Computador popular testado em favelas do Rio é lançado na internet

jogos

Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):

“Um computador de baixo custo com design inovador e sistema operacional próprio foi lançado para venda online nesta terça-feira (14). Embora tenha sede em San Francisco (EUA), a Endless tem sócio brasileiro e teve usuários de locais como o Conjunto de Favelas do Alemão e a Rocinha, algumas das maiores favelas do Rio, para testar e ajudar no desenvolvimento do produto.

O Endless — que é também o nome do computador — custa US$ 169 (cerca de R$ 523) e aposta no mercado brasileiro. O produto, no entanto, só deve chegar nas lojas do país em meados de 2016, após passar por um processo nacional de fabricação para reduzir custos de impostos. Equipe da Endless ainda não revela valor de venda no Brasil.

A proposta é oferecer uma tecnologia autoexplicativa para leigos por um preço acessível, embora o valor no Brasil ainda não seja divulgado.

O computador tem sistema operacional próprio (baseado em Linux, segundo o site do Fabricante), o Endless OS (veja as especificações ao lado), e já vem com uma centena de programas: jogos, editor de fotos, player de música e, principalmente, uma enciclopédia offline baseada na Wikipedia. Os aplicativos são atualizados mesmo com uma internet intermitente, caso esteja conectado. A intenção é que o computador não dependa da grande rede.” [referência: g1.globo.com]

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Por Augusto Campos | 22/04/2015

USP migra para a plataforma de código aberto Apache Cloudstack para executar a maior nuvem educacional da América Latina

apache, comunidade

Enviado por Marco Sinhoreli (marco·sinhoreliΘshapeblue·com):

“Em 2012, a USP iniciou um processo de construção de um ambiente de nuvem privada para ajudá-la a superar o desafio de ter 150 ambientes de TI diferentes e uma crescente demanda por recursos computacionais e de armazenamento em seu dinâmico ambiente de pesquisas. A primeira versão da InterNuvem USP reduziu os 150 datacenters da universidade para apenas 6 e juntou os ambientes corporativo, educacional e de pesquisas em um único ambiente de nuvem com recursos consolidados que poderiam ser requisitados diretamente pelos usuários. O projeto inicial foi um grande sucesso e permitiu que a universidade reduzisse seus recursos físicos de armazenamento em 90%, embora os dados em si tenham crescido mais de 300%, aumentando enormemente a eficiência operacional de TI.

A InterNuvem USP, tem sido um sucesso tão grande que resultou que a plataforma escalasse rapidamente pelos próximos anos. Cyrano Rizzo, diretor de datacenters na USP explica: “A InterNuvem USP já é um ambiente enorme mas as necessidades dos nossos departamentos exigem que escalemos a estrutura computacional em mais de 300% no próximo ano. Assim, tivemos que planejar cuidadosamente o futuro da plataforma tecnológica e ter certeza em escolher algo que seja ao mesmo tempo confiável e escalável, nos dando a agilidade que precisamos.

O Apache Cloudstack foi a escolha natural pois é a base de nossa tecnologia comercial atual. Isto também significa que não teremos uma curva de aprendizado difícil na migração. Já estamos participando ativamente da Comunidade Apache CloudStack."” [referência: shapeblue.com]

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Por Augusto Campos | 22/04/2015

Palestra RJ: Cloud Computing - Quando a nuvem pode ser um risco para o negócio

Enviado por Eliane Domingos de Sousa (contatoΘciclodepalestra·com·br):

“27 de abril de 2015, segunda-feira, às 19 horas (horário de Brasília), Marco Lima apresenta: Cloud Computing - quando a nuvem pode ser um risco para o negócio. ENTRADA FRANCA - Inscrição: http://ciclodepalestra.com.br/cloud-computing-quando-a-nuvem-pode-ser-um-risco-para-o-negocio/” [referência: ciclodepalestra.com.br]
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Por Augusto Campos | 22/04/2015

Manifesto contra a pseudociência no FISL 16

evento, servidor, video

Enviado por GNUser (gnuserΘaaa·org):

“No início deste ano, a ASL perguntou, na web, como deveria ser o FISL que queremos. Aproveito essa oportunidade para manifestar meu descontentamento com os rumos que este evento está tomando.

É lamentável constatarmos, edição após edição, que o Fórum Internacional de Software Livre, um dos – senão o – maiores eventos voltados ao tema da América Latina, está se tornando, cada vez mais, um palco para a pseudociência e para apresentações de empresas que pouco ou nada tem a ver ou contribuem para o verdadeiro software livre.

Nesta nova edição, o FISL 16, novamente teremos um grupo falando sobre os supostos benefícios da chamada “energia livre” ou “revolução energética”. É claro que, com a mais do que evidente crise hídrica e energética que nosso país atravessa nesse momento, torna-se válido discutirmos alternativas aos meios tradicionais de geração e de distribuição de energia; no entanto, tais discussões devem ser amparadas em conhecimentos acadêmicos e no método científico a fim de serem consideradas válidas, sob pena de estar-se desperdiçando o tempo e o dinheiro dos visitantes em objetos, discursos e invenções que podem ser considerados… besteiras. Além, do mais, não consigo enxergar uma ligação clara entre a “energia livre” e o software livre, que deveria ser o tema principal do fórum.

No FISL 14, aquele que teve as bobinas de Tesla, em um dos estandes voltados à energia livre, um expositor estava falando das pesquisas atuais naquele campo e, em determinado momento, exibiu um ventilador que se alimenta sozinho e que, em suas palavras, seria “quase um moto-perpétuo”. Tal dispositivo revolucionário, no entanto, nada mais era do que um motor Keppe, o qual já foi provado ser uma fraude[1].

Já no FISL 15, foram feitas palestras a respeito desse tema, mencionando-se a figura de Nikola Tesla[2], que sem dúvida contribuiu enormemente para o campo energético. No entanto, tais palestras geralmente tendem a passar um tom conspiratório, dizendo que o mesmo teria descoberto uma fonte de energia limpa e livre e que seu laboratório e suas pesquisas teriam sido destruídas por grandes magnatas da indústria petrolífera. Tudo isso é, para dizer o mínimo, bastante duvidoso e contestado por estudiosos sérios[3].

O tom conspiratório também estará presente na edição deste ano, quando será apresentado um veículo laboratório movido com gás hidróxi[4] que, apesar de possuir várias pesquisas sendo feitas nesse campo, atualmente é considerado bastante ineficiente[5].

Não bastasse isso, muitas das palestras que estão sendo apresentadas durante o fórum simplesmente não possuem uma relação clara ou direta com o software livre. Exemplo disso foi uma palestra do Facebook, um dos maiores inimigos de nossa privacidade digital, no FISL 14, na qual apenas foi explicado, basicamente, como eles distribuem seus servidores de DNS (ou algo assim) ou como uma palestra do UOL, na edição de 2008[6] na qual o palestrante basicamente apenas fez uma propaganda do serviço PagSeguro, com pouco ou nada relacionado ao tema principal do encontro.

Logo, urge uma seleção rígida das atividades que tomarão parte durante o evento a fim de que o mesmo apresente discursos científica e academicamente sustentados, dando continuidade ao ciclo da Ciência e da pesquisa científica, a fim de que os visitantes que pagaram ou que se deslocaram para prestigiar o fórum possam ter a certeza de que o que ali está sendo apresentado poderá ter algum resultado no futuro. Não obstante a isso, tal seleção deve, também, verificar o conteúdo das palestras e demais atividades, decidindo se as mesmas possuem, de fato, alguma relação com o tema software livre. Caso contrário, em pouco tempo o FISL nada mais será do que um evento de contracultura sem significado algum.

[1] http://ceticismo.net/ceticismo/examinando-o-motor-keppe/ [2] https://www.youtube.com/watch?v=D175CWITOeE [3] http://universoracionalista.org/o-mito-de-tesla/ [4] http://softwarelivre.org/fisl16/noticias/o-uso-do-gas-hidroxi-no-contexto-da-revolucao-energetica?hootPostID=43e99a2a4fc9be15f8c5191d11f2b2f6 [5] http://autoforum.com.br/topic/162910-kit-hidrogenio-funciona/#entry2442815 [6] http://br-linux.org/wparchive/2008/carta-aberta-sobre-o-fisl-2008-por-rogerio-acquadro.php” []

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Por Augusto Campos | 22/04/2015

Lançamento Curso Online - Administração de CentOS Linux 7

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Enviado por Paulo Oliveira (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br):

“O objetivo desse treinamento é propiciar conhecimento sobre o CentOS Linux, suas ferramentas e comandos. O treinamento é baseado na versão 7 do CentOS Linux.

Maiores informacoes: http://cursos.escolalinux.com.br” [referência: cursos.escolalinux.com.br]

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Por Augusto Campos | 22/04/2015

Belém Code 2015

evento

Enviado por Raimundo Xavier (xavier·raimundoΘgmail·com):

“No dia 08 de Maio de 2015, no IFPA Belém, estará acontecendo O BelémCodeIn2015() que é um evento de programação de computadores que tem como principal função desmistificar a ideia de que programação é algo difícil, pelo contrário, é fácil e possibilita a participação e integração de forma divertida descobrindo conceitos e técnicas de introdução à programação. Esperamos que esta iniciativa sirva como incentivo a inclusão digital, e mostre que todos somos capazes de programar, seja adultos, jovens ou crianças. Venha participe, veja programação: www.belemcode.com.br” [referência: belemcode.com.br]
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Por Augusto Campos | 22/04/2015

Por dentro do OpenWRT

gente-que-faz, desenvolvedores, servidor

Enviado por Sergio Prado (sergio·pradoΘe-labworks·com):

“De acordo com o site do projeto, o OpenWRT é uma distribuição Linux para dispositivos embarcados.

Apesar do sistema de build do OpenWRT ser bem flexível, a distribuição criada é bem orientada a sistemas que envolvem comunicação em rede, como roteadores, servidores de arquivo e gateways. Por esse motivo, tem sido bastante usado por fabricantes como Atheros, Broadcom e Marvell para liberar BSPs para seus chips.

Como já faz um certo tempo que não trabalho com o OpenWRT, resolvi baixar o código-fonte, fazer alguns testes e documentar o resultado, comentando um pouco também sobre alguns componentes interessantes da distribuição, como o mecanismo de comunicação entre processos chamado ubus e o sistema de configuração UCI.” [referência: sergioprado.org]

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Por Augusto Campos | 17/04/2015

PaaS Brasileiro - Brincando com Go e Shell Script.

desenvolvedores

Enviado por Rodrigo Alvares (cooltrickΘgmail·com):

“Comecei a me aventurar com Docker há pelo menos 6 meses, e acabei conhecendo a linguagem Go, há basicamente 1 mês comecei a aprender sobre e iniciei um projeto de Paas utilizando Docker. Gostaria de divulgar meu código, existem problemas e muita coisa a ser feita. A ideia da solução é utilizar apenas o GIT para criar, remover logs, parar e iniciar os contêineres Dockers. Por ex: Utilizando o Tortoise no Windows, praticamente não e necessário a utilização de outro cliente para administrar os contêineres remotos.

Espero que ajude alguém, e claro, qualquer ajuda no código ou outras melhorias serão bem-vindas.” [referência: ]

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Por Augusto Campos | 17/04/2015

Configuração básica de VPS

servidor

Enviado por Claudinei Pereira (contatoΘclaudineipereira·com):

“Este tutorial faz parte de uma série que mostra os passos gerais para a configuração inicial de um VPS (Virtual Private Server) que pode ser utilizado como um servidor web, base de dados, backup, vpn, etc. Optou-se por escolher softwares e configurações que ofereçam um consumo baixo de memória RAM.” [referência: blog.claudineipereira.com]
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Por Augusto Campos | 17/04/2015

Festa de lançamento do Debian GNU Linux 8 codinome Jessie

distribuicoes

No momento em que escrevo, já há duas festas marcadas no Brasil.

Enviado por Éder S. G. (Jordan) (eder·grigorioΘufjf·edu·br):

“Festa de lançamento do Debian GNU Linux 8 codinome Jessie.” [referência: ]
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Por Augusto Campos | 17/04/2015

Quanto você sabe sobre pfSense?

curso

Enviado por Dextraining (cursosΘdextra·com·br):

“O pfSense é uma plataforma completa, dedicada a ser não apenas um firewall, como também um roteador e gateway. Possui vários recursos que buscam facilitar a vida do administrador de rede, como por exemplo uma interface web que permite configurar, facilmente, suas principais características e funcionalidades.

Turma prevista: de 01 à 03/06/2015 Local: Campinas Horário: 9:00h as 18:00h. Tá interessado? Quer saber mais? Fale com a gente!” [referência: dextraining.com.br]

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Por Augusto Campos | 17/04/2015

HowTo Online - Formação completa LPI on line

patrocinador, evento, curso

Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br):

“O HowTo Online já conta com pacote de formação completa LPIC (1,2 e 3), inclusive com preços promocionais. O aluno pode fazer uma aula gratuita on line para testar o curso. Todos os treinamentos estão em conformidade com as últimas atualizações dos exames 101,102,201,202 e 300.” [referência: brunoodon.com.br]
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Por Augusto Campos | 17/04/2015

Criptografando um pendrive para usar apenas no Linux

distribuicoes

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):

“Quem possui uma unidade flash USB ou partições em dispositivos USB e que são usadas apenas em computadores Linux, pode facilmente adicionar uma senha para proteger a unidade ou partição via LUKS + EXT4 no Ubuntu Linux usando o utilitário de discos padrão do sistema. Se esse é seu caso e você precisar guardar informações importantes em um pendrive, veja nesse tutorial como criptografar um pendrive para ser usado apenas no Linux.” [referência: edivaldobrito.com.br]
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Por Augusto Campos | 16/04/2015

Escanteado na TV aberta, Ginga escreve seu futuro no IPTV

Via www.linuxnewmedia.com.br:

Ainda sem conquistar as emissoras de televisão no Brasil, o Ginga parece ter um futuro mais promissor em IPTV. Totalmente brasileira, é com o middleware desenvolvido no país a recomendação de interatividade na televisão sobre protocolo de Internet da União Internacional de Telecomunicações (UIT). A primeira recomendação aprovada é de 2009. A mais recente, deste 2015.

“Foi a primeira recomendação sobre interatividade em IPTV e uma vitória muito grande por ser uma recomendação inteiramente brasileira, todas as 112 páginas. Acho que foi a primeira vez que uma tecnologia nacional foi completamente aceita e especificada na UIT”, diz o relator do tema na entidade, Marcelo Moreno.

(...) Ele acredita que o IPTV tende a se tornar dominante – no lugar das televisões por assinatura atuais – como já começa a acontecer no Japão, onde as conexões de fibra óptica são a regra e quatro empresas disputam um mercado que passa já de 15 milhões de usuários.

“A gente tem uma tecnologia que, querendo ou não, cedo ou tarde estará na casa de todo mundo. Todo mundo vai ter banda larga. Em países como o Brasil isso ainda pode demorar, mas vai ter. E é importante uma padronização. Porque é muito custo ter equipamentos proprietários. E se já está em cima de um protocolo onipresente, vai colocar solução proprietária em cima? Não é racional”, acredita.

No caso do mercado japonês, o detalhe é que das quatro competidoras em IPTV, nenhuma é a provedora de conexões, a detentora das redes – é a mesma para todas, da NTT. Não por menos, a ideia da padronização é de que um usuário possa comprar seu set top box que funciona com qualquer provedor do serviço. No Brasil, porém, os provedores são também as operadoras, donas das redes.

A incorporação do Ginga traz vantagens evidentes. Embora os padrões da Europa e dos EUA também contemplem alguma interatividade, há questões importantes onde a tecnologia brasileira é superior – ou nem existe nos demais – como a sincronização de diferentes mídias: ou a facilidade de o conteúdo ser acessado pela televisão, tablet, smartphone etc e isso ser gerenciado pelo provedor.

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Por Augusto Campos | 15/04/2015

Tutorial Nessus Home Parte 1

falha, vulnerabilidade, servidor

Enviado por Pedro Jefferson (pedrojefferson·developerΘgmail·com):

“Nessus é um programa de verificação de falhas/vulnerabilidades de segurança. Ele é composto por um cliente e servidor, sendo que o scan propriamente dito é feito pelo servidor. O nessusd (servidor Nessus) faz um port scan ao computador alvo, depois disso vários scripts (escritos em NASL, Nessus Attack Sincripta Language) ligam-se a cada porta aberta para verificar problemas de segurança.

Ele é ideal para você fazer análise da rede da sua casa, lembrando que para fins comerciais existem outras versões.

O Nessus é distribuído sob os termos da Licença Pública Geral GNU.” [referência: blog.butecopensource.org]

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Por Augusto Campos | 15/04/2015