Atualizando o kernel do Ubuntu para a nova versão 3.14
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
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Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br):
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Após uma longa disputa com a Canonical pelo direito de referenciar os repositórios da empresa, os desenvolvedores do Unity acabaram chegando a uma solução inesperada: a marca, o código-fonte (incluindo o ambiente gráfico Cinnamon e as Mint Tools), o domínio e o conteúdo dos sites do Mint foram comprados pela Canonical, por valor não revelado.
A Canonical pretende usar o Mint como base para uma iniciativa de desenvolvimento comunitário para uma versão experimental voltada especificamente a Smart TVs.

Segundo Mark Shuttleworth, as normas de governança para a comunidade Ubuntu Mint, que será liderada pelos atuais desenvolvedores do Mint, serão divulgadas assim que ficar completa uma versão do Mint adaptada para uso do Unity como ambiente default e 100% compatível com o Ubuntu SDK. (via unity.ubuntu.com - “Unity | Unity”)
Nota: esta notícia é falsa, e foi publicada como parte das comemorações de primeiro de abril.
Faltando uma semana para o término do suporte ao Windows XP, uma surpresa vinda do desenvolvedor Matthew Garrett: um instalador alternativo para o Fedora 20 (facilmente adaptável para outras distribuições baseadas na dupla RPM e Anaconda) que permite trocar o Windows XP diretamente pelo Fedora, preservando as configurações, os usuários, as senhas de acesso e até alguns dos aplicativos.
O instalador é compatível apenas com PCs de 32 bits, e levou quase 2h para completar sua instalação automática, nos testes realizados no laboratório da revista Byte – mas o sistema instalado funcionou sem erros desde o primeiro boot.
O sistema reduz o tamanho da partição do XP apenas o suficiente para criar uma instalação mínima do Fedora, incluindo alguns pacotes necessários à operação em ambientes Windows, como o Samba com suporte a domínios AD, reconhecidos automaticamente a partir das configurações do XP. As contas dos usuários são migradas automaticamente, assim como a caixa de e-mail (do Outlook Express, Thunderbird ou Eudora), configurações do navegador, modelos de documento e mais.
Como toque adicional, Garrett incluiu um sistema de pós-instalação que varre o menu Iniciar, os ícones do desktop e da barra de status do Windows XP em busca de aplicativos com suporte "Gold" no Wine e, para os que localizar, cria ícone para acesso direto via Wine a partir do menu do GNOME. (via www.microsoft.com - “Support for Windows XP for Enterprise Business is ending”)
Nota: esta notícia é falsa, e foi publicada como parte das comemorações de primeiro de abril.
O uso crescente do Raspberry Pi na automação doméstica atraiu a atenção do gigante das buscas. Após negociações fracassadas para adquirir a propriedade intelectual do Raspberry Pi e adotar para o projeto o mesmo modelo de liberdade que aplica no Android, o Google adotou uma estratégia intermediária: tornar-se o principal patrocinador e mantenedor da Raspberry Pi Foundation, que continuará a produzir e vender seu diminuto PC de 20 dólares, mas passará a entregá-lo com um cartão SD de boot do Android.

Em paralelo, o Google produzirá e distribuirá sua própria versão do equipamento, com o nome de Nexus Pi, e trazendo uma versão do Android com acesso ao Google Play e aplicativos pré-instalados para automação e monitoramento doméstico. Os aplicativos exigirão conexão à Internet para operar e, caso o usuário opte por compartilhar seus dados de monitoramento doméstico com a empresa, o equipamento será gratuito. (via www.raspberrypi.org - “FAQs | Raspberry Pi”)
Nota: esta notícia é falsa, e foi publicada como parte das comemorações de primeiro de abril.
Richard Stallman, fundador da Free Software Foundation e dançarino folk, advertiu seus seguidores sobre os efeitos do aquecimento global que, segundo ele, é a única explicação para o clima extremo que vem sendo registrado pelo mundo. Segundo o bom doutor, em 2040 os verões europeus comuns serão similares à devastadora onda de calor que assolou o continente em 2003, ultrapassando máximas registradas desde o ano 1540 e causando mais de 70.000 mortes. (via www.stallman.org - “2014: January - April Political Notes - Richard Stallman”)
Saiu ontem a versão 3.14 do kernel, com tantas novidades interessantes que até fica difícil sumarizar. Alguns destaques: suporte caprichado a GPUs Intel Broadwell, várias melhorias no driver open source para placas AMD Radeon, inclusão do sched_deadline, novos recursos no Btrfs. (via lwn.net - “The 3.14 kernel is out [LWN.net]”)
Um desenvolvedor da nova versão da série de jogos Carmageddon confirmou em entrevista (mais uma vez) que o jogo terá versão para Linux. O lançamento não será simultâneo à versão para Windows, e ele ainda não sabe informar se será possível adquiri-lo sem ser pela Steam. Quanto ao jogo em si, ele confirma que já estão próximos de oferecer 30 modelos de carros, e que o modo de 2 jogadores com tela dividida, que era uma dúvida, estará mesmo presente. (via www.gamingonlinux.com - “GamingOnLinux - Carmageddon: Reincarnation's Jason Garber Answers Our Questions On Their Linux Support”)
Belos números da Red Hat.
Via computerworld.com.br:
A Red Hat anunciou os seus resultados financeiros do quarto trimestre e do ano fiscal encerrado em 28 de fevereiro de 2014.
A receita total para o trimestre foi de US$ 400 milhões, um aumento de 15% em dólares americanos em relação ao primeiro trimestre do ano passado, ou 17% medido em moeda constante. O faturamento de subscrições para o trimestre foi de US$ 351 milhões, de até 16% em dólares americanos ano-sobre-ano, ou 18% calculado em moeda constante.
Para o ano fiscal todo, a receita total foi de US$ 1,53 bilhão, até 15% em dólares americanos ano-sobre-ano, ou 17% medidos em moeda constante, e as receitas de subscrições foram de US$ 1,34 bilhão, até 16% ano-sobre-ano, ou 18% medido em moeda constante. No balanço consolidado, o lucro líquido GAAP foi de US$ 178 milhões, ou US$ 0,93 por ação diluída, em comparação com US$ 150 milhões ou US$ 0,77 por ação diluída no ano anterior.
O israelense Waze é um dos destaques entre os apps de mapas de trânsito, e a empresa por trás dele foi adquirida por mais de US$ 1 bilhão pelo Google no ano passado – mas agora uma comunidade de desenvolvedores open source israelenses diz ter direito a uma parcela dos direitos e dos valores.
Em um processo iniciado em Tel Aviv contra a Waze, seus 3 fundadores e a subsidiária local do Google, a comunidade Freemap Israel buscará provar que a empresa se apropriou do software e dos mapas que estavam em desenvolvimento pela comunidade, mudou unilateralmente a licença dos mesmos para torná-los proprietários, e desenvolveu o restante de seu produto como um derivado desse conjunto de software e conteúdo que foi desenvolvido comunitariamente.
Além de obter a compensação pelo valor das suas contribuições, o representante da comunidade solicitou ao judiciário que torne publicamente disponível os mapas e os dados coletados dos usuários pela Waze, e que um especialista examine as alterações no código do Google Maps posteriores à aquisição da Waze, para ver se seu material open source também está lá, tornando assim este produto também sujeito ao processo.
A Waze, consultada, respondeu apenas que ainda não viu o processo. (via www.haaretz.com - “Lawsuit: Waze owes 'open-source' programmers $150 million - Business Israel News | Haaretz”)
Via info.abril.com.br:
O Facebook anunciou nesta semana o lançamento do WebScaleSQL. O sistema de gerenciamento de bancos de dados é baseado no MySQL, mas se mostra mais voltado a bases de informações gigantes – exatamente como a mantida pela própria rede social.
O projeto não tem apenas o dedo da empresa de Zuckerberg, no entanto, sendo desenvolvido com a colaboração de equipes do Google, do Twitter e do LinkedIn. Os funcionários de todas essas companhias, segundo texto do engenheiro de software Steaphan Greene, “encaram desafios parecidos ao rodar o sistema de gerenciamento em escala maior e buscam por melhor desempenho com uma tecnologia de banco de dados adaptada a suas necessidades”.
Segundo Greene, o WebScaleSQL consiste basicamente em mudanças no código do “ramo” do MySQL (a versão 5.6) usado por todas essas empresas. As alterações foram disponibilizadas como open source no GitHub
Primeiro estagnou, depois começou a cair, e agora as quedas não surpreendem e já se fala até em estabilização do ritmo do encolhimento – o que ajuda a explicar quem migrou para os dispositivos móveis o foco de suas estratégias.
Via tecnologia.ig.com.br:
O mercado brasileiro de PCs encerrou de 2013 com um total de 13,9 milhões de computadores vendidos, queda de 10 por cento na comparação com 2012, refletindo a preferência dos consumidores por tablets e smartphones, de acordo com a consultoria IDC.
Segundo o estudo, o último trimestre do ano, que tradicionalmente concentra a maior parcela do volume de vendas, ficou aquém do esperado, e mesmo com as promoções de Natal apresentou volume 6 por cento menor na comparação com o ano anterior. Nos três últimos meses de 2013, foram vendidas 3,5 milhões de unidades.
Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil, explicou em comunicado que nos últimos oito anos houve uma popularização e consolidação dos PCs no mercado. "Agora, o que era uma tendência - queda nas vendas de PCs - passou a ser realidade e o setor começa a viver um momento de maturidade, com oscilações mais conservadoras", disse.
Longo e interessante texto da DeLuca apresentando interpretações e hipóteses racionais (ao menos parte delas) sobre o que ainda deve acontecer com o encaminhamento do Marco Civil, agora tramitando no Senado Federal. Começa assim:
Via idgnow.com.br:
A aprovação pela Câmara dos Deputados do Projeto de Lei nº 2.126/11, conhecido como o Marco Civil da Internet, abriu a temporada de interpretações sobre os direitos dos internautas brasileiros e os deveres dos provedores de conexão, conteúdo e serviços e também do governo.
Por hora, os argumentos têm em mente a possibilidade de mudanças no Senado, onde o Marco Civil será examinado nas próximas semanas, simultaneamente, pelas Comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), antes da votação em plenário.
O próprio relator do Marco Civil na Câmara admite que podem haver pressões no Senado sobre pontos como a neutralidade de rede e a liberdade de expressão. São, seguramente, temas com interpretações as mais variadas. Começando pela (...)
Enviado por Patola (patolaΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):