HowTo Online - Lançamento do treinamento LPIC3
Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br):
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O GNU Make é uma ferramenta de desenvolvimento muito mais versátil do que pode parecer à primeira vista, e John Graham-Cumming a domina profundamente, como você pode ver pelos artigos a respeito que ele publicou, e pela sua GNU Make Standard Library, que acrescenta aos Makefiles vários recursos típicos de linguagens de programação.

Agora o John fez algo ainda mais interessante: aceitou o convite de uma editora, e reprocessou todo esse conhecimento avançado na forma de um livro, o GNU Make Book. Ele mesmo alerta: não é para quem ainda não conhece o Make. Para esses, ele recomenda primeiro a leitura do manual do GNU Make. (via blog.jgc.org - “"The GNU Make Book": probably more than you ever wanted to know about make | John Graham-Cumming”)
“Segundo o ministro, a preferência legal para aquisição de softwares livres pela Administração não configura usurpação de competência legislativa exclusiva da União.”
Via www.stf.jus.br:
Por unanimidade dos votos, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3059, ajuizada pelo partido Democratas (DEM) contra a Lei gaúcha nº 11.871/2002. Essa norma determina a contratação preferencial de softwares livres pelos órgãos da administração direta e indireta do Estado do Rio Grande do Sul.
Consta dos autos que a lei, ao dispor sobre licitação para utilização de softwares pela administração estadual, prevê a preferência de sistemas de informática chamados “programas livres”, ou seja, daqueles cuja licença de propriedade industrial e intelectual é de acesso irrestrito e sem custos adicionais aos usuários.
A questão começou a ser julgada pela Corte em outubro de 2012, quando o relator, ministro Ayres Britto (aposentado), votou pela improcedência da ADI e pela cassação da liminar concedida anteriormente, que havia suspendido a eficácia da lei. Para ele, a lei estadual gaúcha não fere a Constituição Federal, apenas reforçando ou complementando a legislação nacional preexistente, sem contrariá-la, ao estabelecer preferência pela aquisição de softwares livres.
Usar a autenticação por chaves armazenadas, e não por senhas, tem várias características positivas de segurança.

O artigo do link abaixo explica (e ilustra) em 5 passos simples como fazer, desde a geração das chaves e seu compartilhamento entre os hosts, até o login inicial. (via www.tecmint.com - “SSH Passwordless Login Using SSH Keygen in 5 Easy Steps”)
O Let's Encrypt é, para mim, um dos mais interessantes projetos da comunidade open neste século XXI: um conjunto de tecnologias e serviços que vai permitir a emissão e gerenciamento self-service de certificados digitais gratuitos para permitir as vantagens da criptografia https a todos os websites interessados.
Vitória da segurança e da privacidade on-line, e várias organizações do ramo (Mozilla, EFF, Akamai, etc.) contribuem com recursos para que o plano se concretize. A partir de agora, a Linux Foundation não apenas se junta a ela, como ainda oferece a sua estrutura como base de operações para o Internet Security Research Group (ISRG), entidade que desenvolve o projeto. (via ostatic.com - “Linux Foundation Takes Web Security and Encryption Platform Under its Wing”)
O Emu-OS é uma distribuição baseada no Ubuntu, preparada para dar boot a partir de um pen drive ou um Live DVD, e oferecer uma coleção de emuladores prontos para selecionar e usar com a coleção de jogos clássicos do usuário.

Entre as plataformas emuladas estão: NES, SNES, PSP, PS1, Dreamcast, Wii, N64 e DOS. (via www.itrunsonlinux.com - “Emu-OS, play retro games on your PC | It runs on Linux”)
Enviado por Marcos Paulo de Souza (marcos·souza·orgΘgmail·com):
Enviado por Klaibson Ribeiro (klaibsonΘgmail·com):
No último sábado de Abril, dia 25, profissionais de TI, estudantes, usuários e empresas interessadas em conhecer Software Livre, são convidados à participar do CONSOLINE, congresso gratuito que será sediado na Unidade Senai Areias, na cidade de Recife, partir das 09h00min.
Os participantes vão conhecer diversas distribuições Linux, projetos e soluções através das comunidades de desenvolvedores em Software Livre, tendo inclusive um espaço para troca de experiências entre os participantes.
Será apresentado Minicursos, Oficinas e Palestras com os temas PHP, Google Android, Linux, Java, LibreOffice e outros temas ainda a serem definidos pela organização do evento.
As inscrições, totalmente gratuitas, podem ser feitas online pelo site www.softwarelivrene.org , onde também está disponível a programação completa, com a relação de todos os palestrantes. Não perca esta oportunidade, participe do Consoline, você é o nosso convidado de honra! Outras informações pelo telefone (81) 3223-8348”” [referência: softwarelivrene.org]
Enviado por Juliano Ramos (juliano·tecnologialivreΘgmail·com):
Enviado por Djames Suhanko (djames·suhankoΘgmail·com):
Enviado por Diego Sueiro (diego·sueiroΘembarcados·com·br):
Enviado por zeuslinux (zeuslinuxΘyahoo·com):
Solução requer o sistema operacional Android. Isso porque, explica Raimundo Guimarães Saraiva Júnior, é necessário ter acesso ao código-fonte para blindar o modelo, o que não é permitido pelo iOS, da Apple, e pelo Windows, da Microsoft. Governo já está usando a ferramenta, mas o nome do cliente não pode ser revelado. Produção dos cartões será feita no Brasil, dentro de unidade própria da ZTEC.
"O importante dessa solução, que levou dois anos para ser feita na nossa área de Pesquisa e Desenvolvimento, é que os fornecedores de terceira camada, com hardware criptográfico, são de origem estrangeira e trazem os vícios de origem de segurança. Agora há software e hardware 100% nacional, aptos para proteger o Estado brasileiro e todo o mercado", explica o executivo da ZTEC, em entrevista exclusiva ao portal Convergência Digital. Vale lembrar que a camada 1 é de aplicação. A camada 2 é de Sistema Operacional blindado e a camada 3 é a de hardware criptogrado.
Guimarães Junior explica que já existia uma versão do MCI SD, mas ele não não possuia as dimensões atuais que permitem a inclusão dele em qualquer dispositivo móvel, como smartphones e tablets vendidos no mercado. "O cartão entra como se fosse um cartão de memória. É simples e fácil de manuseiar. Ele vai funcionar como um cofre guardando as chaves e os algoritmos criptográficos que a aplicação de segurança vai rodar", diz.
Para o executivo, o governo possui celulares especiais - desenvolvidos para os órgãos públicos, como o Zcell, da própria ZTEC, que já estão rodando o novo cartão. Há 200 celulares já em atividade em órgãos govenamentais, mas o nome da autarquia ainda não pode ser revelado. Mas a grande aposta, agora, é ampliar a presença no mercado privado de segurança.
Como o cartão se adequa a qualquer dispositivo, a expectativa é que se possa vender um solução de comunicação privada e criptografada. "Estamos unido software e hardware com segurança. Nossa ideia é vender num modelo de licenciamento na nuvem, para que os custos sejam adequados às empresas", projeta Raimundo Guimarães Saraiva Júnior.
Nos últimos dois anos, a ZTEC investiu cerca de R$ 4,5 milhões em Pesquisa e Desenvolvimento e, embora não revele a sua projeção de fabricação desses novos cartões, o executivo garante que a produção será local. "Temos estrutura. As empresas brasileiras de segurança não devem nada para as internacionais", completa"” [referência: convergenciadigital.uol.com.br]
Enviado por Paulo Henrique de Lima Santana (phlsΘsoftwarelivre·org):
Além do tradicional Install Fest, o FLISOL 2015 em Curitiba terá também: * 14 palestras; * 04 oficinas/minicursos; * Coding Dojo promovido pela comunidade Dojo Paraná; * Hackathon promovido pelo Grupo de Usuários Ruby do Paraná (GURU-PR). Este ano o FLISOL em Curitiba terá dois convidados especiais: * Jon "Maddog" Hall (Estados Unidos): Diretor Executivo da Linux International, e conhecido em todo o mundo como um grande, talvez o maior, Embaixador do Linux. * Luciana Fujii (Belo Horizonte): formada em Ciência da Computação, desenvolvedora, feminista e ativista de software livre há mais de 10 anos. Já colaborou com o projeto GNOME, GStreamer, Landell e continua com uma queda por projetos de multimídia. Hoje trabalha com áreas tão distintas quanto Android e web, com doses de realidade aumentada, e gostaria que mais mulheres descobrissem a diversão no software livre.
O FLISOL acontecerá das 9:00h às 17:00h no Campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) no 2o. andar do Bloco Amarelo. Endereço: Rua Imaculada Conceição, 1.155, Prado Velho - Curitiba PR
Para ver a programação completa, acesse: [flisol.curitibalivre.org.br/…]
A inscrição para o FLISOL é totalmente gratuita e pode ser feita em: [flisol.curitibalivre.org.br/…]” [referência: flisol.curitibalivre.org.br]
Atendendo a uma promessa antiga, publiquei no meu site pessoal um guia para a montagem de uma máquina de fliperama (ou arcade, para ser mais apropriado) artesanal no estilo bar top, ou seja, meia altura, para ser colocada em um balcão.

No guia, que eu tenho atualizado regularmente, eu narro toda a história da minha terceira máquina de fliperama (já estou na quinta), descrevo os materiais, disponibilizo o projeto de marcenaria, explico o projeto eletrônico (bem simples, apenas conexões de botões aos pinos de um Raspberry Pi), a seleção de softwares e mais.
O software que eu uso é o Raspbian + Mame4All, diferente de muitos projetos do gênero que optam por alguma distribuição que já vem preparada para ambientes multijogos.
Via augustocampos.net:
Eu realmente acho que você deve montar a máquina de fliperama que reviva os seus sonhos dos anos 80 e 90. É bem mais fácil do que parece e, se você não domina a parte de marcenaria ou eletrônica o suficiente para garantir sua integridade física e a qualidade do resultado, certamente pode encontrar um marceneiro e um técnico em eletrônica para ajudá-lo.
Via pesquisa.softwarelivre.org:
O FISL é resultado do trabalho de uma grande quantidade de voluntários. São colaboradores anônimos que doam parte do seu tempo para fazer o maior evento de software livre da América Latina! Nós sabemos a importância dessa colaboração e o valor dessa troca que o FISL promove. Alguns voluntários trazem suas experiências outros mão-de-obra e entusiasmo. O FISL devolve com espaços para compartilhar ideias e absorver conhecimento.
Quer ser voluntário? Ser voluntário do FISL significa acompanhar os bastidores de um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, mas também representa uma grande responsabilidade e um papel a cumprir dentro da organização do evento. Quem estiver disposto a trabalhar nos quatro dias do evento ou até mesmo antes, veja o que é preciso para se inscrever.