Tutorial de Apache Spark (em português)
Enviado por Edson Ramiro Lucas Filho (erlfilhoΘinf·ufpr·br)
Enviado por Edson Ramiro Lucas Filho (erlfilhoΘinf·ufpr·br)
Os italianos já vêm migrando seus desktops para a alternativa open source, em um calendário ajustado aos períodos de suas licenças atuais de MS Office, e que já alcançou mais de 5.000 estações de trabalho. A intenção é alcançar 75.000 usuários até o final do ano que vem, e um total de 100.000 até 2020.
O plano de migração incluiu análise de impacto, treinamento específico para instrutores e instaladores, e no momento está na etapa de criação de um treinamento em modelo e-learning, que também será disponibilizado à comunidade sob uma licença aberta. (via news.softpedia.com - “Italian Military to Save Up to 29 Million Euro by Migrating to LibreOffice”)
O GamingOnLinux obteve informação oficial de que o novo jogo da série Civilization vai ter versão para Linux (e também para Mac).

A informação, que não constou nos anúncios de lançamento divulgados ao público em geral, não é clara quanto a isso, mas o autor acredita que o lançamento inicial será para Windows, e o suporte a Linux e a Mac será acrescido posteriormente.
(via www.gamingonlinux.com - “Civilization VI announced, will support Linux & SteamOS | GamingOnLinux”)
Enviado por Izhaq Melo (izhaqbluesΘgmail·com)
Sem esta conexão, dificilmente um software livre mantém seu processo evolutivo. É através das comunidades de software livre que temos a possibilidade de interagir e contribuir no desenvolvimento de soluções que sejam socialmente justas, economicamente viáveis e tecnologicamente sustentáveis.
Consciente disso, o FISL mais uma vez quer prestigiar as Comunidades do Software Livre, promovendo e destacando os já tradicionais Grupos de Usuários, estendendo agora o convite também para Grupos de Desenvolvedores, entre outros atores das comunidades. E para dar voz e vida a estas conexões, novamente teremos a Área das Comunidades, com mais novidades, debates e mini-eventos promovidos nessa área.
E aí, que tal conhecer novas pessoas e novas ideias? Inscreva sua COMUNIDADE agora mesmo e vem pro FISL17! ;)
Saiba como participar aqui: http://softwarelivre.org/fisl17/programacao/comunidades
Enviado por Ana Carolina de Lima Pereira (ana·limaΘsoftwarelivre·org)
Hoje às 14h10min será transmitida ao vivo a palestra do André Noel (ou @ProgramadorREAL), do site Vida de Programador (e participante ativo da comunidade open source brasileira há anos), contando sobre sua experiência de substituir o WordPress pelo Axe como gerenciador de conteúdo do seu site.
Como autor do Axe, fico feliz: o André é bem caracteristicamente público-alvo das versões atuais, adequadas muito mais a desenvolvedores curiosos do que a usuários finais. No processo de portar seu site, ele escreveu uma ferramenta de importação automatizada dos posts do WordPress, acrescentou alguns recursos ao Axe, e me deu várias boas sugestões – e ele logo vai disponibilizar o código correspondente às mudanças dele.

A experiência dele foi parecida com a minha: ao trocar um CMS dinâmico (como o WordPress e vários outros) por um CMS estático (como o Axe e vários outros), ele escolhe abrir mão de vários recursos (como o suporte a comentários nativos da própria plataforma, no meu caso), mas em compensação o ato de servir uma página a qualquer usuário deixa de envolver acesso a um servidor de banco de dados e execução (na camada de aplicação) de um script em PHP ou outra linguagem interpretada, pois o gerenciador de conteúdo cria o site na forma de uma série de arquivos HTML estáticos. Fica mais rápido, mais leve, exige menos CPU e menos RAM, e assim custa menos (para quem tem plano de hospedagem com custo atrelado aos recursos disponibilizados, claro).
Existem soluções intermediárias (como vários plugins de cache do WordPress) e uma variedade de outras opções de CMSs e geradores estáticos, e cada mantenedor de site pode escolher a que melhor lhe atende (o WordPress provavelmente é a resposta certa para boa parte deles).
Para mim, a redução de custo de hospedagem alcançada desde o primeiro mês após a troca do WordPress (com cache) pelo Axe (com comentários gerenciados por serviços externos) em todos os sites que eu mantenho foi da ordem de 90%, e acredito que para o André a situação seja similar, e que na palestra de hoje ele vá contar!
Para assistir gratuitamente à transmissão ao vivo, inscreva-se no site do TDC Online
Faça a sua capa no gerador de paródias, publique nos termos da promoção, e poderá vir a ganhar 2 livros da O'Reilly publicados pela Novatec, à sua escolha.

A Editora Novatec, maior fornecedora de livros em português mencionados nas notícias do BR-Linux, aderiu à onda do gerador de paródias de capas da O'Reilly na forma de uma promoção no Facebook.
O autor Maujor vai escolher a melhor capa entre as que forem publicadas usando a hashtag do concurso, conforme as instruções da Novatec.
A capa que eu fiz para ilustrar este post não está concorrendo, claro. O resultado sai dia 20/05!
Mesmo sendo um produto da Microsoft, surpreendentemente, o Visual Studio Code possui uma versão para Linux.O Visual Studio Code oferece suporte a coloração e realce de sintaxe completa e todas as características padrão de um bom editor de código, para trabalhar com C#, C++, PHP, Java, HTML, CSS, Markdown, SASS, JSON e Python.
Ele também fornece integração com o Github, semelhante ao encontrado no Google Chrome Dev Editor e suporte IntelliSense alimentado por projetos open source para trabalhar mais rápido (por exemplo, correção de erro de digitação, preenchimento automático, etc.) com suporte.No blog AndroiMais.com Visual Studio Code: Top 10 perguntas respondidas você confere mais sobre o programa multiplataforma da Microsoft.
O aplicativo está disponível para instalação usando o Ubuntu Make, uma ferramenta de linha de comando que permite instalar uma série de IDEs facilmente.
Para instalar o Visual Studio Code e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:
Enviado por Diego Boot (dbs·bootΘgmail·com)
A licença proprietária do BitKeeper, que por algum tempo foi o sistema de controle de versão utilizado no desenvolvimento do Linux, foi o que acabou motivando Linus Torvalds a criar o git.
Ainda quando era software proprietário, o BitKeeper foi usado por um tempo no desenvolvimento do kernel Linux, e tanto os desenvolvedores quanto o software de gerenciamento de versão foram criticados pelo RMS e geraram a inspiração de Linus Torvalds para criar o git.
Estaria o BitKeeper dando um passo importante para evoluir ou é uma jogada para não cair no esquecimento, visto que o git já domina o mercado do versionamento distribuído? Não seria esta troca de licença um pouco atrasada?
Enviado por Nícolas Wildner (nicolasgauchoΘgmail·com)
Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com)
A primeira versão do ebook teve amplo sucesso, com mais de 11 mil downloads contabilizados até o MegaUpload sair do ar, em 2012 e muitas outras cópias distribuídas pelo Brasil inteiro, sem a necessidade de download.
Nessa versão, além de retirar toda e qualquer referência ao extinto BrOffice.Org, pois na época que estava escrevendo esse manual estávamos em período de transição, atualizei todos os prints, foram atualizadas também as maneiras de instalação no Linux e Windows e além do bônus, de como instalar o LibreOffice no Mac OS.
Essa atualização vem em boa hora, sendo que o Brasil está em crise e milhares de empresas, tendo que renovar suas licenças e precisam reduzir custos, certamente optarão pela utilização do LibreOffice. Detalhes para download podem ser obtidos em http://www.mediafire.com/download/7854002z2t5ymez/LibreOffice+Para+Leigosv2.pdf
Enviado por Klaibson Ribeiro (klaibsonΘgmail·com)
Além do tópico principal existem as metas, os vários itens que podem ser votados conforme o montante arrecado, um deles chamou atenção pelo valor, mas também pela proposta "Python Scripting Plugin".
Campanha - Krita 2016: Let's Make Text and Vector Art Awesome! http://kck.st/1SXKxNi
Enviado por Anderson Prado (AndeOn) (andeonbr-blogΘyahoo·com·br)
O jogo foi produzido por um brasileiro que agora reuniu uma equipe há mais de um ano e quer lançar a versão 2 do mesmo jogo, com diversas melhorias e tudo mais. O jogo funcionará em Linux. Está em fase de finalização e o criador gostaria de colaboração para ajudar financeiramente para terminar o jogo e disponibilizá-lo ao público, inclusive os códigos fontes.
Site do Indiegogo para doações e prêmios: https://www.indiegogo.com/projects/hacker-experience-2-open-source-hacking-game—2#/
Link do Steam para para votar a favor do jogo para o seu market: https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=669850719
Link oficial abaixo:
Enviado por Samuel Cardoso Santiago junior (superiorqgΘgmail·com)
Enviado por Jerônimo Medina Madruga (jeronimo·madrugaΘgmail·com)
Pré-requisitos Ter obtido a LPIC2. Ou seja: ter passado pelas provas da LPIC1 (101 e 102) e pelas provas da LPIC2 (201 e 202). Exame O exame 303 foi atualizado recentemente para a versão 2.0 mas até 30/06/2016 ainda é possível realizar a versão 1.5 deste exame. Os objetivos do exame 1.5 estão neste link enquanto que os objetivos atualizados da versão 2.0 estão neste link. Assim como nos demais exames, o candidato deve obter no mínio 500 pontos para passar no exame, mas é lógico: NÃO ESTUDE PARA TIRAR 500!! Passando, o candidato já é especialista em segurança Linux e recebe seu certificado e carteirinha em casa no prazo de 4 a 6 semanas.
O que estudar? Recentemente eu fiz este exame e as questões estão bem frescas na mente. De cara, posso dizer que gostei muito do conteúdo pois (diferente dos outros níveis de certificação) a Security exige um alto grau de conhecimento em um leque muito grande de serviços Open Source. Os tópicos de maior destaque na prova são: Iptables – caem muitos detlahes de regras de firewall, é imprescindível que você já implemente pois são muitas questões. Na verdade, senti que foi feita a justiça para a importância do tema nesta prova. DOMINEM ESTE TÓPICO! Nagios – caem questões elementares de Nagios, como tipos de objetos e estratégias de segurança; SELinux – cai a diferença entre MAC e DAC, pseudo filesystem do serviço, comandos, roles e contexts. Peso muito alto na prova. Se não dominar a ferramenta, não faça a prova. BIND – ACLs, zone type forward e conhecimentos sobre estratégias de segurança. Apache – cai o comando htpasswd, .htaccess e AllowOverride. Nmap – estudar a fundo a ferramenta pois suas saídas são pedidas na prova, assim como as opções de comando. Ntop – cai pouca coisa sobre ele, basicamente o protocolo que ele usa para obter as estatísticas de rede. Wireshark e tcpdump – caem as saídas dos programas para o candidato analisar. NFSv4 – caem nfs4acl e modos de autenticação. Syslog – enviar log para servidor remoto (só cai isso mesmo). Snort e Tripwire – caem detalhes de configuração e funções de cada um. OpenVPN – cai o tipo de encriptação das chaves e configurações básicas servidor-cliente (remote). Essas dicas são referentes á versão 1.5 da prova. Em breve, teremos treinamento para esta certificação! Enquanto isso, saiba de nossas promoções para os demais níveis da LPI. Dúvidas? Sugestões? Treinamentos? Mande e-mail para contato@brunoodon.com.br Sucesso na prova!!
Enviado por Bruno Odon (admΘbrunoodon·com·br)