Enviado por cadunico (cadunicomailΘgmail·com):
Sistemas open source que poderiam desafiar o duopólio do Android e do iOS já disputam entre si
Este loooooooongo artigo da TechWeek Europe caracteriza a situação atual do mercado mobile considerando apenas os sistemas operacionais, conclui que trata-se de um duopólio entre Android e iOS1, explica por que considera um mito a ideia de que seria open o sistema Android incluído em boa parte dos aparelhos parceiros do Google, e tudo isso antes de entrar no seu verdadeiro tema.
A partir daí começa a parte realmente interessante: eles conversaram com representantes dos mantenedores do Firefox OS, Sailfish, Tizen e Ubuntu Mobile.
Esses representantes compartilharam opiniões não apenas sobre seus próprios projetos, mas alguns deles falam também sobre os dos concorrentes.
Um integrante da Canonical, por exemplo, informou que a empresa resolveu entrar neste mercado porque os concorrentes são orientados aos interesses de seus desenvolvedores, evitando a possibilidade de as operadoras oferecerem seus próprios serviços.
No parágrafo seguinte, o mesmo gestor é citado dizendo que o Firefox OS é essencialmente um navegador web2, o Tizen é associado demais à Samsung para poder ser realmente aberto, e as ambições da Jolla (do Sailfish) com hardware vão afastar os demais fabricantes.
Então tá. (via techweekeurope.co.uk - “Want An Open Source Mobile OS? We Speak To Four!”)
Info testa o Ouya e gosta: roda emuladores de jogos clássicos em uma TV HDMI
A conclusão do review publicado pelo Leonardo Veras na Info é: "Claro que potencial por si só não vale 100 dólares, mas espero que o OUYA sobreviva para ter tempo de ser melhorado."
O texto é longo e detalhado. Selecionei trechos, mas recomendo a leitura do original.
Via info.abril.com.br:
Naturalmente, essa inclinação me fez evitar a cena de jogos mobile como quem foge de um abismo de casuais. Mas meu coração gelado está derretendo e o responsável por isso é o modesto OUYA, um console de 100 dólares baseado no Android.
(...) O OUYA é uma máquina baseada no Tegra 3 (mais especificamente, o T33-P-A3, com quatro núcleos Cortex A9 e uma GeForce ULP) rodando uma versão muito customizada do Android 4.1. Essencialmente, ele é um tablet Android sem tela e com um mercado próprio de aplicativos.
A parte legal dessas especificações é que a maioria dos jogos feitos para Android podem rodar no OUYA sem grandes modificações.
(...) A ideia é que os desenvolvedores ganhem dinheiro com micro transactions, DLCs e versões desbloqueadas de games.
Ironicamente, essa regra parece ter sido a principal responsável por enfraquecer o interesse pela plataforma. Atualmente, o ecossistema por trás do console parece mais um deserto do que uma selva. Existem poucos títulos e a maioria deles é simplesmente ruim. Não me refiro a jogos tão ruins que são bons, como The Amazing Frog. Estou falando de jogos tão ruins que são ruins mesmo. Claro, existem algumas gemas escondidas nesse mar de besteiras. Um exemplo é o Tower Fall, uma mistura extremamente divertida de Worms com Portal. Mas títulos como esse são raros e mesmo eles não oferecem uma experiência tão densa quanto a que se espera de um console dedicado.
(...) Apesar de todas essas questões, o OUYA tem uma vantagem que me fez esquecer todos os seus pontos fracos. Ele roda Android e isso implica a presença de uma série de emuladores de consoles como o Super Nintendo e o PSX. Sou absolutamente obcecado pelos JRPGs do SNES e do PlayStation One (joguei desde Bahamut Lagoon até Xenogears) e um console com HDMI que pudesse virtualizar ambos sempre foi meu sonho de consumo.
Kaspersky diz que um governo da América Latina infectou outros com malware para espionagem
Via g1.globo.com:
Sistemas de diversos países latino-americanos teriam sido atacados por outro governo local, que não foi identificado, alertou o diretor da equipe de analistas de vírus da Kaspersky na América Latina, Dmitry Bestuzhev, em um evento da empresa. Os ataques teriam como objetivo a espionagem política, conforme noticiou o site especializado "ITWeb".
Bestuzhev explicou que os códigos maliciosos desenvolvidos para o ataque realizam uma verificação de endereço IP de modo que o software espião não seja ativado em computadores que não fizerem parte da lista de alvos, o que dificulta a análise e também a identificação do ataque. Os códigos também são desenvolvidos para plataformas diferentes, incluindo computadores Apple (Mac OS X) e celulares com sistema Android.
Quatro truques para acelerar conexões SSH
Este artigo do Linuxaria detalha 4 truques interessantes para acelerar a abertura das sessões SSH. São eles: configurar o cliente ssh para usar apenas IPv4 (ou apenas IPv6), definir expressamente qual método de autenticação usar, reaproveitar conexões TCP, e desativar a espera por resolução DNS no servidor SSH. (via linuxaria.com - “» Linuxaria – Everything about GNU/Linux and Open source 4 tricks to speed up ssh connections”)
Nova série de discussões sobre HTML5
Enviado por Jomar Silva (jomar·silvaΘintel·com):
Tecnologias abertas da Web como o HTML5, CSS e JavaScript estão emergindo como o terceiro maior ecosistema para o desenvolvimento de apps. Esta é a sua chance de descobrir os motivos deste crescimento tão acelerado. Participe do Inside the Brackets e ouça a opinião dos especialistas da indústria enquanto eles discutem sobre as oportunidades, desafios e melhores práticas para o desenvolvimento multiplataforma com HTML5.
Clique no link a seguir para mais informações e garanta a sua vaga.” [referência: intel.ly]
Gateway SMS utilizando postfix + SMSTools
Enviado por Lucas Willian Bocchi (lucas·bocchiΘgmail·com):
Ubuntu: Próximo UDS decorre entre os dias 27 e 29 de Agosto
Enviado por Cláudio Novais (ubuntuedΘgmail·com):
Mudança de local do GNUGRAF
Enviado por cadunico (cadunicomailΘgmail·com):
Por motivos internos da coordenação do CEFET, o local da edição deste ano foi transferido para a Fundação Pública Municipal Educação Niterói. Nós da coordenação do EVENTO lamentamos imensamente o transtorno e esperamos ansiosamente a presença de todos! Carlos Eduardo (cadunico) Coordenador Geral do GNUGRAF
6ª edição do GNUGRAF Data: 27/09/2013 e 28/09/2013 Local: R. Visc. do Uruguai, 414 - Centro - Niterói – RJ – 24030-079. Maiores informações - [gnugraf.org/…]” [referência: gnugraf.org]
Grupos LibrePlanet Brasil: SP e ES
Enviado por Albino B Neto (binoanbΘbinoanb·eti·br):
"[…] grupo trabalha para uma sociedade mais livre utilizando Software Livre, mas nós não somos apenas um grupo de usuários do GNU/Linux. Nós podemos promover quaisquer softwares que respeitem as liberdades de seus usuários. Nós somos um time com uma missão! Reconhecemos que algumas pessoas fazem compromissos, temporários ou não, com softwares proprietários, e algumas outras pessoas podem não dizer sempre "GNU/Linux", ou "software livre" ao invés de "código aberto"/"open source", e nós recebemos estas pessoas em nossa comunidade de braços abertos para discutir suas idéias […]"
Sites: [sp.libreplanetbr.org/…] [es.libreplanetbr.org/…]. Listas de discussões: [lists.libreplanet.org/…] [lists.libreplanet.org/…]
Veja você pode participar e criar um grupo no seu estado: [libreplanet.org/…]” [referência: libreplanet.org]
Como instalar o Cherokee Web Server no Ubuntu
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Debate: O Android é ou não é Linux?
O tema é batido, mas os 2 debatedores (Thom Holwerda, do OS News, e Jon Buys, do OStatic) reuniram boa parte dos argumentos que já ouvi em suporte a cada uma das posições.
Começou com o post do Thom ("Android is Linux"), que chama de equívoco a ideia de que o Android compete com o Linux, afirma que o Android é tão Linux quanto o Ubuntu, Debian, Red Hat ou qualquer outra coisa que use o kernel Linux.
Para ele, o Android é uma distribuição de Linux e, em suporte a essa afirmação, ele apresenta a definição de "Linux distribution", da Wikipedia.
Curiosamente, eu acredito que o Android não se encaixa tão bem na definição de distribuição Linux escolhida pelo Thom, porque não atende tão bem1 ao requisito de ser Unix-like – não é questão de ser uma implementação incompleta, mas sim de opção por não implementar todas as interfaces. Nem a Bionic2 nem o Toolbox3 procuram implementar na íntegra as definições do POSIX, e até por uma razão bem simples: a máquina virtual Dalvik dispensa alguns dos recursos e – especialmente para um sistema operacional móvel – quanto menor for a libc, melhor.
Para crédito do Thom, entretanto, não há dúvida de que o Android é pelo menos em boa parte Unix-like (e até implementa boa parte do que o POSIX define), o que justifica a defesa de que ele seja, afinal de contas, uma distribuição Linux.
A resposta veio no artigo do Jon ("On Android being Linux"), que procura se afastar da mera questão de o Android satisfazer ou não o conceito de distribuição Linux, rejeita o critério de o kernel do Android ser um fork do Linux como elemento suficiente para caracterizá-lo como sendo um par das distribuições mais conhecidas do desktop, lembra a nomenclatura preferida pela FSF (na qual o Android não se enquadra, acredito) e traz a outra afirmação essencial do debate: o Android é distribuído como um ecossistema profundamente diferente do que vem com as típicas distribuições.
Segundo Jon, criar um sistema ao redor do kernel Linux não basta para atender às expectativas que as pessoas expressam ao falar sobre ser um usuário de Linux. O usuário espera disponibilidade de modificar qualquer parte do sistema operacional, algo que até pode ocorrer com as imagens de software distribuídas diretamente pelo Google, mas é pouco frequente com as que são incluídas na configuração default de vários fabricantes.

Ele também cita alguns pontos da filosofia de governança do Android, incluindo o trecho em que o projeto afirma não ver a si mesmo como uma distribuição.
Ao final, ele conclui da mesma forma que eu: o Android "ser" ou "não ser" "Linux" é um detalhe técnico sujeito a interpretações variadas, e é secundário em relação a outras diferenças entre populares agregados de software agrupados ao redor do Linux, ou mesmo a aspectos que transcendem a questão do kernel, como se devemos confiar em uma empresa de publicidade para construir o sistema instalado em dispositivos que sabem como somos, onde estamos, com quem falamos e o que queremos comprar. Imagino que ele ache que não, mas tenho certeza de que bastante gente acredita que sim, ou que é melhor confiar na empresa de anúncios do que em alguma outra da qual particularmente não gostam. (via ostatic.com - “On Android Being Linux”)
Site Groklaw está fechando as portas, de novo
Pamela Jones, fundadora do site Groklaw – dedicado a cobrir aspectos legais/jurídicos do código aberto, incluindo as batalhas nas guerras de patentes e copyright –, publicou na manhã de hoje o último post do site, avisando que vai fechá-lo devido à vigilância on-line praticada pelo governo de lá.
Segundo ela, o esforço do Groklaw é colaborativo e é impossível fazê-lo funcionar sem o uso do e-mail; os colaboradores esperam que o e-mail seja um segredo entre as partes, e a Pamela entende que não pode mais garantir ou oferecer isso.
Portanto, ela vai parar com o site e, pessoalmente, vai se afastar da Internet, em busca de privacidade.
Como referência, veja também o post em que ela anunciou outro encerramento do site, em 2011. (via lwn.net - “Groklaw shutting down, again [LWN.net]”)
"O sucesso do Firefox OS vai depender do sucesso dos apps para ele" - será?
A frase entre aspas do título acima vem do artigo no OStatic e, embora expresse uma aparente verdade para as plataformas móveis dominantes, e ajude a explicar a sinuca em que o Windows RT se encontra, eu tenho dúvidas sobre o quanto ela se aplica ao sistema operacional móvel da Mozilla planejado para chegar ao Brasil no começo do ano no primeiro trimestre no final de 2013.
Explico: enquanto iOS, Android, Windows RT e até a plataforma Blackberry têm como alvo uma fatia bem ampla do mercado, a Mozilla optou a princípio por um segmento específico, que demanda smartphones de baixo custo, aceita um nível de desempenho computacional não muito avançado, e vai usá-lo possivelmente como substituto para um feature phone.
Essa fatia não é aquela que está primariamente em busca de grande variedade de apps. É claro que ela vai demandar o que os seus vizinhos usam – e que hoje seria definido por nomes como Facebook, Whatsapp, YouTube, Gmail e mais meia dúzia –, mas não acho que o contingente de usuários no qual a Mozilla está mirando anseie por uma App Store suprida por dezenas de milhares de opções.
Assim acredito que a disponibilidade e capacidade de executar com qualidade1 a meia dúzia de apps que eu mencionei acima é um fator bem mais importante para o público-alvo inicial do Firefox OS do que a ampla disponibilidade de milhares de apps "nativos"2 frequentemente renovados, que é um fator importantíssimo para os sistemas operacionais concorrentes.
O autor do artigo do OStatic pensa diferente de mim, e se baseia em uma pesquisa/previsão sobre como estarão as lojas de aplicativos em 2017. Bom pra ele. Aparentemente ele pensa também em um modelo de cobrança por aplicativos, e tenho a impressão de que o faturamento a partir de um produto como o Firefox OS tem bem mais chance de vir por meio de promoção e anúncios.
De qualquer forma, interessar os desenvolvedores é bom para o Firefox OS, disso não há dúvida. Talvez seja bom para a Web Aberta como um todo, até. E a observação do OStatic sobre a Mozilla ter parceria com uma empresa especializada em pagamentos via conta telefônica, para poder vender itens a usuários que não têm cartão de crédito, certamente é um ponto a favor.
A conferir. (via ostatic.com - “The Success of Firefox OS Will Depend on the Success of Apps for It”)
Novo Vim: RegEx mais rápido e mais de 1000 correções
Via infoq.com:
A versão 7.4 do editor de textos Vim foi recentemente lançada, após mais de 1 ano em beta. A atual versão é mais robusta e traz como novidade um motor de busca mais rápido para tratamento de expressões regulares (RegEx).
"Corrigir todos os problemas, sejam pequenos ou grandes; fazer com que o Vim seja mais robusto" é o sexto desejo mais popular na lista das funcionalidades mais desejadas por usuários do Vim. A equipe do Vim levou isso em conta, e mais de mil correções e pequenas melhorias foram realizadas desde o lançamento da última versão (7.3) em agosto de 2010.
Há também uma interface Python melhorada, com o python-bindeval (que usa vim.bindeval em vez do eval embutido) e o objeto python-tabpage (para permitir o trabalho com tabpages).
