Na defensiva: chefona da Mozilla tenta explicar nova posição quanto a anúncios no Firefox

mercado

Mitchell Baker, que é a chair da Mozilla Foundation, veio a público numa tentativa de explicar o que é e por que é do interesse do projeto a recentemente anunciada decisão de passar a vender anúncios e exibi-los no Firefox.

Ela e o artigo sintetizam algumas das preocupações dos usuários, e ela busca contrapor algumas visões positivas (por exemplo, esses anúncios inicialmente anunciados não terão o recurso de "tracking").

Sabendo da origem da Mozilla como resultado do que aconteceu com a Netscape após uma guerra de browsers e do trabalho que deu transformar aquele navegador no Firefox, hoje admirado por tantos, confesso que parei de ler o texto ao chegar no seguinte trecho de declaração da Mitchell, que traduzo tão fielmente quanto consigo:

"Por certo número de anos nós nos recusamos a ter qualquer relacionamento com os nossos usuários além de nós fornecermos o software e eles usarem. Nós resistimos a oferecer conteúdo a não ser que ele viesse diretamente de uma ação explícita do usuário. Isso fazia sentido a princípio quando a web era tão nova. Mas ao longo dos anos várias pessoas passaram a esperar e querer que o software faça coisas por elas, registre o que o usuário fez antes e faça algo útil com isso" (grifo meu). Mas talvez você queira ler além. (via www.zdnet.com - “Mozilla clarifies, defends Firefox ad position | ZDNet”)

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Por Augusto Campos | 17/02/2014

Steam para Linux completa um ano

sowhat

Há 1 ano tornou-se uma realidade palpável (ou ao menos 'downloadeável) a mais vaporosa das lojas virtuais de jogos para Linux: o lançamento da Steam foi saudado por muitos como a alvorada de uma nova era de presença do Linux no desktop, mas logo essa visão precisou ser ajustada pela revelação de que o plano da Valve era investir na presença na sala de TV, e não no desktop tradicional.

Ainda assim, foi uma boa notícia para os gamers que gostam de usar Linux, e sempre existe a expectativa de que o suporte ao ecossistema da Valve, por parte de fabricantes e de prestadores de suporte, traga algumas rebarbas positivas para o desktop open source. (via www.gamingonlinux.com - “GamingOnLinux - A Year Ago Today Valve Released Steam For Linux”)

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Por Augusto Campos | 17/02/2014

Malware ‘auto-replicável’ invadindo roteadores série E da Linksys

infraestrutura

Via info.abril.com.br:

Pesquisadores do Sans Institute divulgaram a descoberta de um ataque um tanto diferente que está afetando roteadores Wi-Fi da Linksys. A ameaça consiste em um malware “auto-replicável”, que infecta os aparelhos através de uma provável vulnerabilidade que permite a execução de código, de acordo com o ArsTechnica.

Segundo o site, depois de infectar um dispositivo, o malware procura pela internet outros aparelhos similares – e igualmente vulneráveis – para se espalhar. O CTO do Sans Johannes B. Ullrich afirmou à página que, apenas nos EUA, cerca de 1.000 casos foram confirmados em roteadores da linha E da Linksys, que inclui os modelos E1000, E1200 e E2400, por exemplo. No mundo todo, no entanto, o número pode ser bem maior.

(...) Conforme mostra o site, a brecha aproveitada pelo ataque aparece na comunicação com o protocolo de administração de redes domésticas (o HNAP, na sigla em inglês). Ele é utilizado por provedores para acessar remotamente roteadores em casas e escritórios, e esse não é o primeiro bug encontrado no sistema. O worm usa o HNAP para encontrar outros roteadores vulneráveis da Linksys, e se espalha, independente de senhas, através de uma vulnerabilidade em um script CGI.

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Por Augusto Campos | 17/02/2014

Editorial: Acusar o Ubuntu pelas mazelas do "movimento software livre no Brasil" é criticar o movimento, e não o produto

opiniao, editorial

TL;DR: um movimento filosófico que se deixa abater pela existência de um produto popular que não segue os seus princípios para mim indica insuficiência de energia ou coesão no próprio movimento, e não uma culpa do tal produto, que nem mesmo é afiliado a ele.

Ao longo da semana publiquei aqui não um, mas dois artigos de opinião de leitores, enviados por pessoas que acreditam descrever o momento por que passa o movimento Software Livre no Brasil.

Apenas publiquei, não opinei, e nem mesmo comentei (exceto uma rápida participação para esclarecer um fato errado sobre a licença educacional da AT&T para o Unix na década de 1970), porque estava em uma semana bem ocupada. Mas não acho que agora seja tarde demais para opinar.

Os 2 artigos de opinião do leitor têm algo em comum: caracterizam o Ubuntu (e seus usuários) como a causa ou o símbolo do mal que assola o tal movimento.

Já fui usuário do Ubuntu, já gostei bastante dos rumos que seu criador e a turma dele davam para o seu desktop open source e, na época em que primeiro introduziram o Unity e outras divergências em relação a componentes usuais do desktop open source, cedo percebi que eu não era mais o público-alvo que lhes interessava – afinal, como disse na sexta-feira o Mark Shuttleworth, "hoje o foco [da Canonical] é a nuvem e o mobile".

Opção deles, e que sejam felizes, mas não era o que eu buscava, e pulei fora – hoje uso CentOS. E frequentemente fico pensando na ironia triste que deve ter sido alcançar sucesso no (nicho do) desktop open source justamente no momento em que isso começou a ser, comercialmente, um ônibus pra lugar nenhum, e aí ter de dar um jeito de fazer o ônibus passar a ir na direção dos celulares e tablets, sabendo que ele já estava cheio de passageiros que queriam ir na direção original apesar de tudo, mas querendo adiar o desembarque deles.

* * *

Quanto aos argumentos de que o Ubuntu é causa ou símbolo das mazelas do movimento software livre no Brasil, eu tenho curiosidade em saber se as lideranças consolidadas desse movimento concordam, porque me parece haver várias outras causas, das quais vejo como símbolo maior a relação entre os membros históricos da Associação Software Livre e a organização do FISL – como era no início do século, contrastado com como é hoje.

Não acho que a causa seja o Ubuntu.

Vejo que existem vários outros sistemas operacionais que atraem usuários com conceitos que não são os da liberdade de software e, historicamente, mesmo limitando artificialmente a questão apenas às ofertas fortemente baseadas em código aberto, já houve outras ondas de popularidade no Brasil que atraíam usuários pelas suas demais características e não pela filosofia do software livre, que elas não representavam e nem desejavam.

Lembro de 2 exemplos que foram bastante acusados de pecados similares:

  • Conectiva
  • Kurumim

Mas há outros.

Em comum entre eles, vários elementos que são consequência da relativa popularidade: grande quantidade de how-tos contendo apenas procedimentos para essa distribuição específica, usuários que apreciam essa distribuição mas não aprendem as complexidades e sutilezas do seu ecossistema e filosofia, existência de iniciativas de divulgação e de apoio que se concentram nessa distribuição, etc.

* * *

Em comum com essa recente vilanização do Ubuntu por pessoas que se posicionam como porta-vozes do "movimento software livre" também está a acusação ao BR-Linux de heresia e a mim, seu autor, de infidelidade. Nas ondas anteriores também foi assim – já fui acusado de só publicar artigos sobre o Slackware, só sobre o Mandriva e só sobre o Kurumim, por exemplo – às vezes mais de um na mesma semana.

Mas eu não escrevo os artigos, eu divulgo os que os usuários escrevem e chegam ao meu conhecimento, não tenho o poder de fazer nascer artigos sobre o Gentoo.

Não me incomoda, até me diverte. Eu recebia esse tipo de acusação ("tem Windows no trabalho! escreveu um script para o mIRC! usou PowerPoint!") já nos anos 90, e nos breves anos em que eu fui membro da FSF e tentei usar só aplicativos com as 4 liberdades elas continuaram a ocorrer.

Dessa vez não foi diferente, e no segundo artigo da semana, que compreensivelmente atraiu bem menos atenção e reações do que o primeiro, está lá de novo a divertida "acusação" contra mim, dizendo que uso produtos de alguma marca que o autor do artigo abomina.

Não acho que eu seja grandemente relevante para o software livre ou para o código aberto. Escrevi um ou outro software de pequeno porte e interesse restrito, publiquei alguns volumes de documentação original em português, e atuo na divulgação do que acho interessante e do que chega ao meu conhecimento.

É divertido, faço isso desde 1996 (16 anos completos!) e pretendo continuar fazendo, mas não espero pela aprovação de integrantes de movimentos aos quais eu mesmo não aderir. Faz parte da vida, e a expectativa desses integrantes, de que o que eu escrever venha a representar a visão deles, é uma ilusão.

Mas eu sempre posso publicar aqui a visão deles, se eles me enviarem, como fizeram ao longo desta semana.

* * *

Os 2 parágrafos acima servem também para essa caracterização do Ubuntu e dos seus usuários como "o mal" que assola esse movimento. Se ele é "um mal" porque não oferece liberdade suficiente, certamente há "males" bem maiores, e que não compartilham com ele a presença de caminhos que facilitam um primeiro contato de novos usuários com o mundo do software livremente disponível.

Não adianta esperar que alguém de fora lance um sistema operacional que vá atrair e manter usuários interessados "na causa". O que atrai os usuários que vêem os sistemas operacionais e aplicativos como produtos, ou como acessórios do computador, não é necessariamente o que os fará ter interesse no "movimento software livre".

A relevância do movimento software livre é intrínseca e, caso não se sustente à luz de uma distribuição popular, é porque não encontrou mesmo força suficiente em si e nos que se unem ao redor dela, para conseguir se apresentar ao público que interessa a eles e convencê-los da sua mensagem.

Afinal, esperar que alguém que não seja integrante do mesmo movimento conquiste a popularidade e influência que o movimento almeja, e depois a ceda a ele, não me parece uma estratégia sólida, e nem jamais a vi ser adotada por instituições reconhecidas do movimento.

E, mesmo que fosse essa a estratégia, me parece que a fatia de mercado que o Ubuntu conquistou não é representativa do volume de público ao qual o "movimento software livre" deseja se apresentar, e que não está restrito a quem manifestou interesse pelo código aberto.

Em suma, um movimento filosófico que se deixa abater pela existência de um produto popular que não segue os seus princípios para mim indica insuficiência de energia ou coesão no próprio movimento, e não uma culpa do tal produto.

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Por Augusto Campos | 15/02/2014

Mandriva Conectiva contrata profissional de desenvolvimento Linux para atuar em Curitiba

Jornada: de segunda a sexta-feira, das 09h às 18h. Início: imediato.

Benefícios: plano de saúde e odontológico, vale transporte, vale refeição e seguro de vida. Requisitos: experiência em desenvolvimento e manutenção de sistema Linux.

Áreas de conhecimento importantes incluem: programação Shell Script, Python, GTK, QT, C,C++ e integração de distribuições. Experiência com plataformas embarcadas e coordenação de equipe é um diferencial.

Interessados enviar currículo com pretensão salarial para cv@mandriva.com.br

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Por Augusto Campos | 14/02/2014

Vaga para analista Linux em Barueri

apache

Enviado por Joaquim Petiz (pttizsΘgmail·com):

“Oportunidade para SysAdmin Linux em Barueri: Analista Linux LPIC-3, requisitos: OpenLDAP, CUPS, LPD, SAMBA, Winbind, Nagios, BIND, LVM, PAM e Kerberos. Analista Linux LPIC-1, requisitos: Conhecimentos em CUPS, SAMBA, BIND, Apache, ext3/4, redes TCP/IP. Ambas vagas: Ensino superior completo, ingles ou espanhol será um diferencial. Interessandos enviar CV com pretensão salarial para pttizs@gmail.com”
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Por Augusto Campos | 14/02/2014

OpenSCAD: vídeo introdutório

Enviado por WIlliam Lima (limawill83Θgmail·com):

“Há algumas semanas postei um vídeo do OpenSCAD, tenho gostado muito de estudar e aprender sobre ele. Já que realmente não tenho o talento de desenhar, sempre quis aprender a desenhar mas realmente já me conformei que realmente me falta talento para desenhar! rssrsr

Já no OpenSCAD o desenvolvimento das peças ou objeto é feito por linha de comando o que me ajuda muito com essa minha falta de talento! Com ele é possível fazer exportar objetos em .stl, importação para outros formatos como por exemplo o .dxf (formato usado pelo libreCAD) entre outras funcionalidades.” [referência: limawill.wordpress.com]

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Por Augusto Campos | 14/02/2014

Governo do Uruguai adotará programa de e-mail brasileiro para prevenir espionagem dos EUA

governos

Enviado por André Felipe Machado (afmachado1963Θgmail·com):

“Apresentado como solução para livrar o governo brasileiro da espionagem, o novo sistema de e-mails e de comunicação brasileiro Expresso V3 será implantado pelo governo do Uruguai e desperta a atenção dos governos de Argentina, Bolívia e Venezuela.

O SERPRO, estatal que desenvolve os sistemas críticos da esfera federal como os da Receita Federal, aprimorou e adaptou a tecnologia do Tine20.org em resposta às revelações de que as comunicações da presidente, de assessores próximos e da Petrobras foram espionadas pelos serviços de segurança nacional dos Estados Unidos, e o Ministério das Minas e Energia teve suas mensagens interceptadas pelo Canadá.” [referência: g1.globo.com]

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Por Augusto Campos | 14/02/2014

Entrevista com Liduina Vidal na TV Espírito Livre

video

Enviado por João Fernando Costa Júnior (revistaΘespiritolivre·org):

“O Programa Livre Saber é apresentado por Sandro Brasileiro que é especialista em tecnologias educacionais e professor da Rede Municipal de Ensino da Prefeitura de Vitória/ES.

Neste programa você vai acompanhar uma entrevista com Liduina Vidal, professora e educadora cearense. Liduina já está na educação a mais de 25 anos e já a algum tempo vem fazendo uso do software livre em suas atividades educacionais.

Assim como os outros programas da TV Espírito Livre, o Programa Livre Saber irá discutir sobre temas relacionados a software livre e código aberto aplicados à educação, incluindo assim padrões abertos, Creative Commons, novas tecnologias aplicadas ao ensino, entre outros.

Os episódios estão hospedados no Youtube e também no Internet Archive.” [referência: revista.espiritolivre.org]

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Por Augusto Campos | 14/02/2014

Como deixar o GIMP com visual parecido com o Photoshop

aplicacoes

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):

“Se você usa o GIMP, mas está acostumado com o estilo da interface do famoso editor de imagens da Adobe, veja como deixar o GIMP parecido com o Photoshop.

Para ajudar aqueles que são usuários do Photoshop e estão migrando para o GIMP ou para aqueles que apenas preferem o estilo do Photoshop, foi criado uma coleção de ajustes para GIMP 2.8 (GIMP Photoshop Tweaks) que podem ajudar a diminuir essa diferença de visual entre os programas.

Os ajustes incluem ícones da caixa de ferramentas como os do Photoshop, atalhos de teclado, diálogos acopláveis ​​modificados e até mesmo uma cor de fundo ajustada para coincidir com o padrão do Photoshop, o que realmente deixa o GIMP parecido com o Photoshop.” [referência: edivaldobrito.com.br]

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Por Augusto Campos | 14/02/2014

Primeiro Encontro Nacional GUX - Grupo de Usuários Cross Mobile 22/Fev/2014

pos-pc, evento

Enviado por alessandro binhara (binharaΘmonobrasil·com·br):

“Você pretende desenvolver para Mobile Android, iOS e Windows Phone? Não pode deixar de conhecer e participar das nossas atividades. Teremos palestras e encontros on-line e presenciais em São Paulo, Curitiba e Cuiabá. As pessoas poderão escolher entre assistir o evento online ou auditório onde acontecerão as palestras ao-vivo.

Faça seu cadastro e participe dessa iniciativa!!! Cadastro em www.monobrasil.com.br/gux.html Início : 22 de fevereiro 2014 - 13:00hs Encontro Presencial: — * Em Curitiba no Sebrae-PR * Em São Paulo na Faculdade BandTec * Em Cuiabá no Auditório da UFMT - Auditório do Instituto de Computação

Agenda — 13:00 - Credenciamento
13:30 - Welcome Network - CroosMobile Developers
14:00 - Lançamento do Gu CrossMobile
14:30 - Transmissão de Curitiba (Sebrae-PR) Palestra: Desafios do Desenvolvimento CrossMobile Palestrante: Alessandro Binhara (Azuris)
15:20 - Transmissão de São Paulo (BandTec) Palestra: Tablet e Mobile na Automação Comercial com Windows Embedded Palestrante: Claudenir C. Andrade (Daruma)
16:20 - Sorteio , Fotos e Encerramento

Interessados em participar do evento devem se inscrever em www.monobrasil.com.br/gux.html para receber maiores detalhes do evento e confirmar sua participação!” [referência: monobrasil.com.br]

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Por Augusto Campos | 14/02/2014

Em votação apertada, Debian opta pelo systemd e deixa o Ubuntu um pouco mais isolado

distribuicoes, init

Votação no comitê técnico deu 4x4 e precisou ser desempatada pelo chairman. Com a opção pelo systemd (ao menos na próxima versão, e nas arquiteturas Intel) no Debian, o Ubuntu permanecerá sendo a única entre as distribuições mais populares a usar o Upstart, criado pela Canonical, como sistema de inicialização default1.

Além do Debian, usam systemd distribuições como Fedora, openSUSE, Mageia, Gentoo e Arch – e o Red Hat Enterprise Linux vai adotá-lo em sua próxima versão.

O Debian, que é um dos últimos sistemas a manter o clássico Sys V init, anunciou em outubro que estava discutindo qual sistema de inicialização iria sucedê-lo: o Systemd ou o upstart. Desde então foram várias tentativas de seleção que não foram conclusivas, mas agora parece que é pra valer: o comitê técnico decidiu que o systemd será o init default no Debian Jessie, a não ser que uma resolução geral (do conjunto de desenvolvedores da distribuição) mude isso. (via www.zdnet.com - “Debian init decision further isolates Ubuntu | ZDNet”)

 
  1.  O que se torna mais interessante na análise quando observamos os vários outros subsistemas básicos nos quais o Ubuntu se diferencia das suas colegas.

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Por Augusto Campos | 13/02/2014

Mozilla vai vender anúncios e exibi-los no navegador Firefox

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Os anúncios comerciais serão incluídos entre os espaços que hoje mostram os sites mais visitados, na tela de abertura de uma nova aba. Diz a Mozilla que os anunciantes serão escolhidos a dedo.

Via g1.globo.com:

A Mozilla, a companhia por trás do navegador Firefox, começará a vender anúncios como uma tentativa de captar uma maior fatia do mercado publicitário on-line que está em franco crescimento.

Em um post publicado nesta terça-feira (11) em seu blog corporativo, a companhia afirmou ter se lançado a captar potenciais patrocinadores corporativos que quisessem participar de seu programa, ainda em desenvolvimento, “Directory Tiles”, que focará internautas de primeira viagem.

A Mozilla pretende mostrar nesses espaços os sites locais mais populares, assim como as páginas na internet de patrocinadores que serão sinalizadas como tal.

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Por Augusto Campos | 13/02/2014

MOC: um reprodutor de música para Linux leve e fácil de instalar

instalar, distribuicoes

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):

“Que tal experimentar um reprodutor de música extremamente leve, fácil de usar e instalar? Conheça MOC. MOC ou Music On Console (Música no Console/Terminal) talvez seja o reprodutor de música mais leve e fácil de instalar música para Linux. Mesmo funcionando no terminal, ele é tão fácil de usar como qualquer outra alternativa de reprodutor de música para Linux. Além disso, o programa está disponível nos repositórios padrão do Ubuntu.” [referência: edivaldobrito.com.br]
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Por Augusto Campos | 13/02/2014

Conheça o Kaiana ISO Gererator

distribuicoes

Enviado por Paulo Giovanni (paulusiohannesΘgmail·com):

“Essa ferramenta tem a capacidade de gerar um sistema a partir dos pacotes indicados. A ferramenta é baseada nesse guia: [help.ubuntu.com/…]

Se trata de uma forma diferente do padrão, não se baixa um iso do Ubuntu e edita, mas cria uma imagem do zero a partir dos repositórios do Ubuntu e de outros repositórios adicionais. Essa ferramenta é a que está sendo utilizada na criação do Sistema Kaiana.” [referência: universolinux.org]

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Por Augusto Campos | 13/02/2014