Urnas Eletrônicas – Confirmado: Linux eleito para os pleitos municipais deste ano
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Leia também: Plenário do TSE aprova: Linux nas urnas eletrônicas já em 2008. Visitei algumas vezes o processo de recadastramento dos eleitores de São João Batista, para o piloto de identificação biométrica que será realizado por lá, e fiquei impressionado com a qualidade do serviço realizado.
O Alessandro Faria resume:
“O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Aurélio, abre nesta sexta-feira. 4/4, a cerimônia de acompanhamento das fases de especificação e desenvolvimento dos programas informatizados a serem utilizados nas eleições municipais deste ano.
As novidades serão as utilizações do software livre Linux em substituição ao atual Windows, e a votação por leitura biométrica nos municípios de Fátima do Sul (MS), São João Batista (SC) e Colorado do Oeste (RO). Durante todo o dia será explicado o funcionamento dos sistemas eleitorais desenvolvidos pela Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) do Tribunal.”
Enviado por Alessandro de Oliveira Faria (A.K.A. CABELO) (alessandrofariaΘnetitec·com·br) – referência (tiinside.com.br).
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não adianta usar GNU/Linux como S.O., se o software que contabiliza e faz todo o resto…. é fechado!
e se o software for aberto, quais garantias que eu tenho, que é ele que tá rodando em todas as urnas???
na boa, vamos fingindo que a gente vive numa democracia
e que nosso processo de votação é totalmente seguro e confiável =P
Paranóico, eu também dou muito valor ao direito à privacidade, mas tenho a impressão de que todo mundo que tem RG já entregou impressões digitais ao governo. Discordo da sua generalização de que o eleitorado inteiro dos 3 municípios citados é composto por idiotas.
Marcelo, de minha parte fiquei feliz que o código aberto começou a participar deste processo, você não? O código de todos os aplicativos da urna e do processo de totalização é disponibilizado a todos os partidos, à OAB e ao Ministério Público para que analisem, acompanhem a compilação da versão definitiva, e assinem digitalmente o código objeto gerado, podendo posteriormente verificar se a versão em execução nas urnas e sistemas de totalização é a mesma que foi assinada por eles.
Tenho certeza de que ao menos os partidos (senão a OAB e o MP) apreciariam ter voluntários da comunidade para auxiliá-los no processo de analisar o código e posteriormente verificar a assinatura das versões em execução, caso você tenha interesse em contribuir com o processo.