Consumo de energia do Raspberry Pi parte 1
Enviado por Everpi (everpiΘtsar·in):
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Enviado por Alexandro Silva (alexoslabsΘgmail·com):
Todas as configurações foram testadas no Debian Wheezy 7.0.3 com Apache 2.2.22-13 e Nginx 1.2.1-2.2 e usando os navegadores Chrome,Firefox e Internet Explorer.” [referência: ibliss.com.br]
O grupo de trabalho Fedora Workstation trouxe uma proposta que muda o tratamento dado pela distribuição a aplicativos proprietários: ao invés de serem ignorados, a ideia é que seja possível localizá-los e comandar sua instalação diretamente a partir das ferramentas e recursos do sistema.
Para preservar a política de só entregar software livre, entretanto, a proposta se restringe a aplicativos de terceiros que tenham seu próprio repositório, a exemplo do Google Chrome. (via lwn.net - “Fedora Workstation proposal: ease installation of non-free software [LWN.net]”)
O vaporoso sistema operacional da Valve está se desenvolvendo de forma interessante, e dessa vez parte da novidade veio das mãos da comunidade: a Valve incorporou modificações criadas por usuários que permitem que o sistema seja instalado e rode em máquinas com BIOS tradicional, sem UEFI.

Outras novidades do novo beta são o suporte a dual boot e particionamento personalizado, no modo "expert install".
As opções já estão disponíveis, mas a Valve adverte que não foram profundamente testadas e não devem ser usadas em máquinas de produção. (via www.phoronix.com - “[Phoronix] New SteamOS Beta Has Non-UEFI Support”)
Do Luiz Cruz, na info.abril.com.br:
Depois de experimentar no Raspberry Pi um aplicativo de media center (XBMC), um emulador de vídeo game antigo (RetroPi), agora é a vez do Limelight-pi. A premissa deste software é possibilitar streaming de jogos do PC para a TV.
Ainda em caráter totalmente experimental o sistema na verdade usa um recurso presente em algumas placas de vídeo da Nvidia utilizados para fazer transmissões do tipo streaming de jogos de PC para o Nvidia Shield. Estamos falando do recurso Nvidia Game Streaming.
Para que o Limelight funcione é necessário que você tenha uma máquina com o sistema operacional Windows, uma placa de vídeo da série GTX 600 ou 700 e preferencialmente uma rede cabeada (Wi-Fi 802.11n na pior hipótese) . O primeiro passo é instalar o software Geforce Experience. Ele que dará subsídio para a conexão. No Raspberry Pi, com o sistema raspbian, você deve executar os comandos: (...)
Enviado por João Fernando Costa Júnior (revistaΘespiritolivre·org):

De acordo com o site oficial do sistema, o aparelho utilizado na apresentação será um ZTE Geek, smartphone lançado pela chinesa ZTE em julho do ano passado. O gadget, equipado com um processador Intel Atom Z2580 e 1 GB de memória RAM, foi comercializado originalmente rodando o Android 4.2.2 Jelly Bean.
A página avisa ainda que a MWC 2014 será palco para demonstrações de aplicativos parceiros, mas maiores informações não foram divulgadas.” [referência: revista.espiritolivre.org]
Enviado por Anderson Prado (AndeOn) (andeonbr-blogΘyahoo·com·br):

Segue o anuncio traduzido:
"Pear OS não está mais disponível para download.
O seu futuro agora está nas mãos de uma empresa que quer se manter o anonimato por enquanto. O conceito tem agradado a eles e agora querem continuar e melhorar o sistema para seus próprios produtos. Eu não posso dar um nome, mas é uma empresa grande e bem conhecida …
Quero agradecer a todos os usuários, moderadores e outros desenvolvedores que fizeram o que o Pear OS é hoje, sem eles esta aventura não teria sido possível.
Eu estou indo em outra direção.
Outro grande obrigado a todos e espero voltar à cena de código aberto muito rapidamente.
Cordialmente.
David"” [referência: ]
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (ciclodepalestrasΘsindpdrj·org·br):
ENTRADA FRANCA
INSCRIÇÃO: [goo.gl/…]” [referência: ciclodepalestras.sindpdrj.org.br]
Enviado por João Alberto (joao·albertoΘgmail·com):
O processador contido no chip é o LEON3, projeto de hardware livre desenvolvido pela Aeroflex Gaisler, com códigos disponíveis sob a licença GPL. Esse processador implementa a arquitetura SPARCv8, e já é utilizado em projetos da Agência Espacial Europeia. Agora, com a proposta da SkyTraq, a compra e utilização dos chips passa a ser mais acessível para os "meros mortais". Vale lembrar que o processador é de 32-bits, funciona a 100MHz, e tem unidade de ponto flutuante, sendo portanto bem mais poderoso que o chip de um Arduino.

Como não poderia deixar de ser, já que o chip está sendo comercializado por uma empresa da área, este vem com suporte à recepção de sinais de GPS e, dependendo da versão escolhida, simultaneamente também de GLONASS ou Beidou - constelações de satélites respectivamente russos e chineses, também voltadas ao posicionamento global.
Apesar de o kit não ser 100% hardware livre, devido ao projeto da interface de radiofrequência interna do chip não ter sido liberado, temos uma evolução com relação ao Arduino, que utiliza um processador proprietário (ATmega). Mas nem tudo são rosas do ponto de vista de liberdade: o processamento de sinais de GPS é feito em firmware, no processador LEON3, e a biblioteca de software responsável por isso será disponibilizada pela empresa apenas como código objeto. Apesar disso, uma das versões do kit é capaz de enviar os sinais a um computador, onde estes podem ser processados pela biblioteca de software livre RTKLIB, que fornece coordenadas com altíssima precisão (na ordem de centímetros).
Um kit individual está custando $22, e um pacote com dois kits sai por $39. O que está esperando para pedir o seu? A campanha vai somente até 6 de fevereiro.” [referência: indiegogo.com]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por João Fernando Costa Júnior (revistaΘespiritolivre·org):

Para provar isso (e também para gastar seu tempo livre), o desenvolvedor web conhecido como Franci Kapel resolveu utilizar uma placa Arduino para transformar seu velho Logitech RX 250 em uma webcam funcional com “modestos” 15x15 pixels de resolução.
Kapel ainda fez questão de publicar um guia passo a passo em seu blog pessoal para quem estiver disposto a repetir o feito e criar sua própria “mousecam”.” [referência: revista.espiritolivre.org]
Enviado por Fabio Rizzo (fabiorizzoΘvindula·com·br):
O Vindula é uma Intranet construída sobre esse propósito, que é aumentar a produtividade, resultados e evoluir a comunicação interna das empresas.
Com mais de 200 funcionalidades, construir uma Intranet de resultados com o Vindula te dará um leque extenso de opções para aumentar os resultados e a produtividade de sua empresa.
Nesta palestra online (Webinar), irei ensinar como utilizar algumas funcionalidades do Vindula para iniciar o desenvolvimento de sua Intranet.
Esta palestra tem como público-alvo técnicos que desejam aprender a construir sua Intranet utilizando o Vindula e a gestores que desejam conhecer mais sobre suas funcionalidades.
A palestra será realizada dia 11/02 as 15:00 do horário de Brasília e deve ter por volta de 2:00 de duração, e como de costume, terá custo zero!
Interessado? Acesse: [ww2.vindula.com.br/…] Inscreva-se!” [referência: ww2.vindula.com.br]
Enviado por LYTUX (contatoΘlytux·com·br):
No ato da matrícula informe que viu o anúncio no Br-linux e ganhe o desconto
Inscrições pelo telefone (11) 4063-7494, pelo e-mail contato@lytux.com.br ou pelo site LYTUX” [referência: lytux.com.br]
Enviado por Fabricio Solagna (magicofuxuΘgmail·com):
Os participantes não precisam ter conhecimento prévio, a Cryptoparty é aberta a jornalistas, advogados, pesquisadores, estudante ou qualquer pessoa preocupada com a segurança de dados pessoais na rede. Além de oficinas práticas, a atividade também incentiva o debate sobre liberdade de expressão e privacidade na Internet.
Não é preciso fazer inscrição antecipada mas as vagas são limitadas. Serão oficinas simultâneas em bancadas distintas. Recomenda-se levar um computador, de preferência com uma distribuição GNU/Linux instalada. Quem usa Windows ou MacOS, poderá aprender mais sobre sistemas seguros e descobrir porquê não é viável criptografar dados nesses sistemas.
A Cryptoparty faz parte de uma iniciativa global e descentralizada com diversos eventos semelhantes na Europa. Em São Paulo mais de 300 pessoas participaram do evento ocorrido em novembro. Em Porto Alegre é parte da programação do Fórum Social Temático e do Conexões Globais.
Para saber mais, acesse o site do evento: [cryptoparty.inf.br/…]
PROGRAMACAO CRYPTOPARTY - PORTO ALEGRE
* 24/01 - Sexta-feira - Casa de Cultura Mário Quintana - sala C2 das 13h30 às 19h00 (Conexões Gobais)
* 25/01 - Sábado - Sindicato dos Jornalistas - das 10h00 às 16h00
Programação do dia 24:
13h30 às 14h - "Porque usar cryptografia? A importância da criptopolítica". com Sergio Amadeu, Gus e Alex Nunes
14h às 18h - Oficinas simultâneas
Oficina A: como instalar Tor Chat e OTR - Felipe Cabral Oficina B: como gerar e armazenar chaves criptográficas - Gus Oficina C: Instalação de um sistema operacional mais seguro (Linux Debian) Oficina D: como utilizar o sistema operacional tails e enviar mensagens encriptadas do pen drive - Alex Nunes Oficina E: aprenda a instalar o TOR e navegue anonimamente - Alexsandro
19h - Encontro para a assinatura de chaves criptográficas #CriptoParty” [referência: ]
A chamada kexec() serve para um propósito inocente: carregar outro sistema operacional diretamente a partir do kernel Linux: é como um boot (do sistema selecionado na chamada) sem passar pelo reset do firmware.
Mas em máquinas com o nefando UEFI Secure Boot – que só permite carregar sistemas operacionais previamente autorizados via assinatura digital –, em especial aquelas com o selo oficial do Windows 8, o kexec() tem um efeito subversivo, pois se uma distribuição Linux estiver assinada e com boot autorizado, ela poderá ser usada para carregar qualquer outro sistema operacional, independentemente de assinatura ou certificação.
Em dezembro já havíamos noticiado uma demonstração da técnica, e agora chega a notícia de que o suporte em placas com UEFI a este tradicional recurso será incluído no kernel 3.14. (via www.phoronix.com - “[Phoronix] Linux 3.14 To Support EFI Kexec Capability”)