Teletransporte no VirtualBox
Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)
Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)
Enviado por Cleuton Sampaio (cleuton·sampaioΘgmail·com)
Este post compara a utilização da chamada gethostbyname com a getaddrinfo, e mostra como utilizar ambas são utilizadas em código C.
Enviado por Marcos Paulo de Souza (marcos·souza·orgΘgmail·com)
Enviado por MundoDocker (contatoΘmundodocker·com·br)
Enviado por Juliano Ramos (julianoΘtux4·com·br):
Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br):
Este Webinar gratuito vai acontecer no dia 20/01/16 (quarta-feira), às 15:00 (Brasília), com duração de 1 hora. Para se inscrever neste Webinar, favor enviar um email para treinamentos@innovus.com.br. Para quem não for participar do webinar e quiser assistir depois, favor enviar um email solicitando o acesso ao vídeo do webinar.” [referência: elastixbrasil.com.br]
Enviado por Jeferson Fernando (jfnredesΘgmail·com):
Para contribuir com o crowdfunding e fazer com que o treinamento ocorra e quem sabe até de graça para toda a comunidade, basta acessar o link http://dagora.net/linuxtips.
Além de ajudar o treinamento ser viabilizado, você ainda ganha recompensas dependendo da sua contribuição. Essas recompensas vão de camisetas e adesivos até cursos presenciais e exclusivos! :D
Lembrando que caso a meta não seja alcançada, o valor será devolvido integralmente.” [referência: dagora.net]
Enviado por Janssen (janssenreislimaΘgmail·com):
O wifi.sh é totalmente em shell e com poucas dependências, o que permite rodar até em ambientes com poucos recursos. Trata-se de um wrapper para o wpa-supplicant que apresenta uma série de recursos típicos de configuração WiFi de desktop, como armazenar senhas de acesso a diversas redes, conectar preferencialmente à que tiver maior intensidade de sinal, conectar com facilidade a redes públicas que não exigem senha, etc. Além disso, ele também oferece alguns recursos intermediários, incluindo escolher arbitrariamente (ou mesmo aleatoriamente) um MAC.
O wifi.sh é open source (licença MIT) e está disponível no Github.
Quem usa o SSH sem senha em múltiplos servidores sabe a ginástica necessária para garantir que os pares corretos de chaves estejam disponíveis em cada nó, especialmente quando há a necessidade de renovar alguma delas.
Este artigo do CloudFlare explica como substituir o tradicional arquivo authorized_keys por chaves armazenadas em um servidor DNS, e usar o DNSSEC para verificar as respostas desse servidor DNS, mesmo que ele esteja exposto à Internet.
O método tem suas complexidades, limitações e requisitos, e o artigo os detalha também. (via blog.cloudflare.com - “Flexible, secure SSH with DNSSEC”)
A movimentação de governos do mundo todo em direção a limitar o uso de criptografia por seus cidadãos é uma bomba relógio, e no momento pode estar bem próxima de explodir na França, cujo legislativo votará uma proposta – de autoria de deputados conservadores – de obrigar que os fabricantes de equipamentos tecnológicos comprometam, de propósito, a criptografia deles, inserindo um acesso privilegiado para uso das autoridades, como se fosse possível fazer isso de forma seletiva.
A meta oficial é impedir que os sistemas criptográficos de indivíduos atrasem o avanço de investigações. (via it.slashdot.org - “French Conservatives Push Law To Ban Strong Encryption - Slashdot”)
Enviado por Gustavo Henrique (gustavoΘgustavohenrique·net):
O imaginativo artigo Stallman’s One Mistake, de Brian Benchoff no Hackaday, supõe que o bom doutor só cometeu um erro, e este foi não considerar o hardware nas provisões da GPL. Pois sim.

Mas ele defende essa ideia com alguns argumentos interessantes, e ainda faz uma digressão divertida, descrevendo uma visão bem pessoal do que seria um computador pessoal open source, dos desafios de construir hoje um computador open source usável, e dos pontos em que o computador pessoal usado pelo próprio bom doutor Richard não se adequa a essa definição. Os quais, aliás, não são propriamente uma novidade. (via hackaday.com - “Stallman’s One Mistake | Hackaday”)
Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com):
Enviado por Sergio Prado (sergio·pradoΘe-labworks·com):
A comunicação entre o gdb (client) e o gdbserver pode ser feita pela porta serial ou por uma conexão de rede, e existe um protocolo bem definido entre eles.
O único problema é que, conforme o GDB evolui, seu protocolo também é alterado, o que costuma causar incompatibilidade de versões (determinada versão do cliente pode não ser compatível com uma versão diferente de servidor). Eu particularmente já passei diversas vezes por esta situação, onde alguns comandos enviados por determinada versão do cliente não eram reconhecidos por uma versão diferente do servidor.
Para resolver este problema, a melhor forma é utilizar a mesma versão de cliente e servidor GDB. Para isso, você pode compilar sua própria versão do GDB. E o processo é bem simples.” [referência: sergioprado.org]