V Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil
Enviado por Driva Linux (drivalinuxΘgmail·com):
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Enviado por Fábio Souza (fabio·souzaΘembarcados·com·br):
Sendo assim, o tutorial escrito por Raul Munoz, apresenta as configurações necessárias para conectar uma placa utilizando Linux Embarcado à internet por meio do link PPP (Point-to-Point Protocol).
Artigo: Usando modem GSM/3G/4G no Linux Embarcado
Equipamento Utilizado
Para este tutorial foi utilizado o módulo Colibri iMX6S em conjunto com a placa Colibri Evaluation Board, ambos da Toradex. A Colibri Evaluation é uma placa recomendada para desenvolvimento de projetos, que disponibiliza uma variedade de interfaces de conectividade, incluindo USB 2.0, 100 Mbit Fast Ethernet, I2C, SPI, RS232, RS485 e CAN. As interfaces multimídia disponíveis incluem áudio analógico, HDMI, LVDS, VGA e LCD TFT.
Para realizar a conexão com a internet, é possivel executar todo o tutorial com qualquer modem USB ou Serial. Atente-se apenas a adaptar a interface usada do “/dev” e aos comandos “ATs” devido ao fato de que cada modem tem sua própria lista de comandos.
No caso, foi usado um modem 3G da Huawei modelo E173s, com um SIM card da Operadora Vivo.” [referência: embarcados.com.br]
Enviado por João Marcelo Uchôa de Alencar (joao·marceloΘufc·br):
Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br):
Programação: Elastix Avançado - 11 a 13/11 Online; Telefonia IP com Asterisk - 16 a 18/11 Online; Elastix - 25 a 27/11 São Paulo; Elastix Avançado - 02 a 04/12 São Paulo e Elastix - 15 a 17/12 Online. Maiores informações no email treinamentos@innovus.com.br” [referência: elastixbrasil.com.br]
Palestra de 1h, ministrada pelo prolífico autor Aurélio Jargas, direcionada a quem nunca viu/usou expressões regulares. Tenta desmistificar o assunto fazendo com que o público tente “adivinhar” o que faz alguma das expressões mostradas na apresentação. Depois demonstra onde as expressões podem ser utilizadas na vida real.
Apresentada em 2015-10-14 na Latinoware 2015 (Foz do Iguaçu-PR); Apresentada em 2015-10-24 no 3º Café com Software Livre (Indaial-SC). (via speakerdeck.com - “Expressões Regulares // Speaker Deck”)
Enviado por Jeferson Fernando (jfnredesΘgmail·com):

Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com):
Enviado por Ronaldo Ferreira (ronaldoΘtux4·com·br):
Enviado por Paulo Oliveira (contatoΘsemanadolinux·com·br):
Serão 40 palestras e 3 encontros ao vivo de 9 a 14/11/15. Inscreva-se no site http://www.semanadolinux.com.br.” [referência: semanadolinux.com.br]
Enviado por Anahuac de Paula Gil (anahuacΘanahuac·eu):
É claro que usar um dongle usb funciona, mas é muito inconveniente, feio, pouco prático e também sensível: um movimento em falso e ele pode quebrar. Então decidi que era hora de fazer algo. Seria possível substituir a wifi interna? Eu estava disposto a tirar a poeira do meu antigo ferro de solda e meter a mão na massa se fosse necessário, mas felizmente não foi.
Depois de alguma pesquisa no https://searx.me e de longas conversas com o amigo Thiago Mendonça pelo https://actor.im/ descobri e entendi que a maioria dos notes vem com placas wifi removíveis. Parecem pequenos pentes de memória que podem ser facilmente trocados. Mas nem todos os modelos são assim, a maioria dos ultrafinos tem placas soldadas o que impossibilita a troca de forma simples. Nesses casos, a menos que você saiba muito bem o que está fazendo, é usar um dongle usb mesmo.
Isso entendido era hora de encontrar um modelo que pudesse substituir a minha placa interna. Os requisitos eram óbvios: que fosse boa e que funcionasse com drivers, firmwares e blobs livres. Usar Linux-libre não era mais uma questão de escolha, mas de alinhamento com meu ativismo no Software Livre.
É fundamental deixar claro que foi Thiago quem me guiou nesse caminho. Ele me apresentou ao site http://h-node.org onde podemos pesquisar se um determinado chipset funciona ou não com Software Livre. Então fica aqui meu super agradecimento e reconhecimento.
Meu segundo notebook é um Dell Inspiron e nele também troquei a placa wifi interna e estou muito satisfeito. Apesar de ter funcionado comigo de primeira, é necessário levar em consideração alguns aspectos importantes:
Garantia do produto - tenha em mente que será necessário abrir seu notebook e isso poderá comprometer a garantia do produto. Consulte o suporte do fabricante e pergunte sobre como deve proceder. No caso da Dell você mesmo troca, mas tem que guardar a peça original. Em caso de suporte você precisa colocar a original de volta no lugar;
Aspecto físico da placa - você precisa abrir seu notebook, remover a placa wifi e ter muita atenção para escolher um modelo fisicamente igual. Existem muitos formatos para um mesmo modelo ou chipset. Lembre-se que cada notebook é diferente, então formatos diferentes são necessários para de adaptarem perfeitamente. Tire medidas, verifique a pinagem, os cortes, conectores e todos os detalhes. Você vai buscar uma placa que é fisicamente idêntica para que ela encaixe perfeitamente no lugar da antiga. Não hesite em perguntar todos os detalhes para o vendedor, observe bem as fotos que ele publica, mande e peça as medidas. Tenha certeza de estar comprando o que precisa, pois nada é mas frustrante do que ter uma placa na mão e não poder encaixá-la no lugar.
Whitelist da BIOS - este pode ser o maior dos problemas: cada BIOS vem de fábrica com uma lista de modelos de placas que serão aceitas. Se a placa que você comprar não estiver nessa lista, ela não vai funcionar. As vezes a placa é simplesmente ignorada pela BIOS, outras vezes o note não liga. Não se preocupe, pois em qualquer uma das opções não haverá nenhum dano ao notebook. É fundamental entender que esse é mais um mecanismo de controle dos fabricantes e se deve ao fato das BIOS serem não livres. E onde consigo a whitelist das placas wifi do meu notebook? Bom essa tarefa não é tão simples pois os fabricantes sonegam essa informação, então é buscar pela internet para ver se encontra. Eu, na minha doce inocência, achei que o suporte do fabricante me daria essa informação, então liguei para a Dell, mas eles se negaram a me fornecer a lista.
Marcas e Modelos - Este é um dos pontos mais sensíveis de todo o processo, pois temos que identificar um modelo que funcione com Software Livre, afinal de contas o objetivo é usar o Linux-libre e libertar o notebook, certo? A dica é focar nas placas Atheros. Mas não deixe de pegar cada modelo disponível nos sites de compra, que tenham o mesmo formato da sua placa, e pesquisar no http://h-node.org para ver se funcionam com Software Livre. Os modelos que eu comprei foram os seguintes: Atheros Ar5b95 Dell Dw1707 (chipset Atheros QCA9565 / AR9565)
Investimento ou despesa - essas placas wifi são vendidas em sites de venda como o Mercado Livre por até R$ 20,00 com frete grátis. É claro que alguns vendedores se aproveitam e vendem mais caro, mas basta ter um pouco de paciência. No meu caso eu comprei uma por R$ 20,00 e outra por R$ 15,00 entregues em casa! Portanto o investimento é tao baixo, que se der errado e não funcionar será uma perda aceitável.
Testando - você pode baixar a ISO do Trisquel e instalar em um pendrive para rodar uma distribuição 100% livre em seu notebook e confirmar que sua wifi nova já funciona. A sensação de ter se libertado é ótima!
Então vamos fazer um passo a passo para simplificar:
Consulte o fabricante sobre a garantia; Abra o notebook; Localize e remova a placa wifi; Meça e anote todos os dados físicos da placa, inclusive a pinagem de conexão e conectores; Busque no Mercado Livre (ou outro site) por placas wifi internas Atheros; Pergunte tudo ao vendedor. Mande as medidas e detalhes físicos da sua se for necessário; Compre; Quando chegar, substitua a sua placa velha e escravizante por uma nova libertária! Inicialize seu notebook com Trisquel e certifique-se que está funcionando; Instale o GNU Trisquel ou outra da lista da FSF; Mande um e-mail para o fabricante contando o que fez e pedindo que os próximos modelos venham com placas wifi que funcionem com Software Livre.
É claro que mudar a placa é uma opção, mas seria muito mais legal se isso não fosse necessário. Mas os fabricantes só se preocuparão se nós fizermos pressão, exigindo componentes que funcionem com Softwares Livres que respeitem a liberdade do software. E como fazer isso? Cobrando do seu fornecedor. Então não se acomode, cobre!
Ficam abaixo as dicas para os tutoriais feitos pelo Thiago para instalação da BIOS livre libreboot e do linux-libre para o Debian. Divirtam-se:
libreboot - https://acesso.me/blog/libreboot-e-thinkpad-x60s-saga/ linux-libre no Debian - https://acesso.me/blog/instalando-o-kernel-linux-libre-no-debian-jessie/
Espero que este pequeno tutorial possa lhe inspirar a libertar seu notebook dos sistemas Linux que prometem liberdade, mas que na verdade estão recheados de blobs privativos.
Então que tal se deixar levar e ser um nerd de verdade? trocar sua placa? e parar de reclamar da incompatibilidade dos sistemas GNU e se libertar por R$ 20,00?
Nos vemos na sua pŕoxima distribuição GNU!
Saudações Livres!” [referência: anahuac.eu]
Parabéns para a Mozilla por lançar seu novo Mozilla Open Source Support (MOSS), com alocação inicial de US$ 1 milhão para apoiar os movimentos nos quais a própria Mozilla surgiu.
Por meio do MOSS, a Mozilla pretende reconhecer e celebrar comunidades de projetos open source que contribuem para o trabalho da própria Mozilla e para a saúde da web.
Estão abertas as inscrições para os projetos interessados em se candidatar para receber uma parte desse valor, desde que satisfaçam ao critério inicialmente definido: "projetos nos quais a Mozilla se apoia". Essa candidatura deve ser enviada conjuntamente pelo líder do projeto e por um integrante da Mozilla que esteja disposto a defendê-lo. (via lwn.net - “Mozilla Launches Open Source Support Program [LWN.net]”)
Enviado por gjuniioor (gildasio97Θgmail·com):
Pensando nisso…” [referência: ]
Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com):
Enviado por MundoDocker (contatoΘmundodocker·com·br):
Enviado por Allan Moraes (allanΘallanmoraes·com·br):