Hangout Escola Linux Gratuito nesta quinta - Servidores Java II - Tomcat e Wildfly
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Enviado por Paulo Oliveira (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br)
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Enviado por Paulo Oliveira (treinamentoΘlinuxsolutions·com·br)
Após mais de 15 anos sob uma licenção não-livre e não open source, o projeto MAME agora está disponível sob a GPLv2 (ou superiores), e boa parte dos seus códigos também está disponível sob uma licença BSD.
Os mantenedores do MAME, software que desde meados dos anos 1990 me oferece possibilidades de revisitar os jogos clássicos dos fliperamas, passaram 10 meses entrando em contato com os autores de todos os trechos de código que estavam disponíveis apenas sob a licença anterior do projeto, para obter deles a necessária autorização para o relicenciamento.
A licença anterior do MAME é uma curiosidade, por ser um exemplo de licenciamento que oferecia acesso ao código-fonte e permitia a redistribuição (modificada ou não) desde que o código da versão distribuída estivesse integralmente disponível e mantendo os mesmos termos de licenciamento do original, mas mesmo assim não se encaixava nem na definição de software livre, nem na de open source, porque incluía uma restrição de finalidade à redistribuição: antes desse relicenciamento, o MAME não podia ser distribuído para fins comerciais, o que viola a cláusula 6 da Open Source Definition e a liberdade 2 da definição de software livre da FSF.

Para comemorar, até vou atualizar a versão do MAME no meu fliperama doméstico. (via blog.adafruit.com - “MAME Multiple Arcade Machine Emulator is now open source « Adafruit Industries – Makers, hackers, artists, designers and engineers!”)
O @ProgramadorREAL, previamente conhecido na comunidade open source brasileira como André Noel, avisou que completou a migração do seu popular site Vida de Programador para o Axe, o CMS estático que eu desenvolvi em 2013 para usar aqui no BR-Linux e em outros sites meus1, incluindo o recente BR-Arduino.

Os detalhes sobre o Axe (incluindo uma FAQ) podem ser encontrados no post “O que é o Axe”.
Fiquei especialmente feliz com a migração do André, porque o processo de migração dele levou a várias melhorias no código do próprio Axe, para dar suporte a recursos que ele usa e eu não, e que futuramente serão disponibilizadas na versão pública.
Assim como aconteceu comigo, a redução de uso de CPU e RAM causada pela migração de um CMS dinâmico para um CMS estático permitiu ao Vida de Programador migrar para um modelo de hospedagem mais econômico e fácil de administrar, sem comprometer a capacidade de atendimento a usuários simultâneos.
Bem-vindo ao Axe, @ProgramadorREAL! (via vidadeprogramador.com.br - “Vida de Programador agora no Axe”)
Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br)
Com isto já estão abertas as submissões de palestras, lembrando que o FLISoL é um evento de instalação de Software livre e seu público principal são usuários finais e leigos, então a organização do evento ira priorizar palestras que atendam a este escopo.
Outro fator é que toda as despesas com transporte, hospedagem, alimentação e qualquer outro custo fica a cargo do palestrante não sendo responsabilidade do evento.
Link do formulário de submissão - http://migre.me/t9TEV
Site da edição de Niterói - http://flisol.info/FLISOL2016/Brasil/Niteroi
Enviado por Cadunico (cadunicomailΘgmail·com)
Enviado por MundoDocker (contatoΘmundodocker·com·br)
Enviado por Mauro Pichiliani (pichilianiΘgmail·com)
O 12º Fórum Espírito Livre está recheado de novidades e você não pode perder.
Chamada aberta de palestras e minicursos - Quer palestrar ou ministrar um workshop durante o evento? Basta submeter sua atividade! Assim como em outras edições do Fórum Espírito Livre, o evento será gratuito, porém com inscrições antecipadas no site do evento e no credenciamento, no dia do evento.
O 12º Fórum Espírito Livre acontecerá de 4 a 6 de maio de 2016 no CEET Vasco Coutinho, na Av. Luciano das Neves, s/nº – Centro – Vila Velha/ES.
Importante ressaltar que para participar de qualquer atividade no evento, seja nas maratonas, palestras, minicursos ou feira, é necessário se inscrever como participante. Então participe você também! As inscrições para todas as atividades podem ser feitas diretamente no site http://forum.espiritolivre.org/12ed.
Enviado por João Fernando Costa Júnior (joaofernandoΘespiritolivre·org)
Enviado por Edivaldo Brito (edivaldobezerraΘgmail·com)
Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com)
Além dos recursos já presentes no Raspberry Pi 2 Modelo B, a placa contém:
- Um processador ARM Cortex-A53 quad-core de 64 bits e 1.2Ghz (10 vezes mais desempenho do que o primeiro Raspberry Pi segundo a fundação e 50% a mais do que o Raspberry Pi 2 e seu SoC BCM2836). - Wi-Fi integrado 802.11n (BCM43438) - Bluetooth 4.1 (BCM43438) - Compatibilidade total com o Raspberry Pi 1 e 2 - A memória permanece em 1GB - O novo SoC BCM2837 mantém a mesma arquitetura dos anteriores, mesma GPU, com diferença para a CPU que foi trocada para citada acima.
Enviado por EverPi (everpiΘtsar·in)
Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)
Já está certo que o sistema será lançado no próximo dia 18 de Maio, mas sua disponibilidade geral deve ocorrer apenas em Outubro, a exemplo da versão atual. Outro fato dado como certo é a substituição do Java da Oracle pelo OpenJDK.
O principal rumor que vem tomando conta da mídia é o possível abandono da gaveta de aplicativos - aquela seção com uma lista de todos os aplicativos instalados no telefone, acessível ao se pressionar o círculo branco com quadradinhos. Até agora, ninguém sabe ao certo o que poderá ser colocado em seu lugar.
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com)
E mais: ela roda seu próprio access point "secreto" com DHCP público, que permite acessar a rede WiFi da casa do cliente.
Fora isso, roda Linux sem oferecer os fontes, e oferece acesso de superusuário via telnet, com login admin e senha admin.

O desenvolvedor Matthew Garrett resolveu experimentar com as lâmpadas led coloridas (copiando o estilo da Philips Hue), e descobriu um verdadeiro pesadelo de segurança da IoT, que ele descreve no post do link a seguir. (via lwn.net - “Garrett: I bought some awful light bulbs so you don't have to [LWN.net]”)
Há 2 semanas comentei que a Canonical anunciou que vai distribuir o ZFS no Ubuntu 16.04, e linkei o que parece ser o fundamento para a empresa acreditar que não estará violando a licença do Linux (a GPLv2) nem a licença do sistema de arquivos ZFS (a CDDL) ao fazê-lo.
As questões de licenciamento relacionadas à inclusão do ZFS no kernel Linux (ZFS e Linux são ambos projetos livres com licenças copyleft, com termos incompatíveis entre si) são discutidas há anos, e o caso específico da intenção manifesta pela Canonical acaba de ganhar 2 análises de terceiros.

A primeira veio da Software Freedom Conservancy, e discorda da opinião da Canonical: em sua análise, o SFC diz representar o posicionamento de diversos desenvolvedores do Linux e conclui que distribuir o módulo zfs.ko junto ao kernel Linux no Ubuntu viola a GPL (e o copyright dos autores do Linux). O posicionamento também levanta a possibilidade de o ato violar os direitos da Oracle sobre o ZFS. E pede que a Oracle relicencie sob a GPL o seu ZFS...
A segunda veio do Software Freedom Law Center (leia-se Eben Moglen, que foi o manda-chuva do departamento jurídico da Free Software Foundation por 8 anos), e conclui algo bem menos absoluto [após considerar não apenas a licença, mas também as declarações que constam no arquivo COPYING do kernel Linux]: que a existência de violação à licença do Linux depende de como os autores do kernel optarem por interpretar a situação, incluindo o significado que deve ser dado à expressão 'obra derivada'. E pede que os donos do copyright do Linux esclareçam publicamente sua interpretação, ou que a Oracle torne pública uma exceção de licenciamento que remova a incompatibilidade com a GPLv2. (via lwn.net - “SFC: GPL Violations Related to Combining ZFS and Linux [LWN.net]”)
Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com)