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Em Testes de Invasão, a especialista em segurança Georgia Weidman apresenta as principais habilidades e técnicas necessárias quem deseja se tornar um pentester, o profissional que simula ciberataques para encontrar vulnerabilidades de segurança em redes, sistemas operacionais e aplicações.
Usando um laboratório baseado em máquinas virtuais com Kali Linux e sistemas operacionais vulneráveis, o leitor verá uma série de lições práticas usando ferramentas como o Wireshark, o Nmap e o Burp Suite. Conforme acompanha as lições e realiza ataques, vivenciará as fases fundamentais de uma avaliação de verdade, que inclui a coleta de informações, a descoberta de vulnerabilidades passíveis de exploração, a obtenção de acesso aos sistemas, a pós-exploração de falhas e outras atividades.
Com a leitura de Testes de Invasão será possível explorar a implementação de seus próprios exploits e prosseguir para o hacking de dispositivos móveis com a ferramenta Smartphone Pentest Framework. O leitor aprenderá também a quebrar senhas e chaves de redes wireless, testas aplicações web em busca de vulnerabilidades, usar o Metasploist Framework para lançar exploits e implementar seus próprios módulos do Metasploit, automatizar ataques de engenharia social, evitar softwares antivírus e muito mais.” [referência: novatec.com.br]
Um marco na maturidade de um novo projeto feito para substituir um produto previamente existente é quando seus autores passam a usá-lo, na prática, para o que anteriormente usavam o produto que querem substituir – e é isso que o OpenBSD acaba de fazer ao adotar o LibreSSL.
Vale lembrar: os desenvolvedores do OpenBSD deram início ao LibreSSL logo após a descoberta da falha no OpenSSL que ficou conhecida como Heartbleed. Eles pegaram o código do OpenSSL, removeram uma série de código legado (incluindo suporte a vários algoritmos de criptografia, compiladores e sistemas operacionais hoje descontinuados, como OS/2 e MacOS pré-X,), auditaram, removeram bugs, fizeram emagrecer o conjunto de funcionalidades, e agora o consideram bom o suficiente para ser usado em seu próprio sistema operacional.
Bem-vindo! (via www.zdnet.com - “OpenBSD 5.6 Replaces OpenSSL with LibreSSL | ZDNet”)
Saiu o OpenSUSE 13.2, a primeira no novo modelo de desenvolvimento baseado na estabilização a partir de uma distribuição rolling release.

O anúncio de lançamento é rico em detalhes sobre as novidades. (via lwn.net - “openSUSE 13.2 released [LWN.net]”)
Enviado por Airton Lastori (alastoriΘgmail·com):
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Próximos cursos: - Elastix - 18 a 20/11/14 - Online e Telefonia IP com Asterisk/Elastix - 01 a 05/12/14 - Online. Contatos treinamentos@innovus.com.br” [referência: elastixbrasil.com.br]
Faz algum tempo que a Samsung, maior fabricante de aparelhos com Android do mundo, deixou de continuar pagando à Microsoft os royalties referentes ao pacto de patentes do Android que foi assinado entre elas (e que a Microsoft convenceu a maioria dos grandes fabricantes do mercado a assinar também).
Não incluo a Samsung na lista de empresas que são exemplos de integridade, mas bato palmas para a criatividade: agora a empresa coreana diz que não pode continuar pagando, porque aquele contrato do pacto de patentes também previa o compartilhamento de informações privilegiadas entre as duas empresas e, agora que a MS comprou a Nokia e também produz smartphones, esse tipo de compartilhamento entre empresas que passaaram a ser concorrentes violaria as leis antitruste dos EUA.
A Microsoft negou e diz permanecer confiante na solidez dos seus argumentos. (via www.zdnet.com - “Samsung fires another shot at Microsoft in Android patent battle | ZDNet”)
A sensação que eu tenho é de que em breve será possível ter uma distribuição funcional de Linux instalando apenas o kernel, o systemd e o busybox. A nova rodada, no que diz respeito às funcionalidades sendo agregadas ao systemd, é o suporte próprio a PPPoE (encapsulamento frequentemente usado em conexões DSL no Brasil), parcialmente implementado na atual versão de desenvolvimento. E já dá para prever a próxima rodada: esse suporte a PPPoE só servirá para alguma coisa se houver também suporte a PPP, portanto... adivinhe o que virá a seguir. (via www.phoronix.com - “[Phoronix] Systemd Works On PPPoE Support”)
O Poynt Smart Terminal é um terminal de ponto de venda usando um fork do Android 4.4.4, e com duas touch screens: uma voltada ao operador, e a outra ao cliente. Ele inclui conectividade (WiFi, 4G), leitor de cartões e até sua própria impressora, e está em pré-venda a US$ 299.

Mais importante: ele tem suporte nativo e interno a todos os métodos de contato em uso hoje: cartões magnéticos ou com chip, NFC, QR codes e beacons.
Como conceito, o Poynt me agradou – já trabalhei como desenvolvedor de software para PDV, e a descrição dessa novidade parece resolver todos os problemas dos terminais daquela época. Se ele vai ser um sucesso como produto, ainda precisamos conferir.
(via linuxgizmos.com - “Dual-screen Android PoS device supports EMV · LinuxGizmos.com”)