Oportunidade de emprego no Rio: administração de rede e servidores na ONU
A descrição da vaga (administração e suporte a servidores, desktops e rede) e os requisitos constam no documento do link a seguir. (via onuhabitat.org)
A descrição da vaga (administração e suporte a servidores, desktops e rede) e os requisitos constam no documento do link a seguir. (via onuhabitat.org)
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (ciclodepalestrasΘsindpdrj·org·br):
Uma salva de palmas para a Valve, que literalmente arrancou do código proprietário do seu jogo DOTA2 os trechos responsáveis por converter Direct3D (a API 3D do Windows e XBox) para o OpenGL (a API 3D aberta usada no Linux e em outras plataformas) e publicou-os no GitHub, para estudo, uso, modificação e redistribuição por quem estiver interessado.
O tradutor da Valve consegue traduzir um subconjunto limitado do Direct3D 9.0c, e além de poder ser utilizado por outros interessados em portar jogos modernos para o Linux e outras plataformas, pode também interessar a quem emula ou simula plataformas, incluindo o pessoal do WINE. (via www.gamingonlinux.com - “GamingOnLinux - Valve Has Posted Their Direct3D To OpenGL Translation Layer Onto Github”)
Segundo um release da Free Software Foundation, os desenvolvedores do Replicant, uma versão do Android isenta dos trechos não-livres e apoiada pela FSF, encontraram (e fecharam, na sua versão) um backdoor que demonstra o quanto é difícil para um usuário bem informado chegar a ter confiança no seu celular.
A explicação é complexa, mas parte de uma premissa simples: todo smartphone é composto por (pelo menos) 2 processadores diferentes e independentes, sendo um deles o que roda o sistema de aplicações (o Android, por exemplo), e outro (usualmente chamado de "o modem" ou "o rádio") que sempre roda software proprietário, e serve para se comunicar com a rede de telefonia ou de dados provida pelas operadoras.
Os 2 sistemas - o processador de aplicações e o modem – comunicam-se entre si como se fossem aparelhos independentes, o que na prática são mesmo.
Ocorre que os desenvolvedores do Replicant, analisando o código do sistema da Samsung que roda no processador de aplicações para fazer a interface com "o modem", descobriram que ele inclui formas de permitir que comandos remotos recebidos por meio do modem tenham acesso – direto e sem controle pelo usuário – aos recursos do processador de aplicações, incluindo microfone, GPS, câmera, os dados do usuário e mais.
O programa em questão é incluído pela Samsung nos seus aparelhos Galaxy e, em alguns modelos, dá acesso até mesmo aos arquivos do usuário.
Na versão distribuída pelo Replicant, o backdoor foi removido, mas a situação continua a servir para ilustrar a ausência de transparência e de possibilidade de controle pleno pelo usuário, especialmente quando consideramos a possibilidade de "o modem" também ter possibilidade (por algum outro mecanismo) de sobrescrever os arquivos do próprio sistema operacional, ou o conteúdo executável da memória do processador de aplicações. (via lwn.net - “FSF: Replicant developers find and close Samsung Galaxy back-door [LWN.net]”)
O artigo de despedida abre com a pergunta: 8 anos depois, você recomendaria a alguém dar início a um projeto usando o XO-1?
Além do avanço tecnológico e de outras alternativas educacionais bem-vindas que chegaram depois, e do tempo de vida daqueles primeiros e coloridos XO-1 (para os quais já é difícil encontrar peças), a própria organização OLPC já não é a mesma: a sede de Boston, que nasceu com laços com o MIT, já não existe nem funciona, e o fundador Nicholas Negroponte foi em busca de outros projetos interessantes (ligados à alfabetização).

Mas a sede de Miami ainda existe e presta suporte a iniciativas com os aparelhos no Uruguai, Peru e Ruanda, onde imagino que muitas crianças tiveram seu primeiro contato com a informática por meio do XO e de seus herdeiros – hoje produzidos pela Vivitar, que licenciou a marca para vender descendentes do XO para as crianças dos EUA.
Esses descendentes do XO original continuam sendo resistentes para aguentar o tranco do uso infantil, mas uma parte importante do projeto original não os acompanha: o ambiente Sugar como uma plataforma de criação – nos modelos atuais, o usual é dual boot de Android + Fedora/GNOME.
Consta que os ativos da OLPC Association foram recentemente comprados por um banco, mas a associação continuou a ser a dona das dívidas que criou, que montam a mais de US$ 3 milhões. E certamente continuam existindo pessoas que foram inspiradas por seus ideais e darão continuidade à busca dessa redefinição das metas de informatização escolar. (via www.olpcnews.com - “Goodbye One Laptop per Child - OLPC News”)
O diminuto Raspberry Pi agora tem uma placa de som com recursos avançados (considerando o contexto) feita especificamente para ele, com encaixe em seus pinos P5.

A imagem acima mostra a placa de som já encaixada ao Raspberry Pi. A placa de US$ 33 suporta áudio de alta resolução (24 bits, 192KHz) e pode ser conectada a um amplificador por meio de interface analógica (line out de 3,5mm) ou digital S/PDIF. As entradas de áudio incluem 2 microfones on-board, uma entrada analógica de microfone (3,5mm) e uma entrada digital S/PDIF.
Imagino que em breve veremos uma profusão de aplicações do Raspberry Pi (ou de múltiplos Raspberries) voltadas a produção de áudio, a VoIP, a controle de automação via voz, e outras áreas criativamente escolhidas. (via www.engadget.com - “Raspberry Pi gets its own sound card”)
Eu uso ferramentas que automatizam tarefas (simulando de forma previamente programada uma série de seleções em menus, preenchimento de campos, cliques em janelas ou ícones, etc.) como parte dos meus recursos de produtividade diária, e o Actionaz oferece esse tipo de solução, para usuários de Linux e de Windows.

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Actionaz é uma ferramenta de automação de tarefas escrito em C++/Qt e disponível para Linux e Windows. Com ele, você pode executar tarefas repetitivas automaticamente, tudo isso sem ter que saber qualquer linguagem de programação.
O programa pode emular cliques do mouse ou pressionamento de teclas, caixas de mensagem de exibição, editar arquivos de texto, fazer o download de um arquivo, reproduzir um som e etc. Ele pode por exemplo, iniciar uma aplicação, executar alguma tarefa repetitiva e, em seguida, fechá-lo, tudo automaticamente.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
HPLIP ou HP Linux Imaging and Printing, é um software que vem com drivers de impressão, fax e digitalização para cerca de 2.295 impressoras HP sob sistemas baseados em Linux. Ele é um software livre, de código aberto distribuído sob a MIT, BSD e licença GPL. Nessa nova versão (3.14.3) foi adicionado o suporte para novas impressoras, novas distribuições, bem como várias correções.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Enviado por Diego Silva (diego·silvaΘ4linux·com·br):
Enviado por Emanuel Serpa (emvictorΘymail·com):
Enviado por Tales Mendonça (talesamΘgmail·com):
Com mudanças na licença da Oracle os pacotes do Java foram removidos dos repositórios do Sabayon. O Adriano pediu-me uma ajuda para instalar o Java da Oracle e acabei encontrando uma solução, utilizar os repositórios Overlays do Gentoo – esses são semelhantes aos PPAs do Ubuntu –, que são repositórios de terceiros e possui o Ebuild – script responsável por baixar o fonte do programa contendo regras de compilação – do Java da Oracle para instalação. O problema é que não é recomendado utilizar o Portage – gerenciador de pacotes do Gentoo – para instalar programas no Sabayon, pois caso não tenha conhecimento do que está realizando, poderá quebrar, danificar todo o sistema. (...)” [referência: talesam.org]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Um tempo atrás, a Canonical lançou um emulador experimental do Ubuntu Touch rodando Unity 8 e Mir. Naquela época, havia alguns bugs, mas eles foram corrigidos. Hoje, apesar do emulador ainda ser muito lento, já é possível instalar ele corretamente e usá-lo no Ubuntu 14.04, 13.10 e 12.04.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Enviado por Rogério da Costa Dantas Luiz (rogerioΘpcredesecia·com·br):
Plone é um sistema gerenciador de conteúdo (CMS) livre, gratuito e de código aberto que foi desenvolvido utilizando a linguagem de programação Python e que tem o Zope como seu servidor de aplicações. Ele é amplamente utilizado pelo governo brasileiro e por várias instituições públicas para a construção de portais institucionais como o Portal Brasil (www.brasil.gov.br).
O livro está disponível para compra online e em breve nas melhores livrarias. Veja mais em: [livroplone.com.br/…] [brasport.com.br/…]” [referência: livroplone.com.br]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Apesar do Dash encontrar aplicativos rapidamente, nem todo mundo se acostuma com ele. Classic Menu Indicator é uma boa solução para isso. Como o próprio nome dele diz, ele é um menu no estilo GNOME clássico, disponível como um AppIndicator, então ele pode ser usado no ambiente Unity, como uma alternativa para aqueles que não gostam Dash, mas também deve funcionar em outros ambientes de trabalho.” [referência: edivaldobrito.com.br]
Enviado por Edison Henrique Andreassy (ehasisΘhotmail·com):