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Curso de Telefonia IP com Asterisk/Elastix - 18 a 22/08/14 - Online

Tags: evento, curso

Enviado por Alberto Mitsuo Sato (amsatoΘinnovus·com·br):

“O treinamento é ao vivo pela Internet através de videoconferência, e a tela do instrutor é replicado aos alunos, através de uma tecnologia que simula um ambiente de sala de aula, com todos os recursos de áudio, vídeo, slides, bate-papo, exercícios, laboratórios, etc. Este curso abrange todos os conhecimentos necessários em Telecomunicações, Redes e Telefonia IP, além do Asterisk e Elastix, e o aluno vai aprender a configurar os principais recursos de um PBX IP, incluindo configuração de placas, Callback, DISA, URA, filas, FAX, CallCenter, gerenciamento, relatórios, além de muitos outros assuntos.

Próximos cursos: Elastix - 16 a 18/09/14 Online; Telefonia IP com Asterisk/Elastix - 22 a 26/09 São Paulo; Telefonia IP com Asterisk - 30 a 02/10 Online; Telefonia IP com Asterisk/Elastix - 13 a 17/10 Curitiba e Elastix - 29 a 31/10 São Paulo. Contatos treinamentos@innovus.com.br” [referência: elastixbrasil.com.br]

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Autor do systemd propõe uma nova forma de criar e organizar distribuições Linux, instalar aplicativos e mais

Tags: jihad

O sempre polarizador systemd, substituto para o init (e mais) recentemente selecionado como default pelo Debian e também alvo de uma carta aberta condenando seu uso está, junto com o sistema de arquivos BtrFS, no centro de uma proposta que muda radicalmente a forma como são organizadas e construídas as distribuições Linux.

Na proposta de Lennart Poettering (um dos autores originais do systemd), recursos do systemd, do BtrFS e de outros componentes essenciais do sistema operacional passariam a ser usados para garantir, entre outras características, que as versões de bibliotecas e de outras dependências providas por cada distribuição e esperadas por cada aplicativo possam coexistir em um mesmo sistema em execução – a descrição da proposta dá um exemplo em que elementos de mais de uma versão do Fedora, do Mageia e do Arch Linux estão instalados em um mesmo sistema de arquivos e, além das bibliotecas que vêm com eles, os pacotes do KDE, do GNOME e do Firefox (originais de cada desenvolvedor, cada um com suas bibliotecas) também estão lá, e o sistema operacional se encarrega de garantir que cada software, ao tentar usar suas bibliotecas, encontre o arquivo correto.

No exemplo acima, seria possível dar boot por qualquer uma das distribuições mencionadas (considerando que elas tenham suporte ao esquema), e os recursos das outras estariam igualmente disponíveis durante a execução.

Pela proposta, passa a existir um esquema unificado para instalar e atualizar as imagens de sistema operacional, os aplicativos, seus runtimes e frameworks. Eles passam a poder ser livremente misturados em um mesmo sistema, facilitando a vida de usuários, desenvolvedores e distribuidores. E, como bônus extra, todo componente passa a ser criptograficamente verificável.

Os detalhes estão na proposta. (via 0pointer.net - “Revisiting How We Put Together Linux Systems”)

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