AlvinBot - Raspberry + Lego NXT + Python
Enviado por ricardo merces (ricardo·mercesΘgmail·com):

-Raspberry Pi -Lego NXT 2.0 -PS3 Eye (Câmera) -VPN -Python -Python-NXT -Mjpg-Streamer …” [referência: blog.rmerces.com]
Enviado por ricardo merces (ricardo·mercesΘgmail·com):

-Raspberry Pi -Lego NXT 2.0 -PS3 Eye (Câmera) -VPN -Python -Python-NXT -Mjpg-Streamer …” [referência: blog.rmerces.com]
Parabéns aos vizinhos do Viva O Linux!
Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (alessandrofariaΘnetitec·com·br):
Este é o resultado de quase 2 meses de trabalho, somando edição e/ou revisão de mais de 600 arquivos entre código PHP, templates HTML, arquivos CSS e JavaScript. E claro, sem contar que antes de iniciar a empreitada me reciclei meus adormecidos conhecimentos com a leitura de 7 livros sobre variados assuntos, tais como segurança de código PHP, HTML5, CSS3, JavaScript, jQuery e Bootstrap. O novo layout é baseado em Bootstrap.” [referência: vivaolinux.com.br]
Enviado por Leo G (leoΘtecharena51·com):
Para atualizar todos os seus servidores com salt, basta executar salt '*' pkg.upgrade” [referência: techarena51.com]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Marcos Paulo de Souza (marcos·souza·orgΘgmail·com):
Enviado por Heitor Cardozo (heitor·augustoΘgmail·com):
Agora disponível no Red Hat Enterprise Linux 7 (e clones), o zswap aparece como uma alternativa sensata e econômica que promete dar novo estímulo ao uso da memória swap.” [referência: ha-mc.org]
Enviado por Cleuton Sampaio (Cleuton·sampaioΘgmail·com):
Enviado por Lino Neto (linoΘvirtx·com·br):
Acessem e confiram o simulado nas versões inglês e português.” [referência: virtx.com.br]
Enviado por Og Maciel (omacielΘogmaciel·com):
Apesar de hoje passar mais tempo focando em seu novo projeto, Tsuru, o Andrews ainda acompanha e ajuda a manter o Splinter e ultimamente está responsável por arrumar uns probleminhas que estão causando os testes do próprio projeto falharem pelo Travis.
Durante nosso bate-papo conversamos sobre como o projeto nasceu, a origem do seu nome, quais obstáculos foram enfrentados, alguns esclarecimentos sobre o que eu e o Elyézer falamos no episódio anterior, e sobre como o Spotify prevê que a sua trilha sonóra para 2014 terá somente Black Sabath!” [referência: castalio.info]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Marcelo H. Terres (mhterresΘgmail·com):
Enviado por kbl (kbl_1978Θgmail·com):
Executar o Linux em um Chromebook não é novidade - o próprio Chrome OS é baseado no kernel do Linux -, entretanto, o diferencial do novo modo é que ele torna possível, pela primeira vez, executar o Linux em uma janela. Antes, era preciso usar terminais virtuais e alternar entre a sua Linux e o Chrome OS. Porém, agora é possível usar o Linux em uma janela, dentro do sistema operacional principal.
Para conseguir realizar a façanha é preciso utilizar a extensão Crouton (Chromium OS Universal Chroot Environment) para Chrome, disponível no Chrome Web Store. Mas o procedimento não se resume apenas a isso, uma vez que, antes de usar a extensão, é preciso colocar o Chromebook no modo de desenvolvedor.
A extensão é parte do Crouton, um conjunto de scripts que permitem criar um ambiente Chroot “enjaulado” dentro do próprio sistema de arquivos do Chrome OS, onde é possível executar outros sistemas Linux. Atualmente Ubuntu e Debian são suportados, mas provavelmente, isso também deve funcionar com outras distros que suportam os chamados ambientes Chroot.
Para entender melhor, ambientes enjaulados com Chroot fornecem o sistema operacional convidado com o seu próprio sistema de arquivos para ser executado a parte, isso permite que os aplicativos sejam inicializados em um ambiente de binário diferente do sistema operacional hospedeiro.
Mas, ao contrário do que ocorre na virtualização de sistemas, você não está inicializando um segundo SO; o sistema operacional convidado está sendo executado usando o sistema Chrome OS. O benefício dessa abordagem é que não ocorre perda de velocidade, uma vez que tudo é executado nativamente, e também não há desperdício de memória RAM devido à execução de dois sistemas operacionais ao mesmo tempo."” [referência: techtudo.com.br]
Chegou a 78% dos US$ 36.000 pretendidos, e encerrou dia 26/12.
Enviado por bebeto_maya (artedeagradoΘgmail·com):

Pois é. Aparentemente uma turma de Minnesota, o Nikki Wertish Team, nos Estados Unidos está com este ambicioso projeto. Infelizmente, é muito improvável que consigam financiá-lo à tempo. Mesmo com metas financeiras tão modestas.
A lição que deixam é muito simples. Com um pouco de dinheiro e boas ideias, qualquer player pode lançar seu produto no mercado. Talvez se a Canonical tivesse optado pela simplicidade, teria seu próprio portfolio de tablets e smartphones já disponíveis…” [referência: ]
Enviado por Jack (jackΘconexti·com·br):
Gravado integralmente pelo amigo Marcello Coutinho, que é o responsável pelo desenvolvimento de pacotes como Squid 3, Sarg, IPGuard, pfBlocker e tantos outros no pfSense®, este curso é totalmente focado no uso do Squid 3. Todas as implementações são realizadas ao entorno do proxy, buscando turbinar a sua utilização e integração com outras tecnologias.
As aulas 100% hands-on, abordam desde overview das principais opções do Squid 3 no pfSense®, passando pela configuração de proxy transparente, pela integração do Squid com o recurso de Captive Portal (ótima alternativa a marcação manual do proxy nos navegadores), até a instalação do Samba e configuração de proxy autenticado no MS Active Directory via NTLM. Além disso, configurações e pacotes marginais recheiam e complementam o conteúdo do treinamento, tais como: SquidGuard, Sarg e FreeRadius.” [referência: sys-squad.tumblr.com]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):