Linux para usuários do Windows XP: Conheça e experimente a distribuição Q4OS
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Alexandre Vicenzi (vicenzi·alexandreΘgmail·com):
Alguns destaques: - C++ - Git - Node.js - AngularJS - Android” [referência: butecopensource.wordpress.com]
Nas últimas semanas tivemos por aqui notícias sobre manifestações bastante extremadas a respeito do systemd: seus proponentes essencialmente querem modificar a organização das distribuições e a forma como os aplicativos localizam as bibliotecas e outras dependências, enquanto seus oponentes querem organizar um boicote às distribuições que o usam.
Agora o ITWire perguntou a Linus Torvalds o que ele pensa a respeito, e ele começou esclarecendo: tem opiniões fortes sobre muita coisa, mas não sobre isso.
Embora Linus tenha tido discussões públicas com mantenedores do systemd, ele não tem nada radicalmente contra o sistema, e o usa em seu próprio desktop.
Sobre os argumentos de quem se opõe ao systemd, Linus acha que os sempre mencionados "ideais originais do Unix" são mais uma questão de opinião do que uma expressão da realidade, e a proposta de "fazer só uma coisa e fazê-la bem" se aplica a muitos componentes clássicos, mas não a tudo que existe em um sistema moderno: um exemplo mencionado por ele, de ferramenta clássica que foge a esse conceito, é o Emacs.
Ele também não gosta da ideia de logs em formatos binários, mas acredita que isso seja um detalhe. E acha que não se aplica a ideia de que o systemd cria um ponto único de falha capaz de tirar o sistema inteiro do ar quando não funcionar, pois já há outros assim, incluindo o próprio kernel e a glibc.
Ele também não vê nada de novo nessa guerra ácida entre proponentes e oponentes: mencionou a guerra similar (e anterior ao sucesso do Linux) entre defensores do SysV init e do BSD init, os debates entre fãs de cada ambiente gráfico, e entre os defensores de licenças GPL e BSD, na virada dos anos 80 para os anos 90.
Ele acha bom que se estude a proposta (que mencionei no parágrafo inicial) de repensar a organização e o empacotamento das distribuições, porque os problemas mencionados são bem reais – mas ele acha cedo para dizer se a proposta em questão os resolve ou não. (via www.itwire.com - “iTWire - Torvalds says he has no strong opinions on systemd”)
Embora os jogos de sucesso na década corrente estejam começando a chegar ao Linux de forma mais consistente, a plataforma continua tendo bom número de opções para quem aprecia o retrogaming, e o Everyday Linux User iniciou uma série de artigos voltadas a quem aprecia jogos menos recentes. O artigo inaugural fala dos jogos do GOG, da possibilidade de uso do Wine, e do uso de joysticks de outras plataformas, como os do XBox e do PS3.
Recentemente eu montei uma máquina de fliperama bem básica para deixar na churrasqueira de casa, e bastante software open source entrou na receita: MAME, MESS, openMSX, SDL, entre outros. Opções realmente não faltam, para quem ainda se diverte jogando o que foi lançado nos anos 1980 e 1990. (via www.everydaylinuxuser.com - “Retrogaming With Linux « Everyday Linux User”)
Se dá para rodar Doom invadindo a impressora via sua interface web sem autenticação, também dá para rodar zumbis de DDoS, distribuidores de malware e mais.

O pesquisador de segurança Michael Jordon dedicou alguns meses a demonstrar os problemas potenciais de segurança dos dispositivos da chamada "Internet das Coisas" com um exemplo bem eloquente: invadir as impressoras Canon Pixma, por meio das suas interfaces com a web (sem login e senha, lamentavelmente), instalar nelas o jogo Doom e rodá-lo por meio de seu próprio display.
A interface web está lá para que o status das impressoras possa ser acessado via internet pelos usuários ou gestores de contratos de impressão, mas também permite a atualização do seu firmware. Foi por aí que Jordon invadiu: ele descobriu como é criptografada a atualização de firmware, criptografou o jogo da mesma forma, e "atualizou" a impressora com ele.
A demonstração foi clara o suficiente para mim, mas não para o senso de urgência do fabricante: quanto a isso, a Canon só disse que pretende oferecer uma solução "tão rápido quanto for possível".
Enquanto não for possível para a Canon, as demais impressoras do mesmo modelo que estiverem fazendo uso do recurso de conexão à Internet estarão vulneráveis. (via www.bbc.com - “BBC News - Canon printer hacked to run Doom video game”)
É o mercado de smartphones de mais rápido crescimento do mundo, e o Google fez acordo com as empresas locais para não apenas fornecer os celulares, mas também atualizações gratuitas via rede de dados, e recursos com apelo a essa faixa do mercado, como assistir a maior parte dos vídeos do YouTube offline, rádio FM, a bateria substituível, a memória expansível e opção de dois chips.
Tenho interesse em acompanhar como a reação dos consumidores a essa oferta vai se comparar à dos aparelhos com Firefox OS, também com kernel baseado no Linux e cujo público-alvo é similar.
Via tecnologia.ig.com.br:
Nesta segunda-feira (15), o Google lançou na Índia os primeiros smartphones do projeto Android One por cerca de 6.399 rúpias, em torno de US$ 105 dólares, cerca de R$ 250. Com o Android One, o Google espera diminuir as barreiras de hardware, software e conectividade que existem em mercados emergentes. Além disso, pretende capturar o segmento de baixo custo no mercado de smartphones de mais rápido crescimento do mundo, a Índia.
(...) Foi por isso que a empresa baseada em Mountain View fez um acordo com as empresas do segmento móvel indianas Micromax, Karbonn e Spice Mobiles e com a fabricante de processadores Media Tek para lançar os telefones acessíveis, que utilizam seu sistema operacional.
Além disso, para simplifcar o processo de atualização do sistema operacional, a operadora de telefonia móvel Airtel irá fornecer aos seus clientes atualizações gratuitas para usuários do Android One, garantindo que todos terão a oportunidade de atualizar o software. De acordo com o Google, todos os dispositivos Android One terão sempre a última versão do Android, o que significa que irão receber a nova versão L, quando ela for lançada no fim deste ano.
Enviado por Rubens Queiroz de Almeida (rubens·queirozΘgmail·com):
Este curso, de dois dias, é praticamente o mesmo, já ministrado por Cesar, para equipes de profissionais da Unicamp e várias outras instituições e empresas, sempre com notas máximas de avaliações e excelente receptividade. Cesar é praticante e coach de metodologias ágeis há mais de quinze anos e já aplicou o Scrum no desenvolvimento de vários softwares e serviços. Atualmente, Cesar desenvolve serviços de coaching em startups ligadas ao PROSPB, projeto de extensão em software público da Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco), além de ministrar palestras em todo o Brasil sobre o assunto.
Mais informações sobre o curso e inscrições estão disponíveis em [idph.com.br/…]” [referência: idph.com.br]
Enviado por Marcos Paulo de Souza (marcos·souza·orgΘgmail·com):
Este post mostra como podemos fazer isto utilizando o ffmpeg, que é uma biblioteca para converter arquivos de video (pelo menos o que diz no man), mas que funciona também para editar arquivos de áudio.” [referência: butecopensource.wordpress.com]
Enviado por Daniela Haesler (danielaΘproxmox·com):
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Enviado por Gilberto Ferreira (gilberto·ferreiraΘkonnectati·com·br):
Enviado por Wladimir Crippa (wladimirΘwladimir·com·br):
Já confirmaram participação como palestrantes:
André Horta, CEO da Bitcoin to You; Fernando Ülrich, economista, autor do livro Bitcoin: a moeda na Era Digital; Daniel Novy, CEO da Basebit; Egidio Santos Filho, da UseCryptos; Flavio Pripas, CEO da Bitinvest; Sergio Amadeu, sociólogo, autor de vários livros, ciberativista e evangelista do Software Livre; Paulo Fiorio, editor do Bitcoin News; Safiri Félix, da Coinvest; Fabio Wolarski, considerado a “Mãe Diná” da comunidade, que realizará uma oficina básica de análise técnica de gráficos; Thiago Yield, da Pague com Bitcoin, entre outros que nos próximos dias anunciaremos aqui.
A pré-inscrição já pode ser feita pelo site www.bitconf.com.br” [referência: nerdices.com.br]
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Você pode acelerar o Firefox e reduzir gravações em disco, movendo este cache para a memória RAM, isso claro, se você tiver 1GB de RAM ou mais. Para fazer isso você só precisa editar seus arquivos fstab e sysctl.conf, e criar uma nova string nas configurações do Firefox.” [referência: edivaldobrito.com.br]
O Linux.com publicou o texto da Carla Schroder na seção de tutoriais, mas ele não é exatamente um "como fazer" no sentido técnico, aproximando-se mais de um "o que fazer", ou "por quê fazer", embora entrando em detalhes gerais de implementação.

Embora aproveite várias das dicas comuns ao gênero (gabinete pequeno e silencioso, bastante conectividade, teclado multimídia pequeno com touchpad integrado, instalar XBMC, etc.), ela foge do lugar-comum ao sugerir que não se opte por uma distribuição "caixa-preta" com funcionalidades limitadas, e sim que se aproveite a experiência com distribuições de funcionalidade completa, instalando-a no equipamento da sala de TV e fazendo uso de recursos adicionais que elas oferecem, adequados às suas demandas.
Ela também faz um bom trabalho de apontar restrições e limitações dessa e de outras alternativas, bem como os pontos fortes da alternativa proposta. Leitura recomendada. (via www.linux.com - “How to Build a Linux Media Server | Linux.com”)
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
A FSF insta que os usuários investiguem formas de usar dispositivos móveis e vestíveis que não restrinjam suas liberdades essenciais. Ela indica o sistema operacional móvel Replicant, um fork livre do Android, e a loja de aplicativos livres F-Droid.” [referência: ]