Para apreciá-lo, é necessário querer saber como o sistema operacional funciona? A autora do texto sustenta que não, embora a
fábula de Tom Knight e a Máquina Lisp nos ensine que há vantagens em entender os instrumentos com que lidamos. Creio que cada pessoa deve poder escolher o seu caminho. Segue trecho da crônica enviada pela Marcela Freitas
“Eu não quero saber como o Ubuntu funciona. Sou estudante de jornalismo, tenho 24 anos trabalhei a minha vida toda com gestão de projetos e hoje com gestão de negócios, durante todo esse tempo fui cercada por vários amigos íntimos e colegas de trabalho apaixonados por informática, em especial Linux, dos amigos mais próximos 6 entre 10 tem ou estão concluindo formação académica na área, meu antigo chefe, um norte-americano de 31 anos trabalhou a vida toda com processamento de dados. Por isso a minha aproximação da área foi quaseinevitável, hoje trabalho na gestão de uma cooperativa criada por jovens para reciclagem de micro-computadores.
Apesar de tudo isso sempre digo aos meus amigos e colegas que não quero saber como o Ubuntu funciona, e foi justamente por isso que eu o escolhi para o meu computador, porque eu não preciso saber como ele funciona para usalo para o que quiser e precisar e é isso que o tem diferenciado das outras distribuições.”
Enviado por Marcela Freitas (celafreitassΘgmail·com) -
referência (celafreitass.blogspot.com).
Mas vai colocar na cabeça desse povo que o usuário é só usuário !!! Médico é médico, advogado é advogado, estudante é estudante. Nenhum deles tem que ser técnico em informática.