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FLISoL Blumenau - Chamada de trabalhos

Tags: evento

O Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISoL) é o maior evento da América Latina de divulgação de Software Livre.

Este ano irá acontecer no dia 08/04 em todo o Brasil e em Blumenau será realizado na FURB contando com o apoio do CALCOMP e do Hackerspace Blumenau.

Estamos em busca de palestranstes e pessoas que queiram ajudar no InstallFest e na organização do evento. Para isso pedimos que preencha o formulário abaixo para enviar sua proposta:

https://goo.gl/forms/gic06GmROp6NMUiC3

Mais informações em:

http://flisol.info/FLISOL2017/Brasil/Blumenau

Enviado por Alexandre Vicenzi (vicenzi·alexandreΘgmail·com)

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HandBrake - Conversor de Vídeos Multiplataforma Open Source · Review

Tags: games

Originalmente desenvolvido para BeOS o HandBrake é um programa multiplataforma, multitarefa de código aberto [licenciado em GPL] e gratuito para converter vídeos de um formato para outro ou ripar vídeos de mídias DVD ou Blu-Ray, disponível para Linux, Mac OS X e Windows. É compatível com equipamentos como: Apple TV, iPod, iPhone, Xbox 360, PlayStation 3 e PSP. você pode gravar todo o conteúdo de uma dessas mídias para o PC e depois usar os vídeos como preferir.

Enviado por Diego Boot (diego·barbosaΘlinuxmail·com)

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10 Distribuições Linux para rodar em servidores

Tags: servidor

Embora existam distribuições Linux 100% desenvolvidas para rodar em servidores dedicados, você pode rodar uma distro que já está acostumado a utilizar no seu desktop.

Sendo assim, vamos para a lista das 10 Melhores Distribuições Linux Para Rodar em Servidores.

Enviado por Pedro Delfino (pedro·delfino3Θgmail·com)

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Maratona de Carnaval - 44 questões, valendo um treinamento LPIC1

Tags: patrocinador, evento, certificacao

Do dia 23/02 até o dia 28/02 está valendo o nosso desafio: a Maratona de Carnaval. É um desafio de 44 questões com pesos diferenciados onde o primeiro colocado ganha um treinamento preparatório para a certificação LPIC1.

Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br)

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Atrasos no lançamento da Mageia 6

Tags: instalar, distribuicoes, servidor

Em recente postagem no blog oficial, Samuel Verschelde, um dos coordenadores do desenvolvimento da Mageia, explicou os motivos do grande atraso do lançamento da nova versão da distro - a Mageia 6 - e reafirmaou o compromisso de toda a equipe Mageia com o seu desenvolvimento e lançamento, e fez convite para novos colaboradores se integrarem a este projeto.

Samuel Verschelde relatou os principais motivos do atraso no lançamento da distro, dentre os quais destacamos um importante "bug bloqueador de lançamento" que atinge o particionamento do instalador. Vários outros desafios estão sendo superados, como a saída de um importante colaborador por problema de doença. Apesar dele já ter voltado, reduziu muito sua participação; além de bugs e problemas nos servidores. Estes problemas estão sendo superados. As equipes estão buscando novos colaboradores, os servidores foram consertados e estão buscando corrigir este bug de particionamento no instalador, dentre outros. Superados estes desafios, o Snapshot de Estabilização 2 da Mageia 6 será lançada para teste, em direção do lançamento final.

A distro Mageia é uma distro comunitária criada em 2010 (derivada da distro Mandriva), cujo desenvolvimento é coordenado pela Mageia.Org, associação francesa sem fins lucrativos, que tem muitos colaboradores espalhados pelo mundo, inclusive aqui no Brasil. Venha participar do desenvolvimento comunitário da distro Mageia integrando uma de suas várias equipes de colaboradores. Venha conversar conosco no Fórum Mageia do Brasil.

Enviado por macxi (ideiaslinuxetcΘgmail·com)

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Novatec Editora lança o livro “Criando projetos com Arduino para a Internet das Coisas”

Tags: pos-pc, embarcados, desenvolvedores, livros

Título apresenta experimentos com aplicações no mundo real

Se você é uma das muitas pessoas que pensa em construir o seu próprio dispositivo com Arduino para aplicações de IoT, mas ainda não encontrou um recurso que ensinasse de forma lógica e prática como o Arduino funciona e o que é possível construir com ele, o livro Criando projetos com Arduino para a Internet das Coisas foi feito para você.

O título é um guia sobre como construir dispositivos com Arduino e conectá-los à internet. Os dispositivos conectados permitem construir aplicações aproveitando os benefícios da conectividade, a tendência conhecida como Internet das Coisas (IoT).

O leitor de Criando projetos com Arduino para a Internet das Coisas será apresentado aos elementos essenciais da IoT, e os utilizará para criar uma variedade de projetos. Os projetos do livro apresentam os principais tópicos do tema, como: conectividade à internet com o Arduino, protocolos comuns de IoT, visualização personalizada da web e aplicativos Android que recebem dados de sensores sob demanda e em tempo real.

Entusiastas de dispositivos IoT de todas as idades desejarão ter este livro por perto ao desenvolverem dispositivos baseados em Arduino.

Enviado por Stephanie Milate (smilateΘnovatec·com·br)

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Webinar gratuito: Desenvolvendo com Linux Embarcado - 23/02 as 20hrs

Tags: evento, gente-que-faz, embarcados, comunidade

A adoção do Linux como sistema operacional em dispositivos embarcados tem aumentado consideravelmente nos últimos anos por conta do aumento da complexidade das aplicações, diminuição de custo dos microprocessadores e do vasto ecossistema de soluções disponíveis pela comunidade através de licenças open-source.

No webinar Desenvolvendo com Linux Embarcado, faremos um bate bapo com Sergio Prado (Embedded Labworks) e Cleiton Bueno (B2Open) , dois especialistas da área e iremos abordar os seguintes tópicos:

* O que é Linux Embarcado? (anatomia básica do sistema, diferenças entre o Linux convencional, vantagens e desvantagens) * Quais os tipos de aplicações que podem ser desenvolvidas (headless, GUI, networking, controle etc) * Considerações do uso do Linux em ambientes de sistemas de tempo real * Comparativos entre Distribuições Prontas e Customizadas * Comparativo entre aplicações Bare Metal/RTOS e Linux Embarcado * Como migrar de aplicações microcontroladas (bare metal/RTOS) para microprocessadas (Linux embarcado) * Quais os cuidados que devem ser tomados com relação a licenças de software aberto?

Enviado por Diego Sueiro (diego·sueiroΘgmail·com)

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Webinar 23/02/17 - Centralizando logs da infraestrutura com Graylog

Tags: evento

Com o Graylog é possível centralizar os logs de toda a infraestrutura da empresa, indexar as mensagens para facilitar as buscas e posteriormente disponibilizar estes logs para fácil acesso através de uma interface web para os interessados.

Os logs são muito importantes na infraestrutura de uma empresa, através deles é possível se antecipar e solucionar problemas que poderão acontecer, assim como descobrir o motivo de problemas que já aconteceram.

Este Webinar gratuito vai acontecer no dia 23/02/17 (quinta-feira), às 11:00 (Brasília). Para inscrições favor enviar um email para treinamentos@portaldosaber.net.

Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br)

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Promoção: 4 cursos de linux, até 28/2

Tags: curso, promo, certificacao

Torne-se um especialista em linux. São quatro cursos completos com certificado (videoaulas gravadas) e suporte direto com o professor, pelo preço de R$ 100,00. Esta promoção foi ampliada até sexta-feira dia 24/02. Saiba mais: http://certificacoes.net.br/pacoteanual/2017/02/17/promocao-especialista-linux/

Enviado por kheren Ramos (kramosΘcertificacoes·net·br)

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Hangout Online e Gratuito Escola Linux - O poder do Ubuntu Server nesta 5a feira (23/02/17) às 20h

Tags: distribuicoes, patrocinador, evento

Inscreva-se no Hangout Online e Gratuito Escola Linux - O poder do Ubuntu Server nessa 5a feira (23/02/17) as 20h

Link de inscrição: https://app.webinarjam.net/register/31271/70e567aadf

Enviado por Paulo Oliveira (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br)

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Uma discussão sobre o estado jurídico do Fedora

Tags: drivers, bsd, jogos, jogos, distribuicoes, evento, desenvolvedores, games, comunidade

O artigo original é uma entrevista feita por Tom Yates a Tom Callaway, e segue a tradução:

Tom Callaway aparenta ser um cara legal, com um overclock de 140% na velocidade humana. Em apenas 20 minutos deu uma palestra interessantíssima que poderia muito bem caber em uma janela de 45 minutos sobre os princípios legais que balizam o Fedora, como foram moldados e como funcionam na prática.

Antigamente, disse Callaway, a Red Hat construía o Red Hat Linux totalmente "in-house". O que a empresa não fazia era dinheiro; a venda de chapéus era mais lucrativa que a venda de caixas do Red Hat, que aparentemente eram vendidas com prejuízo. Sentindo que este plano não funcionava a logo prazo, a Red Hat começou a fazer o Enterprise Linux. Não queria parar com o linux "hobbista", fazendo o Fedora Core ser lançado. A Red Hat também queria que a comunidade tivesse uma entrada de dados nos aspectos de como o Fedora se comportava, como aparentava, mas o que a empresa não queria era deixar a comunidade "tomar conta", por ser ainda legalmente o distribuidor.

Então alguém (que ninguém se lembra) criou a tag FE-LEGAL no bugzilla, que deveria ser aplicada para quaisquer incidentes que pudessem causar problemas legais ao lançamento do Fedora. Nos dias do Red Hat Linux, problemas legais eram bem monitorados e por conta disto, todo mundo supôs que a mesma atenção era dada aos incidentes com a tag FE-LEGAL. Infelizmente isto não era verdade, e quando percebeu, Callaway se voluntariou para gerenciar tais incidentes. Com o encorajamento do time jurídico da Red Hat, ele criou três regras simples.

Primeiro, tudo precisa ser software livre. Ele até considerou o "open source", mas rapidamente descobriu que tudo que possuía código aberto e estava no Fedora ou era software livre, ou tinha uma licença questionável. Exigir que tudo fosse livre era o suficiente; foi uma escolha bastante popular, mas quebrou a WiFi de todo mundo, porque(pelo menos na época) todo driver WiFi no mundo necessitava que pelo menos um firmware blob fosse carregado no hardware. Ninguém queria ver o Fedora como a distribuição conhecida como "a distro que todo mundo usava até que a WiFi era necessária", e por conta disto, o requisito foi mudado para "precisa ser software livre, com exceção da firmware necessária para fazer o software livre funcionar". Esta jogada não foi muito bem aceita, especialmente pela Free Software Foundation, e obviamente Callaway ficaria mais feliz se os fabricantes de controladoras sem fio mudassem suas práticas de mercado para que esta exceção fosse descartada sem quebrar a WiFi de todo mundo.

Segundo, tudo precisava ser seguro para que a Red Hat pudesse distribuir. Significa estar dentro das leis dos USA por mais "estúpidas e ultrapassadas que sejam". Isto também significa não infringir patentes norte americanas conhecidas. Não significava uma busca de patentes exaustiva em tudo que ia para o Fedora, mas infringir deliberadamente uma patente conhecida era uma boa forma para que o QG da Red Hat pudesse litigar posteriormente. Causou a remoção do suporte ao MP3 naquela época.

Terceiro, devia respeitar as trademarks do Red Hat. Foi decidido que a forma mais fácil de fazer era respeitar as marcas registradas de todo mundo.

Licenciamento era o próximo problema. O Red Hat Linux possuia um repositório "contrib", onde pessoas colocavam todos os tipos de coisas que foram compiladas no Red Hat Linux e poderiam ser utilizadas. Quando o Fedora iniciou, diversos voluntários pegaram tudo que estava neste repositório e jogaram no Fedora. Infelizmente, esta ação foi tomada sem uma real preocupação com licenças. Havia um campo "licence" no banco de dados de pacotes, mas ao invés de "GPLv3" ou "MIT", alguns pacotes tinham coisas como "distributable" ou em casos mais memoráveis o campo estava preenchido com "ok". Callaway fez um levantamento e encontrou 350 licenças diferentes, incluindo 16 variações da BSD e 34 variações da MIT(podendo haver mais já que ele parou de contar ao encontrar 34).

A solução foi então criar um "license agreement" (acordo de licença), que não foi bem recebido. Alguns contribuidores ligados a corporações se recusaram a assinar, e recusavam a dizer o porque; uma pesquisa não oficial sugere que as pessoas estavam receosas de que fosse um termo do tipo "copyright agreement" (acordo de copyright), mesmo não sendo um. Então, o Fedora Project Contributor Agreement foi criado, e inicia esclarecendo que não é um acordo de copyright, e evolui em termos simples para dizer que tudo que for criado e colocado no Fedora e não possui uma licença livre explícita, terá uma licença padrão aplicada (MIT para código, CC-BY-SA para outros conteúdos).

Estas ações moldaram onde o Fedora está agora. Callaway discorreu sobre um número de conquistas adquiridas pelo projeto no ensejo de consertar problemas com licenças. Consertou a licença SGI FreeB, tornando o X.Org realmente livre; persuadiu a Sun(e mais tarde a Oracle) a abandonar a cláusula da licença do Java que proibia seu uso em submarinos nucleares, tornando-a livre; também convenceu contribuidores do CPAN a alterar a licença de módulos que eram Artistic-1.0-only, e remover do Fedora os módulos que não podiam ser ajustados, tendo este último projeto apenas levado 6 meses. O Projeto Fedora também trabalhou com o TeXLive para identificar e remover todos os componentes não livres.

O reconhecimento de que a comunidade do Fedora estava levando a sério a questão do licenciamento começou a atrair a atenção de projetos menores, para que fossem licenciados corretamente; e parte do aviso também frisava as consequências da criação de suas próprias licenças. Um problema em particular é que fontes textuais, utilizavam licenças não livres; os criadores geralmente não possuíam impeditivos para liberar estas fontes, mas na maioria dos casos tais criadores nem ao menos eram contactados.

A decodificação de MP3 agora faz parte do Fedora porque as patentes expiraram, porém a codificação permanece um problema por conta dos detentores dos direitos e suas ações. A criptografia de curva elíptica (Elliptic curve) foi adicionada ao Fedora após seis anos de espera da funcionalidade base, e dez anos de espera para as curvas comumente usadas. Callaway revelou que possui um calendário em seu desktop com a lista de todas as patentes que irão expirar: em certas manhãs ele acorda, e o calendário no aviso sonoro o relembra que precisa gastar o dia adicionando uma funcionalidade ao Fedora que antes não podia ser distribuída. A patente da compressão de textura S3 expirará em 02 de Outubro de 2017, portanto, jogos na Steam provavelmente funcionarão melhor no Fedora em lançamentos e atualizações após esta data.

Se uma grande corporação com bolsos profundos irá participar de um projeto com alto envolvimento da comunidade, alguém deverá se responsabilizar pelas questões legais. Como o pessoal do software livre se comunica tão claramente com advogados da mesma forma que cachorros se comunicam com golfinhos, alguém precisa servir de mediador entre os grupos, conversando com ambos em suas próprias linguagens. Esta pessoa ajudará o pessoal do software livre a entender melhor os problemas legais, e esclarecerá os advogados de como funcionam as pessoas que desejam contribuir de verdade. Callaway é o cara que faz isto e que eu (Tom Yates) como usuário Fedora lhe devo uma cerveja.

Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)

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Dica do terminal: instale um FuzzyFinder

Tags: video

Gravei um pequeno vídeo com uma dica de ferramenta para o terminal:

Enviado por Pablo Rocha Dinella (pablo·dinellaΘgmail·com)

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QEMU para desenvolvimento do kernel Linux

Tags: kernel

Neste artigo eu gostaria de expandir um pouco como usar o QEMU para desenvolvimento de novas funcionalidades no Kernel que afetam o user-space. Neste caso é interessante ter mais do que o busy-box como ferramentas de user-space, pois várias ferramentas de desenvolvimento, daemons e outros programas estariam faltando.

Enviado por Felipe F. Tonello (euΘfelipetonello·com)

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Por que o Facebook escolheu o Mercurial e não o Git?

Tags:

Nem todo mundo sabe, mas o Facebook usa o Mercurial como controle de versão desde 2013. Antes, usou o Subversion e depois tentou o Git. Mas como o Git não deu conta do volume de código do seu repositório monolítico, resolveram investir no Mercurial e deu muito certo! Desde então, o Facebook é um grande colaborador do Mercurial, contribuindo com inúmeras melhorias ao projeto. Também são grande colaboradores o Google e o Mozilla (Firefox).

Essa é a versão resumida da história. Mas o que aconteceu exatamente? Quais foram as limitações do Git que fizeram que fosse preterido em relação ao Mercurial? Vamos analisar esses pontos no artigo.

Enviado por André Dias (andref·diasΘgmail·com)

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Integração contínua: Jenkins - parte 1

Tags: instalar

O Jenkins é uma ferramenta em software livre para integração contínua, ou entrega contínua dependendo de como for utilizado. Isto é, ele automatiza as tarefas de monitoração de alterações no repositório do código fonte, compilação, execução das rotinas de teste, disponibilização de nova versão caso não encontre erros e, claro, documentação e registro de todas as etapas para acompanhamento. Nesta primeira parte estão as etapas de instalação e da configuração inicial da ferramenta.

Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)

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