“"O projeto JEOMM, Jogo Educacional Online Massivamente Multijogador, tem como objetivo desenvolver o jogo Atairu. Esse novo conceito de jogo MMORPG é voltado à educação, podendo, inclusive, ser utilizado dentro de uma sala de aula."
"Além de utilizar ferramentas e frameworks de código aberto, e ser distribuído sob a licença GPL, o jogo deve permitir uma adição de funções de uma maneira fácil para desenvolvedores. A proposta é sempre poder crescer e acompanhar o ritmo da evolução tecnológica."
Um vídeo com mais informações:
E uma idéia: porque ao invés de tentar comprar um MMORPG, algumas organizações não juntam esforços em um projeto como esse? Fontes: ovelho.com e site do projeto.”
Enviado por Adilson Oliveira Cruz (adilsonocruzΘgmail·com) - referência (jeomm.unb.br).
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Da arte de falar besteira ;-): Achei muito boa a iniciativa.
Outra coisa que está acontecendo, que está diretamente relacionado com notícia é o fato de várias instituições de ensino estarem utilizando jogos como ferramentas de ensino de programação. Mas não "jogando", mas desenvolvendo estes jogos, pois se trata de algo interdisciplinar, por requerer dos envolvidos no projeto não só conhecimentos de programação, mas designe, história, etc.
Estava lendo hoje na revista da SBC - Sociedade Brasileira da Computação - deste mês sobre isso. Ouve até uma citação da ferramenta XNA, lançada recentemente pela MS e achei uma falha considerar somente esta como uma boa oportunidade para desenvolver jogos, pois não é de longe a única nem a melhor engine - e o melhor conjunto de ferramentas - aberta.
Dizia na revista que isso facilitará a criação de jogos para PC - e Xbox. Mas isso realmente facilitará é Jogos para Windows, já que XNA é .NET e DirectX. Há muitas engines livres - e multiplataforma - para games com ótima qualidade por aí. Até o próprio projeto da notícia utiliza algumas delas.
Acho que a MS terá um papel fundamental neste processo de popularização do desenvolvimento de games "independentes" - visto que os seus jogos são atualmente os melhores do mercado. Mas suas soluções não devem ser consideradas as únicas do mercado. Não para quem quer criar algo realmente multi-plataforma - jogos em java estão começando a 'bombar' ;-). Se bem que a maioria hoje nem pensa em criar coisas multi-plataforma.
Mas eu provavelmente não sei o que estou falando, portanto este comentário se auto-destruirá em 5,4,3... hauah
Quanto à notícia, esperamos ansiosamente o lançamento da ferramenta, e que a idéia realmente funciona. É algo que acredito que seja inédito - ao menos em Terra de Santa Cruz -, e acredito que terá uma boa recepção pelos professores e alunos que a utilizarão. O problema é que dificilmente se aplicarão - principalmente - às escolas públicas brasileiras, visto o atual estado das mesmas.
"Quem pensa por si mesmo é livre, e ser livre é coisa muito séria." - Legião Urbana