Enviado por Nelson Ferraz (nferrazΘgmail·com):
Links:
Hacker News: [news.ycombinator.com/…]
GitHub: [github.com/…]” [referência: ]
Enviado por Nelson Ferraz (nferrazΘgmail·com):
Links:
Hacker News: [news.ycombinator.com/…]
GitHub: [github.com/…]” [referência: ]
Enviado por Cláudio Novais (ubuntuedΘgmail·com):
Em Agosto, por exemplo, a taxa de utilizadores do Steam que jogam em Linux desceu a barreira dos 1%, será um mau presságio ou simplesmente é consequência direta da falta de jogos de qualidade? Não terá a ATI culpa desta falta de adesão?” [referência: ubuntued.info]
Via info.abril.com.br:
O ministro das Comunicações, disse ontem (3) que não se sustentam as respostas que os Estados Unidos deram, até o momento, ao Brasil sobre as denúncias de espionagem, incluindo de dados pessoais de autoridades da República.
“Todas as explicações dadas, desde o início desses episódios, revelaram-se falsas, tanto as que recebemos da embaixada norte-americana e que as nossas equipes receberam na visita aos EUA”, disse o ministro.
Na sua avaliação, a denúncia de espionagem é um “embaraço que eles [EUA] nos causam, assim como estão causando para outros países, como México, Alemanha, França”. Ele disse também que o governo brasileiro não tem a “ilusão” de achar que os norte-americanos iriam espionar dados nacionais por achar que “tem alguém tramando ataques”.
“Isso é espionagem de caráter comercial, industrial, é interesse [dos EUA] em saber questões sobre o pré-sal e outras de peso econômico e comercial. Portanto, é mais grave do que parecia à primeira vista”, disse
Via info.abril.com.br:
Com uma tela de 7 polegadas e resolução de 1.024 por 600 pixels, esse tablet de 699 reais da HP roda o Android 4.1 com um processador dual core de 1,6 GHz, 1 GB de RAM e armazenamento interno de 8 GB (expansível por cartão microSD).
Feito em plástico, o Slate 7 não é o gadget mais atraente do mercado. Seu design é muito simples e não foge do tradicional. Sua característica mais elegante é o friso lateral que lembra aço escovado. Em uma das laterais há uma alavanca para controle de volume, na face superior estão o botão para bloquear/desbloquear a tela, a entrada para microSD e fone P2 e na face inferior há uma conexão microUSB para recarda de bateria e transferência de dados.
(...) A simplicidade do design também é refletida no sistema. Por outro lado, essa característica está longe de ser ruim. Há somente duas modificações feitas pela fabricante. Um equalizador de áudio para o selo Beats Audio e os sons de teclado que imitam uma máquina de escrever. (...) Com resolução relativamente baixa, a tela do Slate 7 compensa a falta de definição com ótima resposta aos toques. O brilho não é intenso e, pela falta de sensor de luminosidade, deve ser regulado manualmente.
Um bug no tratamento de comentários internos em imagens GIF no ImageMagick (e, por extensão, php-magick, perlmagick e os CMSs e aplicativos web que fazem uso deles) pode gerar ataques de negação de serviço e até mesmo permitir a execução de código arbitrário com os privilégios do servidor web ou do usuário que fizer uso da função afetada no ImageMagick, pacote de utilitários responsável por boa parte das manipulações, rotações e redimensionamentos de imagem em serviços web open source.
Esta imagem, por exemplo, causa um crash nas versões afetadas.
O bug afeta o ImageMagick em versões anteriores à 6.7.8-8. (via www.heise.de - “Debian discovered old ImageMagick hiatus | The H Open Source”)
Via info.abril.com.br:
Enquanto apresenta o AppMachine, o holandês Siebrand Dijkstra repete por pelo menos cinco vezes qual é o objetivo do serviço lançado oficialmente em junho deste ano: criar aplicativos muito bonitos e que podem ser desenvolvidos por qualquer pessoa.
(...) Em pouco mais de dois meses, o AppMachine já foi utilizado por mais de 39 mil pessoas, espalhadas em 140 países, que já criaram cerca de 25 mil aplicativos. Disponível para Android e iOS, a plataforma permite criar um app e customizá-lo: fazendo analogia com o brinquedo Lego, Dijkstra afirma que é possível reunir uma série de “bloquinhos” em um mesmo programa, com diferentes funções como redes sociais, loja online, pontos de interesse e informações de contato. Além disso, é possível alterar as cores, ícones, transições e animações.
“O AppMachine foi pensado para as pequenas e médias empresas. Se o dono de um negócio deseja criar um aplicativo em poucas horas, ele consegue fazer isso de maneira fácil”, disse Dijkstra.
O desenvolvimento do aplicativo é gratuito, mas a partir do momento em que o app é publicado oficialmente, o serviço passa a ser cobrado (...) Em 28 de agosto, o AppMachine iniciou suas operações no Brasil.
Enviado por Flavia Elendil (helendillΘgmail·com):
Começou na terça-feira, em Belém, o III Fórum da Internet no Brasil e Pré-IGF Brasileiro. Realizado pela primeira vez na região Norte do País, o evento vai até hoje e conta com 1250 inscritos para debater o momento atual e o futuro da Internet.
Na abertura, o coordenador do CGI.br lembrou que, se por um lado a Internet é protagonista como espaço de articulação das recentes manifestações pelas ruas do País, por outro ela tem sido destaque em decorrência da invasão da privacidade de membros do Governo por agências de segurança. Dessa forma, o trabalho no Fórum deve ter como foco “contribuir significativamente para uma Internet melhor, mais aberta, democrática, inclusiva, participativa, segura e inovadora”.
Ontem foi dia de desconferências e atividades auto-gestionadas, e na manhã de hoje ocorrerá a plenária final onde os grupos apresentarão os resultados das discussões promovidas nas cinco trilhas do evento. No link a seguir você encontra informações sobre a transmissão on-line. (via www.forumdainternet.cgi.br - “III Fórum da Internet no Brasil”)
Enviado por wes300 (tama·wesΘgmail·com):
Enviado por Guilherme Razgriz (contatoΘcrialivre·com·br):
Enviado por LYTUX (contatoΘlytux·com·br):
Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br):
O que um gigante da Internet faz quando seu plano de abrir o código de uma plataforma para deixar os fabricantes alterarem o sistema como quiserem leva a fragmentação e a pouco estímulo para os fabricantes enviarem atualizações aos usuários?
O Google parece ter encontrado sua resposta: colocar um novo componente intermediário, de código fechado e auto-atualizável sem intervenção do fabricante (nem do usuário...), entre os apps e o sistema operacional, e fazer com que o acesso à maioria dos serviços do sistema operacional dependa dele. Ele se apresenta como um app, mas tem praticamente todas as permissões. E se ele precisar de mais permissões, ele mesmo pode se auto-conceder.

Este longo e técnico artigo do ars technica explica o que é o Google Play Services e como ele interfere na arquitetura do Android, a ponto de estar sendo chamado de "a nova plataforma do Google", como se o sistema operacional abaixo dele agora tivesse um papel mais similar ao do Gonk, distribuição Linux por baixo do Firefox OS, por exemplo, que só está lá para carregar o piano do runtime Gecko que fica entre ela e todos os apps.
Isso explica, entre outras coisas, por que as atualizações de versões recentes, como o Android 4.3 (o artigo é da véspera do anúncio do Android KitKat) são muito mais relacionadas a serviços de baixo nível como o Bluetooth, o OpenGL e a API da câmera: muitos recursos mais diretamente percebidos pelo usuário, que antes eram apresentados e distribuídos como parte do sistema operacional, vêm migrando para as camadas superiores, fora das garras modificadoras dos fabricantes e distribuidores.
Recomendo a leitura completa, mas aqui está um trechinho: "A estratégia do Google é clara. O Play Services tem poderes no nível de sistema, mas é atualizável. Ele é parte do pacote de apps do Google, então não é open source. Os OEMs não podem modificá-lo, o que o deixa inteiramente sob controle do Google."
"O Play Services basicamente atua como um intermediário entre os apps normais e o sistema operacional instalado. No momento ele gerencia a API do Google Maps, a sincronização, o remote wipe, as mensagens push, os bastidores do Play Games e muitas outras tarefas." (via lwn.net - “Google is defragging Android (ars technica) [LWN.net]”)
Durante muitos anos o Ubuntu colocou a ISO de 32 bits como download recomendado (a princípio) ou default (a situação atual), enquanto a de 64 bits ficava marcada como opção para máquinas "mais novas" ou determinadas categorias específicas, como as que vêm de fábrica com o selo do Windows 8 – mas na próxima versão isso vai mudar.

Os desenvolvedores decidiram que no Ubuntu 13.10 a ISO de 64 bits será a default, e a de 32 bits estará disponível para quem preferir escolhê-la explicitamente. A razão apresentada é no estilo Capitão Óbvio: "Acreditamos que a imagem de 64 bits se tornou mais compatível com novas instalações e é mais vantajosa para as pessoas instalarem". (via www.omgubuntu.co.uk - “Ubuntu to Promote 64bit Downloads As Default | OMG! Ubuntu!”)
A SUSE, atualmente uma subsidiária da Attachmate, anunciou que está iniciando uma parceria com a Collabora para que esta dê suporte de LibreOffice aos usuários da primeira – e para ajudar, transferiu à Collabora "membros-chave" da sua própria equipe de LibreOffice.
Os integrantes da equipe que está mudando de casa são a continuidade de uma equipe que, desde os tempos do OpenOffice da Sun, com a SUSE como parte da Novell, desempenhou papel importante no desenvolvimento do projeto.
Um dos titulares mais visíveis do grupo é Michael Meeks, que em seu próprio post a respeito da mudança de empregador destacou que a novidade vai permitir à Collabora focar exclusivamente em levar o LibreOffice aos mercados do Windows, Mac e consultoria, que para a SUSE são periféricos.
Bom para o LibreOffice. Acho. (via lwn.net - “SUSE's LibreOffice team moves to Collabora [LWN.net]”)