Vídeo: Criando halftones com o Inkscape
Duração: 2:35
Enviado por Marcelo de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
Duração: 2:35
Enviado por Marcelo de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
Enviado por Contato (contatoΘcoffee-it·com·br)
Enviado por Christian Piva Franzen (cpfranzenΘgmail·com)
A reportagem falava dos "profetas da chuva", grupo de moradores do Ceará que se utiliza de conhecimentos pseudocientíficos para prever a ocorrência de precipitações. Próximo aos 50 segundos, é mostrado o parecer de uma funcionária da Fundação Cearense de Meteorologia e, ao fundo da cena, pode-se perceber a área de trabalho do Ubuntu no conjunto de monitores.
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com)
O conteúdo foi atualizado para ser compatível com o Puppet 4.x e novos capítulos foram adicionados.
Para baixar a versão mais nova da apostila e/ou colaborar com novos assuntos, acesse: http://apostila.puppet-br.org.
Visite também o novo site da comunidade Puppet-BR e faça parte: http://puppet-br.org.
Enviado por Aécio Pires (aeciopiresΘgmail·com)
Enviado por Marcello de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
Link de Inscrição: https://app.webinarjam.net/register/31271/68c1a43c62
Enviado por Paulo Oliveira (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br)
Se você tem interesse em ser um speaker, tem uma idéia, trabalho, projeto, ou técnica que gostaria de compartilhar, submeta uma proposta de apresentação no link https://easychair.org/conferences/?conf=nf2017.
Enviado por Larry Lira Jr (larry·oljΘgmail·com)
E o melhor, na faixa! :D
Inscrição: http://www.semanadevops.com.br Facebook: https://goo.gl/UrS18I CodeOps: http://www.codeops.com.br
Compartilhem em suas redes sociais, ajudem a #SEMANADEVOPS ser um sucesso!
Enviado por Jeferson Fernando (jfnredesΘgmail·com)
http://tux4.com.br/onlinecampus/
Enviado por Anna Paula Dantas (contatoΘtux4·com·br)
Enviado por Diego Boot (diego·barbosaΘlinuxmail·com)
Enviado por Fernando Mercês (nandu88Θgmail·com)
Não é mais tolerável ter o prazo de uma semana para entregar um novo servidor para equipe de desenvolvimento, as solicitações normalmente são para o mesmo dia, isso quando os clientes já não conseguem criar seus próprios hosts sem necessidade de abertura de ticket para os sysadmins.
Infraestrutura virou código
A automação é possível através da parametrização das definições de infraestrutura, ou seja, transformamos a criação de serviços e servidores em código. Que são especificações descritivas de como desejamos que aquele serviço/servidor seja instalado e configurado.
Ao transformar a infraestrutura em código podemos nos aproveitar de todo conhecimento adquirido e já validado pela engenharia de software por anos de experimentação no assunto. E seguindo essa linha, um assunto muito importante é que todo código precisa ser testado de forma automatizada, ou seja, se infra virou software, precisamos testá-la também.
Enviado por Rafael Gomes (gomexΘriseup·net)
Enviado por Marcello de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
O bom doutor deu andamento à controvérsia ao redor do libreboot, um substituto livre para o BIOS de vários computadores, e agora ele está de acordo com o que a mantenedora do software anunciou em setembro: o libreboot não faz mais parte do GNU.
Na nossa notícia de setembro, fiz um breve resumo dos comunicados divergentes lançados por pelo menos 3 partes (a mantenedora do libreboot, a administração do GNU e da Free Software Foundation, e um representante dos demais desenvolvedores do libreboot), que tiveram início quando a mantenedora acusou publicamente a FSF de prática discriminatória em uma recente demissão, o que foi negado em termos veementes pela fundação – mas sem dar detalhes, para não expor a pessoa demitida.
Na ocasião, a mantenedora do libreboot afirmou que o projeto não fazia mais parte do GNU, mas essa é uma decisão que não podia ser tomada unilateralmente por ela, e representantes do GNU então esclareceram que na ocasião – mesmo sem mantenedor definido – o código do libreboot hospedado pela FSF continuava sim a ser parte do GNU.
Mas agora o posicionamento do GNU mudou, e o bom doutor publicou seu adeus ao libreboot, explicando genericamente a mecânica por trás do desligamento de algum software do projeto GNU, e os 3 motivos pelos quais foi tomada a decisão de concordar com a mantenedora do libreboot quanto a esse desligamento em particular.
Dos 3 motivos, o 3º é o que mais me chamou a atenção: não havia outros desenvolvedores que quisessem dar continuidade ao desenvolvimento do libreboot sob os auspícios do GNU.
(via fossforce.com - “GNU Officially Boots Libreboot | FOSS Force”)