Wayland - O futuro servidor gráfico do Linux
Enviado por Djames Suhanko (djames·suhankoΘgmail·com):
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Enviado por Diego Sueiro (diego·sueiroΘembarcados·com·br):
Enviado por zeuslinux (zeuslinuxΘyahoo·com):
Solução requer o sistema operacional Android. Isso porque, explica Raimundo Guimarães Saraiva Júnior, é necessário ter acesso ao código-fonte para blindar o modelo, o que não é permitido pelo iOS, da Apple, e pelo Windows, da Microsoft. Governo já está usando a ferramenta, mas o nome do cliente não pode ser revelado. Produção dos cartões será feita no Brasil, dentro de unidade própria da ZTEC.
"O importante dessa solução, que levou dois anos para ser feita na nossa área de Pesquisa e Desenvolvimento, é que os fornecedores de terceira camada, com hardware criptográfico, são de origem estrangeira e trazem os vícios de origem de segurança. Agora há software e hardware 100% nacional, aptos para proteger o Estado brasileiro e todo o mercado", explica o executivo da ZTEC, em entrevista exclusiva ao portal Convergência Digital. Vale lembrar que a camada 1 é de aplicação. A camada 2 é de Sistema Operacional blindado e a camada 3 é a de hardware criptogrado.
Guimarães Junior explica que já existia uma versão do MCI SD, mas ele não não possuia as dimensões atuais que permitem a inclusão dele em qualquer dispositivo móvel, como smartphones e tablets vendidos no mercado. "O cartão entra como se fosse um cartão de memória. É simples e fácil de manuseiar. Ele vai funcionar como um cofre guardando as chaves e os algoritmos criptográficos que a aplicação de segurança vai rodar", diz.
Para o executivo, o governo possui celulares especiais - desenvolvidos para os órgãos públicos, como o Zcell, da própria ZTEC, que já estão rodando o novo cartão. Há 200 celulares já em atividade em órgãos govenamentais, mas o nome da autarquia ainda não pode ser revelado. Mas a grande aposta, agora, é ampliar a presença no mercado privado de segurança.
Como o cartão se adequa a qualquer dispositivo, a expectativa é que se possa vender um solução de comunicação privada e criptografada. "Estamos unido software e hardware com segurança. Nossa ideia é vender num modelo de licenciamento na nuvem, para que os custos sejam adequados às empresas", projeta Raimundo Guimarães Saraiva Júnior.
Nos últimos dois anos, a ZTEC investiu cerca de R$ 4,5 milhões em Pesquisa e Desenvolvimento e, embora não revele a sua projeção de fabricação desses novos cartões, o executivo garante que a produção será local. "Temos estrutura. As empresas brasileiras de segurança não devem nada para as internacionais", completa"” [referência: convergenciadigital.uol.com.br]
Enviado por Paulo Henrique de Lima Santana (phlsΘsoftwarelivre·org):
Além do tradicional Install Fest, o FLISOL 2015 em Curitiba terá também: * 14 palestras; * 04 oficinas/minicursos; * Coding Dojo promovido pela comunidade Dojo Paraná; * Hackathon promovido pelo Grupo de Usuários Ruby do Paraná (GURU-PR). Este ano o FLISOL em Curitiba terá dois convidados especiais: * Jon "Maddog" Hall (Estados Unidos): Diretor Executivo da Linux International, e conhecido em todo o mundo como um grande, talvez o maior, Embaixador do Linux. * Luciana Fujii (Belo Horizonte): formada em Ciência da Computação, desenvolvedora, feminista e ativista de software livre há mais de 10 anos. Já colaborou com o projeto GNOME, GStreamer, Landell e continua com uma queda por projetos de multimídia. Hoje trabalha com áreas tão distintas quanto Android e web, com doses de realidade aumentada, e gostaria que mais mulheres descobrissem a diversão no software livre.
O FLISOL acontecerá das 9:00h às 17:00h no Campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) no 2o. andar do Bloco Amarelo. Endereço: Rua Imaculada Conceição, 1.155, Prado Velho - Curitiba PR
Para ver a programação completa, acesse: [flisol.curitibalivre.org.br/…]
A inscrição para o FLISOL é totalmente gratuita e pode ser feita em: [flisol.curitibalivre.org.br/…]” [referência: flisol.curitibalivre.org.br]
Atendendo a uma promessa antiga, publiquei no meu site pessoal um guia para a montagem de uma máquina de fliperama (ou arcade, para ser mais apropriado) artesanal no estilo bar top, ou seja, meia altura, para ser colocada em um balcão.

No guia, que eu tenho atualizado regularmente, eu narro toda a história da minha terceira máquina de fliperama (já estou na quinta), descrevo os materiais, disponibilizo o projeto de marcenaria, explico o projeto eletrônico (bem simples, apenas conexões de botões aos pinos de um Raspberry Pi), a seleção de softwares e mais.
O software que eu uso é o Raspbian + Mame4All, diferente de muitos projetos do gênero que optam por alguma distribuição que já vem preparada para ambientes multijogos.
Via augustocampos.net:
Eu realmente acho que você deve montar a máquina de fliperama que reviva os seus sonhos dos anos 80 e 90. É bem mais fácil do que parece e, se você não domina a parte de marcenaria ou eletrônica o suficiente para garantir sua integridade física e a qualidade do resultado, certamente pode encontrar um marceneiro e um técnico em eletrônica para ajudá-lo.
Via pesquisa.softwarelivre.org:
O FISL é resultado do trabalho de uma grande quantidade de voluntários. São colaboradores anônimos que doam parte do seu tempo para fazer o maior evento de software livre da América Latina! Nós sabemos a importância dessa colaboração e o valor dessa troca que o FISL promove. Alguns voluntários trazem suas experiências outros mão-de-obra e entusiasmo. O FISL devolve com espaços para compartilhar ideias e absorver conhecimento.
Quer ser voluntário? Ser voluntário do FISL significa acompanhar os bastidores de um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, mas também representa uma grande responsabilidade e um papel a cumprir dentro da organização do evento. Quem estiver disposto a trabalhar nos quatro dias do evento ou até mesmo antes, veja o que é preciso para se inscrever.
Enviado por Marcos Vinícius Campez (marcosΘbytelivre·net):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Alexandre Vicenzi (vicenzi·alexandreΘgmail·com):
Enviado por Diego Sueiro (diego·sueiroΘembarcados·com·br):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (contatoΘciclodepalestra·com·br):
Enviado por PgDay Campinas (mktΘdextra·com·br):
Enviado por !:
Desenvolvida pelo Serpro – em parceria com Dataprev, Procergs, Caixa Econômica, Prognus e Celepar – a ferramenta é uma suíte de comunicação que além do correio eletrônico tem mensagens instantâneas e videoconferência entre as facilidades. Chamada Expresso, ganhou em sua terceira versão o uso de criptografia para dar mais segurança às comunicações de governo. “A criptografia no Expresso V3 funciona de duas formas. As comunicações de Expresso para Expresso são 100% criptografadas ponto a ponto. No caso de mensagens entre o Expresso e outro sistema, usamos certificação digital nas duas pontas”, explica o coordenador do projeto Expresso no Serpro, Marcos Melo.
Até aqui, essa comunicação ‘segura’ já responde pela troca de mais de 200 Terabytes de mensagens. Mas há um longo caminho pela frente. Para implementar a solução em todo o serviço público federal são necessárias 1 milhão de contas – tarefa dividida ao meio entre o próprio Serpro e a Dataprev. “Nossa meta é ter 500 mil contas instaladas em mais dois anos”, diz Melo. Essa implantação, porém, varia muito entre cada órgão atendido. Além disso, envolve a substituição de algum sistema em uso – como Outlook, Lotus Notes ou Zimbra. “O desafio é garantir a segurança sem inviabilizar a vida das pessoas. Por isso não fazemos uma mudança abrupta para não gerar desconforto para os usuários”, justifica o coordenador do Expresso."” [referência: convergenciadigital.uol.com.br]
Enviado por Fernanda Santos (fefaoleverΘgmail·com):