Vale mencionar que mesmo poupando o desenvolvedor de interagir diretamente com um gerenciador de bancos de dados, no final das contas a implementação de persistência mencionada no artigo abaixo acaba usando um banco de dados (como o dbm tradicional, o gdbm ou Berkeley DB) para armazenar os dados, o que leva a algumas
considerações adicionais.
“Persistência é guardar dados e utilizá-los depois. Geralmente nós utilizamos diretamente um banco de dados pra isso, mas isso adiciona complicações desnecessárias se você deseja fazer rapidamente uma aplicação bem simples. O Python possui um módulo chamado shelve que permite que você guarde qualquer objeto dentro de um dicionário persistente. Com pouquíssimas linhas você faz uma aplicação com persistência! Eu fiz um tutorial básico, com um exemplo de aplicação de agenda telefônica. Códigos inclusos.”
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