VirtualBox 5.0 – melhoria na segurança e desempenho de máquinas virtuais
Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com):
Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com):
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (redacaoΘlibreoffice·org):
Enviado por PgDay Campinas (mktΘdextra-sw·com):
O evento tem como destaque o keynote de abertura Stephen Frost, que tem como tema de palestra "Security with PostgreSQL – Now at the Row Level with RLS!"
Confira a agenda: http://pgdaycampinas.com.br/agenda/
Inscrições com desconto até 19/julho.” [referência: pgdaycampinas.com.br]
Enviado por Erlon Pinheiro (erlonΘztool·com·br):
Sendo desenvolvido desde 2009, o ZTOOL chega a sua 6ª versão este ano agregando dentre outras características, módulos para backup em tempo real (descartando a necessidade de uma "janela de backup"), auditoria de mensagens, integração com bases de dados externas (AD ou OpenLDAP) e HSM, além de um módulo específico para datacenters que possibilita a criação de ACL's e tarifação de contas.” [referência: ztool.com.br]
Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br):
Verifique o conteúdo no site oficial do curso. Consulte o organizador do curso para obter uma lista completa de materiais adicionais. treinamentos@innovus.com.br” [referência: elastixbrasil.com.br]
Eu sou old school, mas o ImageMagick é clássico: está na ativa desde 1990, ou seja, é um pouco mais velho do que o kernel Linux.

Para mim ele (geralmente com um script feito na hora) continua sendo a_opção para redimensionar, girar, colocar moldura, legenda ou outras operações automáticas em uma pasta ou um lote de imagens. Mas claro que há quem prefira alternativas em interface gráfica (mesmo que seja um front end para o próprio Image Magick), e o artigo do link abaixo apresenta 3 delas: XnConvert, Converseen e Phatch. (via www.linuxlinks.com - “Save Time and Effort with these Excellent Batch Image Processors - Linux Links - The Linux Portal Site”)
Faz tempo que o plugin proprietário Flash virou frequente vetor de injeção de malware em desktops, e a controversa empresa italiana Hacking Team – cujo negócio é vender vulnerabilidades desconhecidas, para uso por países como EUA, Rússia, Arábia Saudita e Sudão, e cujos arquivos secretos foram vazados na Internet recentemente – tinha em seu catálogo 2 falhas do Flash válidas para a versão Linux, ambas capazes de permitir a instalação de malwares.
Elas receberam as identificações CVE-2015-5122 e CVE-2015-5123, e a Adobe promete que vai corrigi-las ao longo da semana. (via www.theregister.co.uk - “TWO MORE Flash zero-days emerge in Hacking Team leak – crims exploit holes • The Register”)
Enviado por EverPi (everpiΘtsar·in):
Enviado por Marcelo Dieder (marcelodiederΘgmail·com):
Enviado por Klaibson Ribeiro (klaibsonΘgmail·com):
O Encontro Nacional é uma oportunidade para a comunidade brasileira de usuários e desenvolvedores do LibreOffice de interagirem e participarem de palestras e oficinas sobre o tema da Comunidade do LibreOffice, de software livre e do próprio software, em nível de usuário e em nível de desenvolvedor.
As oficinas do evento abordarão técnicas de utilização intermediária das aplicações do LibreOffice, em planilhas, editoração de textos, apresentações, desenhos e banco de dados. Será uma oportunidade para os interessados terem um primeiro contato com o universo do LibreOffice e começarem a utilização profissional das ferramentas.
As palestras abordarão os temas de desenvolvimento de software, padrões abertos de documentos e casos de sucesso na implantação do LibreOffice no setor publico e privado. Será uma boa oportunidade de conhecer dicas e soluções para os problemas e desafios de uma mudança de ferramenta de edição de documentos.
Para mais informações, acesse o site http://www.kickante.com.br/campanhas/iii-encontro-nacional-do-libreoffice#”
Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br):
Via computerworld.com.br:
O Banco do Brasil estima já ter economizado R$ 50 milhões com a utilização de software livre em detrimento de sistemas com licenças proprietárias. O projeto de adoção de tecnologias open source começou a ser implantado na instituição no ano 2000, com o uso de servidores Proxy Linux para controle de acesso à internet (squid). Cinco anos depois, a organização iniciou a substituição de ferramentas Microsoft nos terminais.
“Não é uma experiência de fundo de quintal. Incentivamos para que o mundo seja colaborativo, em que as pessoas possam aprender e compartilhar sem necessitar de meios tecnológicos privados”, pronunciou Doralvino Sena, gestor de tecnologia da instituição financeira. O executivo apresentou o case do banco na FISL16. Segundo ele, a companhia começou a usar recursos de software livre de maneira tímida, "para vencer a desconfiança com relação à tecnologia".
Atualmente, são 130 mil estações BROffice.org,110 mil estações GNU/Linux, 44 mil terminais de autoatendimento com GNU/Linux, 7200 servidores com GNU/Linux. Nos mainframes, servidores x86 e spark há participações Zlinux. O sistema operacional majoritariamente é Suse e o Firefox roda em mais de 100 mil terminais.
Outros números expressivos da atuação do software livre no Banco do Brasil foram apresentados, como o aumento de 2000% de documentos padrão ODF, mais de 80 mil documentos escritos de forma colaborativa além de 300 tipos de softwares livre em uso.
O arquivo ~/.inputrc permite reconfigurar as combinações de teclas que têm significado especial no Bash, tais como completamentos, saltos, acesso ao histórico, edições variadas e mais.
O manual oficial tem uma referência completa, mas este artigo do desenvolvedor Brett Terpstra tem alguns exemplos interessantes e bem explicados.
Foi escrito tendo em mente o uso em Macs, e por isso a tecla Meta é chamada de Option, e não de Alt como é comum nos teclados de PC. (via brettterpstra.com - “Shell Tricks: .inputrc binding fun - BrettTerpstra.com”)
Nos anos 90 eu li várias críticas à MS porque os clientes default de vários serviços TCP (como o ftp e o telnet) incluídos no Windows NT eram derivados das versões do BSD, mas – fora o cumprimento estrito da licença – não havia nenhum reconhecimento explícito adicional sobre isso.
As décadas passaram, e agora a Microsoft tem mais uma coisa em comum com a Apple: passou a contribuir com um dos BSDs modernos. Diferentemente da empresa de Cupertino, entretanto, a contribuição da Microsoft é ao OpenBSD. Mas também é substancial: a empresa de Redmond é nada menos que o primeiro patrocinador gold do projeto. Na condição de doador ocasional ao OpenBSD (sou grato pelo trabalho deles com o OpenSSH, especialmente), sempre fico feliz em ver o projeto recebendo apoio de quem se beneficia dele. (via www.zdnet.com - “Microsoft becomes OpenBSD's first gold contributor | ZDNet”)
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):