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Agama 21: Instalador alternativo do openSUSE suporta Systemd-boot, reaproveitamento de LVMs

Saiu a versão 21 do Agama, o instalador alternativo do openSUSE e outras distribuições da mesma família, e são tantas novidades no anúncio oficial, que fica até difícil de resumir – mas tentarei, afinal é pra isso que estamos aqui.

O que mais me chamou a atenção é que agora o usuário pode escolher se o sistema instalado vai dar boot pelo GRUB2 (que até então era a única alternativa), o Systemd-boot ou o Grub2-BLS (que também é do openSUSE). Nos dois últimos casos, o gerenciador de boot do sistema passa à aderir à especificação UAPI, que vem sendo adotada por outras distribuições também.


print de tela do Agama
Interface do instalador, lembrando ao usuário que ele ainda não selecionou um ambiente gráfico.

A interface da principal tela de interação mudou, com simpáticos ajustes para reduzir o risco de o usuário que experimenta o openSUSE pela primeira vez acabar instalando, sem querer, um sistema só com suporte a modo texto (porque o openSUSE não tem um ambiente gráfico default, e espera que o usuário selecione um, ao instalar).

Para os usuários avançados, passou a ser possível definir, diretamente no instalador, recursos como conexões VPN, e alguns que o usuário típico de desktop nem mesmo conhece os nomes, tipo bonding de redes, reaproveitamento de LVMs, ou NTP source pools. O subnicho que aproveitará isso é pequeno mas gostará muito.

As ferramentas de instalação via linha de comando também tiveram melhorias na interface, especialmente quanto a exibir informações de status e diagnóstico, para quem as usa na automação de deploy ou para instalações controladas remotamente, por exemplo.

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