Como instalar e utilizar o tmux
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Enviado por Marcos Oliveira (marcosΘterminalroot·com·br)
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Enviado por Gilberto Ferreira (gilberto·ferreiraΘkonnectati·com·br)
Escrito por Wes McKinney, criador do projeto Python pandas, este livro contém uma introdução prática e moderna às ferramentas de ciência de dados em Python. É ideal para analistas, para quem Python é uma novidade, e para programadores Python iniciantes nas áreas de ciência de dados e processamento científico. Os arquivos de dados e os materiais relacionados ao livro estão disponíveis no GitHub.
Enviado por Mariana Borges (mborgesΘnovatec·com·br)
Para acessar o regulamento e saber mais da promoção: www.virtuallink.com.br
Enviado por Laurence Victor (oliveiravitor934Θgmail·com)
A resposta teórica para esta pergunta seria o 486, lançado em 1989. Esta afirmação pode ser determinada devido ao fato do suporte ao 386 ter sido largado em Dezembro de 2012 com a versão 3.8 do Kernel.
Caso alguém esteja curioso, este é o resultado do esforço para fazer o Linux rodar em um computador antigo modelo IBM PS/1 Consultant 2133 19C (lançado em 1993), e com as seguintes configurações: AMD 5X86 486-clone rodando a 133mhz (Performance similar ao Pentium 75Mhz, sendo o clone 486 mais rápido do mercado), placa gráfica Cirrus Logic VLB CL-GD5424 com 512KiB VRAM, RAM de 64MB SIMM-72, Drive de CD ROM 48x IDE, emulador de disquetes GOTEK, adaptador CompactFlash-IDE + cartão 32GB Sandisk Extreme CF, 3Com Etherlink III 3c509B (ISA) de 10Mbps e Sound Blaster 16 CT2950 PnP (ISA).
A matéria original possui várias fotos do hardware e explica detalhadamente a configuração de um ambiente de compilação cruzada(cross-compilation) em um Thinkpad T430, para gerar um Gentoo Linux 486 enxuto a ser instalado nesta máquina de mais de 20 anos. O escritor da matéria também está ciente da existência do Tiny Core Linux, que não funcionou em tal hardware. Da mesma forma, o intuito da matéria era testar um Kernel Linux moderno em hardware antigo, e por isto, o FreeBSD não foi testado como sugerido pelo leitor vermaden.
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)
Link para o projeto e para o passo-a-passo com com os comandos: https://github.com/badtuxx/giropops-monitoring
Ahhh e você consegue monitorar tudo, de container a host físico!
Enviado por Jeferson (jefersonΘlinuxtips·com·br)
Mais informações entre em contato no Assunto NERD: https://assuntonerd.com.br/2018/01/08/arcore-como-testar-a-realidade-aumentada-da-google/
Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (cabeloΘopensuse·org)
Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br)
Será abordado a Instalação e Configuração do Jenkins 2, nova versão do software de CI que está entre os mais utilizados do mundo.
Será demonstrado mais sobre a Integração Nativa que a versão 2 do Jenkins tem com o Docker, Pipelines, Pipelines as Code, Serviços de Notificação e será Montado um ambiente de Build, Ship e Deploy utilizando o jenkins e enviando os Containers para um hub privado (com ou sem https).
Por fim, será feito o deploy e monitoramento dos containers utilizando o Rancher, uma poderosa ferramenta integrada junto ao Docker.
Detalhe: Tudo em apenas 1 dia, 100% garantido e treinamento 100% prático. 20 de Janeiro, sábado das 9h às 18h - São Paulo-SP - Av Paulista 1159, 16º andar. Aproveite valor promocional para inscrições realizadas até 18/1
Enviado por Anderson Oliveira de pAULA (andersonopΘtemporealeventos·com·br)
Ambos projetos estão felizes em anunciar esta manobra, que exigiu um trabalho árduo para levantar as questões específicas da reunificação, e que teve muitas propostas e poucas ações. A nova e unificada versão do OpenWrt será governada pelas regras estabelecidas pelo projeto LEDE. Membros ativos de ambos os projetos continuarão a trabalhar na versão unificada do OpenWrt.
O Fork LEDE e seu merge de volta ao OpenWrt não alterará a direção técnica adotada pela unificação dos projetos. A busca por estabilidade e lançamentos de manutenção ao mesmo tempo que lançamentos menores são executado para endereçar bugs críticos e incidentes de segurança, continuará funcionando nos mesmo moldes do que foi feito com o LEDE 17.01.
Versões anteriores ao OpenWrt 15.05 CC(chaos calmer) não serão suportadas pelo merge, e serão abandonadas sem atualizações de segurança e estabilidade. A versão OpenWrt 15.05 CC receberá uma quantidade limitada de correções de segurança, e não estará totalmente integrada ao esquema de automatização de lançamentos, fazendo com que os binários demorem um pouco mais a serem lançados. O LEDE 17.01 continuará a receber suporte contínuo a correções de estabilidade e segurança para os binários e fontes. Em breve haverá uma nova versão disponível.
O projeto unificado irá utilizar a base de códigos-fonte do LEDE. Patches específicos do OpenWrt que atingirem os critérios de qualidade impostos pelo LEDE serão integrados a árvore. O código-fonte será hospedado em git.openwrt.org e terá um espelhamento no Github. O código original do OpenWrt será arquivado no Github para referências futuras. Pull requests para os repositórios do OpenWrt e LEDE atuais serão fechados após um período de 30 dias. É encorajado as pessoas que possuem patches pendentes que corram atrás para que tenham seus trabalhos aplicados na árvore.
A reunificação do projeto OpenWrt é representada pela SPI(Software in the Public Interest), uma organização sem fins lucrativos US 501(c)(3) que está gerenciando o registro da marca OpenWrt, as doações para o projeto, e auxiliando as questões legais envolvidas no processo.
A infraestrutura disponível atualmente no domínio lede-project.org será movida ao domínio openwrt.org e redirecionamentos serão configurados onde for apropriado. O que será feito com fóruns e wikis de ambos os projetos ainda não foi decidido, ficando em seus domínios até que um consenso seja atingido.
Para matéria na íntegra, acesse o link de referência, e para aqueles desconhecem a história por trás da separação dos projetos a cerca de 1 ano e meio atrás, o seguinte link é uma boa compilação de todos os eventos.
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)
De acordo com Carlie Fairchild, o retorno ocorreu através da colaboração de hackers que gerenciam a VPN Private Internet Access (PIA), uma empresa da London Trust Media. A PIA é uma ávida colaboradora da freenode, uma das maiores comunidades FOSS existentes. Eles também se preocupam com o Linux e todo o portfólio de assuntos convergentes: privacidade, criptografia, liberdade, agências pessoais e reescrita das regras de negócio e governo que permeiam estes tópicos, através da diversão que o "hacking construtivo" pode gerar.
A ideia de Carlie também é recompensar os assinantes com muito conteúdo, e escutar as ideias no canal #linuxjournal e manter as caras já conhecidas nas publicações do site.
Maiores detalhes sobre o futuro da versão 2.0 do Linux Journal nos links desta matéria e no link de referência.
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)
O Linspire/Lindows foi uma distribuição baseada do Debian/Ubuntu que tinha como púbilco alvo o desktop e remonta de 2001. Foi fundada por Michael Robertson, e tinha como objetivo uma interface que lembrasse o Windows XP e vinha com customizações no Wine para uma teórica melhor compatibilidade com softwares para Windows. Após tomar um processo por conta da semelhança no nome(adivinha quem?) foi renomeada de Lindows para Linspire.
A versão 6.0 do Linspire possui uma década de idade, e durante o decorrer desta, os direitos do nome da distribuição passaram da empresa Digital Cornerstone para a Xandros, e agora para a PC/OpenSystems, que resolveu tirar o desfibrilador da maleta e ressuscitar o Linspire. Surgem então as distribuições Linspire 7.0 e Freespire 3.0.
O Freespire 3.0 é FOSS, enquanto o Linspire requer uma licença comercial e inclui componentes de software proprietário em sua instalação padrão. Ambos são baseados em Debian/Ubuntu então, a gama de softwares disponíveis deve ser, por dedução, aquela já conhecida dos remixes (cof, cof, refisefuqui…). O Linspire é vendido pelo valor de US$ 80 em licença de 12 meses.
Maiores detalhes sobre o licenciamento aqui.
Opinião do tradutor: Lembro-me da época de faculdade onde amigos, e conhecidos de meus parentes, compravam notebooks mais baratos em hipermercados e eram enganados pela propaganda do Lindows, e acabavam formatando seus equipamentos e optando pelo "Xispezão pirata". Será que teremos a criação movimento retrô de pirataria com o lançamento do Linspire?
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)
Quais experiências são essenciais? Ter atuado por pelo menos 3 anos com linguagem de programação: Ruby, Python - Script: Shell - Versionamento: Git - Linux Avançado Experiencia em Amazon AWS, New Relic, Datadog - Integração Continua: Jenkins - Ferramenta de Automação: Ansible, Puppy ou Chef - Infraestrutura de Virtualização: Docker, KVM, Vagrant.
O que oferecemos? remuneração e benefícios compatíveis com o mercado; auxílio a plano de saúde familiar; auxílio paternidade e maternidade extendidos; oportunidade de trabalhar remoto.
Enviado por Ricardson Williams (ricardsonwilliamsΘgmail·com)
Ao longo de vários anos estou utilizando a fotogrametria nos meus trabalhos e ultimamente venho desenvolvendo dois addons em Python para o Blender 3D. O OrtogOnBlender e o RhinOnBlender.
O OrtogOnBlender conta com várias ferramentas interessantes, vale destacar a importação direta de DICOM para 3D (Dicom2Mesh) e conversão de fotos em modelos 3D (OpenMVG+OpenMVS e MVE/SMVS+Meshlab+MVS Texturing).
Neste link você verá um amplo estudo que fizemos nestes últimos dias sobre digitalização de faces para o uso em planejamento de cirurgia ortognática e rinoplastia.
Ao total foram 13 pessoas fotografadas em um local e uma mesma pessoa fotografada em cinco locais diferentes. Resultando 32 tomadas, 832 fotos e 106 modelos!
Estes modelos foram digitalizados com o seguinte conjunto de ferramentas:
MVE/SMVS + Meshlab + Mvs-Texturing (aberto) MVE/SMVE + Mvs-Texturing (aberto) OpenMVG + OpenMVS (aberto) Photoscan (fechado)
Descrevemos toda a metodologia, posteriormente os resultados e finalmente a forma de resolvermos os problemas que apareceram durante o levantamento:
http://www.ciceromoraes.com.br/blog/?p=2989
Espero que apreciem. Boa leitura!
Enviado por Cicero Moraes (cogitas3dΘgmail·com)
Enviado por Laurence Victor (ascomΘvirtuallink·com·br)