Multilaser obtém liminar suspendendo o fim da isenção de impostos da Lei do Bem

pos-pc

Enviado por Antonio Mendes (amendes123Θgmail·com):

“A Multilaser conseguiu uma liminar na Justiça Federal garantindo a permanência da "Lei do Bem" para a venda de desktops, notebooks, tablets, modems, roteadores e smartphones até 31 de dezembro de 2018.

O argumento utilizado pela empresa foi de que em 2014, por meio de Medida Provisória convertida em Lei em 19 de janeiro deste ano estendia pelo próprio governo o benefício para 31 de dezembro 2018. Quando o governo estendeu a lei para 2018, divulgou análises que demonstravam que a redução dos preços por consequência da isenção foi um fator que levou ao aumento nas vendas, com 95 milhões de unidades que foram vendidos com isenção desde 2005, e por conseguinte à expansão do mercado formal, com proporcional redução da existência de mercado paralelo para os produtos contemplados.

Em suma, ao "prometer" que as facilidades de comercializar esses produtos seriam garantidas até 2018, o mercado se sentiu à vontade para as iniciativas particulares nesse setor. Revogar esse privilégio no ano seguinte é uma "traição" que certamente levaria muitas empresas a prejuízos imprevistos e consequente aumento de preços indesejáveis. O consumidor, pego de surpresa em meio a uma época em que os preços aumentam em diversos setores, seria tentado a recorrer ao "mercado negro" para adquirir os bens que deseja. A juíza federal Regilena Emy Fukui Bolognesi, da 11º Vara Federal Cível, que tomou a decisão, disse que a revogação do benefício que deveria ser garantido até 31 de dezembro de 2018 "ofende os princípios da segurança jurídica, da lealdade (segundo o qual a administração deve corresponder as expectativas por ela mesma geradas nos administrados), da boa-fé objetiva da administração, e da confiança legítima".

Ainda cabe recurso da decisão.” [referência: tudocelular.com]

| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 3/11/2015

Clusters com Docker Swarm

Enviado por MundoDocker (contatoΘmundodocker·com·br):

“É possível criar cluster de Docker utilizando ferramentas nativas, uma delas é a Swarm. Através dela é possível criar o cluster, administra-lo e claro automatizar deploy de containers. Ficou interessado? Veja no blog do MundoDocker Como ela pode ajudar e como fazer o deploy inicial de um cluster.” [referência: mundodocker.com.br]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 3/11/2015

000webhost invadido: dados de 13 milhões de usuários expostos

desenvolvedores, vulnerabilidade, servidor

Enviado por Lucas Levi (levi88364Θymail·com):

“O popular serviço de hospedagem gratuita de websites 000webhost foi comprometido na semana passada. Os responsáveis pela ação utilizaram um exploit para atacar um servidor que estava rodando uma versão antiga do PHP e ganharam acesso ao banco de dados contendo informações de clientes. Eles publicaram online os nomes de usuários, e-mail, senhas e endereços de e-mail de mais de 13 milhões de usuários do serviço.” [referência: zdnet.com]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 3/11/2015

Curso EaD de Zabbix no Sys Squad com um super-desconto

evento, curso, comunidade

Enviado por Jackson Laskoski (jackΘconexti·com·br):

“O Sys Squad possui um dos treinamentos mais completos (no formato EaD) sobre Zabbix do mercado e agora lançou uma super-promoção para a comunidade brasileira de usuários da ferramenta. Um voucher que vale 20% de desconto no ato da aquisição do curso.

Se você está lendo este post e tem interesse no treinamento, aproveite o preço especial: Envie um e-mail para "comercial@conexti.com.br" com o assunto "Curso Zabbix - Desconto Comunidade" e ingresse imediatamente nesta "missão" pagamento muito menos! ;)” [referência: sys-squad.tumblr.com]

| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 3/11/2015

Recuperando dados perdidos do git-stash

Enviado por Douglas Santos (douglasΘbutecopensource·org):

“Vou demonstrar como recuperar dados perdidos do git-stash. Talvez salvando muitas horas de trabalho que poderiam ser perdidas acidentalmente. Na realidade o método demonstrado neste artigo pode ser utilizado para recuperar qualquer objeto git perdido. Antes de mais nada, enquanto você estiver implementando alguma grande feature, quebre-a em pequenos pedaços e faça commits regularmente. Não é uma boa ideia permanecer muito tempo sem “comitar”. Tenha cuidado.” [referência: blog.butecopensource.org]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 30/10/2015

Estressando CPU, memória RAM e disco rígido com stress-ng

instalar

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):

“Precisando testar até onde vai a estabilidade de seu PC? Para fazer isso, instale e use a ferramenta de stress stress-ng. Essa ferramenta permite que possamos literalmente “estressar” o processador, memória RAM, disco rígido, sdd e outros componentes do PC, usando apenas o terminal do Linux.” [referência: edivaldobrito.com.br]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 30/10/2015

Docker e Weave

Enviado por MundoDocker (contatoΘmundodocker·com·br):

“Nesse post podemos entender como utilizar o Weave para gerenciar a rede de seus containers Docker de forma simples e rápida. O Weave é um projeto opensource desenvolvido pela WeaveWorks que tem como objetivo ser uma solução eficiente para criar microservices interligados de forma eficiente e segura.” [referência: mundodocker.com.br]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 30/10/2015

Alta disponibilidade com MySQL, Parte 1

Enviado por Allan Moraes (allanΘallanmoraes·com·br):

“A necessidade de ter acesso a qualquer momento nos faz pensar se realmente precisamos ter um sistema altamente disponível. O ideal é saber quando de fato devemos ou não implementar esta arquitetura e como fazer. Estas são decisões que não se aprende apenas com conhecimento técnico e é exatamente isso que este post tenta passar.” [referência: mysqlbox.ml]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 30/10/2015

A liberdade do Software e a sua liberdade, são a mesma coisa?

kernel, instalar, distribuicoes, evento, bom-doutor, comunidade

Enviado por Thiago Mendonça (thiagoΘacesso·me):

“Salve salve turma jovial bonita! Tudo em cima? Lembrem-se: Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda, amanhã velho será, velho será, velho será! A menos que o coração, que o coração que sente, a juventude, que nunca morrerá!

Aqui no acesso.me, volta e meia falo sobre GNU/Linux e liberdade de software. Você que caiu de para-quedas aqui, clica no link bonito ali em baixo e dê um visu em outros posts, porém, o que eu quero falar aqui hoje com vocês é sobre uma diferenciação básica de liberdades que eu vejo muita gente esquecendo por ai nesse mundão de Deus e cometendo gafes horrendas por conta disso.

https://acesso.me/blog/?s=software+livre

Quando você desconhece alguma coisa e começa a ser ensinado (por alguém, alguma coisa, algum lugar), você se depara sempre com a sua liberdade de escolha. Já repararam nisso? Pensa comigo:

Você é uma criança que viveu a vida inteira indo à igreja porque seus pais te obrigavam, um belo dia você começa a estudar coisas diferentes sobre religiões diferentes ou sobre a ciência que explica os fatos miraculosos que acontecem na biblia, você, que nunca antes teve acesso a esse tipo de informação agora tem em suas mãos uma liberdade incrivel! A liberdade de escolher qual caminho trilhar! O que você está conhecendo, o que você decidiu criar juntando os dois ou se abster de tudo e não trilhar mais nenhum deles! Perceba, a real liberdade de escolha do que fazer só acontece quando você adquire conhecimento de causa.

Com relação a sua posição filosofica / mercadologica / profissional / prática / emocional em essencialmente tudo na vida é assim.

Quando falamos de Software Livre a decisão de aderir ao movimento (em qualquer nivel de adesão que você acha necessário) é a mesmíssima coisa. Você nunca ouviu falar do que raios seria SL e quando adquire conhecimento sobre, você tem TODA a liberdade do mundo de decidir aderir a essa filosofia computacional/social ou não! O mesmo vale para o OSI (que, possui sim uma filosofia atrelada a iniciativa, porém a mesma, embora parecida em certos aspectos com a do Software Livre, possui pontos primordiais diferentes), com o Software Privativo e com qualquer outro tipo de computação que existe por ai que eu desconheço.

Porém, a partir do momento que você usa a sua liberdade de escolha e toma uma decisão, você automaticamente deixa de possuir essa liberdade. Você decidiu seguir um caminho! E as suas opções são: seguir ele ou parar de segui-lo, qualquer outra coisa será uma variante dessas duas…

Complicou não é?

Vamos a alguns exemplos.

Na década de 1980 quando o Stallman não conseguiu mais se adequar ao modelo computacional que seu trabalho no MIT lhe propunha, ele decidiu com a liberdade de escolha dele, criar uma alternativa aquele modelo computacional e começou a base do que seria (em 1983) o Movimento do Software Livre, movimento do qual eu sou adepto e milito em prol. Stallman perdeu a liberdade de escolha dele quando decidiu qual caminho trilhar…

Lá entre 1998 e 1999, Bruce Perens e Erc S. Raymond fundara a OSI (Open Source Initiative) como um modelo dicidente do Software Livre! Eles trilhavam caminhos diferentes, usaram sua liberdade de escolha e começaram a trilhar o caminho do Software Livre, decidiram que aquele caminho não batia direito com seus ideais e deixaram de seguir ele… criando assim um caminho próprio…

E da mesma forma que essas pessoas usaram a liberdade de escolha delas (que a Microsoft usou como jargão para seu maravicalamitoso Windows98) eu usei a minha e decidi seguir o movimento fundado pelo Stallman… após tomar essa decisão, eu abri mão da minha liberdade.

O problema todo é que, para nós que tomamos essa decisão conscientemente, isso é algo extremamente claro e objetivo! Tem de ser! Se você resolve se associar a um movimento chamado Software Livre em uma sociedade que prega a Liberdade de Escolha, a sua decisão e o que ela acarreta tem de ser algo muito claro! Infelizmente, nem todos conseguem dissociar uma coisa da outra… possivelmente pela confusão de nomes ou talvez por falta de vontade de entender, não sei…

Um exemplo disso é a forma que as comunidades anti SL (não vou chama-las de pró OSI ou pró Microsoft ou pró qualquer outra coisa, porque generalizar não é bom), essas comunidades anti SL tem em seus membros uma pulga enraizada de tal forma que textos vindos de militantes do Software Livre, simplesmente por ser a favor de algo que eles são contra, se tornam uma afronta pessoal… Citando aqui como exemplo o episódio do FLISOL sem Ubuntu, onde várias pessoas (incluindo eu mesmo) publicaram textos em prol da não inclusão da distro da Canonical em um festival de instalação de Software Livre. Do nada, após a divulgação dos textos, quaisquer um que tivesse postado era alguém que estava atrasando o crescimento do Software Livre, pois a Canonical isso, a Canonical aquilo… e a grande maioria da massa chorumesca (aquela que só quer ser hater sem buscar argumentações saudaveis) começou a tentar diluir o movimento #semUbuntu tentando diminuir a importância do mesmo.

Não é bem assim…

#semUbuntu e #maisGNU, embora tenha dois nomes diferentes, é um único movimento formado por militantes do Software Livre que enxergam que o movimento tem perdido sua força ao longo dos anos, mesmo em eventos onde o próprio movimento era o foco. E esse movimento pró software livre decidiu começar uma militância em prol de uma limpeza da distribuição GNU/Linux não livre distribuida pela Canonical, simplesmente por ela ser a mais usada e com viés empresarial (diferente do CentOS, Fedora ou qualquer refisefuqui de Ubuntu menor que são guiadas por comunidade). A militância do #semUbuntu / #maisGNU é, sempre foi e sempre será em prol do software livre e de sua representatividade. Isso quer dizer que o #semUbuntu não dá a mínima para OpenSUSE, Fedora, CentOS, Elementary ou qualquer outra distro que distribua o kernel linux não limpo de blobs e uma pá de software proprietário por omissão em sua instalação? De forma alguma! Somos #semUbuntu sim! Mas somos sempre #maisGNU! Isso quer dizer que quanto mais software livre, melhor! Tanto é que, estou nesse momento escrevendo esse texto usando o gedit em um trisquel rodando em um thinkpad x60s com libreboot que é meu equipamento padrão de trabalho, e quer saber de uma coisa? A sensação para mim, enquanto ativista de Software Livre, é quase divina…

Aproveitando esse texto que tem como objetivo terminar de vez com algumas confusões, quero também deixar um adendo aqueles que tentam ferir ativistas de software livre com a falácia de que, sem hardware livre não há software livre.

Assim como Liberdade de Escolha e Liberdade de Software são duas coisas completamente diferentes, Liberdade de Software e Liberdade de Hardware também o são. A liberdade de software depende da comunidade para acontecer. Uma vez que exista software livre, desenvolvedores escrevendo programas e pessoas usando, o Software Livre está vivo. A liberdade do hardware depende exclusivamente de modelos mercadológicos. Se uma fabricante decide ou não abrir o source de seus perifericos para a comunidade e deixa-los ou não sob as quatro liberdades, é uma escolha da fabricante, escolha essa que para eles é uma questão simplesmente monetária.

Pense comigo, a Intel estaria mais interessada hoje em liberar os esquemas da sua próxima linha I7 para a comunidade e correr o risco da AMD pegar esses esquemas, melhora-los e fazer uma linha nova de processadores ou seria de maior interesse manter esses esqueme a 37 palmos do chão? Não estou dizendo que concordo com essa visão, e sim expondo uma de muitas barreiras.

Em todo caso, o fato é, A existência da liberdade do software independe da liberdade do hardware, depende sim da amigabilidade do mesmo, como é o caso desse thinkpad x60s que estou usando. Após flashear o libreboot nele, tive de abrir a criatura e trocar a placa wi-fi por uma que fosse amigavel a firmware livre, libertar meu netbook das algemas da BIOS (Software proprietário) por algo livre, me permitiu efetuar uma troca de hardware, de um que não funciona com firmware livre, por um que funciona! O Software Livre independe do hardware livre!

Espero que esse texto tenha clarificado a mente de alguns de vocês sobre as diferença entre a liberdade de software, a liberdade de escolha e a liberdade de hardware.

Elas são coisas diferentes, independem uma da outra e (se tratando da liberdade de software e de escolha) não são comutáveis.

Por hoje é isso, fiquem na paz e até a próxima.

O trabalho A liberdade do Software e a sua liberdade, são a mesma coisa? de Thiago Faria Mendonça está licenciado com uma LicençaCreative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.” [referência: ]

| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 30/10/2015

Curso Elastix Avançado Online - 11 a 13/11/15 – 20% OFF até 30/10

evento

Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br):

“Elastix Avançado é ideal para quem quer explorar melhor os recursos do Elastix, controlando as permissões de cada ramal, melhorando os recursos existentes, implementando segurança, criptografando e tarifando as ligações, melhorando o atendimento com o CallCenter, Portabilidade, FAX e muito mais. Ex-alunos tem 5% a mais de desconto e para cada aluno indicado que realizar a inscrição, você ganha 10% de desconto.

Agenda: Telefonia IP com Asterisk - 16 a 18/11 Online; Elastix - 25 a 27/11 São Paulo; Elastix Avançado - 02 a 04/12 São Paulo e Elastix - 15 a 17/12 Online. Contatos treinamentos@innovus.com.br” [referência: elastixbrasil.com.br]

| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 30/10/2015

Uma estação de trabalho portátil com Raspberry Pi e Linux

Muitas ideias interessantes para quem quer transformar um Raspberry Pi em uma estação de trabalho discreta que pode operar sem teclado durante uma parte do tempo.

O pano de fundo deste artigo do Lifehacker é a criação de uma estação com o Kali Linux para usar em testes de invasão, auditorias ativas de segurança e outras atividades que usem essas mesmas técnicas, mas a parte da configuração de hardware (que nem tem nada de incomum) e de infraestrutura foi o que me chamou mais a atenção. (via lifehacker.com - “How to Build a Portable Hacking Station with a Raspberry Pi and Kali Linux”)

| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 29/10/2015

Screenshots de 2002 mostrando os desktops de vários figurões do Unix

Um desktop diz muito sobre seu usuário e, no início do século, os criadores do Unix e outras figuras importantes para variações, derivados e ferramentas dele responderam ao pedido do Anders Jensen-Urstad para compartilhar um screenshot "real" do seu ambiente de trabalho.

O Anders encontrou recentemente e postou uma cópia do artigo que escreveu na época com as respostas de cada um deles. Na imagem acima você vê, na parte de cima, as telas de Jordan Hubbard (co-fundador do FreeBSD) e de Bram Moolenaar (autor do Vim). Na parte de baixo estão o emulador de terminal Unix (acessando Plan 9 e rodando sobre Windows NT) do co-criador do Unix Dennis Ritchie, e a coleção de xterms (também rodando sobre Windows) de Brian Kernigham, co-criador da linguagem C.

Entre as respostas, a exceção curiosa foi Richard Stallman, que respondeu dizendo não saber como fazer uma screenshot, porque normalmente usa seu computador em modo texto.

| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 29/10/2015

Pedra de roseta de código

desenvolvedores

Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com):

“Como você faz isto usando aquela linguagem de programação? Não sabe? É bem capaz de encontrar no Rosetta Code — http://rosettacode.org/wiki/Rosetta_Code — um exemplo de como fazê-lo. Ao todo são 779 tarefas (além de 171 que estão como rascunho) em 593 linguagens de programação diferentes.” [referência: ]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 29/10/2015

openSUSE Tumbleweed no Yoga 15 Touch e GNOME 3.18

Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (alessandrofariaΘnetitec·com·br):

“Em breve teremos disponível o openSUSE Leap 42.1 que não trará o versionamento 13.3. Agora denominado openSUSE Leap 42.1 terá como base o SUSE Linux Enterprise somado aos pacotes estáveis do Tumbleweed. Por enquanto disponibilizo o vídeo openSUSE Tumbleweed com o GNOME 3.18. Este tem como principal objetivo demonstrar a maturidade do GNU/Linux em plataforma de hardware touch screen e os cobiçados 2 em 1” [referência: assuntonerd.com.br]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 29/10/2015

Conheça arkOS: Distro para hospedagem particular

desenvolvedores, servidor

Enviado por Douglas Santos (douglasΘbutecopensource·org):

“O arkOS é uma distribuição Linux baseada no Arch Linux ARM, que funciona em dispositivos embarcados e servidores dedicados. Este contém um pacote de software completo para gerenciamento de hospedagem particular (self-hosting) de forma intuitiva e inteligente. Também permite executar sites, contas de e-mail, banco de dados e muito mais, tudo através de sua interface gráfica, que é fácil de usar.” [referência: blog.butecopensource.org]
| Link para compartilhar
Por Augusto Campos | 29/10/2015