Segundo a Folha, "A única promessa de campanha do Piratpartiet, o Partido Pirata, é realizar uma ampla reforma das leis de proteção aos direitos autorais, que permitiria, entre outras coisas, usar redes de troca de arquivos para baixar livros, músicas e filmes sem pagar nada. O que pode parecer um trote ou uma afronta às leis vigentes, é levado muito à sério pelos suecos. Fundado em janeiro deste ano, o Piratpartiet quer eleger um representante no parlamento já nas próximas eleições nacionais, que acontecerão em 17 de setembro."
“'De acordo com a 'Declaração de Princípios 3.0', disponível para download em inglês em www.piratpartiet.se, os pilares do partido são a proteção dos direitos dos cidadãos, a liberdade da cultura e a certeza de que as patentes e os monopólios privados são nocivos à sociedade.' 'O mecanismo contra cópias DRM (Digital Rights Management), que é usado por lojas virtuais de música e por gravadoras, é outro alvo de críticas. Para os piratas, ele deveria ser 'completamente banido', pois restringe os direitos dos consumidores e os força a seguir leis arbitrárias. O fundador, líder e candidato do Piratpartiet, é Rickard Falkvinge, 34, um ex-funcionário da Microsoft que mantém um blog (www.falkvinge.com). Falkvinge faz questão de abordar outros assuntos além da pirataria de músicas. A privacidade e a quebra de patentes estão entre os seus assuntos preferidos.'”
A nota foi enviada por marcon (elmarconΘig·com·br), que acrescentou este
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