Nova tabela promocional para treinamentos LPI no HowTo Online
Enviado por Bruno Odon (bruno·odonΘgmail·com)
Enviado por Bruno Odon (bruno·odonΘgmail·com)
A iniciativa open source está fazendo 20 anos, tem muitos criadores e um início difuso, mas o uso do nome "open source" para se referir a ele tem histórico mais específico, detalhado em um relato no opensource.com por Christine Peterson, a própria autora do termo.
A história do termo é interessante porque traz eventos de um período crucial para essa iniciativa, completa 20 anos na próxima semana e tem personagens que foram essenciais para o surgimento da iniciativa Open Source, como Jon 'maddog' Hall, Bruce Perens e Eric Raymond, entre outros.
Na época, um conjunto de pessoas e empresas estava interessado e aderindo aos conceitos e formas de licenciamento que vinham sendo disseminados pelo movimento Free Software, mas não compartilhavam integralmente a visão desse movimento, nem desejavam ser representados por esse mesmo nome, que – em inglês – tem o desafio adicional de poder ser entendido como algo relacionado ao preço (free=grátis) e não à liberdade (free=livre)1.
Na semana de 2 de fevereiro de 1998, enquanto Eric Raymond participava de uma série de reuniões com a Netscape, que estava prestes a disponibilizar o código-fonte do navegador, essa questão da nomenclatura voltou a se fazer presente, e Christine se dedicou a ela, propondo (a Todd Anderson, desenvolvedor do kernel Linux) como alternativa o nome Open Source.
Todd gostou do nome, e planejou uma tática para ver se ele "colava": usou-o casualmente em uma reunião realizada em 5 de fevereiro de 1998 (com participantes como maddog e Eric Raymond - sintomaticamente, Richard Stallman não estava presente e nem tinha sido convidado) e viu, na mesma reunião, o nome passar a ser usado - também casualmente - pelos demais presentes. Ao final da reunião, a questão da nomenclatura foi trazida explicitamente, e o termo "open source" foi proposto em conjunto com várias outras opções trazidas pelos demais presentes: sourceware, "freely distributable", "cooperatively developed", e até a manutenção do "free software". Todd Anderson e Eric Raymond acabaram puxando o consenso que se formou ao redor do nome "open source" ao final da discussão.
A partir daí, o nome foi ganhando tração: a Netscape (então um participante com altíssima visibilidade) passou a empregá-lo, a editora O'Reilly também e, em abril, um evento previamente planejado para reunir líderes do setor teve seu nome oficialmente mudado de "Freeware Summit" para "Open Source Summit", consagrando a expressão.
Os detalhes do relato são interessantes - incluindo a modéstia da própria Christine: ela estava presente à reunião mas não mencionou a ninguém ter sido a proponente do nome (tanto que nem consta nos relatos da época), e só expôs esse fato bem depois, por insistência do próprio Todd Anderson, que na ocasião serviu como seu porta-voz. Uma visão alternativa sobre a mesma época, mas com foco mais amplo, pode ser vista nesta História da OSI.
(via lwn.net - “How I coined the term 'open source' (Opensource.com) [LWN.net]”)
O LibreOffice 6.0 já está disponível para download e traz uma série de novidades, celebrando 7 anos desde o lançamento da primeira versão com esse nome.
O vídeo acima sumariza as principais novidades, e este artigo da ZDNet detalha algumas delas, incluindo as melhorias na interoperabilidade com o Office da Microsoft, o novo menu para criação de formulários PDF, as novas funções de planilha que aderem ao padrão ODF 1.2, e as novas dimensões padrão dos slides no Impress, entre outras,
A Linux Foundation tem uma série de iniciativas de treinamento e certificação, e está comemorando o marco de 1 milhão de matriculados em seus cursos, que incluem temas como introdução ao Linux, introdução ao Open Stack e uma série de temas relacionados a desenvolvimento de software, administração de sistemas e mais.
Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)
Enviado por Marcos Oliveira (marcosΘterminalroot·com·br)
Enviado por Daniel Nicoletti (dantti12Θgmail·com)
TÓPICOS QUE SERÃO ABORDADOS: O que há de novo no PHP 7; Quebras de Compatibilidade; Tipagem; Operadores; Mudanças na Orientação a Objetos; Novidades em Namespaces; Acesso a base de dados; Geração de Dados Aleatórios; Criptografia; Hashing; .. e mais.
Mais Informações e Inscrições: https://www.temporealeventos.com.br/palestra-migrando-para-o-php7
Enviado por Anderson Oliveira de pAULA (andersonopΘgmail·com)
A assessoria externa da Red Hat escreveu o seguinte ao site Phoronix:
As tecnologias da CoreOS, incluindo a Tectonic e o Container Linux, serão combinados com os já consolidados Kubernetes e portfólio de aplicações nativamente "conteinerizadas", para acelerar a adoção e o desenvolvimento desta tecnologia líder de mercado de plataforma cloud híbrida para aplicações com cargas de uso modernas.
Uma das pioneiras na adoção de containers e container orchestration, a Red Hat contribui profundamente nas comunidades open source deste assunto, incluindo a Kubernetes, vice líder destas tecnologias, ficando apenas atrás da Google. A Red Hat também auxilia organizações ao redor do mundo a adotar aplicações baseadas em container, oferecendo soluções enterprise-ready para containers com a solução Red Hat OpenShift, sendo a plataforma mais ampla da indústria baseada em Kubernetes. Com a adição do CoreOS, a Red Hat amplificará sua liderança nos níveis enterprise e comunidade nas tecnologias baseadas em container e nas de orquestração dos mesmos.
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)
Eles precisam de voluntários para cuidar da página oficial do projeto, hospedar mais repositórios, ajudar no suporte aos usuários no fórum, além, é claro, de pessoas dispostas a manter o openSUSE Education enquanto distro.
Sem esses voluntários, o projeto só se mantém de pé até o lançamento do openSUSE Leap 15, previsto para sair em Maio deste ano. Após o lançamento, se não aparecerem novos voluntários, a equipe vai solicitar que o openSUSE Education não seja mais reconhecido como um projeto oficial do openSUSE.
Enviado por Cleiton Lima (cleitoncflΘgmail·com)
PhantomJS é browser baseado em scripts, sem interface gráfica, para automatizar tarefas da web. É um software de código aberto lançado sob a licença BSD. Algumas empresas que usam o PhantomJS para automatizar suas tarefas: Twitter, Netflix e LinkedIn, entre outras. Foi criado por Ariya Hidayat em 2011, após vários anos de desenvolvimento. Existem inúmeras utilidades para o PhantomJS, mas também é usado muito por hackers para automatizar ataques. Um tempo depois foi criado o CasperJS por Nicolas Perriault, que é um biblioteca de funções do PhantomJS.
Enviado por Marcos Oliveira (marcosΘterminalroot·com·br)
Enviado por Jonathan Maia (jonathanmaiaΘgmail·com)
O vírus é construído em Java e, uma vez presente no computador, faz uma varredura completa na máquina. Ele consegue identificar o kernel, camada mais básica que faz a integração do sistema com o hardware, e o tipo de arquitetura. O objetivo é fazer a instalação específica do programa de acordo com cada software. O CrossRAT é tão sofisticado que consegue vasculhar o systemd do Linux para identificar qual é a distribuição do sistema (Centos, Debian, Kali Linux, Fedora etc).
O trojan permite ao hacker enviar comandos ao computador e, assim, ativar a espionagem do sistema. De forma remota, o criminoso poderia tirar prints da tela, manipular os arquivos e executar programas. Além disso, o CrossRAT tem um keylogger embutido, software que grava o que é digitado no computador. No entanto, pesquisadores que analisaram o vírus não encontraram uma forma de ativar essa última ferramenta.
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com)
Para este projeto estamos procurando 2 desenvolvedores PHP experientes para trabalhar com a Portabilis, a empresa que hoje lidera o desenvolvimento e o relacionamento com a comunidade do i-Educar.
Há opção de trabalho remoto.
Detalhes no link abaixo https://www.portabilis.com.br/site-novo/oportunidades/desenvolvedor-php-senior
Enviado por Tiago Maluta (tiagoΘfundacaolemann·org·br)
Enviado por marcosalex (marcosrΘhc·ufu·br)