações com os mais importantes profissionais do mercado mundial de tecnologia Apache CloudStack™.
Segue o link da gravação do evento na íntegra para quem não pode ir no dia do evento: http://iptv.usp.br/portal/video.action?idItem=26467” [referência: iptv.usp.br]
Enviado por Anderson Oliveira de Paula (andersonopΘgmail·com):
Será a 41ª edição (cerca de 1400 profissionais já foram capacitados). A turma pode acontecer de segunda a sexta-feira (noturno) ou 3 sábados na sequencia (integral). O treinamento contempla em sua programação os seguintes assuntos: - Redes; - Servidores; e - Topologias Avançadas.
O treinamento tem custo médio de R$ 600,00, porém para que faz o cadastro de interesse, há um desconto de 20% (ou seja: o valor da inscrição é de R$ 480,00)
Aqui está o site da atividade onde é possível manifestar o interesse me participar da próxima turma: [temporealeventos.com.br/…]” [referência: temporealeventos.com.br]
Enviado por Vantage Tecnologia da Informação (marketingΘvantageti·com·br):
www.vantageti.com.br (11) 2365-4013 Skype: comercial.vantageti E-mail: comercial@vantageti.com.br” [referência: vantageti.com.br]
Enviado por Juliano Ramos (julianoΘtux4·com·br):
Enviado por Wladimir Crippa (wladimirΘwladimir·com·br):
No Ubuntu, Debian e outras distribuições Linux que usam os pacotes .deb é muito fácil fazer isso.” [referência: nerdices.com.br]
Enviado por Anahuac de Paula Gil (anahuacΘanahuac·eu):
Eu costumava provocar meus amigos Debianers que Ubuntu é uma palavra africana que significa "Debian bem feito". A resposta era imediata, me corrigindo: "Ubuntu significa não sei instalar Debian". Piadas e provocações a parte, Ubuntu significa "Sou o que sou pelo que nós somos". O sentido poético é inspirador, afinal de contas, Ubuntu, eu e você deveríamos ser uma simbiose. Um conjunto. Um círculo, sem inicio nem fim, onde todos tomos o que somos pero que todos somos.
Mas o que somos? Antes de existir a Canonical ou Ubuntu, já éramos uma comunidade de Software Livre, do Movimento Software Libre. Compartilhamento, amizade, camaradagem, liberdade, honestidade, era isso o que éramos. No Brasil fomos um dos grupos mais bem estruturados e unidos. Os laços tem haver com a cultura, a fé, a pobreza financeira, a riqueza de espírito, a humanidade e especialmente o desejo que querer o melhor para nossos semelhantes. Essa é a essência do Movimento social e político do Software Livre.
Ao longo do tempo aconteceu uma relação inversamente proporcional: quanto mais o Ubuntu evoluía como sistema operacional, menor era o compromisso da comunidade com os princípios do Software Livre. Ubuntu ficou mais fácil de instalar graças a seus drivers proprietários: a comunidade aceitou. A FSF denunciou o comportamento antiético e amoral da Canonical e a comunidade decidiu demonizar o Stallman. O kernel do Ubuntu é o que mais tem códigos não livres e a comunidade parece gostar cada vez mais.
Em 2012, depois das denúncias da FSF eu deixei de usar Ubuntu. Convidei e continuo convidando muitos a fazerem o mesmo, afinal o conjunto Software Privativo + Spyware + Comportamento de Microsoft, não coaduna com os princípios do Software Livre. Até escrevi um outro artigo dando os detalhes chamado "A Microsoftização da Canonical". Tenho alertado, pedido, conversado, escrito e palestrado. Mas parece que quanto mais eu falo, menos efeito tem. Até mesmo mega eventos de Software Livre como o FISL e o Latinoware insistem em fazer amplo uso e propaganda da distribuição. É como se não usar Ubuntu fosse feio, impossível ou improvável. Percebo esse mesmo sentimento nos usuários dos produtos da Apple: sabem que não é correto, mas insistem em usar.
É claro que se pode esperar comportamento antiético e amoral das empresas. Elas foram criadas para isso. Em uma economia capitalista não devemos ser ingênuos, certo? Então porque a comunidade Ubuntu não reage? Como é possível que a maior comunidade defensora de Software Livre do Brasil não defenda mais Software Livre? Porque os milhares de ativistas que se esforçaram tanto para mostrar a seus amigos e parentes que usar GNU era melhor. Segurança, estabilidade, liberdade!
Liberdade de código. Aquela que garante e perpetua a liberdade através da GPL. Aquela que transforma a relação entre os fabricantes e os consumidores, empoderando os usuários, finalmente. Liberdade de código que tornou restrições de área em DVD's obsoleta, que fez engenharia reversa em diversas placas Wifi. Liberdade que leva ao compartilhamento, que leva à excelência, que transforma software em serviço e não em produto. Liberdade que abalou as colunas dos grandes monopólios.
A Comunidade Ubuntu mudou? Claro que sim! Muito mais adeptos, muito mais usuários, muito mais computadores instalados. Então o saldo é positivo, pois mais pessoas entendem que a liberdade do software lhes garante qualidade computacional, lhes dão mais poder nas relações comerciais e assim promovemos uma sociedade mais justa, certo? Infelizmente o resultado não foi bem esse. É fato que o número de usuários cresceu geometricamente, mas a grande maioria não faz ideia do que usa, nem do benefícios do Software Livre. E todos os usuários de Ubuntu, sem exceção, estão usando Software Privativo.
Pode-se argumentar que os usuários comuns não devem saber dos detalhes. Eles não entenderiam. Ele querem que "a coisa" funcione e nada mais. Pode ser, mas o risco de não educar as massas, é que quando o perigo se apresentar, elas não saberão distinguir entre o que é realmente certo, parcialmente certo, parcialmente errado ou realmente errado. Elas continuarão a querer apenas que " a coisa" funcione. Esse é o "Calcanhar de Aquiles" da massificação de usuários.
Será que a Comunidade Ubuntu tem isso bem claro? Vocês estão distribuindo código fechado. Em vez de ajudar a libertar as pessoas, estão ajudando a aprisioná-las. Será que está claro que a complacência ao aceitar a presença de código privativo e do comportamento amoral da Canonical, terminam enfraquecendo todo o Movimento Software Livre me escala mundial?
Sejam honestos com vocês mesmos. Será que não perceberam que "aberto" virou sinônimo de livre? É open isso, open aquilo. Open, aberto não é o mesmo que livre. Algo aberto não muda a forma das pessoas pensarem, apenas ajusta a forma de resolver problemas. Afinal de contas com acesso ao código e produzindo colaborativamente os negócios gastam menos e obtém melhores resultados. Mas desde quando a Comunidade Ubuntu passou a priorizar o desempenho das empresas em detrimento dos respeito às liberdades do usuários? Desde quando a ideia era facilitar a instalação do sistema operacional GNU, em detrimento do entendimento de seus princípios éticos e filosóficos?
Este é um apelo a toda a Comunidade Ubuntu para que usem sua tenacidade, capacidade de mobilização, perseverança, doação e espírito, para mudar de distribuição. Mostrem a Canonical que a Comunidade Software Livre é muito maior e mais poderosa do que ela. Mostrem que o que vale é o Software Livre e tudo que ele representa e não "um rosto bonito", que nos engana, maltrata e desrespeita. Escolham uma outra distribuição realmente comprometida.
Não somos ingênuos. Sabemos que o caminho é árduo. A batalha é sangrenta. O esforço é hercúleo. Mas podemos sim resgatar quele sentimento, aquela convicção de que se esta fazendo a coisa certa e não o mais fácil. Este é um convite para subirmos o Monte Everest mais uma vez. Desta vez do jeito certo.
Já imaginaram o recado que a Comunidade Ubuntu se intitulasse Comunidade GNU?
Saudações Livres!” [referência: anahuac.eu]
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Isso será possível graças ao hardware do computador ter sido cuidadosamente selecionado para que nenhum blob binário fosse necessário ao seu funcionamento e à promessa do fabricante de entregá-lo apenas com softwares livres. Dentre as principais configurações, podemos citar um processador Intel i7-4770HQ, uma placa gráfica Intel Iris Pro Graphics 5200, uma tela de 15,6" com resolução 1920x1080 ou 3840x2160, 500GB ou 1TB de HD e de 4 a 32GB de memória RAM.
A versão mais básica do computador está em pre-venda por US$ 1.849. Fica, no entanto, a dúvida: quanto esse equipamento custará ao/se chegar ao Brazil? Valeria a pena comprá-lo?” [referência: ]
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Todos as ferramentas mapeadas pelo projeto são do tipo software livre, que tem como característica fundamental o fato de a licença disponibilizar o código fonte para que possa ser modificado pelos usuários. “Assim, o conhecimento utilizado para produzir o programa se torna público, o pensamento e o raciocínio utilizados em sua produção passam a fazer parte do acervo de conhecimentos da humanidade”, ressalta Slomp. Outra vantagem é que 99% softwares de código aberto são gratuitos, o que também contribui para a democratização desses recursos.
A tabela está disponível em versão HTML e também em formato Wiki. O projeto foi citado em matérias da UFRGS TV e do programa Cidadania, da TVE RS.” [referência: ufrgs.br]
Enviado por Alessandro binhara (binharaΘmonobrasil·com·br):
Link: [blogs.msdn.com/…]
Enviado por Stephanie Milate (smilateΘnovatec·com·br):
As redes sociais são um fenômeno incontestável. Facebook, Twitter e Google+ são algumas das que agregam milhões de usuários, mas há também inúmeras que sequer decolam. As grandes redes sociais possuem um número de usuários ativos que se aproxima de um terço da população mundial e são usadas para os mais diferentes propósitos: interação social, jogos, promoção de empresas, marketing, entre outros.

A interação entre os usuários caracteriza uma rede complexa de conexões entre pessoas e grupos, e a análise destes meios de comunicação e interação social consiste em um desafio computacional significativo.
Pensando nisso, o autor Ademir Gabardo lança pela Novatec Editora o livro “Análise de Redes Sociais – Uma visão computacional”, que aborda os aspectos computacionais das redes complexas, suas métricas, algoritmos e como proceder à análise desse tipo de rede. Unindo teoria e prática, são apresentados exemplos, softwares e ferramentas para a análise de redes sociais, incluindo suas características e fenômenos.
Muitas das teorias do livro ultrapassam a análise das redes sociais e oferecem um horizonte amplo de possibilidades aos analistas de redes complexas. Pesquisadores e estudantes de ciência da computação encontrarão também informações valiosas sobre as redes sociais em “Análise de Redes Sociais – Uma visão computacional”.” [referência: novatec.com.br]
Enviado por André Felipe Dias (andre·diasΘpronus·io):