Abertas as inscrições para o Interopmix 2016 Curitiba e São Paulo
Enviado por ALESSANDRO BINHARA (binharaΘgmail·com)
Enviado por ALESSANDRO BINHARA (binharaΘgmail·com)
Enviado por Marcello de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
Enviado por Juliano Ramos (profjulianoramosΘgmail·com)
Enviado por Mauro Pichiliani (pichilianiΘgmail·com)
Enviado por Jeferson Fernando (jfnredesΘgmail·com)
Enviado por Diego Boot (diego·barbosaΘlinuxmail·com)
Na entrevista, a presidente do órgão respondeu sobre a continuidade da adoção do Software Livre. A dica chegou via Milenium Informática, e separei a pergunta mais relevante sobre o tema:
Tele.Síntese – A nova gestão abandonou o software livre?
Glória Guimarães: Em relação às questões de estratégias de infraestrutura e de direcionamento, a gente continua acreditando muito no software livre. O software livre é um indutor de novas tecnologias. A tecnologia aberta é muito relevante para que a gente possa permitir criação, novos perfis. Eu acredito muito que o modelo de colaboração vai se fortalecer cada vez mais. Nós não tiramos o software livre da nossa pauta, ele é nosso pauta. Agora, ele serve para tudo? Não. Ele é que nem remédio. Se você estiver com dor de cabeça toma um Tylenol, mas se estiver com um problema de gastrite ele não serve. A gente vai ter que utilizar o software livre quando for economicamente viável, porque muitas vezes uma solução de software livre pode ser mais cara que uma solução de mercado. Para a gente é muito relevante ter a melhor solução com o custo mais baixo.
Enviado por Marcello de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
Enviado por Rafael Bernardes (rbernardesΘlive·com)
Enviado por Juliano Ramos (profjulianoramosΘgmail·com)
Enviado por Marcos Oliveira (terminalroot·com·brΘgmail·com)
Entenda como versão estável a reunião do conteúdo mínimo para entendimento do funcionamento básico do Docker para um desenvolvedor de código que nunca interagiu com essa tecnologia de virtualização usando container. Essa versão trata também sobre as melhores práticas para construção de imagens docker, através da utilização de exemplos e evolução de uma base de código simples usada para ilustrar cada boa prática.
O livro segue a filosofia do conhecimento livre, ou seja, ele está licenciado em Creative Commons e sua exigência é apenas para citar o autor do conteúdo, isso significa que você pode até mesmo comercializar o material sem me solicitar permissão. E eu queria muito saber que as pessoas estão fazendo bom uso dele.
Enviado por Rafael Gomes (gomexΘriseup·net)
Não tenho intenção de julgar os autores deste processo ou sua legalidade, mas acredito que com base na IN04 a sustentação da necessidade destas ferramentas é frágil. A IN 04 da SLTI diz que para a aquisição de bens e serviços de TI são necessários verificar a demanda dos usuários, realizar uma análise de viabilidade da contratação trazendo alternativas e concorrentes da solução pretendida e uma análise de risco desta contratação.
Como disse, acredito que a questão deste processo não é sua legalidade, mas sim outras questões como economia, dependência tecnológica e etc. Foi-se o tempo em que o custo de se treinar alguém em linux/open office/etc poderia ser usado como justificativa (qual universidade de TI não usa linux em nenhuma disciplina? Qual a diferença que impede um usuário de office aprender a versão open/livre?).
Para aqueles que desejam agir, sugiro dois caminhos.. o primeiro seria assinar a petição no Avaaz (acho menos eficiente), ou utilizar o seu direito e por meio da lei da acesso a informação solicitar vistas ao processo (de acordo com o art. 10, § 8° da Lei de Acesso, é proibido exigir que o solicitante informe os motivos de sua solicitação).
Acredito que milhares de solicitações por vistas fariam o governo recuar.
Enviado por marcos (solenegrecidoΘgmail·com)
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com)
O Linux teve diversas tecnologias que miravam para o rumo da análise de performance, mas nenhuma foi adicionada a mainline do kernel. O mais curioso, é que o próprio BPF(Berkley Packet Filter) foi inicialmente definido como um software para criação de redes definidas por software, e acabou sendo ampliado para fazer tracing.
A única falha do BPF aqui é a falta de uma linguagem de alto nível para ajudar os engenheiros que trabalham nesta área. Contudo, regras podem ser criadas pelo BCC(BPF Compiler Collection), software desenvolvido por Brenden Blanco. Outro frontend para o BPF é a suite "perf".
No link de referência há imagens de como funciona o BPF, bem como exemplos dos comandos execsnoop, que mostra como um novo processo foi originado(nroff foi lançado por man, por exemplo), histogramas de latência em operações de I/O com o biolatency, operações em ext4 com duração menor a 5 milissegundos com o ext4slower, tabela de relação entre pid e conexão tcp aberta com o tcpconnect, latência em DNS(getaddrinfo() e gethostbyname() ) utilizando o comando gethostlatency e por aí vai. Vale a pena dar uma conferida.
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)