Como corrigir o erro “Cannot Add PPA” no Ubuntu reinstalando certificados
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Juliano Ramos (juliano·tecnologialivreΘgmail·com):
Enviado por Luiz Gustavo Costa (luizgustavoΘluizgustavo·pro·br):
A nova data será no dia 10 de Junho, em uma terça-feira, com inicio as 20:30h. Trata-se de um Hangout Tutorial onde faremos uma visão geral no código fonte do Pfsense e estaremos tratando assuntos relacionados a customização do código, criação de pacotes e personalização de temas da interface web.
O usuário poderá explorar a shell do Pfsense e conhecer algumas ferramentas uteis disponíveis para automatizar processos no Pfsense. É uma oportunidade de conhecer melhor a ferramenta e aprofundar melhor no funcionamento desse incrível firewall.” [referência: luizgustavo.pro.br]
O texto tem alguns anos, mas deixa clara a opinião do fundador da FSF sobre a alternativa iniciada por dissidentes dela.
Enviado por Éder S. G. (Jordan) (ederjordanΘyahoo·com·br):
Texto enviado ao BR-Linux pela assessoria de imprensa do Serpro, na tarde de hoje, em resposta à matéria “E-mail 'seguro' do governo terá 'porta dos fundos', admite Serpro”:
O Serviço Federal de Processamentos de Dados (Serpro) informa que não existe qualquer possibilidade de backdoor na suíte de comunicação Expresso, produzido pela empresa. De acordo com a declaração do coordenador estratégico de ações governamentais, Marcos Melo, responsável pelo projeto Expresso no Serpro, o acesso às informações será realizado unicamente por decisão judicial.
Visando a confidencialidade dos dados e a transparência de todo o processo, o Expresso utilizará um conceito denominado HSM (Hardware Security Module ou Hardware de Segurança Criptográfica), que determina tecnologias, processos e gestão de segurança em alto nível, para garantir que somente por meio de um fluxo altamente controlado, seguro e auditável, pessoas autorizadas tenham acesso ao conteúdo de tais dados.
Esse processo consiste na existência de uma chave mestra que será quebrada em quatro segmentos, ficando duas com o Serpro e duas com o cliente. A leitura de qualquer mensagem de e-mail somente poderá ser feita em uma sala, em ambiente seguro, com as quatro chaves reunidas e com a presença de um oficial de justiça.
O Serpro esclarece, ainda, que esse processo garante toda a transparência necessária e a segurança que o usuário somente terá o conteúdo da mensagem solicitado pela Justiça aberto na presença do referido colegiado. A mesma técnica utilizada no Expresso é aplicada por grande parte das autoridades certificadoras no mundo e no Brasil, sistemas bancários e sistemas de missão crítica, o que reforça o direcionamento tecnológico de segurança do produto.
Via g1.globo.com:
Um executivo do Serviço de Processamento de Dados do governo federal (Serpro) admitiu que o sistema de e-mail seguro do governo, chamado de Expresso, terá uma "porta dos fundos" ou "backdoor" - uma "chave mestra" que permitirá ler qualquer mensagem protegida pelo sistema.
"Por lei, pelo Marco Civil da Internet, eu tenho que garantir a auditabilidade desses meios de comunicação. Se eu uso criptografia ponto a ponto, como as boas práticas nos indicam, eu faço com que aquela criptografia seja invisível para qualquer outra pessoa. Se eu não tiver um modelo HSM de chave mestra, ela passa a ser não auditável. Ou seja, eu estou descumprindo questões legais", afirmou o coordenador de ações governamentais do Serpro.
A declaração foi feita pelo executivo durante o 12º Fórum de Certificação Digital (CertForum) nesta quarta-feira (28), em resposta a um questionamento feito por Paulo Roque, da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). Há um vídeo disponível na web com a pergunta de Roque e a resposta.
O Marco Civil da Internet não determina especificações para requerimentos de auditoria de conteúdo das comunicações, apenas de registros de acesso, que normalmente não sofrem interferência de criptografia em conteúdo. A lei possui, no entanto, algumas regras específicas para administração pública. O coordenador não informou qual artigo especificamente do Marco Civil, ou de outra legislação, exige que o sistema do governo tenha a "chave mestra".
A Core Infrastructure Initiative (CII), da Linux Foundation, criada logo após a descoberta do bug Heartbleed no OpenSSL reunindo os gigantes da tecnologia para financiar o desenvolvimento seguro de componentes open source essenciais, começa a dar resultado visível.
O próprio OpenSSL está entre os primeiros contemplados, recebendo 2 desenvolvedores em tempo integral com salário pago pela CII, além de uma auditoria de segurança.
Os outros 2 projetos contemplados neste primeiro momento são o OpenSSH e o NTP, cujas entidades mantenedoras receberão recursos para seus desenvolvedores e para sua infraestrutura.
O comitê gestor da CII é formado por nomes conhecidos das comunidades open source e da criptografia, como Alan Cox, Eben Moglen, Bruce Schneier e Ted Ts'o.
A conta desses e dos futuros benefícios será rachada entre Adobe, Amazon Web Services, Bloomberg, Cisco, Dell, Facebook, Fujitsu, Google, HP, Huawei, IBM, Intel, Microsoft, NetApp, Qualcomm, Rackspace, Salesforce e VMware. (via arstechnica.com - “OpenSSL to get a security audit and two full-time developers | Ars Technica”)
Enviado por Aracele Torres (araceleΘkde·org):
Traduzimos as nota de lançamento e convidamos vocês a serem beta testers desse software que é uma peça fundamental do futuro do KDE!

O Plasma Next é construído com QML e executa sobre um stack gráfico acelerado por hardware, utilizando Qt 5, QtQuick 2, KDE Frameworks 5 e OpenGL(-ES).
Vale lembrar que a maior parte dos trabalhos no novo layout do Plasma Next ainda não estão presentes nessa versão beta 1 - ela é mais voltada para as funcionalidades e port da área de trabalho.” [referência: br.kde.org]
Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br):
Enviado por Vila (digitovilaΘgmail·com):
Enviado por Leandro Pereira (leandroΘtia·mat·br):
Em sua terceira edição, o evento continua com a tradição de ser eclético: oficina de programação de módulos de Linux, sintetizadores de som, demonstração de cutelaria, retrocomputação com régua de cálculo, SDR, hacktivismo, dentre outras coisas.
Em sua primeira edição, em 2012, atraiu desenvolvedores, pesquisadores de segurança da informação e figuras míticas da computação. Na edição de 2013, a fórmula foi ajustada levemente para trazer um pouco mais de ecleticismo ao evento. Esta mudança funcionou e esperamos que a edição de 2014 seja ainda melhor que a dos anos anteriores!” [referência: ]
O popular sistema de criptografia Truecrypt, disponível para várias plataformas, é uma curiosidade: seus autores são desconhecidos, e tem sido frequentes os questionamentos sobre a segurança de usá-lo.
E ontem uma nova peça se juntou ao quebra-cabeça: o site oficial do Truecrypt publicou uma nova versão do software (assinada com a mesma chave privada das demais versões), e um aviso de que usá-lo não é seguro, que ele pode conter problemas e que a página (e a nova versão) só estão lá para ajudar quem queira migrar seus dados do Truecrypt para outra solução.
A mensagem ainda mostra como os tempos mudaram: segundo seu autor, o suporte ao Truecrypt terminou junto com o fim do suporte oficial ao Windows XP, porque agora todas as principais plataformas contam com soluções integradas de criptografia de disco. (via www.phoronix.com - “[Phoronix] TrueCrypt Has Been Potentially Compromised”)
A versão 2.0 do Git, o sistema de controle de versões que é uma das maiores contribuições de Linus Torvalds aos desenvolvedores, já está disponível.
A lista de novidades não é muito longa, mas tem itens interessantes, incluindo alguns que evitam possibilidades de induzir o usuário ao erro ou a comportamentos inesperados, como a opção "-q" do comando git diff-files. (via www.phoronix.com - “[Phoronix] Git 2.0 Officially Released”)
Enviado por EverPi (everpiΘtsar·in):
Enviado por Luis Felipe Marzagao (duliΘeasylifeproject·org):
Por isso, escrever código-fonte claro (ou "clean") não é mera recomendação de estética, mas sim providência a ser alcançada por todo programador com ambições profissionais.
O programador lê constantemente código já escrito como parte do esforço para escrever novo código. Estima-se que a proporção de leitura e escrita durante a programação seja de 10:1. Por isso, fazer com que o código-fonte seja fácil de ler na verdade o torna, ao mesmo tempo, fácil de ser escrito.
A fim de incentivar boas práticas, estou escrevendo alguns artigos. Na primeira parte foram abordados o uso de nomes significativos para funções, variáveis e classes, bem como a adoção de funções pequenas, poucos ou nenhum parâmetro, separação de abstrações e uso inteligente de comentários.” [referência: dulimind.blogspot.com.br]