Kalu, o gerenciador de atualização do Arch Linux foi atualizado para a versão 3.0.0
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Marcelo H. Terres (mhterresΘgmail·com):
Enviado por kbl (kbl_1978Θgmail·com):
Executar o Linux em um Chromebook não é novidade - o próprio Chrome OS é baseado no kernel do Linux -, entretanto, o diferencial do novo modo é que ele torna possível, pela primeira vez, executar o Linux em uma janela. Antes, era preciso usar terminais virtuais e alternar entre a sua Linux e o Chrome OS. Porém, agora é possível usar o Linux em uma janela, dentro do sistema operacional principal.
Para conseguir realizar a façanha é preciso utilizar a extensão Crouton (Chromium OS Universal Chroot Environment) para Chrome, disponível no Chrome Web Store. Mas o procedimento não se resume apenas a isso, uma vez que, antes de usar a extensão, é preciso colocar o Chromebook no modo de desenvolvedor.
A extensão é parte do Crouton, um conjunto de scripts que permitem criar um ambiente Chroot “enjaulado” dentro do próprio sistema de arquivos do Chrome OS, onde é possível executar outros sistemas Linux. Atualmente Ubuntu e Debian são suportados, mas provavelmente, isso também deve funcionar com outras distros que suportam os chamados ambientes Chroot.
Para entender melhor, ambientes enjaulados com Chroot fornecem o sistema operacional convidado com o seu próprio sistema de arquivos para ser executado a parte, isso permite que os aplicativos sejam inicializados em um ambiente de binário diferente do sistema operacional hospedeiro.
Mas, ao contrário do que ocorre na virtualização de sistemas, você não está inicializando um segundo SO; o sistema operacional convidado está sendo executado usando o sistema Chrome OS. O benefício dessa abordagem é que não ocorre perda de velocidade, uma vez que tudo é executado nativamente, e também não há desperdício de memória RAM devido à execução de dois sistemas operacionais ao mesmo tempo."” [referência: techtudo.com.br]
Chegou a 78% dos US$ 36.000 pretendidos, e encerrou dia 26/12.
Enviado por bebeto_maya (artedeagradoΘgmail·com):

Pois é. Aparentemente uma turma de Minnesota, o Nikki Wertish Team, nos Estados Unidos está com este ambicioso projeto. Infelizmente, é muito improvável que consigam financiá-lo à tempo. Mesmo com metas financeiras tão modestas.
A lição que deixam é muito simples. Com um pouco de dinheiro e boas ideias, qualquer player pode lançar seu produto no mercado. Talvez se a Canonical tivesse optado pela simplicidade, teria seu próprio portfolio de tablets e smartphones já disponíveis…” [referência: ]
Enviado por Jack (jackΘconexti·com·br):
Gravado integralmente pelo amigo Marcello Coutinho, que é o responsável pelo desenvolvimento de pacotes como Squid 3, Sarg, IPGuard, pfBlocker e tantos outros no pfSense®, este curso é totalmente focado no uso do Squid 3. Todas as implementações são realizadas ao entorno do proxy, buscando turbinar a sua utilização e integração com outras tecnologias.
As aulas 100% hands-on, abordam desde overview das principais opções do Squid 3 no pfSense®, passando pela configuração de proxy transparente, pela integração do Squid com o recurso de Captive Portal (ótima alternativa a marcação manual do proxy nos navegadores), até a instalação do Samba e configuração de proxy autenticado no MS Active Directory via NTLM. Além disso, configurações e pacotes marginais recheiam e complementam o conteúdo do treinamento, tais como: SquidGuard, Sarg e FreeRadius.” [referência: sys-squad.tumblr.com]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Lino Neto (linoΘvirtx·com·br):
Excesso de colisão – Este problema só ocorre em redes locais que possuem hubs ao invés de switches. Esta é a principal diferença entre os dois equipamentos, hubs recebem dados por uma porta e replica o tráfego em todas as portas, sem distinção, causando um alto índice de colisão e, consequentemente, descarte de pacotes, já o switch monta uma tabela de associação de porta x mac-address, com isso, o switch envia determinado tráfego somente para a porta que possui o mac-address contido no destino do cabeçalho IP evitando assim colisões entre pacotes. Cada porta do switch funciona como um domínio de colisão.
Excesso de broadcast – Numa rede local, é comum termos broadcast, isto ocorre por que na camada 2 (enlace) quando um determinado elemento do rede deseja acessar outro elemento da mesma rede local, ele utiliza o (...)
Texto original e único postado em meu blog: [virtx.com.br/…]” [referência: virtx.com.br]
Enviado por Bruna Goulart (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br):
Acesse agora mesmo: [escolalinux.com.br/…]” [referência: ]
Enviado por fernanda santos (fefaoleverΘgmail·com):
Enviado por Angelito M. Goulart (angelitomgoulartΘgmail·com):
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Enviado por :
Enviado por Leo (leoΘtecharena51·com):
Neste tutorial eu vou levá-lo através como eu construí uma aplicação simples que exibe informações úteis, como o uso de memória por processo, porcentagem CPU etc usando python e um quadro chamado micro frasco.” [referência: techarena51.com]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Og Maciel (omacielΘogmaciel·com):
Na semana passada, junto com o Rafael Rosa Fu do Grok Podcast e Magnun Leno do Hack 'n' Cast , nós fizemos o que pode ter sido o primeiro episódio open source do Brasil? A idéia foi a seguinte: existem varias pessoas que fazem podcasts ou gostariam de fazer um mas não sabem como começar ou quais ferramentas usar ou talvez onde/como publicar os arquivos de áudio. Então decidimos fazer um episódio para falar sobre estes temas, e depois o áudio (sem edição) foi publicado dentre os participantes para que cada um possa então editar e publicar o conteúdo da forma e quando quiser. Viva open source!
Nesta primeira parte vamos falar um pouco sobre como que cada um dos podcasts foram criados, sobre seus objetivos e até mesmo sobre a origem de seus nomes.” [referência: castalio.info]
Enviado por Og Maciel (omacielΘogmaciel·com):
Dando continuidade ao nosso episódio de natal, agora vamos discutir um pouco sobre as ferramentas e também um pouco da técnica usada durante o processo de gravação e edição de um episódio de podcast.
Espero que vocês gostem!” [referência: castalio.info]