Primeiros passos com o Banana Pi
Enviado por Alexandre Vicenzi (vicenzi·alexandreΘgmail·com):
Na última postagem eu falei sobre o Banana Pi, comententando sobre o hardware e se seria uma boa opção de compra.” [referência: blog.butecopensource.com]
Enviado por Alexandre Vicenzi (vicenzi·alexandreΘgmail·com):
Na última postagem eu falei sobre o Banana Pi, comententando sobre o hardware e se seria uma boa opção de compra.” [referência: blog.butecopensource.com]
Enviado por Xinuo (XinuoΘsao·terra·com·br):
O notebook, aparentemente não tenta ser um tablet,assim não destaca a tela, e nem deixa o teclado invertido ou tenta algum outro malabarismo para parecer um tablet e deixar o teclado escondido.
A notícia chegou a mim via Clube do Hardware, o link para o site do produto está abaixo, aos interessados em mais informações: entrem no site e baixem a ficha técnica em PDF.” [referência: clubedohardware.com.br]
Enviado por Marcelo H. Terres (mhterresΘgmail·com):
Além da adição de comandos a nova versão conta agora com acesso via socket, configurável através de uma página web no console admin do Openfire.” [referência: mundoopensource.com.br]
Enviado por Rafael Gomes (gomexΘriseup·net):
Enviado por Mauro Pichiliani (pichilianiΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Leo G (leoΘtecharena51·com):
O problema com esse script é que se o "rsync" falhar, nós ainda iríamos receber um e-mail de sucesso. Eu tenho certeza que você não quer saber de no dia em que você realmente precisa deles que você não tê-los :) .
Para evitar tal catástrofe , precisamos que o nosso script bash faça o seguinte” [referência: techarena51.com]
Enviado por Cristine (cristineΘdialetto·com·br):
Segundo artigo recente publicado no site Computerworld, sobram muitas vagas para profissionais Java no mercado. Apesar de os salários serem bastante atrativos - variando, de acordo com o texto, de R$ 2.000,00, para profissionais júnior, até R$ 7.000,00, para profissionais mais experientes - as empresas no Brasil não conseguem preencher todas as vagas que oferecem. De acordo com especialistas em treinamento e seleção, isso acontece por uma série de motivos, mas o principal problema ainda é a falta de conhecimento técnico.
Nesse contexto, a V.Office, empresa que atua com treinamentos de TI há 18 anos, oferece no início do ano, três cursos para certificações Java: Programação Java SE7 (terças e quintas, a partir de 15 de janeiro), Java EE 6: Develop Business Components with JMS & EJBs (sábados, a partir de 17 de janeiro, ou terças e quintas, a partir de 26 de fevereiro) e Oracle Arquiteto de Aplicações Enterprise com Java EE (terças e quintas, a partir de 24 de fevereiro, ou sábados, a partir de 28 de fevereiro).
A programação de cursos está disponível no link [voffice.com.br/…] Mais informações pelo e-mail treinamento@voffice.com.br ou telefone 48 3332 8575.” [referência: voffice.com.br]
Enviado por Airton Lastori (alastoriΘgmail·com):
Neste início é possível gerenciar os seguintes pacotes para SUSE Linux Enterprise 11 (11.3 e mais recentes): MySQL Database 5.5 (versão mais antiga) MySQL Database 5.6 (a atual versão estável, pronta para produção) MySQL Database 5.7 (versão em desenvolvimento, recomendada apenas para testes e feedback)
Para instalar a versão atual 5.6 é simples. Baixe o RPM com o repositório para SUSE em [dev.mysql.com/…] e instale o pacote com:
$ sudo rpm -Uvh mysql-community-release-sles11-5.noarch.rpm
Em seguida, importe a chave que será usada para verificar os pacotes que vêm do repo:
$ sudo rpm —import /etc/RPM-GPG-KEY-mysql
Finalmente, proceda normalmente com a instalação do pacote MySQL Server a partir do repositório:
$ sudo zypper install mysql-community-server
Pronto! Para saber mais, inclusive como selecionar outra versão ou como atualizar um MySQL pré-existente no SUSE, veja a documentação [dev.mysql.com/…]
Outros produtos MySQL em breve…
O repositório SUSE ainda é limitado ao MySQL Server e a uma única variante SUSE. O time MySQL Release Engineering da Oracle adicionará mais produtos como conectores, utilitários, workbench, etc. ao longo dos próximos meses. Também estão previsots pacotes para o openSUSE e SUSE Linux Enterprise 12, dando aos usuários destas distros a opção de usar versões mais atuais e robustas do MySQL. Se você ainda não viu as novidades e vantagens das versões atuais do MySQL, recomendo ver o post “O que há de novo no MySQL 5.7? (Até agora)”.
E como nada neste mundo é perfeito, se você tiver comentários ou sugestões de melhorias, deixe seu comentátio no blog do time de Release Engineering, ou registre um bug em [bugs.mysql.com./…]” [referência: alastori.com.br]
Enviado por EverPi (everpiΘtsar·in):
A fundação Raspberry Pi tem passado bastante tempo fora de sua sede promovendo eventos. Nos últimos seis meses, Clive, Ben, Carrie Anne, Dave e Rachel participaram de mais de 50 eventos. Seus materiais utilizados para divulgação como banners, pôsteres, demonstrações de projetos, modelos e folhetos tem ficado ultrapassados. Em janeiro, os materiais dos stands irão ser redesenhados e aí que entram os participantes.” [referência: blog.everpi.net]
Enviado por Alexandre Vicenzi (vicenzi·alexandreΘgmail·com):
Como aconteceu com o Arduino, não era de se duvidar que também surgiriam opções similares ao Raspberry. Já temos o CubieBoard e o BeagleBone, entre outros. Mas hoje eu gostaria de falar sobre o Banana Pi.
O Banana Pi é um fork do projeto Raspberry Pi usando componentes diferentes, mas que tenta manter a máxima compatibilidade possível com o RPi. Algo que desaponta já no começo é que as imagens feitas para RPi não são compatíveis com o BPi, justamente pelo processador não ser o mesmo.
Porém existem várias imagens disponíveis para o BPi. Como o BPi é relativamente novo, algumas das versões ainda estão em fase de testes, como é o caso do XBMC, que no BPi chama-se LeMedia. Você pode conferir aqui a lista completa dos imagens disponíveis no momento.
Hardware do Banana Pi em comparação ao Raspberry Pi Model B+:
Prós
Contras
Confira aqui a especificação completa do BPi.
Algo que todos desejam saber é se o produto vale a pena, afinal são +- 45 dólares. Preço similar ao Raspberry Pi.
Apesar da qualidade da placa não ser excelente (você consegue perceber a origem dela :P), ela não deixa a desejar. Nos testes que fiz não tive problema nenhum.
Algo interessante é que segundo as discussões no fórum oficial, o BPi não tem tanto problema de queimar em relação ao RPi ao se usar um adaptador HDMI-VGA ou ao ligar um HD USB direto na placa, sem alimentação externa. O teste que fiz com meus HDs, um faz a placa desligar pois ele consumia toda a energia praticamente e o outro não gerou problemas. Por garantia é sempre aconselhado a usar alimentação externa para não correr riscos de danificar a placa.
Em relação a comunidade no fórum, ela ainda é pequena, mas é ativa. Ou seja, suas dúvidas serão respondidas, em alguns casos talvez pelas pessoas que estão por trás do Banana Pi.” [referência: blog.butecopensource.com]
Enviado por Aletheia (aletheia·patriciaΘgmail·com):
Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com):
Mandar mensagens de correio eletrônico a partir do terminal ou de um script shell pode ser bastante útil, e este artigo do binarytides mostra vários exemplos práticos: editar o campo From, enviar cópia oculta,
usar um servidor SMTP externo, e mais. (via www.binarytides.com - “9 mail/mailx command examples to send emails from command line on Linux”)
Via info.abril.com.br:
Começou nesta segunda-feira a nova edição da Hora do Código, evento global que visa ensinar programação a todos. O evento vai até o dia 14 e é organizado globalmente pela Code.org. No Brasil, o apoio é da iniciativa Programaê, da Fundação Lemann e da Telefônica Vivo.
O objetivo neste ano é atingir pelo menos 1 milhão de brasileiros, conforma explicou a INFO Lucas Rocha, coordenador do projeto. E globalmente a meta é ainda mais ambiciosa: saltar de 30 milhões de pessoas envolvidas em 2013 para 100 milhões em 180 países.
O evento, na verdade, ocorre durante o ano todo, mas os maiores esforços se concentram exatamente nesta semana.
A ideia também não é organizar uma Hora do Código em um só lugar. Uma boa quantidade de material traduzido fica disponível no site oficial, e qualquer um que estiver interessado pode usá-lo para aprender por conta própria ou organizar oficinas.
Um mapa na mesma página mostra algumas destas iniciativas, e a lista completa delas você pode conferir aqui. No Brasil, 360 delas estão cadastradas no site – e se você quiser aumentar este número, mesmo que em cima da hora, há um guia completo