Visite também: UnderLinux ·  VivaOLinux ·  LinuxSecurity ·  Dicas-L ·  NoticiasLinux ·  SoftwareLivre.org ·  [mais] ·  Efetividade ·  notebook  

Justiça dos EUA manda YouTube revelar internautas que viram vídeos da Viacom

“Decisão, em 1ª instância, faz parte de processo bilionário da Viacom contra o Google. Mesmo quem acessou imagens no Brasil também pode ser investigado.

Quem acessou, mesmo sem saber, um vídeo no YouTube contendo imagens publicadas sem o pagamento de direitos autorais, corre o risco de ser investigado. A Justiça dos Estados Unidos determinou nesta quinta-feira (3) que sejam entregues à gigante das comunicações Viacom o histórico de navegação no YouTube e a identificação dos computadores de todos que viram os vídeos.

A decisão de um juiz federal de Nova York faz parte da ação de US$ 1 bilhão movida pela Viacom - dona da rede de TV americana MTV e dos estúdios de cinema Paramount e DreamWorks - contra o Google, dono do popular site de vídeos. O Youtube é acusado de permitir a veiculação de 160 mil trechos de programas produzidos pela Viacom, sem pagar os direitos autorais.

A empresa disse que não quer punir quem assistiu aos vídeos e vai manter o sigilo; quer apenas usar as informações como provas contra o Google.”

Enviado por André Cruz - referência (g1.globo.com).

- Indique este artigo para um amigo!
Notícias em destaque:
Notícias em discussão:

14 Comentários para “Justiça dos EUA manda YouTube revelar internautas que viram vídeos da Viacom”

Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Leia os Termos de uso do BR-Linux.

  1. Vamos ter que usar Tor até para assistir vídeos no YouTube?

  2. Mauricio (usuário não registrado) em 7/07/2008 às 9:29 pm

    Se a moda pegar agora contra os vídeos assistidos no youtube e o google ter que indenizar cada um, vai ser mais fácil fechar o site de compartilhamento de vídeos youtube do que começar a pagar os direitos autorais dos vídeos postados lá.

  3. João Leme (usuário não registrado) em 7/07/2008 às 10:23 pm

    E os direitos das pessoas sempre subjugados em prol de uma minoria bastarda (e muito rica), com a boa e velha justificativa da viabilidade econômica e também da proteção intelectual como meio de garantir o gênio criativo.

    E blá, blá, blá…
    É a era corporativista…

  4. bebeto_maya (usuário não registrado) em 7/07/2008 às 11:03 pm

    Estão bloqueando opiniões, Augusto.O que é isso, a Gestapo, ou a inteligentzia russa?

  5. marco (usuário não registrado) em 7/07/2008 às 11:19 pm

    Meu computador está todo encriptado, criptografia para enviar arquivos, tor em todos os sites e outros brinquedinhos para tentar proteger mwu direito à privacidade.

  6. bebeto, se você se refere ao sistema de moderação, as explicações sobre o funcionamento e motivação dele estão aqui: http://br-linux.org/2008/modera/

    E se você estiver mesmo se referindo a ele, prefiro que não volte a compará-lo a estas instituições. A área de comentários é disponibilizada a você sob os Termos de Uso do BR-Linux, conhecidos e publicados, e incluindo a moderação como descrita acima. Você é bem-vindo para usar esta área, mas se acredita que ela pode ser comparada à Gestapo ou outras entidades deste naipe, acredito que deveria levar seu desejo de fazer comentários off-topic a outro lugar.

  7. sem@email.org (usuário não registrado) em 8/07/2008 às 1:06 am

    Mesmo quem acessou imagens no Brasil também pode ser investigado.

    Maneira legal de fazer espionagem para futura perseguiçao politica?

    O cara deixa um arquivo mal guardado ate o ponto em que alguem consegue pegar e publicar no youtube. Ai voce processa o Youtube, acha um juiz que nunca ouviu falar de direito constitucional a privacidade, ganha o processo e tem acesso legal e gratuito as informaçoes que o poder judiciario deveria estar protegendo (conforme manda a lei!).

    Bacana.

    Nao bastava tirar os videos de circulaçao?
    Nao bastava processar que os colocou no Youtube?

    Exemplo de arquivo propositadamente “mal guardado”:

    “Video de um juiz americano fazendo uma visita a M. Chupinsk (a do Clinton)”.

    Ta parecendo que as elites americanas ja estao se preparando para se protegerem de escandalos.

    Observe que eu nao sou contra processar e prender quem colocou o video no Youtube se o video foi ilegalmente conseguido e se trate de invasao de privacidade (nao eh o caso do video da Cicarelli, por exemplo).

    Mas entregar a lista de nomes de quem acessou (na maioria das vezes por pura e saudavel curiosidade) eh um absurdo!!!!!!

    Ta cheirando a conspiraçao mesmoooooooooo!

  8. Aeee
    Vamos boicotar a viacom.

  9. Adilson dos Santos Dantas (usuário não registrado) em 8/07/2008 às 9:11 am

    Podem investigar. A Justiça dos EUA não tem jurisdição aonde moro (Brasil). O dia em que a Viacon entrar em contato com a Justiça Brasileira eu procuro o advogado.

    Mas, falando sério, essa história nunca acaba. Se o youtube acabar sempre terá as redes p2p para encontrar os videos.

  10. Audren Cezar (usuário não registrado) em 16/07/2008 às 1:29 am

    Acho que a intenção e de juntar provas(estatísticas) contra o youtube ou algo tipo, se os usuário que assistiram o vídeo forem processados eu desisto de vez e vou juntar dinheiro pra comprar um país, já que nem mudar do Brasil está valendo a pena… Que culpa tem a pessoa ver o vídeo. É o mesmo que ser processado por ver alguma coisa na rua, ou ser convidado pra ir a casa de alguém e ser processado invasão de propriedade (ou seja lá como chama).

    Acho que, nó máximo a pessoa que publicou o vídeo deva ser penalizado. E não o youtube, já que que acho impossível controlar esse tipo de serviço já que o conteúdo e enviado pelo usuário. De qualquer forma acho injusto violar a privacidade das pessoas que viram os vídeos.

  11. [...] propaganda eleitoral na internet por exemplo, ou então bloqueando o youtube, ou pior: pedindo todos os dados (Essa é nos Estados Unidos, mas serve de exemplo) de todas pessoas, e todos os vídeos vistos no [...]

  1. Exibir mais 3 comentários moderados pelos leitores - Saiba mais sobre a moderação pelos leitores.