Vaga: Administrador de Sistemas Unix/Linux (SP)
Veja abaixo o texto do anúncio de vaga enviado por Cristiane Lima (cristiane·limaΘprojetomaior·com·br):
Veja abaixo o texto do anúncio de vaga enviado por Cristiane Lima (cristiane·limaΘprojetomaior·com·br):
A Mozilla Public License é a licença adotada por alguns dos mais visíveis projetos livres e de código aberto, e sua versão atual está perto de completar sua primeira década de existência, razão pela qual a Fundação Mozilla anunciou o projeto de atualização da popular licença.
Estão previstas 3 rodadas de drafts para revisão pública (alfa, beta 1 e beta 2), mais um RC e a versão final.
No anúncio, uma expressão me chamou a atenção muito positivamente: “a esperança de modernizar e simplificar a licença”. O LWN sumariza: a Mozilla pretende aperfeiçoar alguns pontos, mas sem fazer mudanças profundas. E a intenção é concluir o processo em novembro deste ano. (via lwn.net)
Que tal uma distribuição especializada em CUDA, o framework para computação paralela (fazendo uso dos recursos disponíveis em processadores das placas gráficas) proposto pela NVidia?
O Yellow Dog Linux já foi uma das mais populares distribuições para os Macs PowerPC, aí eles saíram de moda e ela migrou para o Playstation 3 (e outros computadores com o processador Cell), o que levou a empresa que o produz a ser comprada pela japonesa Fixstars, especializada em software para o Cell.
E agora a Fixstars anunciou o ‘Yellow Dog Enterprise Linux (YDEL) 6.2 for CUDA’, baseado no CentOS e otimizado para computação usando (via CUDA e trazendo até mesmo uma IDE para isso, baseada no Eclipse) os recursos dos processadores gráficos. Segundo a NVidia, a notícia significa que mais pesquisadores, cientistas e desenvolvedores estarão aptos a aproveitar os ganhos de desempenho oferecidos por este conjunto de técnicas. (via h-online.com)
E continua o mês de documentação comemorativo, cortesia dos usuários Perl de São Paulo. Veja abaixo o texto enviado por Daniel Mantovani:
Em evento amazônico, a empresa fala sobre as vantagens que oferece para os desenvolvedores que abastecem a sua loja on-line de aplicativos e apresenta na prática as vantagens da sua adoção do toolkit Qt. Veja abaixo o texto enviado por Pablo Hess (phessΘlinuxmagazine·com·br):
Mais uma “community edition” disponível para download gratuito, incluindo minha coluna falando sobre a “mágica” que a Apple provoca em seus consumidores e o que está sendo feito por quem busca reproduzir o mesmo efeito em ambientes menos restritivos ;-) Tem também os assuntos principais da Linux Magazine de março (Segurança) e leia artigos completos sobre criptografia (da teoria à prática) e o protocolo multimídia UPnP. Veja abaixo o texto enviado por Pablo Hess (phessΘlinuxmagazine·com·br):
E continuam chegando os detalhes sobre os eventos (e chamadas de trabalho) programados pelas comunidades brasileiras.
Enviado por Ana Cristina (comercialΘmileniuminformatica·com·br):
Para orçamentos ou informações, entre em contato conosco, estamos te esperando! Email/MSNs: comercial@mileniuminformtica.com.br ou treinamento@mileniuminformatica.com.br. Telefone: 67 3342-2115. Twitter: Siga @mileniumti” [referência: mileniuminformatica.com.br]
Me vêm à cabeça possíveis implicações negativas adicionais da situação que conduz à possibilidade de um nível tão alto de informalidade, especialmente quando forem entrando em vigor mais e mais normas que tentem controlar ou mesmo restringir o acesso à Internet: com as lan houses formalizadas cada vez mais espremidas, possivelmente haverá estímulo cada vez maior à busca pelas clandestinas.
Menos de 1% das lan houses em operação no Brasil possui alvará. Essa é a conclusão de estudo realizado pela Fundação Padre Anchieta, apresentada durante audiência pública da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (9/3).
O dado foi apresentado pela coordenadora da Conexão Cultura da Fundação Padre Anchieta, Ana Ralston. Segundo o relatório, existem cerca de 108 mil lan houses no país.
De acordo com o estudo da Fundação, quase 60% dos acessos à internet no país são atendidos por lan houses e telecentros – o que, nas contas da instituição, resulta em cerca de 38 milhões de usuários. (via idgnow.uol.com.br)
A notícia do Ars Technica é bastante completa e interessante por várias razões, mas o aspecto que mais me chamou a atenção foram os iniciadores corporativos dos subsistemas em código aberto envolvidos: quem está saindo de cena é um engine que usa o nanojit, originalmente desenvolvido pela Adobe – e este componente será substituído por uma solução baseada em código próprio mas que faz uso do ‘extremamente eficiente gerador de código nativo do engine JSCore’, que chegou ao WebKit pelas mãos da Apple, embora continue usando o nanojit para algumas coisas.

Mas estas contribuições corporativas sob licenças livres não são os únicos aspectos interessantes da notícia do Ars. A análise sobre as condições ambientais (com o engine atual do Firefox ficando para trás de outros navegadores em testes comparativos de Javascript) e a descrição bastante detalhada do JägerMonkey (o engine que substituirá o atual TraceMonkey) também merecem a sua leitura atenta. (via arstechnica.com)