O projeto SlackBuilds.org precisa de um novo servidor

Tags: desenvolvedores, servidor
O projeto SlackBuilds.org (SBo) é, basicamente, um repositório de scripts para compilação de programas no Slackware, chamados de SlackBuilds. Os SlackBuilds disponibilizados pelo SBo são geralmente submetidos por usuários do Slackware e avaliados pelo pequeno grupo de mantenedores do projeto, e compreendem programas que não estão nos repositórios oficiais da distribuição.

Enfim, o servidor do projeto SBo tem apresentado os sinais da idade nas últimas semanas, ficando fora do ar algumas vezes. Por isto, um dos principais mantenedores do projeto, Robby Workman, enviou um e-mail à lista de usuários do projeto, pedindo doações para ajudar com o novo servidor. Por sorte, a empresa que hospeda os serviços do SBo, a onyxlight.net vai providenciar o servidor (um Dell R610, com processador dual six-core e uma quantidade razoável de RAM). No entanto, o pessoal do SBo terá que comprar os HDs, e eles querem aproveitar para adicionar um pouco mais de memória RAM. Para poder fazer isto, eles vão precisar de aproximadamente 1700 dólares. Aos que se interessarem em ajudar (e puderem fazê-lo), foi aberta uma conta no PayPal para o projeto receber as doações: https://www.paypal.me/SBoDevel. Apenas Robby Workman e Erik Hanson, os fundadores do projeto, terão acesso à conta, e eles prometem utilizar o dinheiro doado de uma maneira que os doadores vão aprovar, incluindo uma possível ajuda para o Patrick Volkerding (mantenedor do Slackware).

Enviado por Fellype (fellypaoΘyahoo·com·br)

Em 2017: openSUSE Linux Leap 42.3. Em 2018: openSUSE Linux Leap 15.

Tags: distribuicoes, comunidade
Desde 2014, a Novell, e o SUSE Linux, pertencem à empresa Micro Focus International, com sede na Inglaterra.

SUSE Linux Enterprise, é uma distribuição Linux de código aberto, comercial, no mesmo estilo do Red Hat Enterprise Linux, onde a distribuição Linux, é de código aberto, porém, o suporte é pago.

openSUSE Linux Leap, é uma distribuição Linux de código aberto, comunitária e gratuita, que possui o apoio, da comunidade e da Micro Focus International, no mesmo estilo do Fedora Linux, onde a distribuição Linux, é de código aberto, e o seu suporte é gratuito.

Desde 2015, o openSUSE Linux, passou a se chamar openSUSE Leap. Com o lançamento da versão 42.1, o nome mudou, mas o sistema operacional continua sendo uma distribuição Linux de código aberto, comunitária e gratuita. Em 2017, será lançado o openSUSE Linux Leap 42.3, e o seu sucessor, será lançado, em 2018, e será, o openSUSE Linux Leap 15, a versão com o número 15 como forma de estar em sintonia com o SUSE Linux Enterprise.

Enviado por Driva Linux (drivalinuxΘgmail·com)

16º Hangout OpenStack Brasil

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16º Hangout OpenStack Brasil - O que preciso saber para criar minha cloud. Uma papo técnico sobre o que preciso saber antes de começar e o que existe hoje em dia para poder manter sua cloud openstack. Serão abordados assuntos como: Deploy - Atualização - Hardware - Network. Vamos também abordar as novidades para 2017!

Enviado por Fabio Pinna (fplkidΘgmail·com)

Pacote de Treinamentos LinuxCourses com 64% de desconto

Tags: evento, promo
A LinuxCourses Treinamentos EaD está com uma promoção imperdível: até o dia 01/05/2017 estaremos ofertando o pacote de treinamentos: Samba4 - Integrando Ambientes Mistos, OpenLDAP - Implementação e administração e Proxy Squid com um SUPER DESCONTO de + de 64%. Não perca a chance pois é por tempo determinado esse SUPER DESCONTO. Domine essas super ferrementas Open Source.

Para se matricular nos três treinamentos com essa promoção acesse: https://www.linuxcourses.com.br/produto/promocao-treinamento-samba/

Enviado por Edson (treinamentoΘlinuxcourses·com·br)

Entendendo Algoritmos, um guia ilustrado para programadores e outros curiosos

Tags: desenvolvedores, livros

O sumário foi suficiente para despertar meu interesse.

Lançado guia cativante e ilustrado para ensinar os principais algoritmos em ciências da computação

Um algoritmo nada mais é do que um procedimento passo a passo para a resolução de um problema. Os algoritmos que mais utilizados por programadores já foram descobertos, testados e provados. E para entendê-los, este é o livro certo. Este guia cativante e completamente ilustrado torna simples aprender como utilizar os principais algoritmos por programadores.

O livro Entendendo Algoritmos apresenta uma abordagem agradável para esse tópico essencial da ciência da computação. Ele ensina como aplicar algoritmos comuns nos problemas de programação enfrentados diariamente, começando com tarefas básicas como a ordenação e a pesquisa. Cada exemplo é apresentado em detalhes e inclui diagramas e códigos completos em Python. Ao final deste livro, o leitor terá dominado algoritmos amplamente aplicáveis e saberá quando e onde utilizá-los.

Enviado por Ana Carolina Prates (acpratesΘme·com)

Meia-volta: agora Libreboot quer voltar a fazer parte do GNU

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Leah Rowe pediu ruidosamente para sair, o pedido foi aceito, aí ela pediu desculpas pelo ruído, disse desejar que aqueles a quem ela feriu possam seguir em frente, mudou a governança do projeto para permitir mais transparência e representatividade, e agora... quer pedir para voltar.

A saída e entrada, no caso, não são especificamente dela, mas sim do libreboot, um componente importante para quem deseja que o boot de software livre não dependa de um BIOS não-livre sob ele.

O resumo dos capítulos anteriores pode ser dado pelos títulos das notícias que publicamos: “Libreboot não faz mais parte do GNU, mantenedora afirma estar reagindo a discriminação”, “Stallman confirma: Libreboot não faz mais parte do projeto GNU” e “Desenvolvedora do libreboot pede desculpas a devs da FSF, projeto se reestrutura e busca suportar Thinkpad X220”, e os links trazem os detalhes.

Quanto ao capítulo mais recente, este looooongo post de Leah Rowe no Reddit dá os detalhes que estão ausentes do sintético post no site do Libreboot.

(via fossforce.com - “Libreboot Wants Back Into GNU | FOSS Force”)

Profile e rc: Entendendo os arquivos de inicialização do Bash e as diferenças entre eles

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O Tecmint publicou no feriado um guia dos arquivos de inicialização do shell no Linux (fortemente BASH-cêntrico), expondo conceitos e diferenças entre profile, bash_profile, bashrc, bash_login e seus congêneres.

Entre as muitas dicas não mencionadas no artigo, está uma que eu demorei para internalizar: configurações do ambiente do usuário (por exemplo, o PATH) que precisam valer tanto para a shell de login e as demais shells (interativas e não-interativas) ficam melhor no .profile, porque metade dos .bashrc que eu encontro pelo mundo começam com uma linha abortando sua execução se a shell for não-interativa (mais especificamente: '[ -z "$PS1" ] && return'), aí não tem bom uso da variável $BASH_ENV que faça as configurações do ambiente serem carregadas desse arquivo quando um script não-interativo é chamado a partir de um utilitário do sistema que já não traga junto a si o ambiente desse usuário. Aliás, esse artigo especificamente sobre a sequência de execução dos arquivos de inicialização do Bash é uma boa leitura para quem acha que eles são todos iguais.

(via www.tecmint.com - “Understanding Shell Initialization Files and User Profiles in Linux”)

System76: Fase 3, ativar - design aplicado a computadores vendidos com Linux instalado

Tags: distribuicoes
A System76 é uma empresa de computadores e notebooks que de fábrica saem com Ubuntu Linux. Seu foco sempre foi entregar computadores que pudessem estar integrados do hardware até a firmware e software para garantir a compatibilidade com esta distribuição.

Em uma postagem em seu blog, a empresa anunciou que entrará na fase 3 de seu projeto. A fase 1 foram os 8 primeiros anos de empresa, perseverando em vender computadores com Linux para um público bastante restrito. A fase 2 foi a decisão de fazer melhores escolhas de hardware, depois da empresa ter se solidificado, para que o Linux rodasse "liso" em seus equipamentos.

Contudo, o design dos produtos ainda era terceirizado devido a limitações de mão de obra e orçamento. Da mesma forma como a Tesla terceirizava a criação e fabricação de seus chassis com a Lotus, a System76 fazia com seus equipamentos.

O anúncio da fase 3 do projeto da empresa é trazer para dentro da System76 o design de equipamentos. Ela, em uma jogada de marketing promete que: A empresa será amistosa e fará um trabalho de maior qualidade, o CAD (desenho assistido por computador) será Open Source e pagará tributos a Ciência da Computação, e que os designs serão de fácil alteração e fabricação.

A System76 já está fazendo protótipos em acrílico, e espera logo passar para o material final de criação de carcaças de equipamentos. Resta agora aguardar se a empresa terá esta abertura e cooperação prometida em seu blog.

Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)

Limitação de recursos com o cgroups – parte 1

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O control groups — ou cgroups para encurtar — foi criado em 2006 por Paul Menage e Rohit Seth, integra o Linux desde a versão 2.6.4 (janeiro de 2008) e de forma bem simplificada consiste em um mecanismo que se encarrega de limitar, contabilizar e isolar recursos do sistema. Junto com o Linux Namespaces compõe a infraestrutura que implementa os contêineres neste sistema operacional.

Mas o cgroups não é de uso exclusivo para contêineres e é possível utilizá-lo para limitar e isolar os recursos do sistema também para os processos na “máquina física” e nesta primeira parte: processador.

Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)