O XO, popularmente conhecido como o laptop de 100 dólares do OLPC, terá um modelo de segurança de aplicativos baseado no conceito de que cada aplicativo irá rodar em sua própria máquina virtual, com restrição de privilégios. Isto é o que
disse à Wired Ivan Krstic, o "jovem guru de segurança" encarregado da segurança do projeto. A idéia é que isto dificulta bastante a escalada de privilégios a partir de uma falha em um aplicativo, ao custo de maior dificuldade na interação entre programas diferentes. Mas Krstic acredita que 99% dos aplicativos não precisam deste tipo de interação.
O texto menciona dois exemplos de DRM na arquitetura de segurança do OLPC, um deles impedindo que programas recebidos no XO por download recebam privilégios que permitam a eles realizar atitudes perigosas (ao comentar o modelo de segurança do Windows, o texto menciona alguns exemplos de atitudes perigosas que aplicativos como o Solitaire podem ter, como acessar a web, ligar a câmera de vídeo, abrir planilhas e enviar e-mail). Aplicativos
O outro uso de DRM mencionado no texto é o mecanismo que periodicamente exige uma conexão à Internet para que o laptop verifique em um servidor centralizado por país se o seu uso continua permitido. Esta verificação, em um mecanismo que o texto trata por "aluguel", ocorre a pretexto de impedir que XOs roubados possam ser usados.
Adorei a iniciativa do XO, uma ótima ideia, alias como quase todas deles desde o início.
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Silveira Neto - Fortaleza-CE.
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