Mesa muito próximo do OpenGL 4.2 e 4.3
Enviado por Jonathan André Schweder (jonathanschwederΘgmail·com)
Enviado por Jonathan André Schweder (jonathanschwederΘgmail·com)
Qualquer tarefa que vale a pena fazer mais de uma vez vale a pena automatizar. Isso significa que você deve manter suas habilidades de script atualizado em qualquer plataforma que você tem que trabalhar. Isto também irá reduzir a chance de erros na próxima vez que realizar essa tarefa.
(...)
Enviado por Leo G (leoΘtecharena51·com)
O curso foi totalmente gravado pelo nosso General Moacir Solano Kichel e acontece num estilo ‘hands-on’ (mão na massa) típico dos treinamentos Sys Squad - sem abrir mão da base conceitual necessária para a formação de um SQL Developer competente em Firebird.
Enviado por Jackson Laskoski (jackΘconexti·com·br)

Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (cabeloΘopensuse·org)
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com)
Expandindo um lema clássico da MS: developers, developers, developers, developers!
Via Bruder1 chega o link para o interessantíssimo artigo do ars technica que detalha, a partir de uma perspectiva histórica, a situação que a MS parece ter percebido que precisa reverter: anos de disponibilidade de workstations Unix (na forma de Macbooks) nas mãos de boa parte dos estudantes e profissionais da programação mudaram paradigmas do gênero, e aproximaram (nesse âmbito) a cultura de quem consome essas soluções corporativas à de quem desenvolve com plataformas open.
Como resultado, soluções e ambientes de desenvolvimento que chegam a se tornar populares frequentemente passaram a ter seu histórico todo em ambientes open source e/ou Mac, e disponibilizá-los para Windows começou a ser cada vez mais uma providência que acontece só bem tarde, com todos os prejuízos (técnicos e mercadológicos) que essa demora causa.

Mas, desde o tempo do Ballmer, a MS sabe que estar presente nos corações dos desenvolvedores é essencial para a presença de aplicativos modernos e atraentes nos desktops dos usuários, e isso significa aproximar o ambiente de desenvolvimento do Windows a esses desenvolvedores que hoje não têm razões técnicas para preferi-lo, mesmo que isso signifique trazer ao ambiente de execução do Windows 10 a capacidade de rodar executáveis feitos para rodar no Linux, por meio de um subsistema próprio que não exige uma máquina virtual, dual boot ou outras restrições similares.
Pessoalmente, não sei dizer se isso é positivo ou negativo para a adoção do Linux no desktop2, mas me parece bem positivo para o futuro da Microsoft, ainda que depois ela venha a descartar o novo parceiro e derivar a nova solução (um ambiente de desenvolvimento similar ao que essa turma está acostumada a ir procurar em outros sistemas operacionais) para alguma forma incompatível, caso continue a repetir suas estratégias clássicas.
Leitura recomendada! (via arstechnica.com - “Why Microsoft needed to make Windows run Linux software | Ars Technica”)
A versão do navegador de internet Mozilla Firefox em idioma guarani foi apresentada nesta segunda-feira em Assunção como uma ferramenta de acesso ao mundo digital para oito milhões de falantes de países como Paraguai - onde é oficial junto ao espanhol -, Brasil, Bolívia e Argentina.
Esta é a primeira vez que o Mozilla Firefox adapta seu explorador para uma língua nativa da América Latina. A nova versão, chamada Aguaratata (Raposa de fogo, em guarani), é o resultado de dois anos de trabalho de acadêmicos da Universidade Nacional de Assunção (UNA), que traduziram cerca de 45 mil palavras para o navegador.
O criador e coordenador do projeto, Alcídes Torres, disse à Agência Efe que o guarani do Aguaratata não tem muitas diferenças em relação ao que é utilizado nas ruas.
"A ideia é uma tradução muito amigável e que não gere complicações. A expectativa é muito grande e queremos que o produto tenha vida", disse Torres.
Apesar de não ter recebido salário e o projeto ter tido custo zero, Torres considerou a iniciativa como "uma contribuição com a tecnologia do Paraguai para que todos possam acessar o mundo digital".
Enviado por Diego Boot (dbs·bootΘgmail·com)
Outras informações sobre o evento: http://www.zabbix.com/conference_latam_2016.php
Enviado por Alesssandro Silva (contatoΘalessandrosilva·info)
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com)
O CGI veio "expressar DISCORDÂNCIA" com proposta de ampliar crimes definidos no Marco Civil e enfraquecer a definição de neutralidade de rede, e quer ser chamado pelo Legislativo para prestar esclarecimentos sobre os problemas apontados.

Em sua “NOTA de esclarecimento em razão do Relatório da CPI - Crimes Cibernéticos, divulgado no dia 30 de março de 2016”, o Comitê Gestor da Internet no Brasil explica que alterações são essas, e pede "o adiamento da votação do relatório final, reiterando a disponibilidade em contribuir e se reunir com a CPI de Crimes Cibernéticos, bem como com as demais Comissões Parlamentares, para esclarecer e debater temas como estes suscitados."
As medidas criticadas pelo CGI incluem a definição (vaga por natureza) de “crimes contra a honra de maneira acintosa” para justificar remoção obrigatória de conteúdos pelos provedores sem ordem judicial, a proibição (também difícil de objetivar) de reinclusão de “conteúdo idêntico ou similar” ao previamente removido, a tecnicamente estranhíssima adoção do endereço IP como dado cadastral para identificação pessoal, e uma flexibilização da neutralidade de rede descrita como criadora de instrumento de censura a conteúdos disponíveis.
Um artigo que publiquei ontem no BR-Arduino.org sobre o app EasyEDA chamou bastante atenção nas redes sociais, e provavelmente também interessa a vocês – ou ao menos aos que usam desktops Linux como plataforma para o envolvimento no movimento maker ou com a eletrônica em geral.
A descrição geral do app você encontra no artigo, mas o resumo é: desenha esquemáticos e PCBs totalmente no navegador, permite salvar arquivos localmente, gera imagens e também arquivos Gerber para fabricação das placas, tudo grátis e rodando diretamente no navegador.

A compatibilidade com Linux não é apenas implícita: é afirmada na capa do site. Além disso, o aplicativo estimula os usuários a contribuírem como open source, numa biblioteca integrada, módulos correspondentes aos componentes que esses usuários precisaram definir (como componente esquemático ou como footprint) para inclusão em seus projetos. Mas se os componentes do seu projeto forem comuns, é bastante possível que eles já estejam nessa biblioteca desde já, contribuídos pelo próprio EasyEDA ou por outros usuários.
O app em si não é open source, mas a possibilidade de abrir seu código é mencionada na documentação oficial, embora apenas no caso de o modelo de negócios originalmente definido não poder ser mantido. (via br-arduino.org - “EasyEDA: desenho de circuitos e PCBs em um app online gratuito”)

Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com)
Agora é bola do processador PULP para se tornar mais uma alternativa. O mesmo foi desenvolvido na universidade de Zurique na Suíça e foi construído para ser compatível com instruções RISC-V.
O diferencial dele é que se propõe a ser um processador de baixíssimo consumo de energia, ou seja, ideal para celulares e outros dispositivos dependentes de bateria.
Mais uma ótima oportunidade para os entusiastas das tecnologias abertas promover e ajudar a desenvolver tais alternativas. Mais informações no site oficial (em inglês).
Enviado por Samuel Cardoso Santiago junior (superiorqgΘgmail·com)
Libretro é uma interface de desenvolvimento simples, mas poderosa que permite a fácil criação de emuladores, jogos e aplicativos multimídia que podem ser conectados diretamente para qualquer interface compatível com o libretro. Essa interface de desenvolvimento é aberta para que todos possamos executar emuladores e núcleos de jogos em seus próprios projetos ou dispositivos.
Enviado por Diego Boot (dbs·bootΘgmail·com)