openSUSE Linux no Windows 10 passo-a-passo: para usuários Windows ingressarem no mundo do Software Livre
Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (cabeloΘopensuse·org)
Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (cabeloΘopensuse·org)
Enviado por ALESSANDRO DE OLIVEIRA BINHARA (binharaΘgmail·com)
Enviado por Marcelo de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
Entre as várias lições do episódio, destaco uma: quem não testa regularmente a recuperação não sabe se tem mesmo um backup.
O administrador estava logado em dois servidores ao mesmo tempo (um de teste e outro de produção) e queria apagar uma pasta vazia no de teste, mas rodou o comando rm -Rvf no de produção. Quando percebeu o erro, já era tarde demais - da base de 310GB, só restavam 4.5GB.
Para piorar a situação, nenhum dos 5 procedimentos de backup de que eles dispunham funcionou. Um erro de configuração impedia o pg_dump de criar as cópias da base (a versão do pg_dump e do servidor PostgreSQL não batiam), e os processos de replicação dependiam de diversos shell scripts frágeis e mal documentados. Resultado: os locais onde os backups deveriam estar estavam vazios.
Ao longo do dia de hoje, os administradores correram para tentar recuperar o que podiam dos dados de seus usuários. Ao menos o conteúdo dos repositórios não foi perdido - somente os metadados dos repositórios (issues, merge requests, comentários, snippets, etc.)
Ao fim da tarde de quarta, o GitLab voltou ao ar, mas como o único backup disponível era de 6 horas antes da tragédia, houve perda dos dados posteriores a 17h20 UTC da terça.
Ver: Notícia: https://techcrunch.com/2017/02/01/gitlab-suffers-major-backup-failure-after-data-deletion-incident/ (inglês) Resumo da ópera: https://about.gitlab.com/2017/02/01/gitlab-dot-com-database-incident/ (inglês) Atualizações sobre o incidente: https://twitter.com/gitlab
Enviado por Jack Ripoff (jack·ripoffΘgmail·com)
O livro é uma guia prático, no estilo “mão na massa”, que tem como objetivo fazer com que o programador JavaScript – acostumado a lidar apenas com processamento no navegador – domine com maestria os fundamentos do Node no servidor.
A obra aborda inúmeros módulos nativos e de terceiros, explica o modelo de I/O assíncrono e oferece exemplos de programas e implementações que se beneficiam do desenvolvimento centralizado no servidor proporcionado pelo Node.
Shelley Powers trabalha com tecnologias web há mais de 12 anos e tem escrito livros e artigos sobre o tema por todo esse tempo, passando por todas as versões de JavaScript e pelas ferramentas mais avançadas de web design. Seus livros mais recentes publicados pela O’Reilly abrangem web semântica, Ajax, JavaScript e gráficos.
Enviado por Stephanie Milate (smilateΘnovatec·com·br)
Enviado por Luiz Sanches (luizsanchesΘopmbx·org)
Enviado por Marcos Oliveira (terminalroottvΘgmail·com)
É possivelmente a melhor alternativa para gerenciar o Google Drive no Linux, principalmente por ser grátis (os similares conhecidos são pagos).
Usa o mesmo arquivo de configuração do Rclone, sem necessidade de configuração extra.
Enviado por Rodrigo (linuxuserlogΘgmail·com)
Enviado por ALESSANDRO DE OLIVEIRA BINHARA (binharaΘazuris·com·br)
Enviado por Marcelo de Souza (marcellodesouzaΘgmail·com)
Enviado por Luiz Sanches (luizsanchesΘopmbx·org)
A instalação no vídeo tutorial foi executada no openSUSE Leap 42.2, mas no post (link abaixo) você pode encontrar os repositórios para o Leap 42.1 e Tumbleweed.
Enviado por Diego Barbosa (diego·barbosaΘlinuxmail·com)
Entro na internet e começo a procurar algum aplicativo interessante que funcionasse como um mouse e que rodasse em Linux, claro! Trocando uma ideia com um amigo, Bruno Gonçalves, e que já foi amante do KDE, me sugere um app chamado KDE Connect. Fui logo tratar de instalar e testar para tentar resolver o meu “problema”. Não é que o app realmente funciona e melhor do que eu esperava!
Pelo que andei pesquisando no site do desenvolvedor e fuçando no aplicativo, hoje ele já está estável e com dezenas de funções, como por exemplo, controle multimídia, notificações do celular no desktop, responder SMS direto do desktop, dentre outras, mas o foco aqui será apenas no funcionamento do aplicativo como um mouse e teclado para controlar o desktop, que por sinal funciona 100%.
Posso dizer que dei adeus ao mouse físico, que para mim a única finalidade era para acessar meus filmes: pausar, play, aumentar/diminuir o volume, nada mais. Posso dizer que esse app cumpre muito bem o que promete.
Continue lendo… (https://talesam.org/2017/01/29/controlando-o-seu-desktop-partir-de-um-smartfone-ou-tablet/)
Enviado por Tales Mendonça (talesamΘgmail·com)