Nota de falecimento: Aaron Swartz
Enviado por Haldrin Figueiredo (haldrinfΘgmail·com):
Enviado por Haldrin Figueiredo (haldrinfΘgmail·com):
Via info.abril.com.br:
Uma startup chamada Trackingpoint apresentou um rifle que utiliza uma série de sensores gerenciados por uma versão modificada do Linux para auxiliar o atirador a reconhecer, mirar e atirar em seu alvo.
A arma em si é uma Lapua Magnum de calibre 0,338” (cerca de 8,6 mm) com um cano Krieger de 27” (68,58 cm) que dispara projéteis de aproximadamente 19 gramas. Um rifle parecido foi muito utilizado nas guerras do Afeganistão e do Iraque. O diferencial do Trackingpoint XS1 está no sistema de mira a laser computadorizado e no mecanismo de gatilho dinâmico que elimina a imprecisão causada pelos reflexos do caçador ao atirar. Os projéteis utilizados também são especiais porque a empresa precisa exercer um controle maior sobre sua fabricação. A certeza de que cada bala segue uma série de especificações de peso e resistência torna possível o cálculo de sua trajetória no momento do tiro.
Via g1.globo.com:
O tablet Nexus 7, fabricado pela Asus em parceria com o Google, já está sendo vendido no Brasil por R$ 1.300, desde o fim de dezembro, informou a Asus. O modelo comercializado no país tem 16 GB de armazenamento e capacidade de se conectar a redes Wi-Fi (o aparelho veio sem 3G). Por enquanto, o produto está sendo vendido para empresas específicas, mas não para o consumidor final.
Os executivos da Asus informam que o produto será disponibilizado ao usuário final ainda em janeiro.
Enviado por Otto Teixeira (ottoteixeiraΘgmail·com):
Em março de 2011, comprei outro notebook, um G460 (também Lenovo) com Windows 7 Home na loja virtual do Ponto Frio. Depois de reclamar no Procon e entrar com uma ação no Juizado de Pequenas Causas, consegui outro reembolso, dessa vez com direito a indenização por danos morais.” [referência: ottoteixeira.com]
Interessante modelo de atualização de sistema. Trecho do texto do Felipe Ventura no Gizmodo Brasil:
Via gizmodo.com.br:O Galaxy S II Plus possui um processador dual-core de 1,2 GHz, assim como seu irmão mais velho, mas provavelmente não se trata do ótimo Samsung Exynos (a empresa nem o cita no release).
De resto, nada mudou: 1GB de RAM, tela Super AMOLED Plus de 4,3″ e resolução 800 x 480, câmeras de 8MP e 2MP, bateria de 1650mAh. Até o design é o mesmo.
As diferenças começam a aparecer no software: o aparelho roda Jelly Bean 4.1.2 personalizado com a Nature UX da Samsung. Ou seja, ele inclui truques do Galaxy S III, como Direct Call (atender ligações levando o celular à orelha), Smart Stay (manter a tela ligada enquanto você olha para ela), S Voice e até o Popup Video, que permite assistir a um vídeo enquanto você faz outras coisas. E a câmera traseira agora tira fotos de forma instantânea, sem lag entre uma e outra.
Por que a Samsung não manteve o Galaxy S II original e apenas o atualizou, em vez de lançar um novo modelo? Não sabemos. Mas espero que isso não impeça nem atrase a atualização oficial dos milhões de Galaxy S II por aí.
Enviado por Marcelo Soares Souza (marceloΘjuntadados·org):
Entre as principais mudanças estão autenticação RTMP para o Adobe e limelight, suporte a FFM2, remoção do modo daemon para o ffserver, adição da ferramenta ffescape, melhorias na documentação, sintaxe para o drawtext expandida, suporte ao SOX Resampler no libswresample e adição dos filtros: Kerndeint, Histeq, pp (postproc) do MPlayer, Aselect, Apad e filtro para analise loudness seguindo o padrão EBU R128.
Entre as melhorias e adições de multiplexadores/demultiplexadores estão DTS-HD, LVF, AVR, AST BRSTM, PVF, IRCAM, Arquivo de áudio Paris, VobSub, Silicon Graphics Movie, NIST Sphere, MPL2, VPlayer, MPlayer, AQTitle, PJS and SubViewer e Sony Wave64
Entre os codificadores e decodificadores adicionados ou aprimorados estão: Codificador Opus usando o libopus, Pinnacle TARGA CineWave YUV16, TAK, 24-bit FLAC, BRender PIX, ADPCM IMA Dialogic, Animated GIF, SGI RLE 8-bit, Silicon Graphics Motion Video Compressor 1 & 2 e 012v.
O novo FFMpeg pode ser obtido no site do FFmpeg.org.” [referência: ]
Enviado por Paulo Oliveira (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br):
Enviado por Marcelo Soares Souza (marceloΘjuntadados·org):
O artigo 1 da lei fala sobre a obrigatoriedade do Estado, nos três poderes e em suas representações, distribuir toda sua informação em ao menos um formato aberto, padronizado e livre, além de aceitar todo pedido de informação em formatos abertos. No artigo 2, a legislação estabelece que o Estado deverá sempre dar preferência a licenças livres no momento da aquisição de softwares, sendo obrigatória a justificativa técnica que impeça a utilização de softwares livres no caso de opção por licenciamento proprietário. No caso de desenvolvimento de software pelo governo, este deve ser licenciado como livre e a troca de informações com poder público através da internet deve estar disponível satisfatoriamente em pelo menos um navegador livre. No artigo 3, a lei estabelece que é de interesse público que o sistema de Educação do Uruguai passe a promover o uso de Software Livre.
Em nota, o Centro de Estudios de Software Libre (CESOL) manifestou-se parabenizando o parlamento pela ação. “Este passo em direção à liberdade e soberania é resultado de anos de trabalho da comunidade uruguaia de Software Livre. A nível político, avança a compreensão de que este tema não é técnico, mas de definições estratégicas de políticas de Estado”, declara.
A instituição, assim como a ASL.Org, faz parte da RISol – Rede Internacional de Software Livre.” [referência: softwarelivre.org]
A participação da ZTE nos planos do Firefox OS, da Mozilla, não é novidade, nem o fato de que a ideia é começar o lançamento aqui pela América Latina - mas na CES surgiu uma informação interessante: a intenção de lançar um aparelho com o sistema também na Europa ainda em 2013, e a possibilidade de fazer o mesmo nos EUA, dependendo do mercado.
Junto com a informação, veio também uma análise: a de que a empresa está fazendo isso para flexibilizar suas opções, reduzindo a dependência em relação ao Android, do Google. (via bloomberg.com - “ZTE Planning to Sell Mozilla-Powered Phone in Europe - Bloomberg”)
Após alguns anos sem grandes atualizações em seu kit para robôs programáveis, a Lego anunciou o Mindstorms EV3, primeira versão a vir com o Linux embarcado rodando em um processador ARM9, com 64MB de RAM, 16MB de armazenamento interno, slot para cartões SD de até 64GB e porta USB.

Os kits permitem programação bem mais avançada que a geração anterior, e já vêm com suporte a Bluetooth que permite nativamente o controle remoto por meio de dispositivos Android e iOS. (via linux.com - “Hackable Lego Robot Runs Linux | Linux.com”)
Enviado por Julian Fernandes (julianfernandesΘubuntu·com):
A versão mobile da distribuição Linux mais popular do mundo está atraindo bastante atenção da mídia especializada e de entusiastas da área, e o espaço reservado para a Canonical na feira está bastante movimentado. Confira mais detalhes no post do blog Ubuntu-BR-SC!” [referência: ubuntubrsc.com]
Enviado por José Filipe (filipesbimΘyahoo·com·br):
Enviado por Jackson Laskoski (jacksonlaskoskiΘgmail·com):
A brecha existente na tecnologia permite a um invasor enviar dados especiais para uma página programada em Ruby on Rails para que ela interprete os dados como um documento YAML ou símbolo do Ruby, resultando em uma execução de código na página e levando à invasão do site.
A orientação para administradores de sistemas responsáveis por aplicações que fazem uso do Ruby on Rails é imediatamente instalar as atualizações disponibilizadas. As versões corrigidas são a 3.2.11, 3.1.10, 3.0.19, e a 2.3.15. Alguns desenvolvedores têm relatado problemas nas atualizações da versão 3, afirmando que elas causam erros nas funções de troca de dados via JSON.
Não há atualização para quem ainda utiliza a primeira versão do Ruby on Rails. A recomendação, nesses casos, é imediatamente realizar uma atualização para uma versão mais nova. O site do governo holandês “DigiD”, retirado do ar para aplicar as correções necessárias, deve retomar seu funcionamento normal na manhã de quinta-feira (10).” [referência: g1.globo.com]
Números enormes e contados aos milhões de vendas são frequentes nos lançamentos dos gadgets de maior sucesso, mas uma agradabilíssima notícia quando se trata do simpático Raspberry Pi, vendido na forma de uma plaquinha que, nas mãos de interessados e entusiastas de todo o mundo, vira um computador completo capaz de rodar as mais variadas aplicações sobre o Linux.
E o número mágico de um milhão ainda não está confirmado, porque a fundação que cuida do Raspberry Pi ainda não tem os dados da íntegra de seus distribuidores oficiais (embora acredite que já tenha chegado lá). Mas meio milhão ela já tem certeza, porque um dos distribuidores confirmou ter ultrapassado a marca. Parabéns! (via hardware.slashdot.org - “A Least Half a Million Raspberry Pis Sold - Slashdot”)
Enviado por Marcos Alexandre (marcosalexandre·rodriguesΘgmail·com):
Dentre os principais pontos, vale destacar: - LibreOffice e OpenOffice compartilham código e possuem vários desenvolvedores trabalhando nos dois projetos, além de desenvolverem em conjunto a especificação Open Document Format, que está pra sair a 1.3, resolvendo várias das críticas que recebia e preenchendo as últimas lacunas. Citaram até um exemplo do LibreOffice utilizando a importação SVG do OpenOffice recentemente. [blogs.apache.org/…]
- Sobre o desenvolvimento em nuvem, já que a fundação tem vários projetos de cloud computing, eles informaram que os projetos hospedados são bem independentes e tirando a licença e a infra estrutura compartilhada, não possuem quase nada em comum. Os desenvolvedores do OpenOffice não pretendem uma solução da suíte pra cloud, mas deixam a discussão em aberto.
- Visualizador de PDFs: eles não tem intenção de criar um visualizador deles e não tem nada contra usar Adobe Reader ou outro visualizador externo. O que pretendem fazer é melhorar os filtros de exportação/importação de PDF na suíte.
- Instalador: várias novidades, principalmente pra empresas. Estão desenvolvendo uma forma de fazer instalação incremental, hoje é preciso reinstalar total mente a suíte se quiser alguma correção nova.
- Importação do MS Office: considerada por muitos a principal necessidade, a IBM é a responsável por essas contribuições, integrando o trabalho do Symphony. [wiki.openoffice.org/…]
- Melhorias no visual: disseram que vão continuar fazendo mudanças graduais e contínuas [wiki.openoffice.org/…] [wiki.openoffice.org/…]
- Port pra tablets e outras plataformas: por enquanto não está nos planos, preferem focar em melhorar a suíte no desktop, mas estão com ports pra BSD, Solaris e OS2 (já existiu no passado e foi descontinuado pela Sun a partir da versão 3.0 pra cortar despesas).” [referência: ]