O projeto Wikilab deseja sua ajuda para imprimir um laboratório
Para isso, vamos imprimir um laboratório e precisamos da ajuda da comunidade.
Enviado por Everaldo Canuto (everaldo·canutoΘgmail·com)
Para isso, vamos imprimir um laboratório e precisamos da ajuda da comunidade.
Enviado por Everaldo Canuto (everaldo·canutoΘgmail·com)
Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (cabeloΘopensuse·org)
Instalando o CentOS; Configurando Timezone; Configurando data e hora Configurando NTP; Configurações de rede; Gerenciar pacotes RPM; Gerenciar pacotes utilizando o yum; Comandos básicos do Linux; Entre outros.
Maiores informações em: https://www.udemy.com/centos-linux-basico/
Enviado por Danillo Ferreira (danilloΘmundounix·net)
Enviado por RICARDO FERREIRA COSTA (linuxdescomplicadoΘgmail·com)
Para ter mais informações acesse https://www.linuxcourses.com.br/blog/desafio-opensource/
Enviado por Edson (treinamentoΘlinuxcourses·com·br)
Enviado por Juliano Ramos (profjulianoramosΘgmail·com)
Com base nisto, a RL System lançou o treinamento gratuito de Android. Ao final, deste evento gratuito, você já se capaz de criar um aplicativo no Android, que utilize banco de dados.
O Android Day ocorre desde 2012 (esta é a sexta edição). Data: 30/06/2016 Horário: 08h30 às 12:00 EVENTO GRATUITO
Enviado por Roberta Souza (robertaΘrlsystem·com·br)
Só que a quantidade de recursos é tão grande que muitas vezes acabamos não percebendo a quantidade de módulos dele que facilitam e muito a nossa vida. Vamos dar um passeio por alguns dos mais importantes módulos do Iptables.
Enviado por Bruno Brito (bruno·odonΘgmail·com)
O Tchelinux é um grupo comunitário que reúne entusiastas, usuários e desenvolvedores de Software Livre no Rio Grande do Sul. O evento, organizado por membros deste grupo e voluntários, tem como objetivo integrar a comunidade de Software Livre com palestras, oficinas e outros eventos, a fim de fortalecer a cultura de Software Livre no estado do Rio Grande do Sul.
O site do evento já está publicado: https://pelotas.tchelinux.org/
O formulário para a submissão de propostas de palestra se encontra no link a seguir: https://goo.gl/forms/l8j7dzRy0ZTgbMrO2
Importante: A data limite para a submissão de palestras é 21 de Maio.
Enviado por Jerônimo Medina Madruga (jeronimo·madrugaΘgmail·com)
A melhor maneira de descobrir se sua rede é segura é atacá-la usando as mesmas táticas que os invasores empregam, de modo a identificar e explorar seus pontos fracos. Com este livro prático e atualizado, Avaliação de Segurança de Redes, você aprenderá a fazer testes de invasão (pentest) em redes de forma estruturada. O especialista em segurança Chris McNab apresenta vulnerabilidades comuns e os passos que você deve executar para identificá-las em seu ambiente.
A complexidade dos sistemas e as superfícies de ataque continuam aumentando. Este livro descreve um processo para ajudá-lo a atenuar os riscos aos quais a sua rede está sujeita. Todo capítulo inclui um checklist que sintetiza as técnicas dos invasores, junto com medidas de proteção eficazes que podem ser utilizadas de imediato.
Enviado por Ana Carolina Prates (acpratesΘnovatec·com·br)
Enviado por Rafael Gomes (linux·rafaΘgmail·com)
O título acima foi dado pelo autor do texto do link abaixo, mas talvez a palavra crise esteja sendo bem utilizada para se referir ao adiamento do FISL 2018, sem nova data: por exemplo, a chamada de trabalhos do FISL abria em março, mas neste ano não abriu e a impressão que me dá é que ninguém notou.
No texto do link abaixo, o autor arrisca uma explicação relacionada ao contexto político, e propõe uma solução para viabilização. Mas se a crise for de ausência de demanda por parte do público (os palestrantes e a plateia), a mera viabilização pode ser insuficiente. E se for por ausência de interesse dos organizadores históricos e insuficiência de adesão de novos organizadores aptos a sucedê-los, fica mais complexo ainda.
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com)
A primeira era manter o Hancom livre, seguindo as premissas da GPL que exigem que um software derivado nesta licença permaneça licenciado utilizando a mesma licença. Isto significa que o desenvolvedor precisaria abrir os fontes de todos os aplicativos que fazem parte da Hancom Office.
A segunda alternativa, era pagar a Artifex uma taxa de licenciamento. A Artifex permite que desenvolvedores de software comercial ou proprietário possam utilizar suas bibliotecas com derivação comercial caso estejam dispostas a pagar. Diversas empresas renomadas fazem o uso licenciado do Ghostscript.
Porém, após começar a utilizar o Ghostscript em meados de 2013, a Hancom não optou por quaisquer das possibilidades: evitou de abrir seus fontes, e não pagou a Artifex a taxa de licenciamento. No final de 2016, a Artifex abriu ação contra a Hancom na Corte do Distrito Norte da Califórnia.
"Após descobrir o abuso da Hancom na utilização da GNU GPL e a infração de copyright no ativo valioso da Artifex, o Ghostscript, a acusante propõe que a Hancom cesse a infração(significa liberar os fontes ou licenciar o uso) e faça o ressarcimento a Artifex dos anos de utilização do Ghostscript de forma não licenciada.", a empresa alegou na reclamatória. A Artifex deseja que a Hancom cesse a infração e ainda pague pelo uso indevido ao longo dos anos, justificando que a Hancom declarou lucros de US$86.3 milhões no ano de 2015.
A aplicação de licenças open source como a GNU GPL tem sido uma questão legal por vários anos. Uma apelação ao Circuito da Corte Federal ocorreu em 2006 no caso Jacobsen v. Katzer, onde violações de licenças open source poderiam ser tratadas como termos de copyright gerando obrigações contratuais. Contudo, brechas jurídicas ainda estavam sendo estudadas, até que surgiu o caso Artifex v. Hancom.
A moção para cessar por parte da Hancom alega que a empresa não assinou nada, então a licença não pode ser considerada um contato real. "Não é bem assim", disse a juíza Jacqueline Scott Corley na ordem dada em resposta a moção de 25 de Abril. Corley relatou que a GNU GPL "explicita/frisa que o utilizador concorda com os termos caso não obtenha uma licença comercial, devendo assim licenciar seu software derivado nas exigências da GPL. Fica implícito então que, a não obtenção da licença comercial cria matéria para efetivar a existência de um contrato."
Corey negou a moção, e ao fazer isto criou precedente jurídico para que licenças como a GNU GPL sejam tratadas como contratos legais, e desenvolvedores podem legitimamente buscar seus direitos quando estes contratos são quebrados. É uma vitória importante para a comunidade open source. Se a Artifex vai ganhar o caso é um assunto a parte…
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)
CVE-2017-8422 é um problema de alta prioridade em que, uma falha no componente HAuth permite que a identificação de quem chama tal componente seja "spoofada", liberando acesso root para uma conta que não possui privilégios. Uma versão atualizada do pacote KAuth está disponível para o "KDE 5" assim como uma versão nova da biblioteca kde4libs está disponível, corrigindo esta falha.
Se pareado com um problema no smb4k, este problema do KAuth pode permitir a um atacante ganhar acesso local a máquina. Este exploit já foi testado nas distribuições openSUSE Leap e Fedora 26 Alpha, e outras.
Mais detalhes sobre o incidente estão aparecendo, e quem quer informações mais detalhadas sobre o bug pode acompanhar na lista oss-security através desta postagem. O advisor oficial do KDE pode ser encontrado aqui.
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)